MEMÓRIAS
DO
INSTITUTO BUTANTAN
1929
T O M () IV
*■
São Paulo, Brasil
MEMÓRIAS
DO
INSTITUTO BUTANTAN
1929
TOMO IV
São Paulo. Brasil
Caixa Postal. 65
ÍNDICE
rxa.
Afranio do Amaral • Valor systematico de varias formas de ophidios
neotropicos.
(Estudos sobre ophidios neotropicos. XVII) 3
Afranio do Amaral - Lista remissiva dos ophidios do Brasil.
(Contribuição ao conhecimento dos ophidios do Brasil. IV) 69
Afranio do Amaral • Lista remissiva dos ophidios da região neotropica.
(Estudos sobre ophidios neotropicos. XVIII) 127
Afranio do Amaral - Revisão do genero Spilotes Wagler, 1830.
(Estudos sobre ophidios neotropicos. XIX) 273
Afranio do Amaral - Revisão do genero Phrynonax Cope, 1862.
(Estudos sobre ophidios neotropicos. XX) 299
Afranio do Amaral - Revisão do genero Drymarchon Fitzingcr, 1843.
(Estudos sobre ophidios neotropicos. XXI) 321
Afranio do Amaral - Sobre a especie Colubtr dichrous (Peters) Bou-
lenger, 1894.
(Estudos sobre ophidios neotropicos. XXII) 331
cm
SciELO
11 12 13 14 15 16 17
ESTUDOS SOBRE OPHIDIOS NEOTROPICOS
XVII - VALOR SYSTEMATICO DE VARIAS FORMAS
DE OPHIDIOS NEOTROPICOS
POR
AFRANIO do AMARAL
introducçào
Desde que Boulenger, em 1896, terminou a publicação do seu monumental
"Catalogue of the Snakes in the British Museum", no qual ficaram registados
virtualmente todos os ophidiòs até então assignalados, muitas tôm sido as con-
tribuições ao conhecimento da fauna ophidica neotropica. Estas, no entanto, se
encontram grandemente esparsas e, em sua maioria, poucos esclarecimentos tòm
trazido ao valor real que, em systematica, devem ter muitas das formas attri-
buidas á nossa região zoo-geographica. Alem disto, ha, em algumas dessas pu-
blicações, referencias muito vagas a certas localidades onde foram colhidos alguns
dos typos descriptos desde 1896; noutras, se verifica que seus auctores não tive-
ram o cuidado prévio de estudar as formas até então conhecidas e, porisso, a
grande maioria daquellas que foram crcadas desde a publicação do Catalogo de
Boulenger deve passar para a synonymia, conforme tenho verificado, nestes últi-
mos annos, pelo exame comparativo, que fiz, de typos contidos nos vários museus
brasileiros, americanos e europeus.
Embora representasse tarefa sobremodo penosa, a revisão dessas diversas
formas de ophidios pareceu-me necessária antes de ser iniciada a publicação do
Catalogo dos Ophidios do Brasil e das Listas Remissivas dos Ophidios Neotro-
picos e do Brasil, porquanto, deste modo, ficariam automaticamente organizadas
a bibliographia do assumpto e a lista de synonymos, ao mesmo tempo que muita
luz se faria sobre a distribuição geographica e as relações taxinomicas de algu-
mas especies pouco conhecidas.
Nestas condições, o presente estudo representa minha opinião pessoal sobre
o valor das especies e generos descriptos sobretudo entre 1897 e 1929, á luz do
exame de typos ou do estudo bibliographico, por mim feitos ultimamente. Por
elle se verá que discordo, em certos casos, do ponto de vista de alguns collegas
meus. mormente quando se trata da caracterização de especies c subespecies.
Na verdade, parece-me condemnave] a tendencia, demonstrada por alguns herpe-
3
4
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
tologos modernos, de subdividirem enormemente os generos e as especies, basea-
dos, não no exame comparativo de series de exemplares, sinão apenas na obser-
vação de differenças minimas que seguramente representam meras variações in-
dividuaes, cuja existência, talvez bem vasta, deve logicamente existir entre os
ophidios. Caso se generalize entre os ophiologos essa tendencia, a meu ver anti-
scientifica, mas já seguida por muitos especialistas em outros ramos da zoologia,
dentro em breve estará inteiramente adulterado o conceito de raça, especie e
genero e, consequentemente, o dos demais agrupamentos ophiologicos. Actual-
mente já não são poucos os especialistas, para os quaes certos caracteres indivi-
duaes servem para a definição de subespecie, do mesmo modo que outros caracte-
res, de ordem subespecifica ou especifica, se prestam á individualização, respecti-
vamente, de especies e generos, havendo até quem tenha usado variações indi-
viduaes para a creaçáo de subgeneros e generos. Visivelmente, essa tendencia
deve ceder logar á observância dos sãos preceitos de taxinomia, em beneficio do
prestigio da própria biologia.
E’ bem verdade que se faz mister assignalar devidamente tudo o que pareça
novo á sciencia, por ser mais facil collocar formas novas na synonymia, do que
desmembrar quaesquer agrupamentos, á simples suspeita de serem compostos.
Mas, entre essa necessidade, que deve obedecer ao conhecimento exacto dos
grupos existentes, e o açodamento de certos auctores em crearem novos nomes só
por sc verem registados em sciencia. vae uma grande distancia que implica numa
profunda differença de principios. Aliás, essa tendencia já data de muitos annos,
tanto que contra ella. de um modo geral, o proprio Darwin se revoltara nestas
palavras: “1 have been led of late to reflect much on the subject of naming, and
I have come to a fixed opinion that the plan of the first describers name being
appended for perpetuity to a species has been the greatest curse to Natural Hist-
ory. 1 feel sure that as long as species mongers have their vanity ticklcd by
seeing their names appended to a species, because they miserably describcd it in
two or three lines, we shall have the same vast amount of bad work as at present,
and which is enough to dishearten any man who is willing to work out any branch
with care and time."
A. do Amaral — Synonymia neotropica
5
NOTAS
1. Typhlops wilderi Garman
in Science Observer IV: 48.1883.
Esta especie que Boulenger (in Cat. Sn. Brit. Mus. 1:7.1893) considerou
como insufficientemente caracterizada, foi redescripta por Hammar (in Ann.
Mag. Nat. Hist. s. 8.1:335.1908) que assignalou acharem-se a 2* e a 3.* supra-
labiaes do typo em contacto com a ocular. De accordo com o exame por mim
feito, as duas labiaes estão em contacto, não com a ocular, mas com a preocular,
conforme aliás se deprehende da própria figura publicada por Hammar e se-
gundo ficou assignalado por Wemer em sua monographia “Synopsis d. Schlan-
genfam. d. Typhlop.” (in Arch. f. Naturgesch., LXXXVII. 7:270.1921) e por mim
proprio (in Proc. New England Zool. Club 1X:26. 1924). Além disto, os cotypos
apresentam 22 filas de escamas em redor do corpo, em logar de 20-22, conforme
Garman e Hammar haviam registado.
Helminthophis nildcri (Garman), ao que me consta, é apenas conhecido
pelo typo, procedente de Minas Geraes.
2. Helminthophis collenettei Parker
in Ann. & Mag. Nat. Hist. s. 10.11:97.1928.
Esta especie, cujo typo foi colhido cm Burity, Matto Grosso, pareceu-me
muito próxima de H. ternctzii Boulenger, 1896, c H. hcui Amaral, 1924, a pri-
meira procedente do Paraguay c a segunda, de São Paulo. Pelo exame compa-
rativo dos typos das duas primeiras, contidos na collecção do Museu Britannico,
com o da terceira, verifiquei os seguintes factos interessantes:
1. * A physionomia de collenettei é idêntica á de beui e á de ternctzii.
2. " O tamanho da rostral é idêntico nas tres cspecies.
3. ° Na descripção de ternctzii, Boulenger assignalou que o typo apresentava
o olho apenas discemivel através da ocular, 2 prcoculares superpostas, uma sub-
ocular, 4 supralabiacs, das quacs a 2.* c a 3.* contíguas á preocular inferior e a
3.* e a 4.* contíguas á subocular; 22 filas de escamas cm redor do corpo; cabeça
e região anal claras.
4. ° Na descripção de collenettei, Parker assignalou, como caracter distin-
ctivo, a presença de 20 filas de escamas em redor do corpo, e cabeça escura.
No exame que fiz, verifiquei que o typo de collenettei apresenta, como o de
tcrnetzii, 22 filas de escamas em alguns pontos. Assim, a unica differença entre
as duas cspecies residiría no colorido da cabeça, caracter esse desprovido de im-
portância, segundo se pode verificar pela comparação cm serie de exemplares de
serpentes deste genero.
5
6
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
5.° Na minha descripção de beui, registei a presença de duas preoculares,
das quaes a inferior estava separada das supralabiaes pela subocular, caracter
que, ao lado da existência de uma preocular, com a nasal e a subocular, separando
a prefrontal da 2.* labial, constituiria elemento differencial entre beai e tcrnetzii.
No exame comparativo que fiz ultimamente, cheguei á conclusão de que
Boulenger devia ter desviado para baixo e para trás o eixo vertical da cabeça do
typo de ternetzii, quando, em sua descripção, considerou como preocular superior
o escudo que eu, mais tarde, na revisão do genero, chamei de preocular inferior,
ao tempo que rotulou de subocular o escudo que denominei de postocular infe-
rior. Parker, na definição de collenettei seguiu as pegadas do grande mestre,
mas, segundo me referiu, consultou a synopse por mim publicada em 1924. A
mim me parece que, dado o desconto do desvio do eixo vertical da cabeça, Bou-
lenger, Parker e eu tivemos sob os olhos a mesma especie e que, por havermos
usado termos differentes de comparação, chegámos a conclusões differentes.
Passadas que sejam as especies collenettei e beui para a synonymia de ter-
netzii, é necessário que, na comparação destas especies entre si e com outras do
mesmo genero, se considerem, conforme eu fiz, como preocular superior o escu-
do que, na nomenclatura de Boulenger e Parker, seria supraocular, como pre-
ocular inferior a preocular superior de Boulenger e Parker, e como subocular a
preocular inferior destes auctores. Na verdade, se verifica ao exame attento desta
cobra que a posição das placas cephalicas, representada na figura com que Par-
ker illustrou sua descripção de collenettei e constante das expressões que Bou-
lenger usou na sua definição de ternetzii, deve ter soffrido ligeiro desvio, talvez
devido á representação linear de uma figura no espaço: assim, um escudo que na
serpente occupa uma posição mais dianteira do que superior em relação á ocular,
apparece na figura como sendo mais supraocular do que preocular, do mesmo
modo que a placa que no vivo está situada mais para baixo do que para diante
da ocular, surge em posição mais preocular do que subocular, na representação
graphica do ophidio.
Feitas estas «nnotações, cumpre-me chamar a attenção dos diversos herpe-
tologos que futuramente se occuparem de ophidios deste genero, para a necessi-
dade de seguirem com cautela a posição dos eixos cephalicos, caso desejem pôr-se
de accordo com a nomenclatura por mim usada na synopse que publiquei com a
revisão do genero. Todavia, á luz das notas acima, essa synopse deverá ser
actualizada, passando ao seguinte:
Synopse das especies de Helminthophis
I. Prefrontaes em contacto atrás da rostral.
A. Ocular em contacto com a 3.* supralabial; 24 filas de
escamas flavoterminatus
Typhlops flavoterminatus Peters, 1857. (Venezuela)
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A. do Amaral — Synonymia neotropica
7
B Ocular separada da supralabial por uma subocular; 22
filas de escamas frontalis
Typhlops frontalis Peters, 1860. (Costa Rica)
C. Ocular em contacto com a 3.* e 4.* supralabiaes; ne-
nhuma subocular; uma preocular; 20 filas de escamas, praeocularis
Helminthophis praeocularis Amaral, 1924. (Colombia)
II. Prefrontaes separadas entre si pela rostral em contacto com a frontal.
A. 3 labiaes.
a. Escamas em 26 filas anops
Helminthophis anops Cope, 1899. (Colombia)
b. Escamas em 22 filas; rostral cerca de 1/3 da largura da cabeça.
1. Prefrontal separada da 2.* labial pela preocular
e nasal; nenhuma subocular; uma preocular . wilderi
Typhlops nilderi Garman, 1883. (Minas, Brasil)
2. Prefrontal separada da 2.‘ labial por uma pre-
ocular, nasal e subocular; uma subocular em
contacto com a 2.* e a 3.* labiaes; duas preocula-
res, inferior separada das labiaes pela subocular;
frontal cerca de 4 vezes tão larga quanto longa;
focinho obtusamente arredondado incertus
Helminthophis incertus Amaral, 1924. (Guiana hollandesa)
B. 4 labiaes.
a. Prefrontal cm contacto com a 2.* labial atrás da
nasal albirostris
Rhinotyphlops albirostris Peters, 1857. (Panamá)
b. Prefrontal separada da 2.* labial por uma preocular e nasal.
1. Rostral cerca de 1/3 da largura da cabeça;
escamas em 20 filas; nenhuma subocular; 3.*
labial largamente em contacto com a ocular;
uma preocular cm contacto com a 2.* e a 3.*
labiaes guenthcri
Helminthophis guenthcri Boulenger, 1889. (Rio, Brasil)
2. Rostral cerca de 1/2 da largura da cabeça; escamas em 22 filas,
t Nenhuma subocular; duas prcoculares. infe-
rior em contacto com a 2.* e a 3.* labiaes;
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
3.* labial largamente em contacto com a
ocular
canellei
Helminthophis canellei Mocquard. 1903.
(Panamá)
ff Uma subocular; duas preoculares, inferior
em contacto com a 2.* e a 3.* labiaes.
X. 3.* labial inteiramente separada da ocu-
lar pela subocular; uma escama entre
a ocular e a postfrontal larga .... emunctus
Typhlops emunctus Garman, 1883
Syn. Helminthophis pctersii Boulenger, 18S9.
(Panamá e Equador)
XX. 3.* labial tocando a ocuiar pela evtre-
midade; 2 escamas entre a ocular e a
postfrontal estreita .
Helminthophis bondensis Griffin, 1915.
. . . bondensis
(Colombia e Panamá)
c. Prefrontal separada da 2.* labial por uma preocular.
nasal e subocular; rostral cerca de 2 '5 de largura
da cabeça; escamas em 22 filas; subocular em con-
tacto com a 2.* e a 3.* labiaes; duas preoculares,
inferior separada das labiaes pela subocular; fron-
tal cerca de três vezes táo larga quanto longa; fo-
cinho agudamente pontudo ternetzii
Helminthophis ternetzii Boulenger. 1896
Syn. H. beui Amaral, 1924
H. collenettei Parker, 1928. (Paraguay e Brasil: S. Paulo e Matto Grosso)
in Hist. Amph. 11:341.1801.
Esta especie que hoje faz parte do genero Lcptotyphlops e cujo typo foi des-
cripto sem indicação de procedência, é originaria de Uypiranga, na região do Rio
Negro, Amazonas, segundo Mertens mostrou recentemente (vide Zoological Re-
cord, 1925).
in Zeitschr. Wiss. Zool. LXlV:64.tab.III:fig.58-62. 1898.
Stejnegcr (in Rep. U. S. Nat. Mus. :692. fig. 153- 157. 1904) e Schmidt (in Field
Mus. Publ. Zool. Series XII. N". 1 2 . 236 : 1 58- 1 59.fig.2-3. 1 926 > acceitaram a validez
desta especie. No entanto, minha opinião é que Meerwarth tinha razão, quando
em 1901 (in Mitt. Naturhist. Mus. Hamburg XVIII. 2:8) a considerou como va-
riedade de Epicrates fordii (Günther). de que, na verdade, não se pode distinguir
morphologicamente.
3. Typhlops septemstriata Schneider
4. Epicrates monensis Zenncck
8
A. do Amaral — Synonymia ncotropica
9
5. Epicrates sabogae Barbour
in Buli. Mus. Comp. Zool. XLVI:226. 1906.
Em trabalho recente feito em collaboração com Loveridge (in Buli. Mus.
Comp. Zool. XL1X. 10:265. 1929), Barbour passou esta especie para o genero
Constrictor, considerando-a como raça distincta na especie C. constrictor (L.).
A meu ver, todavia, E. sabogae é um estricto synonymo de C. constrictor impera-
tor (Daudin), de que não se pode distinguir, nem pelo colorido, nem tão pouco
pela pholidose.
6. Homalochilus striatus Fischer
in Abhand. Hamburg natunv. V'er. 111 : 102. tab. 11:2. 1856.
Meerwarth mostrou (in Mitteil. Mus. Hamburg XV1I1. 2:5. 1901) que esta
especie é idêntica a Epicrates angulifer Bibron.
7. Epicrates wieningeri Steindachner
in S’B. Akad. Wiss. Wien CXII( 1) :1 . 1903.
Esta especie, baseada num exemplar jovem procedente de Altos, no Para-
guay, caracteriza-se principalmente pela presença de 47 filas de escamas dorsaes.
Trata-se, indiscutivelmente, de um mero synonymo de Eunectcs notacus, especie
que é a representante do genero no valle do Paraguay, enquanto E. murinus é
própria dos valles do Amazonas, São Francisco c Paraná.
8. Trachyboa boulengeri Pcracca
in Annuar. Mus. Zool. Napoli 111(12) :1 . 1910.
Pcracca, na descripçáo do typo, procedente de localidade desconhecida, af-
firmou a não existência de rudimentos de membros posteriores. Em minha rc-
descripção do genero (in Buli. Antiv. Inst. America 1.3:87.1927), baseado num
segundo exemplar de T. boulengeri, accentuci a presença de taes vestígios, sendo
que esse exemplar foi colhido na região do Rio San Juan, província de Chocó, na
parte Occidental da Colombia c pertence ao Museu Nacional dos Estados Unidos.
Ao examinar o typo de boulengeri no Museu de Nápoles, verifiquei que o
mesmo se encontrava descorado, provavelmente devido a conservação imprópria,
porquanto se achava em vidro quasi sem álcool e exposto á luz, em mostruário
daqucllc Museu. Embora as manchas dorsaes do exemplar estivessem bastante
apagadas, pude confirmar a descripçáo de Pcracca em todos os pontos, cxcepto
na parte referente aos vestígios de membro posterior, cuja presença pude desco-
brir, ao lado direito, sob a forma de uma escama semelhante a esporão. A’ es-
querda, esse vestígio parece ter sido arrancado, talvez por descuido no exame ou
manuseio do exemplar.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
9. Ungalia brasiliensis Andersson
in Bih. Svenska Vet. Akad. Handl. XXVII (4)5:4. tab .1:1.1 90 1 .
Segundo mostrei recentemente (in Boi. Mus. Nacional Rio.VI(l) :1 . 1930 e
Buli. Antiv. Inst. America IV ( 1 ) :16. 1930, a especie de Andersson é um estricto
synonymo de Tropidophis paucisquamis, especie pela primeira vez registada em
1878 por F. Müller e por elle descripta em 1885 como originaria do continente
da America Tropical, segundo demonstrou Schenkel (in Verhandl. Naturfor. Ges.
Basel XIII. 1:154. 1900).
O habitat exacto desta especie era desconhecido até ha pouco tempo, quan-
do o Instituto Butantan recebeu um exemplar colhido no extremo norte da região
da Serra de Paranapiacaba, no Estado de São Paulo.
10. Streptophorus oxynotus Werner
in Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI(2) :216. 1909.
O typo, N.° 4184, Museu de Hamburgo e procedente de Carriblanco, Costa
Rica. não se pode distinguir de 1 V. atraía (Hallowell), var. fasciata de Hallowell.
11. Streptophorus subtessellatus Werner
in Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI(2) :215. 1909.
O typo que tem o No. 4185 no Museu de Hamburgo, procede também de
Carriblanco, Costa Rica, devendo passar para a synonymia de Ninia atraia (Hallow-
ell), var. maculata de Peters. A presença de 19 filas de escamas dorsaes re-
presenta, a meu ver, variação individual ou talvez sexual.
12. Tretanorhinus insulae-pinorum Barbour
in Ann. Camegie Mus. X:306.1916.
Trata-se de um synonymo de T. variabilis.
13. Tretanorhinus intermedius Rosén
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:171 .tab. XU:2,fig.texto. 1905.
Trata-se de outro synonymo de T. variabilis.
14. Tretanorhinus taeniatus Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7) .XII :350. 1903.
Esta especie é baseada num exemplar procedente do Rio Sapayo, ao noroes-
te do Equador e caracteriza-se. segundo a descripçáo original, pela presença de 3
prefrontaes; 21 series de escamas dorsaes, carinadas; 168 ventraes; 81 subcau-
daes pares e pela existência de escamas separando as mentacs posteriores entre si.
10
A. do Amaral — Synonymia neotropica
11
Já em 1924, em collaboração com T, Barbour (in Occ. Papers Boston Soc.
Nat. Hist. V:I31), mostrei que a especie T. mocquardii Bocourt, 1891 devia pas-
sar para a synonymia de T. nigroluteus Cope, 1861. Agora estou também conven-
cido de que T. nigroluteus não se pode distinguir de T. variabilis Dm. & Bibr.,
1854, que é a especie que deve prevalecer, passando o genero a ser considerado
monotypico.
Ao exame que fiz do exemplar de T. taeniatus, verifiquei que os caracteres
que Boulenger considerou distinctivos desta especie, podem ser levados em conta
das muitas variações que T. variabilis sóe apresentar. Logo que se haja reunido
uma serie maior de exemplares desta especie, poder-se-ha verificar si ella se de-
verá subdividir em raças, de accordo com sua extensa distribuição geographica.
15. Argyrogena Werner
Arjjyrogena rostrata Werner
in S B. Akad. Wiss. VTien CXXXII 1:50-51 .fig.4. 1924.
Esta especie, baseada num exemplar do Museu de Vienna, que se dizia pro-
cedente da Argentina, é um estricto synonymo de Zamenis fasciolatus (Shaw), da
Índia, conforme Malcolm Smith mostrou (in Ann. & Mag. Nat. Hist. (X):1.4:
495.1927). Assim sendo, Dunn não tinha razão quando (in Buli. Antiv. Inst. Ame-
rica 11.1:21.1923) considerou o genero talvez affim de Atractus.
16. Herpetodryas affinis Steindachner
in S’B. Akad. Wiss. Wien LXIl:348.tab.VII:4-5. 1870.
Conforme mostrei cm trabalho recente {in Buli. Antiv. Inst. America IV ( I )
.12.1930), esta especie, descripta por Steindachner sob o nome de Herpetodryas
affinis, como originaria do Brasil e incluída no genero Drymobius por Boulenger
(in Cat. Sn. Brit. Mus. 11:14.1894), nada mais é do que um estricto synonymo
de Leptophis occidentalis (Günther) e mais restrictamcnte da raça nigromargi-
natus que Boulenger (Cat. Sn. Brit. Mus. 11:1 12. tab. 111:3. 1894) considerou como
especie aparte.
Ao examinar o typo de affinis no Museu de Vienna, encontrei um rotulo es-
cripto pelo proprio Steindachner, dando Matto Grosso como procedência do exem-
plar. Esse typo apresenta 173 ventraes, anal dividida e 181 pares de subcaudaes
c o seguinte colorido: azul pardacento cm cima, esverdeado em baixo; faixa ne-
gra postocular apagada, e região guiar esverdeada com manchas mais claras. O
escudo frenal, constante da dcscripçáo de Steindachner reproduzida por Boulen-
ger, apenas representa um segmento do extremo direito da prefrontal que 6 deste
lado fissurada, mas é integra á esquerda, onde não existe frenal como anomalia.
17. Drymobius rubriceps Amaral
in Proc. New England Zool. Club VIII :85 . 1923.
Esta especie, baseada num exemplar immaturo recebido de Pennapolis, na
zona noroeste do Estado de São Paulo, talvez por uma analyse meticulosa se
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11 12 13 14 15 16
I
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
possa collocar na synonymia de D. boddaertii (Sentzen), contanto que se conside-
re o typo como anomalo, no que respeita á conformação das labiaes, ás relações
de alguns escudos cephalicos e ao colorido, que, sobretudo na cabeça, é mais sim-
ples do que quaesquer exemplares jovens de boddaertii por mim até agora
examinados.
18. Spilotes megalolepis Günther
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)XV:93. 1895.
A descripção desta especie foi baseada num exemplar de procedência des-
conhecida. Boulenger mais tarde assignalou (in Proc. Zool. Soc. :1 15. 1898) um
exemplar procedente de Paramba. no Equador, e que possuia 217 ventraes e 122
pares de subcaudaes, alem de 14 filas de escamas dorsaes, consideradas como ca-
racter distinctivo da especie.
Já ha alguns annos, eu verifiquei que o numero de filas de escamas dorsaes
não possue o valor que quasi todos os auctores têm, até hoje, attribuido na dif-
ferenciaçáo do genero Spilotes e Stemefeld (in Senckenbergiana : 182 . 1 920>
chegou a mostrar a desvalia deste caracter na separação das especies do genero.
Agora, num trabalho que publico noutra parte destas Memórias, redescrevo o
genero, considerando-o monotypico do ponto de vista especifico e apenas subdi-
visivel em algumas raças.
Na verdade, pode-se notar, ao exame de series de exemplares, a grande va-
riação que elles apresentam e que, por isso mesmo, não devem ser tomadas em
conta de differenças especificas.
19. Spilotes microlepis Werner
in Abhandl. Bayer Akad. Wiss. 11:346.1903.
Conforme se lè na revisão do genero Spilotes por mim publicada em outra
parte nestas Memórias, a presente especie também deve passar para a synony-
mia de pullatus, porquanto a variação do tamanho ou do numero das escamas dor-
saes não tem valor especifico neste genero.
E’ opportuno notar aqui que Werner (in Zool. Jahrbuch. System. XXVlll:
277.1909) confirmou a validez de microlepis, baseado em dois novos exemplares
examinados no Museu de Hamburgo c dos quaes um fora recebido da Guatemala
e o outro, de Honduras, sendo que este constitue o typo de Agriotes incertas Jan,
especie inédita.
20. Phrynonax angulifer Werner
in Ann. Naturhist. Mus. Wien XXXVI: 162. 1923.
Ao exame do typo no Museu de Vienna, verifiquei tratar-se de um exemplar
typico de Drymarchon corais corais (Boie), apresentando até a marca obliqua
negra de cada lado do pescoço. Sua descripção distingue-se da de corais, apresen-
12
A. do Amaral — Synonymia neotropica
13
tada por Boulenger, apenas pela presença de 9 supralabiaes, das quaes a 4.*, 5.*
e 6.* tocam a orbita, mas este numero pode de facto occorrer em exemplares
desta especie. O typo de P. angulifer procede de Joinville, Santa Catharina.
21. Phrynonax atriceps Werner
in Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXX:22.!913.
Esta especie, cuja descripçào foi baseada no exemplar No. 4724 do Museu de
Hamburgo, onde o examinei, verificando que de facto não traz procedência, é re-
presentada naquelle mesmo Museu por mais um exemplar, este com o No. 2838
e oriundo da Bolivia.
Na minha revisão do genero, atriceps entrou para a synonymia de P. pocci-
lonotus polylepis (Peters).
22. Phrynonax faucherii Mocquard
in Buli. Mus. Hist. Nat. Paris :2!3.1903.
Typo oriundo da Guiana Hollandesa. Conforme está indicado na minha re-
visão do genero Phrynonax, a especie de Mocquard é synonyma de P. sulphureus
sulphureus (VTagler).
23. Phrynonax shropshirei Barbour et Amaral
in O. P. Boston Soc. Nat. Hist. VM31.1924.
Segundo se lè na revisão alludida, este nome applica-se á nova raça P. poc~
cilonotus shropshirei (Barbour et Amaral), cncontradiça desde o Panamá até o
centro da Colombia.
24. Paraphrynonax Lutz et Mello
Paraphrynonax versicolor Lutz et Mello
in Folha Medica 1(3) :97. 1920.
Conforme nota por mim publicada anteriormente (in Rcv. Mus. Paulista
XIV :2 1 -24 . 1926), confirmada na revisão do genero Phrynonax, por mim publi-
cada neste volume das Memórias, o genero e especie acima devem passar para
a synonymia de Phrynonax sulphureus poecilostoma (Vtted).
25. Herpetodryas dichrous Peters
in Monats. Akad. Wiss. Berlin :284.I863.
Esta especie foi incluída no genero Coluber por Boulenger (in Cat. Sn. Brit.
Museum 11:30.1894).
Conforme indico noutro trabalho, publicado nestas Memórias, a especie de
Peters está genericamente deslocada no trabalho de Boulenger e deve passar para
o genero Drymoluber por mim creado e que a tem como typo.
14
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
26. Coluber fasciatus Rosén
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7) XV: 169. 1905.
Trata-se de um novo synonymo de Drymobius boddaertii (Sentzeni. segundo
se lè no Zoological Record para 1905.
27. Dendrophidium melanotropis Cope
in J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia VIII. 2:134. tab.XXVl:l . 1875.
Registada como Coluber ? melanotropis in Boulenger — Cat. Sn. Brit. Mus.
11:33.1894.
Já mostrei em artigo publicado no Buli. Antiv. Inst. America IV(1) :12. 1930
que o nome Dendrophidium melanotropis Cope, 1875 deve passar para a synony-
mia de Drymobius dendrophis (Schlegel, 1837). A subocular, assignalada no
trabalho de Cope como existente abaixo da preocular, representa uma anomalia
que por signal só occorre á direita, conforme se nota na própria gravura publicada
para illustrar a descripção original.
28. Coluber novae Hispaniae Gmelin
in Syst. Nat. XIII ed.: 1088. 1788.
Está registada e retida no genero Coluber por Boulenger (in Cat. Sn. Brit.
Mus. 11:33.1894).
Segundo mostro em outro artigo publicado neste numero das Memórias, o
nome acima não é valido, por ser posterior a Cerastes mexicanus Laurentius, 1768,
nem tem valor especifico, pois é um estricto synonymo de Spilotes pullatus me-
xicanus (Laurentius).
29. Herpetodryas annectens Werner
in S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXII1:33. 1924.
Ao exame do typo que se encontra no Museu de Vienna, verifiquei que não
se trata de especie, nem brasileira, nem neotropica, estando errada a identifica-
ção gencrica feita por Werner. O typo apresenta 16-17-16-15-14-12 filas de esca-
mas dorsacs e duas frenaes, alem dos caracteres assignalados por Werner; o he-
mipenis apresenta sulco bifurcado com espinhos curtos em cinco a sete filas
transversaes e cálices profundos e franjados, em 20 a 22 filas transversas.
30. Herpetodryas carinatus var. flavopicta Werner
in Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :220. 1909.
Ao exame que fiz dos co-typos procedentes do Equador e existentes no Museu
de Hamburgo, não descobri razão para a criação de variedade nova.
2 3 4 5 6 7
1 -i—i i
11 12 13 14 15 16
14
A. do Amaral — Synonymia neotropica
15
31. Herpetodryas schliitteri Werner
in Zool. Anzeiger XXIIM 15. 1899.
O proprio Werner, conforme se vê in Zool. Jahrb. LV1I:76. 1929, já passou
esta especie para a synonymia de H. grandisquamis, especie que por sua vez nada
mais é do que um synonymo de Chironius fuscus (L.).
Devo fazer notar aqui que, não sendo valida nenhuma das especies de Chi-
ronius ( Erpetodryas ) descriptas depois de 1896, o genero ficaria limitado ás 5
especies constantes do Catalogo de Boulenger, caso não fosse feita uma revisão
do assumpto. Parece-me, que de accordo com ella, Chironius é um genero bitypi-
co, com as especies C. fuscus (Linneu, 1758) e C. sexcarinatus (Wagler, 1824).
32. Herpetodrvas vidnus Boulenger
i n Proc. Zool. Soc. :660.I915.
Esta especie, cujo typo, procedente de Anda Goya, no sul da Colombia, se
encontra no Museu de Londres, onde o examinei, foi por mim a principio consi-
derada valida, conforme se Iè no trabalho que publiquei in Proc. U. S. Nat. Mus.
LXV1 1 . art.24 :4 . 1925. Todavia, a comparação do typo com outros exemplares
de Chironius mostrou-me tratar-se de um synonymo de C. fuscus (L.) .
33. Leptophis argentinus Werner
in Abh. Bayer Akad. Wiss. XXII(2) :384. 1903.
Esta especie, baseada num exemplar procedente de Rosário, Argentina, foi
caracterizada por seu auctor, sobretudo pela presença de 2 preoculares. Trata-se
indiscutivelmente de exemplar anomalo de Leptophis oceidentalis nigromargi-
natus (Günther).
34. Leptophis hocourti Boulenger
in Proc. Zool. Soc. :l 16. 1898.
Em 1898, Boulenger retirou da synonymia de sua L. liocercus (nome aliás
invalido, por ser posterior a ahactulla) a especie L. ahactulla Bocourt (in Miss.
Sc. Mex. H:821-823.tab.LXII:2. 1895) e creou a especie L. hocourti, baseada em
dois exemplares oriundos de Paramba e Cachabé, Equador, e cujo colorido esver-
deado brilhante era manchado de negro. Essa riqueza em pigmento melanico ou
mesmo tendência ao melanismo é bastante commum em exemplares procedentes
da província andina, especialmente do districto correspondente ao Peru, de sorte
que L. hocourti, a meu ver, representa apenas um synonymo de L. ahactulla
(Linneu).
35. Leptophis brevior Boulenger
in Proc. Zool. Soc. :815. tab. 11:1.1914.
Esta especie, baseada num exemplar procedente de Pena Lisa, Condoto, na
Colombia, seria caracterizada pela presença de 139 ventraes e 127 subcaudaes.
15
cm
SciELO
3 11 12 13 14 15 16
16
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Todavia, ao exame que fiz do typo no Museu Britannico, verifiquei tratar-se
de um estricto synonymo de L. ahactulla (Linneu).
36. Thrasops cupreus Cope
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :106.186S.
Registada como Leptophis cupreus in Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus.
11:109.1894.
Esta especie, conhecida apenas pelo typo procedente do Alto Amazonas,
representa a meu ver uma forma anômala de L. occidentalis, da qual morpho-
logicamente se distinguiria apenas pela presença de uma frenal e de somente
cinco filas de escamas dorsaes carinadas. Ora, como no typo só existia frenal
de um lado e como a oscillação no numero de escamas dorsaes carinadas cor-
responde, neste como em alguns outros generos, a um caracter sexual ou mesmo
a variações individuaes, parece-me indicada a collocação do nome cupreus na
synonymia de occidentalis e, especialmente, na de sua raça nigromarginatus,
conforme já propús em relação a H. affinis Steindachner.
37. Leptophis flagellum Andersson
in Bih. Svenska Vet. Akad. Handl. XXV11(4) .5:13. 1901.
O typo desta especie pertence ao Museu de Estocolmo e traz a indicação
de Brasília”, conforme constava originalmente na collecçào do Dr. Touzet.
A’ semelhança de L. vcrtebralis, a especie flagellum approxima-se de cu-
preus pela presença de frenal, pela formula de escamas e escudos e pela es-
triaçáo das escamas dorsaes. Dest’arte, parece-me que flagellum deve também
passar para a synonymia de occidentalis.
38. Ahaetulla nigromarginata Günther
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)XVII1 :28. 1866.
Assignalada como Leptophis nigromarginatus in Boulenger - Cat. Sn. Brit.
Mus. 11:1 12. tab.HI:3. 1894.
De accordo com os estudos que tenho feito da fauna neotropica, o nome
nigromarginatus applica-se a exemplares de L. occidentalis procedentes dos
valles do Amazonas e do Paraguay e, portanto, representa uma raça que se
deverá denominar Leptophis occidentalis nigromarginatus (Günther), para cuja
synonymia deve entrar o nome Drymobius affinis (Steindachner), conforme
mostrei cm pagina anterior.
39. Leptophis ortonii Cope
in J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia VI!I(2) :177. 1875.
Esta especie, procedente do valle do Amazonas no Peru, é conhecida ape-
nas pelo typo de Cope que parece ter-se perdido. Segundo Boulenger (in Cat.
16
A. do Amaral — Synonymia neotropica
17
Sn. Brit. Mus. 11:1 14. 1894) , ella se distinguiria de nigromarginatus pela pre-
sença de escamas dorsaes lisas e escudos ventraes não angulados lateralmente.
Minha impressão é de que o typo de Cope estava provavelmente em mau estado
de conservação, donde o desapparecimento da carena das escamas e do angulo
das ventraes.
Acredito, outrosim, que a especie occidentalis sirva de connexão entre os
representantes do genero na zona cis-andina e os que occorrem na zona trans-
andina e que têm como typo a especie L. mexicanas D. et B., 1854. Finalmente,
parece-me que para a synonymia de mexieanus se devam passar as especies
deprcssirostris (Cope, 1860), diplotropis (Günther. 1872), modestus (Günther,
1872), aeraginosus (Cope, 1875) e saturatus (Cope, 1875).
Desfarte, as especies constantes do Catalogo de Boulenger ficariam redu-
zidas a 4, a saber: ahactalla, occidentalis, mexieanus e urostictus. sendo que o
valor real de urostictus não pode mais ser apurado, por se ter perdido o typo.
A synopse das especies de Leptophis seria a seguinte:
A- Escamas dorsaes em 15 filas
I. Frenal geralmente presente mexieanus
II. Frenal geralmente ausente
a. Escamas vertebraes fracamente carinadas occidentalis
b. Escamas vertebraes fortemente carinadas ahaetulla
Escamas dorsaes em 13 filas urostictus
Talvez a especie L. urostictus (Peters, 1873» tivesse sido baseada num
exemplar anomalo de L. occidentalis, ou então Peters tenha commettido um
engano em contar as filas dorsaes de escamas, registando 13 em logar de 15.
Se qualquer destas suspeitas se confirmar, urostictus deverá desapparecer.
Qualquer das especies restantes, mexieanus, occidentalis e ahaetulla apre-
senta grandes variações, algumas das quaes parecem corresponder a differenças
de habitat e, pois, ter valor subespecifico.
40. Leptophis riveti Dcspax
in Buli. Mus. Hist. Nat. Paris :368.1910.
Ao exame que fiz do typo existente no Museu de Paris (N.° 3792A), pa-
rc ceu-me tratar-se de L. ahaetulla, embora differente de exemplares typicos
quanto ao colorido, o que indica a existência de variedades da especie linneana.
41. Leptophis rostralis Lõnnberg
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X:458. 1902.
Esta especie é baseada num exemplar jovem, procedente de São Miguel,
^haco argentino-boliviano, e cujos caracteres são: côr bronzeada, frenal ausente,
18
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
167 ventraes e 148 subcaudaes, pares. Trata-se indubitavelmente de mais um
synonymo de L. ahactulla.
42. Leptophis ultramarinus Cope
in Proc. Àcad. Nat. Sc. Philadelphia :203. 1894.
Esta especie, que Boulenger considerou valida (in Cat. Sn. Brit. Mus.
111:633.1896), parece-me um synonymo de L. mexicanus. Esta ultima especie
provavelmente é representada por varias raças no México e na America Central
até a Colombia, donde se explica a extrema variabilidade de seus caracteres,
que tèm sido até agora tomados como elemento de differenciação de varias es-
pecies para aquella região. Deve-se notar que, em relação a L. bilincatus, que
a meu ver é também synonyma de mexicanus, conforme ficou acima registado,
Boulenger já havia mostrado {in Proc. Zool. Soc. :1305. 1913) que sua zona
de distribuição se extende “desde o isthmo de Tehuantepec até o noroeste do
Equador”.
43. Leptophis vertebralis Werner
in Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :22l . 1909.
O typo procede de Petropolis, no Estado do Rio de Janeiro e tem o N.®
4201 na collecção do Museu de Hamburgo, onde o examinei, tendo verificado
que a maioria das escamas dorsaes é estriada longitudinalmente e não chata,
conforme Werner assignalara.
Enquanto não se faz uma revisão meticulosa no genero Leptophis, que
me afigura enormemente subdividido, parece-me que se deva considerar a especi
vertebralis como synonyma de L. ahactulla ( L.) , já assignalada no Estado d
Rio de Janeiro.
44. Uromacer ricardinii Peracca
in Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII(282) :1 . 1897.
Esta especie, baseada num unico exemplar procedente de São Paulo, est
bem representada na collecção do Instituto Butantan. Tendo comparado o
existente no Museu de Torino com os exemplares contidos na collecção de Bu
tantan. verifiquei o acerto da descripção de Peracca, embora, baseado em estu
comparativo de exemplares dominicanos de Uromacer, seja forçado a discoi
da opinião do eminente herpetologo italiano, no que diz com a determinaçá
generica. Na verdade, a especie ricardinii se distingue das representantes d
genero Uromacer pela presença de maior numero de dentes maxillares (23
25, em logar de 16 a 20), menor numero de filas de escamas dorsaes (15, e
logar de 17 a 19), frenal grande, separando inteiramente a prefrontal da 2.
labial e escamas dorsaes desprovidas de depressões apicilares. Nestas condi
ções, proponho o nome gencrico Uromacerina que ficará sendo monotypico, co
a especie ricardinii.
18
A. do Amaral — Synonymia neotropica
19
Uromaccrina nom. nov. occupa em systematica uma posição intermediaria
8 Ueptophis Wagler e Uromacer D. et B.
45. Dromicus amazonicus Dunn
« Proc. Biol. Soc. Washington XXX V:2 19. 1922.
O typo desta especie, por mim examinado no Museu de Zoologia Compa-
rada da Universidade de Harvard, foi capturado em Santarém, Pará. Em sua
descripção, Dunn achou que amazonicus era apparentemente affim de Rhadi-
naea binotata Wemer, de que se distinguiria por meio de caracteres de pequena
monta. A mim me parece que, não somente Dromicus amazonicus Dunn, como
•ainbem Rhadinaca binotata Werner, não se podem distinguir de Liophis undu-
latas (Wied), não sendo de admirar a mudança de genero, em virtude do pouco
valor que parece ter a presença ou ausência de fossetas apicilares das escamas
dorsaes para a differenciação de Dromicus, Liophis, Leimadophis e Aporophis,
em que pese á opinião de Boulenger. Tenho para mim que assistia razão a
'anDenburgh ao mostrar (in Proc. Califórnia Acad. Sc. IV. 1 :327. 1912) a
mutilidade de tal caracter na distincçâo generica de serpentes deste grupo, opi-
nião que é também abraçada por Dunn. conforme se lê nas notas que escreveu,
a Ppensas á descripção de D. amazonicus.
46. Aporophis melanocephalus Griffin
>n Mem. Camcgie Mus. VII(3) : 1 7 1 . 1915.
Esta especie deve passar para a synonymia de Liophis stcinbachi (Bou-
kngcr, 1905), conforme nota publicada por Dunn in Proc. Zool. Soc. Washington
X *XV :220. 1922, por mim confirmada em observação impressa juntamente com
mcu artigo sobre os typos de Griffin (in Ann. Carnegie Mus. XVI. 2:321 . 1926).
No particular deve-se notar que as duas especies procedem do mesmo logar:
Santa Cruz de la Sierra, Bolivia.
47. Aporophis Uneatus var. meridionalis Schcnkcl
*» Verhand. Gesells. Basel XIII: 160. 1900.
Registada para o Paraguay, mas indistinguível de Lygophis Uneatus (L.).
48. Lygophis dilepis Cope
,n Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :8 1.1882.
Examinando o exemplar desta especie existente no Museu Britannico, não
cn contrei motivo para o distinguir de L. Uneatus, conforme fez Boulenger (in
Cal- Sn. Brit. Mus. 111:634.1896).
19
20
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
49. Aporophis iineatus lativittatus Müller
in Zool. Anz. LXXVII:74. 1928.
Baseada no N.° 6-1928 Museu de Monaco, procedente de San Fermin, Chi-
quitos, Bolívia e idêntica a Lygophis Iineatus (L.) typica.
50. Liophis bipraeocularis Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7) XII :351 . 1903.
51. Liophis opisthotaenia Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (8) 1:114.1908.
Estas duas especies não se podem distinguir de Lygophis teaniurus (Tschudi).
A especie bipraeocularis é baseada em um exemplar procedente de Facata-
tive, Andes da Colombia, e apresenta 17 series de escamas dorsaes, 173 ventraes
e 62 p. de subcaudaes, alem de 2 preoculares e 7 supralabiaes.
A especie opisthotaenia é baseada em dois cotypos procedentes de Mérida.
Venezuela, e apresenta 17 series de escamas dorsaes, 149 a 151 ventraes, 64 a 66
p. de subcaudaes, alem de 1 ou 2 preoculares e 7 supralabiaes, sendo que o Mu-
seu Britannico possue mais 2 exemplares procedentes da mesma localidade, um
dos quaes apresenta 8 supralabiaes á esquerda.
Estudando estas 2 especies comparativamente entre si e com L. taeniurus,
pareceu-me que esta poderia ser subdividida em algumas raças a que correspon-
deriam as especies descriptas depois de 1896, alem de L. albiventris que, embora
houvesse apparecido separadamente de taeniurus no Catalogo do Museu Britan-
nico, o proprio Boulenger mostrou (in Ann & Mag. Nat Hist. (8) 1:115.1908)
ser delia synonymo.
Essas raças seriam as seguintes:
a. L. taeniurus taeniurus (Tschudi).
Caracterizada pela presença de uma frenal em posição normal, 8 suprala-
biaes. 17 a 19 filas de escamas dorsaes e o centro do dorso pardo com manchas
negras tendentes á fusão e transformação em uma faixa longitudinal, algumas
vezes subdividida, porque as manchas, de cuja coalescência resultam, costumam
apparecer de cada lado da linha vertebral; faixa lateral sempre presente, mas
reduzida a manchas anteriormente; ventre manchado de negro. Esta raça occorre
na província andina desde o Peni até o centro do Equador, tendo até agora sido
registada nas seguintes localidades: Muna, Moyobamba, Huancabamba, Chancha-
mayo, Chaquimayo, Carabayo e valle Marcapata no Perú; EI Topo, Intac e Rio
Pastaza, no Equador.
b. L. taeniurus albiventris (Jan) .
Caracterizada pela presença de uma frenal quasi sempre em posição normal,
8 supralabiaes, 17 (excepcionalmente 15) filas de escamas dorsaes e o centro do
dorso pardo com pequenas manchas negras de cada lado, formando posteriormen-
20
A. do Amaral — Synonymia neotropica
21
te duas linhas paravertebraes, pontilhadas de branco ao longo da cauda; uma li-
nha negra tarjada de branco lateralmente; ventre geralmente immaculado. Esta
faça occorre, por vezes, mesmo em regiões baixas do Equador e ao sul da Colom-
hia, tendo sido registada nas seguintes localidades: Mindo, Olalla. Ibarra, Santo
Domingo e Quito no Equador; Pena Lisa e Andagoya na Colombia.
c. L. tacniurus bipraeocularis (Boulengerl.
Caracterizada pela presença da frenal em posiçào anormal (sob a preocular;,
‘ supralabiaes, 17 filas de escamas dorsaes, colorido dorsal como na subespecie
typica e ventre com pequenas manchas negras. Esta raça encontra-se no extremo
norte da cordilheira andina, desde Mérida na Venezuela até o centro da Colombia
• Facatative), onde se confunde com a raça typica. Hybridos desta raça com as
outras apresentam ás vezes 2 preoculares, alem da frenal normal.
52. Liophis atahualpae Steindachner
in Ann. Akad. Wiss. Wien : 1 95 . 1 90 1 .
Esta especie não passa de um estricto synonymo de Liophis undulaius (Wied),
c onforme, aliás, Boulenger já havia considerado em nota publicada no Zoologi-
*** Record de 1901.
53. Liophis bolivianus Werner
‘n Mitteilung. Naturhist. Mús. Hamburg XXVI :222. 1909.
Esta especie é baseada num exemplar procedente de Charobamba, Bolivia e
f °i considerada affim de Leimadophis reginae (L. ).
Examinando o typo, que tem o N.° 4196 no Museu de Hamburgo, verifiquei
9ue não se trata, nem de um representante do genero Leimadophis (Liophis),
nem tão pouco de qualquer colubrineo (aglypho), mas de um typico boigineo
ÍQ pisthoglypho) ou, mais rigorosamente, da especie Chlorosoma bolivianum (Bou-
* cn ger). Este facto é tanto mais de admirar, quanto, no meio da cotlecçáo em que
Sç achava o typo de L. bolivianus, o proprio Werner assignalou dois exemplares
dc C. bolivianum, sem dar pela identidade delles, apezar de a procedência das
dua s especies e até sua denominação especifica serem as mesmas.
Em publicação anterior (in Rev. Mus. Paulista XIV:31.1926) mostrei que á
synonymia de Philodryas psammophideus Günther se deviam juntar P. bolivianus
boulenger e P. borellii Pcracca. Agora é necessário que a essa mesma synonymia
^ acrescente a especie Liophis bolivianus W’emer.
54. Liophis elaeoides Griffin
,n Mem. Camegic Mus. VII (3) : 187. 1915.
Conforme já mostrei (in Ann. Camegic Mus. XVI .2:321 . 1 926 > , esta especie,
Cu J 0 typo procede de Santa Cruz de la Sierra na Bolivia, deve passar para a sy-
Hcnymia de Leimadophis typhlus (L.).
21
22
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
55. Liophis macrops Werner
in S B. Akad. Wiss. Wien CXXXIV( 1 ) :57. 1925.
Esta especie é synonyma de Leimadophis typhlus (L.), conforme, aliás,
proprio Temer admittiu (in Zool. Jahrb. LV11 :1 12. 1929).
56. Liophis rehi Werner
in .Mitteilung. Naturhist. .Mus. Hamburg XXV r l : 223. 1909.
Especie baseada num exemplar Ç , capturado no Ypiranga, cidade de Sã
Paulo. Esse exemplar pertencia á collecção do Museu de Hamburgo, onde veri
fiquei que de facto estava registado e sob N.° 2627. Infelizmente, apezar dist
não o pude encontrar na busca que dei na collecção daquelle Museu, graças
amabilidade do respectivo custos, Sr. De Grijs.
Todavia, comparando cuidadosamente a descripção publicada por Werne
com os caracteres de especies representativas da fauna de São Paulo, verifique
que L. rehi poderia ser identificada com a especie Sordellina brandon-jonesi
Procter (in Ann. & Mag. Nat. Hist. S.9.X1 :228. 1923). Caso se venha a desco
brir o typo de rehi e confirmar minha suspeita, então o genero Sordellina passa
rá a ter rehi como typo e pauloensis Amaral, 1923 como segunda especie.
57. Liophis trifasciatus Werner -
in Zool. Anz. XXII: 114. 1899.
Especie baseada em um exemplar procedente do Paraguay e em dois outr
recebidos de Esperanza, Argentina e existentes no Museu de Vienna, onde
examinei, havendo verificado tratar-se de mais um synonymo de Chloroso
psammophidcum (Günther).
58. Rhadinaea binotata Werner
in Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :223. 1909.
O typo procedente de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, tem actualmente o No
4202 no Museu de Hamburgo, onde o examinei, achando-o indistinguível de Lio
phis undulatus (Wied). Na descripção original, Werner registou que apenas a 4.
c a 5.* supralabiaes tocavam a orbita, mas eu verifiquei que o vertice da 3.* tam
bem toca, conforme aliás acontece geralmente com os exemplares de undulatus
59. Rhadinaea dichroa Werner
in Zool. Anz. XXII : 1 15. 1899.
Esta especie, baseada originalmente em um exemplar procedente da Argen
tina, foi mais tarde confirmada por seu auctor que lhe juntou dois exempla
res, dos quaes um procedente de Santa Rita, Estado ?, Brasil, e outro da Argen
22
23
A. do Amaral — Svnonymia neotropica
«
tina (loc. ?), segundo se lè in S’B. Akad. VTiss. Wien CXXXIlI(l) :38. 1924. A
formula dos tres exemplares examinados é a seguinte: labiaes 8 (4* e 5.*), es-
camas dorsaes em 19 filas, ventraes 159-166, subcaudaes 55-59 p.
Trata-se, a meu ver, da communissima especie Liophis iacgeri (Günther).
60. Rhadinaea elegantíssima Koslowsky
in Rev. Mus. de La Plata VII:155. 1895.
Conforme consta de outro trabalho meu (in Rev. .Mus. Paulista XIV: 17: 1926),
trata-se de um synonymo de Liophis anômalas (Günther).
61. Rhadinaea frenata Werner
in Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :224. 1909.
Esta especie é baseada em um exemplar procedente do Paraguay e antiga-
mente existente no Museu de Historia Natural de Hamburgo, onde procurei exa-
minal-o. Apezar de estar incluído na collecção local sob No. 4199, o typo não
poude ser encontrado.
Todavia, pela descripção, pareceu-me tratar-se de um exemplar anomalo da
«pccie por mim descripta em 1925 sob o nome de Liophis brazili, porquanto
^erner assignalou no typo de frenata a ausência de frenal.
62. Rhadinaea lineata Jcnsen
in Vid. Medd. Naturhist. for Kjõb. :105.1900.
Especie baseada num exemplar jovem procedente de Taboleiro Grande (re-
gião de Lagoa Santa), Minas Gcraes, c conservada no Museu de Copenhague.
Trata-se a meu ver dum synonymo de Liophis jaegeri (Günther), commu-
nissima no planalto central do Brasil.
63. Rhadinaea modesta Koslowsky
« Rev. Mus. de La Plata Vll:453. 1896.
Conforme mostrei anteriormente (in Rev. .Mus. Paulista X1V:19. 1926), a
fspecie de Kolowsky é synonyma de Lcimadophis sagittifer (Jan).
64. Rhadinaea orina Griffin
in Mem. Camegie Mus. VII : 1 95 . 1915.
Conforme demonstrei em artigo anterior (in Ann. Camegie Mus. XVI. 2:
3 22. 1926), esta especie deve passar para a svnonymia de Liophis miliaris (L.>.
23
24
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
65. Rhadinaea praeornata Wemer
in Jahr. Ver. Naturk. Stuttgart LXV:58. 1909.
Especie baseada num exemplar procedente do “Brasil Central" e synonyma
de Leimadophis poecilogyrus ( MC* i e d ) .
66. Taeniophallus nicagus Cope.
in Trans. Amer. Philos. Soc. XVIII :2 17. 1895.
Boulenger mostrou com acerto que se trata de um mero synonymo de Liophis
undulatus (Wied), conforme se lê in Cat. Sn. Brit. Mus. 111:635.1896.
O engano da determinação generica desta serpente vem mais uma vez de-
monstrar a fragilidade do emprego de caracteres penianos na caracterização de
ophidios. Para não referir innumeros casos constantes da literatura ophiologica,
basta citar os 2 seguintes:
I. Cope, em sua monumental monographia sobre caracteres penianos (in
Trans. Amer. Philos. Soc. XVIII. 1895) apresentou, por exemplo, dois desenhos
differentes do hemipenis de Chironius fuscus e dois, ainda mais differentes, de
Drymobius dendrophis.
II. Vellard (in Boi. Inst. Vital Brazil. 6:15-18. figs.lS-21 . 1928) diz ter exa-
minado, em 1925, no Instituto Butantan, um exemplar de Bothrops, o qual, a seu
ver, era hybrido de B. jararaca < Wied) e B. cotiara (Gomes), principalmente pelos
caracteres penianos. Ao exame desse exemplar (No. 4787 Instituto Butantan),
verifiquei tratar-se de B. cotiara, não passando de mera phantasia esse primeiro
hybrido entre especies distinctas de serpentes. Deve-se notar que, em publicação
posterior feita sobre o assumpto (in Buli. Soc. Zool. France LIII :406-418. 1928),
foi omittida inteiramente a parte referente a esse "caso de hybridismo”, cons-
tante do trabalho original de Vellard.
67. Xenodon hemileucurus Lutz et Mello
in Folha Medica 1(3) :4. 1920.
Já mostrei (in Rev. Mus. Paulista XIV :24. 1926) que esta especie 6 synonyma
de Ophis ncuwicdii (Günther).
68. Lystrophis semicinctus weiseri Müller
in Zool. Anz. LXXVII:72. 1928.
Typo N.° 5-1928 no Museu de Monaco, procedente dos Andes de Catamar-
ca, Argentina e synonymo estricto de L. semicinctus (D. et B.).
24
A. do Amaral — Synonymia neotropica
25
69. Fleischmannia obscura Boettger
ín Katal. Reptilien-Sammlung Mus. Senckenberg 11:69.1898.
Esta especie, cujo typo procedente de São José, Costa Rica, tem o No. 9227
no Museu de Frankfurt, onde o examinei, é indiscutivelmente um synonymo de
Amastridium veliferum Cope, 1860, oriunda do Panamá, conforme Dunn já mos-
trou ( in Buli. Antiv. Inst. America 11.1:22.1928).
70. Mimometopon Werner
Mimometopon sapperi Werner
in Abhandl. Bayer. Akad. Wiss. XXll(2) :349.I903.
Conforme Dunn considerou recentemente (in Buli. Antiv. Inst. America 11.
1: 22.1928), Mimometopon sapperi representa um novo synonymo de Amastri-
dium veliferum Cope.
E’ interessante notar que, segundo Cope e Schenkel respectivamente. Amas-
tridium e Fleischmannia não possuem dentes maxillares posteriores sulcados,
enquanto Mimometopon, segundo Werner, os possue, o que vem mostrar a varia-
bilidade da presença de sulco nos dentes maxillares das Colubrideas, facto já as-
S| gnalado em relação a outros generos e especialmente a Erythrolamprus Wagler.
7 1 . Synophis Peracca
Synophis bicolor Peracca
"* Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XIÍ266) :1 . fig. . 1896.
Boulenger omittiu cm seu catalogo o genero Diaphorolepis que Jan (in Elenco
SiMematico: 94 e 98. 1863) criara para a especie nagneri representada no Mu-
de Monaco e procedente dos Andes do Equador. Talvez por isso Peracca foi
levado a criar o genero Synophis para a especie bicolor, representada no Museu
Turim por um exemplar jovem procedente da "America meridional", o qual
apresentava uma grande prefrontal unica, uma pequena frcnal, oculares 1-2, tem-
Poraes I-f2, 19 filas de escamas dorsaes levemente carinadas, 180 vcntraes, anal
'oteira e 130 p.+6 subcaudaes. Este exemplar é, conforme verifiquei, idêntico a
üiiphorolepis n-agncri, cuja caracterização se deve a Werner e está publicada in
^ B. Akad. Wiss. Münchcn XXVI 1 :203. 1897 c in Verhand. Zool-bot. Ges. Wien
^-1-597.1901, de accordo com dois exemplares procedentes do Equador, os quaes
“presentavam uma grande prefrontal unica, uma frenal pequena, oculares 1-2,
letnporaes l(2)+2, 19 filas de escamas dorsaes carinadas. 191-193 ventracs, anal
'nteira e 99-138 pares de subcaudaes. DcsFarte, Dunn não tinha razão ao consi-
< * r * r (in Buli. Antiv. Inst. America 11.1:22.1928) o genero Synophis Peracca
c °nio affim (“allied") de Xenopholis e Diaphorolepis, porquanto, segundo vimos,
* Mnonymo do ultimo.
A' luz de nossos conhecimentos actuaes, o genero Diaphorolepis Jan está re-
presentado por 3 especies que se caracterizam do seguinte modo:
25
26
Memórias do Instituto Butaman — Tomo IV
A. Escamas carinadas (19)
a. Ventraes 180-193; subcaudaes 99-138
b. Ventraes 138; subcaudaes 91
B. Escamas lisas (19); ventraes 157; subcaudaes 84 . .
BIBLIOGRAPHIA:
Jan
i Equador'
■
i Equador)
.1 'd -. • :
i Colombia >
1. Diaphorolepis wagneri Jan — Elenco sistemático :98. 1863: Werner — S’B
Akad. Wiss. München XXVII :203. 1897.
2. Synophis miops Boulenger — Proc. Zool. Soc. :109.tab.XlI:l . 1898.
3. Diaphorolepis laevis Wemer — Annal. Naturhist. .Mus. Wien XXXVI:
160.1923.
72. Oreophis Dugès
Oreophis boulengeri Dugès
in Proc. Zool. Soc. :284.1897.
Este genero e especie foram baseados num exemplar procedente de Guana-
juato, México e. segundo Dunn (in Proc. Biol. Soc. Washington XXV :226. 1922), é
identificável com Lampropcltis mexicana (Garman. 1883), opinião que confirmo,
porquanto a dentição assignalada por Dugès é producto de erro de observação.
73. Morenoa Dugès
Morenoa orizabensis Dugès
in Proc. Zool. Soc. :5 17. 1905.
Forma descripta para o México, provavelmente idêntica a Lampropcltis poly-
zona Cope.
74. Atractus bocki Wcrner
in Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :228. 1909.
Especie baseada num exemplar procedente de Cochabamba, Bolivia e cujo
typo tem o No. 4194 no Museu de Historia Natural de Hamburgo, onde o exami-
nei. Na minha opinião, essa especie é indistinguível de A. modcstus Boulenger,
1896, pelo menos na pholidose, embora seja o colorido um pouco differente, o
que talvez seja attribuivel a differenças raciaes.
75. Atractus paraguayensis Werner
•n S'B. Akad. Wiss. Wien CXXXIIK I) :40. 1924.
Trata-se de um synonymo de 4. reticulatus (Boulenger), do qual se distin-
guiria, segundo Werner, pela presença de uma só postocular e pelo colorido do
26
2 3 4
5 6 7
^ V — -- _l 1 — I _l — I ' — ✓ 1
11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Synonymia neotropica
27
ventre. Todavia, o colorido do ventre não é tão diverso nas 2 especies e a pre-
sença de uma só postocular representa um caracter que permittiria a distincçào
d*s seguintes raças:
a- A. reticulatus reticulatus (Boulenger)
Habitat: Brasil Meridional.
A. reticulatus paraguaycnsis (Werner)
Habitat: Paraguay.
76. Atractopsis Despax
Atractopsis paucidens Despax
"* Buli. Mus. Hist. Nat. Paris :372.I9!0.
Este novo genero e especie cuja descripção foi baseada por Despax num
exemplar procedente de Santo Domingo de los Colorados, Equador, e que tem o
Ho. 3422A, no Museu de Paris, onde o examinei, não me parece distinguível de
badius (Boie, 1827), da qual talvez represente apenas uma variedade. Por seu
colorido, paucidens serve de ligação entre A. badius e A. major, da qual se ap-
Proxima pela pholidose, parecendo, pois, tratar-se de uma só especie.
Penso também não haver base para a conservação do genero Atractopsis, que
Bespax baseou na presença de 4 dentes maxillares. No exame que fiz do typo,
verifiquei que, além dos 4 dentes, existem no maxillar 5 depressões que correspon-
dem visivelmente a outros, tantos dentes provavelmente arrancados, elevando-se
•ssim o numero delles a 9.
77. Tropidodipsas spilogaster Griffin
in Mem. Camcgie Mus. VII (3) :197. 1915.
Segundo Dunn (in Proc. Biol. Soc. Washington XXXVI: 188. 1923), esta cs-
Pecie pertenceria ao genero Pseudopareas Boulenger e seria próxima da especie
•Xypicus (Cope). A meu ver, porém, trata-se de um synonymo de Sibynomorphus
tur Ridus (Cope), conforme fiz ver in Ann. Camcgie Mus. XVI(2) :322. 1926.
78. Tropidodipsas longicaudata Andersson
in Bih. Svenska Akad. Handi. XXVII(4) .5:17. 1901 .
Esta especie, baseada num exemplar procedente de “Brasilia”, fazia parte
d* collecção do Dr. Touzet, offerecida ao Museu de Estocolmo. Trata-se visivel-
mente de Lycognathus cervinus (Laur.), de que não se pode distinguir pela pho-
Edose, embora pelo colorido se approxime de L. rhombeatus (Petcrs). A esse
Híspeito devo lembrar que Lorenz Müller mostrou rccentcmente (in Mitteil. Zool.
^“S. Berlin XII.-87.1923) que L. rhombeatus (Petcrs) deve cahir na synonymia
d e i- geminatus (D. et B.) e que geminatus deve sahir da synonymia de L. cer-
'■‘nus para constituir uma especie aparte, bem representada pelo exemplar 9
H* 7 — 1923 na collecção do Museu de Baviera.
27
28
Memórias do Instituto Butar.tan — Tomo IV
Discordo da opinião de Lorenz Müller, porque não vejo motivo, na pequena
differença de colorido assignalada por este auctor, para separar geminatas de ccr-
vinus. Differenças muito mais accentuadas se encontram entre exemplares de
outras especies affins, como por exemplo Leptodeira annulata, differenças que,
hoje em dia, todos os auctores interpretam como variações individuaes. Assim
sendo, o genero Lycognathus passará a ser monotypico (com a especie cervinus ),
conforme o já são os generos Tripanurgos Fitzinger e Rhinobothryum Wagler.
79. Dirosema collare Wemer
in Zool. Anz. XXIII : 1 97 . f ig.3-5 . 1900.
Não pude examinar o typo, mas pela descripçào parece tratar-se de um es-
pecime de Chersodromus Uebmanni Reinh., conforme, aliás, o proprio \Temer
registou in Zool. Jahrb. LV11 :39. 1929.
80. Leptognathus catesbyi (Sentzen)
in Meyer’s Zool. Arch. 11:66.1796.
No trabalho de Boulenger (Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:449.1896) esta especie
apparece registada com a graphia acima. Todavia, na descripção original de
Sentzen, o nome especifico traz a graphia catesbyei, que deve ser retida em ob-
servância ás regras de nomenclatura zoologica, conforme, aliás, Stejneger já
mostrou.
81. Leptognathus intermedia Steindachner
in S B. Akad. Wiss. Wien CXII(I) :16. 1903.
Esta especie, representada por um exemplar procedente de Altos, Paraguay
e conservado no Museu de Historia Natural de Vienna, é synonyma de Sibyno-
morphus turgidus (Cope), de que só se distinguiria pela presença de 5 suprala-
biaes. Essa differença, todavia, representa uma variação individual.
82. CochliophaRus isolepis Müller
in Mitteil. Zool. Mus. Bcrlin XI ( 1 ) :91 . 1923.
Lorenz Müller baseou esta especie no exemplar N.° 8164 do Museu de Berlin
e cuja procedência seria a America do Sul.
Examinando o typo novamente, verifiquei que os pterygoides, embora longos
e divergentes posteriormente, não se extendem até á mandíbula.
O colorido, a presença de 13 filas de escamas dorsaes iguaes, 2 pares de
mentaes, 1 preocular acima da frenal lembram antes a forma Sibynomorphus an-
ihracops (Cope), de que só se distingue pela presença de anal dividida e de
maior numero de placas ventraes. Nestas condições, faz-se mister verificar-se,
antes de mais nada, a procedência exacta de isolepis, que não me parece habitar
a região neotropica.
28
A. do Amaral — Synonynúa neotropica
29
83. Leptognathus leucomelas Boulenger
'» Ann. Mag. Nat. Hist. (6)XV11 :17. 1896 e Cat. Sn. Brit. Mus. 111:453. tab.
XXIV: 1.1896.
A comparação que fiz do typo desta especie e de outros exemplares existentes
no Museu Britannico, com a gravura de Sibynon nebulatus (Linneu), publicada
P°f Jan in Icon. Gén. XXXVlI.tab. V:3b.l870, não deixa duvida sobre a identi-
dade das duas especies. Este facto vem contribuir para a confirmação da modi-
ficação por mim introduzida em systematica ophiologica (in Proc. New England
Zool. Club. VIII :95. 1923», incluindo as Amblycephalidae na familia Colubridae,
sob a designação de Dipsadinae.
Nota: No seu Cat. Sn. Brit. Mus. 11:293.1894, Boulenger registou, para o
genero Petalognathus, 15 filas de escamas dorsaes e, por engano, 17 filas para
4 especie P. nebulatus.
84. Leptognathus maxillaris Werner
*» Zool. Jahrb. XXVIII (3) :279. 1909.
Representada no Museu de Bruxellas pelo exemplar N.° 120, procedente de
Tabasco, México e que a meu ver não se pode distinguir de Sibynomorphus ele-
8 an s (Boulenger). A' luz da descripçáo de Werner, maxillaris seria caracteri-
*ada pela presença de 6 supralabiaes, dois pares de infralabiaes (“supralabialia”
escripto, por engano, ria definição) contíguos atrás da symphysal e dois pares
mentaes. No entretanto, de um lado, é sabido que o numero de supralabiaes
e de infralabiaes é bastante variavel em representantes deste genero e, de outro
• 4 do, os quatro pares de mentaes encontrados em elegans correspondem aos dois
P>res de mentaes e dois pares de guiares, assignalados em maxillaris por Werner.
85. Leptognathus nigriceps Werner
,n Zool. Anz. XLVII :309. 1916.
Typo immaturo procedente de Canon dei Tolima, Colombia, e que me parece
'^distinguível de Dipsas variegata (D. et B.). Na collecçáo do Museu de Vienna
c *iste um exemplar adulto 5 , procedente da mesma localidade c cuja pholidose
concorda com a do typo.
86. Leptognathus peruanus Boettger
Kat. Rept.-Sammlung Mus. Senckcnberg 11:128.1898.
Typo procedente de Santa Ana, Província Cuzco, Perú.
87. Leptognathus boettgeri Werner
in Abhandl. Mus. Dresden IX(2) :11 . 1901.
Typo procedente de Chanchomayo, Perú Oriental.
29
30
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
88. Leptognathus schunkii Boulenger
i/t Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)1:115.1908.
Typo procedente de Chanchomayo, Perú Oriental.
89. Leptognathus boliviana Werner
in Zool. Jahrb. XXVI 11.3:282. 1909 e Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI.
11:240.1909.
Typo procedente de Rio Beni. Bolivia.
90. Leplognathus sancti-joannis Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)VII:24. 191 1.
Typo procedente de Pueblo Rico, Rio San Juan. Província Chocó, Colombia
(altitude 5.200 pés).
91. Leptognathus latifasciatus Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)XII:72. 1913.
Typo procedente do Alto Maranon, Perú.
92. Leptognathus robusta Müller
in Zool. Anz. LVII: 155. 1923.
Typo e cotypos (3) procedentes do Equador.
Em publicações anteriores (in Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII. art. 24:9.1925
c Rev. Mus. Paulista XV:49.1927) já discuti a questão da identidade de Lepto-
pnathus peruanas Boettger, com Dipsas mikanii Schlegel e até agora não encon-
trei motivo para modificar minha opinião.
Tendo examinado ultimamente os typos de boettgeri, schunkii, boliviana,
sancti-joannis, latifasciatus e robusta comparativamente entre si, com o typo de
peruanus e com extensa serie de exemplares de mikanii, pareceu-me não haver
base para a separação dessas especies. No exame que fiz, apenas notei que os
exemplares typicos de mikanii parecem não ter o colorido tão brilhante, nem
attingir as dimensões registadas para algumas das especies acima assignaladas.
Isto, todavia, talvez represente mero caracter racial que se justificaria pelas dif-
ferenças de habitat entre mikanii mikanii e as outras formas. Si se confirmar
esta minha opinião, será mister subdividir-se ainda mais a especie Sibynomor-
phus mikanii. Em publicação recente (in Buli. Antiv. Inst. America IV. 2:
1930) reconheci em mikanii as seguintes raças:
a. S. mikanii mikanii (Schlegel)
Habitat: Brasil Meridional e Occidental.
30
A. do Amaral — Synonymia neotropica
31
b. S. mikanii oreas (Cope)
Habitat: Perú, Equador e Colombia.
c. S. mikanii fasciatus Amaral
Habitat: Brasil Septentrional, Oriental e Central.
A' luz do presente estudo, seria, portanto, necessário desintegrar ainda oreas
nas duas raças seguintes:
S. mikanii oreas (Cope) (= I. robusta Müller)
Habitat: Districtos baixos do Equador até Panamá.
5. mikanii pcruanus (Boettger) (= L. boettgeri Werner, L. schunkii Bou-
* en ger, L. boliviana Wemer, L. sancti-joannis Boulenger, L. latifasciatus Bou-
Ittiger)
Habitat: Província andina desde o Perú até a Colombia (inclusive Bolívia
e Equador).
Esta ultima raça distinguir-se-ia das demais, por possuir maior numero de
' e ntraes (até 203) e subcaudaes (até 102 pares) e por apresentar colorido mais
brilhante que lembraria até certo ponto o de Rhinobothryum lentiginosum, de
'dentica procedência, mas cujo aspecto, produzido pelas faixas transversaes do
dorso, é differente.
93. Leptognathus polylepis Boulenger
ln Ann & Mag. Nat. Hist. (8)X:422. 1912.
O typo existente no Museu Britannico e colhido em Huancabamba, Perú
Pontal, a 3.000 pés de altitude, apresenta 19 filas de escamas dorsaes, 1 preo-
^Hr acima da frenal, 199 ventraes, anal inteira, 94 pares de subcaudaes e appa-
rentemente 3 pares de mentaes. Verifiquei também no typo que os pterygoides
**° Providos de dentes e divergem posteriormente e os dentes maxillares dimi-
nu etn de tamanho para diante e para trás, parecendo, pois, tratar-se de uma nova
^Pecie de Tropidodipsas, que se chamaria T. polylepis (Boulenger).
94. Lcptognathus praeomata Werner
,ri 2 ool. Jahrbuch XXV111:282. 1909 e Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI
: 2 ^ 0 . 1909 .
Especie representada por um exemplar adulto 9 (typo), existente no Museu
Hamburgo.
Idêntica a Sibynomorphus incertus (Jan), originaria da Guiana Francesa,
-mbora Boulenger (i/t Cat. Sn. Brit. Mus. 111:458.1896) houvesse erroneamente
'dentificado com esta especie um exemplar do Museu Britannico, procedente de
s »o Pauio Brasil.
31
cm
SciELO
0 11 12 13 14 15 16
32
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
95. Leptognathus temporaüs Werner
i/i Zool. Jahrbuch XXVI 11:283. 1909 e .Witteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI
:241 . 1909.
Typo procedente de Esmeraldas, Equador, e conservado no Museu de Ham-
burgo. Representa apparentemente um exemplar anomalo de Sibynon ncbulatus
(L.). especie cuja tendencia a apresentar anomalia é bastante conhecida.
96. Cochliophagus tomieri Müller
in Mitteil. Zool. Mus. Berlin XI ( 1 ) :92 . 1 923 .
Esta especie baseada no exemplar N.° 8162 do Museu de Berlin e procedente
da ‘‘America do Sul” é, a meu ver, um estricto synonymo de Tropidodipsas las-
ciata (Günther), oriunda do México.
97. Pseudopareas vagrans Dunn
in Proc. Biol. Soc. Washington XXXVI: 187. 1923.
O genero Pscudopareas Boulenger, 1896 esteve durante muito tempo em
situação quasi inextricável. O proprio Boulenger, ao definil-o, incluiu entre seus
caracteres a presença de fila vertebral de escamas ligeiramente augmentada, mas
considerou como iguaes todas as escamas dorsaes da especie P. atypicus. Alem
disso, deu como patria do genero a America do Sul e, logo em seguida, inscreveu
“Hong Kong?" como habitat da especie P. vagus.
Tal confusão se manteve até 1923, quando Dunn teve ensejo de examinar,
na collecçáo do Museu de Zoologia Comparada da Universidade de Harvard, uma
serie (8) de exemplares de P. vagus, procedente de Huancabamba, Perú, deter-
minando assim, automaticamente, o habitat exacto da especie. Ao exame dessa
serie, Dunn verificou certa variação no numero de supralabiaes, preoculares e
temporaes. A despeito disto, descreveu a especie P. vagrans, baseado em 27 exem-
plares procedentes de Bellavista, Perú e que apresentavam cxactamente essa
variação no numero de supralabiaes, preoculares e temporaes. E’ verdade que
Dunn assignalou que estas duas especies se distinguiam também pela coloração
e pelo tamanho da cauda, que em vagrans seria mais longa e teria maior numero
de subcaudaes.
Todavia, no que toca á coloração, examinando a mesma serie no Museu de
Zoologia Comparada, não pude encontrar a differença assignalada por Dunn, cuja
descripção de vagrans no particular se pode superpor á de vagus, constante do
Catalogo de Boulenger. Nestas condições, restaria como unico caracter differen-
cial entre as duas especies o tamanho da cauda que, por si só. não seria sufficiente
para estabelecer distincçào especifica, tanto mais quanto a serie de exemplares
de x'agus procede, conforme o proprio Dunn assignalou, da cadeia Occidental dos
Andes, ao passo que os exemplares de vagrans foram colhidos na região baixa
e arida do valle do rio Maranon, a leste dos Andes. E’ interessante que, ha-
32
A. do Amaral — Synonymia neotropica
33
vendo descripto o hemipenis de vagus, Dunn tivesse deixado de assignalar os
caracteres do hemipenis de vagrans, embora tivesse exemplares tf tf á sua dis-
posição e andasse á procura de differenças entre as duas especies.
A meu ver, vagrans representa no máximo uma raça de vagus, que ficaria
subdividida do seguinte modo:
a- Pseadopareas vagus vagus (Jan >
Habitat: Cadeia Occidental dos Andes peruanos.
Caracteres: Preocular 1 (ou 2); supralabiaes 7-8; subcaudaes 53-66 pares,
b- Pseadopareas vagus vagrans (Dunn)
Habitat: Valle do rio Maranon, Peru oriental.
Caracteres: Preoculares 2; supralabiaes 8-10; subcaudaes 73-S9 pares.
Devo, agora, estranhar que, em seu estudo, Dunn houvesse incluído no genero
Pseadopareas a especie que Griffin descrevera (in Mem. Camegie Mus. VII.
- > í>5 . 1 9 1 5 > sob o nome de Tropidodipsas spilogaster. Conforme mostrei em tra-
balho de critica aos typos de Griffin (in Ann. Camegie Mus. XVI. 2:322. 1926),
* especie T. spilogaster é um synonymo de Sibynomorphus turgidus (Cope), pelo
que o genero Pseudopareas passaria a ser bitypico. ficando a especie vagus como
^7° e atypicus como segunda especie. Na minha opinião, todavia, esta solução
*> n da 6 injustificável, porquanto a especie que Cope descreveu (in Proc. Acad.
^ ai - Sc. Philadelphia :65.I8/4) sob o nome de Leptognathus atypicus c que Bou-
'^ger passou para o genero Pseudopareas, deve voltar para o genero Sibynomor -
Phus (Leptognathus *, pois me parece também indistinguível de S. turgidus (Co-
A presença de G supralabiaes e 2-r3 temporaes, registadas para o typo e
onico exemplar conhecido de atypicus, deve corresponder a variação individual,
co, sa. aliás, bastante commum no genero de que trato.
Caso venha a ser confirmada esta minha impressão, o genero Pseudopareas
Passará a ser monotypico e caracterizavel pela presença de corpo cylindrico; cs-
Camas lisas, em 15 filas, das quaes a vertebral é ligeiramcnte augmentada; ha-
Wtat - região andina do Peni.
98. Adiastema Werner
Adiastema cervinum Werner
,n S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXIV(l) :55. 1925.
Examinando o typo deste novo genero e especie, no Museu de Vienna, não
enc °ntrei razão para se considerar distincto de Lycognathus cervinas (Laur.),
pholidose reproduz em todo o corpo. Até a formula das temporaes é a
n,eSma , pois aquelle typo apresenta 2+3. conforme, aliás, se vè na gravura publi-
Cada por Werner, ao contrario de 2+2. segundo se lè na respectiva descripção.
33
cm
SciELO
0 11 12 13 14 15 16
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
34
99. Himantodes hemigenius Cope
100. Himantodes platycephalus Cope
in Buli. Mus. Philadeiphia. 1:16-17. tab . IV :4 - 1899.
Boulenger mostrou, no Zoological Record de 1899, que estas duas especies,
originarias da Costa Rica e Colombia, respectivamente, são synonymas de lman-
todes cenchoa (L.).
101. Himantodes cenchoa var. elegans Jan
in Icon. Gén. XXXVUI.pl. 11:1.1871.
Werner (in Abhand. Mus. Dresden IX. 2:7. 1901) mostrou, com razão, que
Imantodcs elegans (Jan) é idêntica a I. cenchoa (L.).
Na minha opinião, o genero lmantodes é bitypico (typo cenchoa ) e as espe-
cies até agora registadas representam, no máximo, raças geographicas de cenchoa,
com excepçáo de /. lentiferus Cope, que me parece já se haver differenciado suf-
ficientemente para merecer Iogar especial em systematica.
102. Leptodira dunckeri Werner
in Mittcil. Naturhist. Mus. Hamburg XXX:28.1913.
103. Leptodira guilleni Boulenger
in Proc. Zool. Soc. :247. tab. VI 1:2. 1905.
104. Leptodira nycthemera Werner
in Verhandl. Zool.-bot Ges. Wien LI:589.1901.
in Zool. Anzeiger LVIL152. 1923.
105. Leptodira weiseri Müllcr
A especie dunckeri é baseada num exemplar que se diz procedente de "Mé-
xico ou Venezuela”. Examinando o typo, N.° 4416 do Museu de Hamburgo, veri-
fiquei que o mesmo se distingue de Lcptodeira annulata (L.) apenas pela presenç*
de uma postocular (em vez de 2 ou 3), o que representa uma anomalia cxpli'
cavei pela fusão da postocular inferior com o apice da 4.* supralabial. Trata-se,
portanto, de mais um synonymo de annulata.
Synonymos de annulata são também as especies nycthemera e weiseri, *
primeira procedente do Equador e a segunda procedente de Catamarca, Argen-
tina, porquanto as differenças assignaladas pelos respectivos auctores correspon-
dem apenas a variações individuaes.
A especie guilleni é baseada num exemplar existente no Museu Britannico
e procedente do Rio Balsas, Guerrero, México. Considero-a indistinguível de
L. per sonata (Ire nata).
34
A. do Amaral — Synonymia neotropica
35
A synonymia acima assignalada vem mostrar quão extensa e multiforme é
* variação individual em serpentes deste genero, facto que já ha muitos annos
me vem impressionando. Por este motivo, tenho procurado estudar comparativa*
rae nte, nos vários museus que tenho visitado, as especies de Leptodeira, estando
k°je convencido de que o genero é monotypico, para a especie annulata (Linneu,
1 ~5S> , a qual se subdivide em varias raças. Estas é que têm sido impropriamente
elevadas á categoria de especies pelos diversos herpetologos. Parece que deste
f*cto Cope já havia suspeitado, pois, em seu trabalho publicado in Proc. Acad.
^ at - Sc. Philad. :266.1860, incluira, sob a designação de annulata, alguns exem-
fkres q Ue ^ auct0 res subsequentes distribuiram pelas formas annulata, albo-
lusca e personata, havendo, mais tarde, aquelle auctor subdividido a especie ori-
£mal em raças, deixando, todavia, delias separadas as formas punctata, nigro-
f&sciata, frenata e ocellata. A respeito da opinião que Cope formou posterior-
^ en,e sobre estas serpentes, é interessante assignalar que. no seu trabalho sobre
Classification of the Ophidia” (in Trans. Amer. Philos. Soc. XVIII. tab.XXX
^•6. 1895), os hemipenis de septentrionalis e nigrofasciata estão figurados em
P^ição differente, dando, ao observador menos cauto, talvez a impressão de
Pertencerem a especies distinctas, quando na realidade não ha entre elles diffe-
ren ?a a não ser na posição.
Na minha fraca opinião, as differenças assignaladas no Catalogo do Museu
^ritannico correspondem aos caracteres das raças em que Leptodeira annulata
Wrcce divisível, a saber:
a - L. annulata annulata (Linneu)
Habitat: mattas dos districtos húmidos das províncias andina c cis-andina da
An >crica do Sul.
Nota: Conforme Griffin já mostrou (in Ann. Carnegie Mus. XI :321 . 1917),
* forma L. albofusca (Lacépède) é synonyma desta, sendo que os exemplares
re gistados no Catalogo de Boulenger, como procedentes da America Central c
"«tico, pertencem á forma seguinte. L. weiseri Müller é outro synonymo.
b- L. annulata personata (Cope)
Habitat: districtos húmidos do Norte da America Central c Sudeste do Mc-
x,c °. até districtos semi-aridos do centro do México.
Nota: As formas L. frencf.a (Cope) e L. guillcni Boulenger são synonymas
desta.
c - L. annulata septentrionalis (Kennicott)
Habitat: districtos semi-aridos do sul do Texas e nordeste do México.
d- L. annulata punctata (Peters)
Habitat: regiões aridas do oeste do México e Guatemala até Nicaragua.
Nota: A forma L. nigrofasciata Günther é synonyma desta.
As formas L. ocellata Günther e L. nycthemcra Temer, do mesmo modo
< ^ Qe a lguns dos exemplares registados como L. albofusca no Catalogo do Museu
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Britannico e de procedência centro-americana e mexicana, apparentemente re-
presentam hybridos das subespecies acima assignaladas.
Nota: Na synonymia de Leptodeira annulata se deve collocar Megalops ma-
cnlatus Hallowell (i/i Proc. Acad. Nat. Sc. Philad. :48S.1860), conforme Stejne-
ger mostrou ha algum tempo ( in Proc. U. S. Nat. Mus. LXIX. 16:3. 1926). Nestas
condições, fica estabelecida a posição systematica do segundo dos dois generos
assignalados por Boulenger in Cat. Sn. Brit. Mus. 11:353.1894. O primeiro ge-
nero, Amastridium, já foi objecto úe commentario no texto deste trabalho.
106. Drepanodon eatoni Ruthven
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia LXV:506.tab.XYTI:l-2. 1913.
A descripção desta especie originaria do Perú, que eu considero valida con-
forme Barbour e Loveridge escreveram recentemente (in Buli. Mus. Comp. Zool-
LXIX. 10:253. 1929), veiu mostrar que a dentição do genero é algo differente
daquella que se encontra no trabalho de Boulenger (Cat. Sn. Brit. Mus. 111:639
1896), pois em eatoni se encontram 12 a 13 pequenos dentes maxillares subeguaes
ou augmentando ligeiramente de tamanho para trás.
Alem disto, acredito que o genero deva ficar limitado apenas a 2 especies
dentre aquellas a elle até agora attribuidas: anomalus e eatoni. Nestas condi-
ções, elle se caracterizará igualmente pela presença de escamas lisas, sem fossetas
apicilares e em 15 filas. Todavia, estando o nome Drepanodon Peracca, 1896.
preoccupado por Drepanodon Leidy. 1856, deve-se passar a empregar o nome Dre-
panoides, proposto por Dunn (Buli. Antiv. Inst. America 11.1:22.1928), coffl
o typo anomalus Jan, 1863, oriundo da Bolívia.
107. Drepanodon attenuatus Barbour et Noble
in Proc. U. S. Nat. Museum LVII1 :619. 1920.
Trata-se de um estricto synonymo de Pseudoboa petola (L.).
108. Drepanodon erdisii Barbour
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia LXV:506.tab.XVI 1:3-4. 1913.
Esta especie, cujo typo, procedente de Machú Pichú, Cuzco, Perú. se encon-
tra no Museu de Zoologia Comparada, é um synonymo de Pseudoboa doliata (D-
et B.), cuja distribuição geographica fica assim extendida até o Perú. Esta cor-
recçào por mim feita, da determinação especifica e generica do typo, foi acceit»
por seu auctor. conforme se vê in Buli. Mus. Comp. Zool. LXIX(IO) :254. 1929.
109. Pseudoboa albimaculata Mello
in Mem. Inst. Oswaldo Cruz XIX( l) :129.tab.XXVIII:8-10 et tab.XXIX:12. 192^-
Trata-se de um estricto synonymo de Pseudoboa neuwiedii (D. et B.).
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A. do Amaral — Synonymia neotropica
37
110. Clelia clathrata pulcherrima Müller
"» Zool. Anzeiger LVII: 153. 1923.
Esta subespecie, baseada no exemplar o’ N.’ 631/1920 da collecção do Museu
Monaco e procedente de Humboldt, Santa Catharina, a meu ver é indistin-
guivel de exemplares typicos de Pseudoboa clathrata (D. et B.).
111. Clelia comelii Müller
** Zool. Anzeiger LXXVIl :76. 1928.
Typo N.° 7/1928 do Museu de Monaco, procedente da Venezuela e indistin-
Ptivel de Pseudoboa petola (L.).
112. Oxyrhopus doliatus var. aequifasciata Werner
in Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :23 1 . 1909.
Esta variedade é baseada no exemplar 3474, conforme está registado no
Museu de Hamburgo, onde não foi encontrado. Apezar de não a ter examinado,
ac redito que Werner se tenha enganado na determinação especifica, porquanto
a «pecie doliatus não occorre na Guatemala, mas sim no Brasil tropical e Perú.
dados citados por Werner em relação á variedade aequifasciata são applicaveis
a «templares typicos da especie Pseudoboa petola (L.) e especialmente á va-
riedade D de Boulenger.
•
113. Oxyrhopus doliatus var. viperina Werner
tn Zool. Anzeiger XXVI :250. 1903.
A meu ver, não ha razão para reconhecimento desta variedade, pois ella
Corresponde a mera variação individual.
114. Clelia euprepa Griffin
' n Mem. Carnegie Museum VII :203. 1915.
Conforme já mostrei (in Ann. Carnegie Mus. XVI. 2:322. 1926), houve, por
P ar, e de Griffin, engano na determinação generica e especifica, pois se trata de
' co gnathus cervinus (Laur.).
115. Oxyrhopus formosus Wied
n Nova Acta Acad. Leop. Carol. X(l) :I09. 1820.
Boulenger (in Cat. Sn. Brit. Mus. 111:106.1896) redescreveu esta especie
COm ° Possuindo 182 a 203 ventraes e 51 a 73 pares de subcaudaes e o seguinte
Ço '°rido: esverdeado na frente, vermelho para trás, cada escama com uma
ITlan cha negra, anneis negros mais estreitos no ventre do que no dorso, cabeça
Cor de laranja uniforme.
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•Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Quanto ao limite minimo das ventraes e máximo das subcaudaes, Boulenger
tirou-o da descripção de Oxyrhopus leucocephalas D. et B. (in Erp. Gén. VII:
1038.1854), commettendo, a meu ver, um engano, pois esta especie foi baseada
num exemplar jovem, de patria ignorada e cujo colorido e pholidose se con-
fundem com os jovens de Pseudoboa labialis (Jan). Retirada a especie leucoce-
phalus da synonymia de formosas, a variação do numero de ventraes e subcaudaes
desta ultima passa a ser menor.
Quanto ao colorido, Boulenger baseou, visivelmente, sua descripção na infor-
mação de Wied (in Beitr. Naturges. Brasil. 1:384.1825 e Abbildung. 1825), por-
quanto, ao exame que fiz de 4 exemplares classificados por Boulenger como O.
formosus, na collecção do Museu Britannico, dois dos quaes procedentes do Bra-
sil e dois do Peru, verifiquei que elles não possuem colorido esverdeado ante-
riormente. A impressão de tom esverdeado é produzida provavelmente pelo re-
flexo das escamas, tanto dos espaços claros, como dos anneis escuros. Observei
também que, nos exemplares brasileiros, os anneis escuros (negros) são geral-
mente completos, ao passo que, nos especimes peruanos, são incompletos, isto
é, substituídos por faixas transversaes que se extendem apenas até ao lado das
ventraes.
Não vejo razão bastante para que se conservem separadas O. formosas e O ■
clathraius, que representam a meu ver raças da mesma especie:
a. Pseudoboa formosa formosa (Wied)
Habitat: Brasil oriental e central.
Nota: a subespecie typica possue anneis completos e frenal bem conformada.
b. Pseudoboa formosa clathrata (D. et B.)
Habitat: Brasil meridional.
Nota: esta forma caracteriza-se pela presença de anneis incompletos e pela
tendencia de fusão entre a frenal e a prefrontal.
c. Pseudoboa formosa iridescens (Wcmer)
Syn. Oxyrhopus iridescens Wemer (in S'B. Akad. Wiss. Wien 135:248.1927)*
Habitat: Perú.
Nota: esta raça distingue-se do typo pela presença de anneis incompletos
pelo corpo. Seu typo foi colhido em Huancabamba, donde anteriormente o Mu-
seu Britannico havia recebido dois dos exemplares de O. formosus, a que acima
me referi.
116. Oxyrhopus intermedius Werner
in Zool. Anzeiger XXII :481 . 1899.
Esta especie é baseada num exemplar procedente do "Sul do Brasil” e jf
bastante descorado, facto que motivou o engano de Werner.
Trata-se indiscutivelmente de um synonymo de Pseudoboa petola (L.).
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A- do Amaral — Synonymia neotropica
117. Clelia peruviana Griffin
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*■ -Mem. Carnegie Mus. VII :204. 1915.
Conforme mostrei anteriormente ( in Ann. Carnegie Mus. XVI. 2:323. 1926),
Fcruviawi deve ficar na synonymia de Pseudoboa peiola.
118. Oxyrhopus proximus Bocourt
*** M®. Sc. Mex. et Amer. Centr. lI:856.tab.LXVII:3-4.1897.
Esta especie é baseada em 7 exemplares oriundos da vertente Occidental do
'ulcão de Attitlan, Guatemala. Trata-se indiscutivelmente de Pseudoboa cloclia
(Daudin), de cujas variações individuaes Bocourt provavelmente não estava
*° par.
119. Oxyrhopus rhombifer var. inaequifasciata Werner
^ Mltteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :230. 1909.
Variedade baseada no exemplar N.° 3620 Museu de Hamburgo, procedente
de Estancia Postillon, Puerto Max, Rio Paraguay, e que, a meu ver, não se pode
distinguir de Pseudoboa petola (L.) f variedade D de Boulenger.
120. Pseudoboa robinsoni Stejneger
ln Proc. U. S. Nat. Museum XXIV: 190. 1902.
Jã mostrei (in Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII.art.24: 13. 1925 e Rev. Mus.
Paulista XIV :26. 1926) que se trata de um synonymo de Pseudoboa neamedü
<D - et B.).
121. Oxyrhopus submartrinatus Peters
** Monatsch. Berlin. Akad. Viss. :401 . 1871.
Trata-se, neste caso, de uma especie valida, que deve ser desligada de Pseu-
doboa bitorquata (Günther), conforme, aliás, Boulenger mostrou in Ann. Mus.
Geo °v* S.2.XIX:I30. 1S98.
122. Oxyrhopus undulatus Jensen
,n Vid. Medd. Naturhist. for. Kjõb. : 106. fig.2. 1900.
O typo dessa especie, conservado no Museu de Copenhague, é originário de
^ a ?oa Santa, Minas Geraes, e representa, cm minha opinião, um synonymo de
Se udoboa rhombifera (D. et B.). A presença de I-f-2 temporaes corresponde
'ariaçào individual, que se encontra em outras especics do genero e cspecial-
n,ente em coronaia.
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123. Rhinostoma scytaloides Werner
in Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXX:31.1913.
Especie baseada em um exemplar de patria desconhecida, N.° 4807 no Museu
de Hamburgo. Trata-se indiscutivelmente de um synonymo de Pseudoboa guerini
(D. et B.).
Nota: Werner assignalou mais tarde (in S’B. Akad Wiss. Wien CXXXIV.l :61.
1925) um segundo exemplar dessa especie, este na collecçáo do Museu de His-
toria Natural de Vienna, onde o examinei, tendo verificado tratar-se de Rhinos-
toma guianense (Trosch.).
124. Rhinosimus amarali Mello
in Mem. Inst. Oswaldo Cruz XlX(l) :128.tab.XXVU:l-3,XXVIII:4-7,XXIX:l 1.1926.
Mello tentou reviver o genero Rhinosimus D. et B., desmembrando-o nova-
mente de Pseudoboa, baseado em que, naquelle, os dentes mandibulares ante-
riores são maiores, ao passo que, neste, são subeguaes. Tentou igualmente res-
tabelecer a separação proposta por Stejneger (in Proc. U. S. Nat. Mus. XXIV:
188.1902), entre Pseudoboa e Clelia, baseado na existência de subcaudaes sim-
ples, no primeiro, e duplas, no segundo. Em primeiro logar, o uso de Rhinosimus
se acha vedado pelo facto de este nome ter sido preoccupado por Latreille (Hist.
des crustacés et insectes: 25.1804). Em segundo logar, tenho para mim que
essa separação entre Pseudoboa, Clelia e Rhinosimus não é cabível, porquanto,
conforme mostrei anteriormente (in Rev. Mus. Paulista X1V:12. 1926), quando
se examinam comparativamente representantes deste grupo, se verifica que ha
na dentição e na conformação das subcaudaes delles uma transição imperceptível
que não deixa duvida sobre a necessidade de sua fusão ser conservada.
A especie R. amarali, a mim gentilmente dedicada pelo distincto collega
do Instituto Ezequiel Dias, é baseada num exemplar que foi considerado differente
de Pseudoboa guerini (D. et B.) em virtude de particularidades minimas, que a
meu ver não têm importância especifica.
125. Erythroxyrhopus Thompson
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia LXV:80.1913.
Este genero, cujo typo é a especie trigeminus, seria caracterizado pela pre-
sença de pupilla vertical e hemipenis capitado (com disco) e sulco bifurcado.
A presença de pupilla vertical representa sem duvida um erro de observação,
motivado pelo facto de o auctor provavelmente desconhecer as variações da con-
formação da pupilla nos ophidios. Os caracteres assignalados para o hemipenis
revelam que o auctor desconhece que no genero Pseudoboa o hemipenis possue
sulco bifurcado e disco na extremidade.
E’ mister, portanto, passar Erythroxyrhopus para a synonymia de Pseudoboa.
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A. do Amaral — Synonymia neotropica
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126. Oxyrhopus latifrontalis Werner
ln Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXX:39.1913.
Examinei o typo desta especie no Museu de Hamburgo, onde tem o N.° 4311
e traz a indicação de ter sido colhido no oeste de Minas Geraes. Trata-se indis-
cutivelmente de uma especie valida, embora a determinação generica esteja
errada, porquanto latifrontalis pertence ao genero Paroxyrhopus Schenkel, 1900.
127. Paroxyrhopus atropurpureus Amaral
in Proc. New England Zool. Club VIII:90.1923.
Ao estudar a especie latifrontalis e restabelecer sua identidade generica,
'erifiquei que a mesma, sendo idêntica a atropurpureus, por mim descripta como
5e gunda representante do genero Paroxyrhopus, a fazia passar para a synonymia.
128. Pseudotomodon Koslowsky
Pseudotomodon mendozinus Koslowsky
in Rev. Mus. de La Plata VII :455.tab.lV. 1896.
129. Pseudotomodon crivellii Peracca
^ Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII (278) :! . 1897.
Trata-se de synonymos de Tomodon ocellatus D. et B., apezar de Berg (in
Anal. Mus. Nac. Buenos Aires VI:24.I898) haver acceito apenas o genero de
Koslowsky e posto as especies mendozinus e crivellii na synonymia de trigonatus,
^ Ue considerou valida. Na minha opinião, Boulenger andou acertado cm collocar
í; n Cat. Sn. Brit. Mus. 111:649.1896) a especie trigonatus na synonymia de To-
m °don ocellatus D. et B.
O unico caracter que faria trigonatus differente de ocellatus seria a presença
“ c 17 filas de escamas dorsaes, cm logar de 19, mas este caracter terí talvez
' a ’ 0r subcspecifico. mas não especifico.
A meu ver, devem-se reconhecer na especie as seguintes raças:
a - Tomodon ocellatus ocellatus (D. et B.)
E. dorsaes 19. Brasil meridional (Rio Grande do Sul), Paraguay, Uru-
* u, y e Argentina oriental (desde Salta até Buenos Aires).
b- Tomodon ocellatus trigonatus (Leybold)
E. dorsaes 17. Argentina Occidental (desde Catamarca até Chubut).
130. Rhinostoma bimaculatum Lutz et Mello
tn Polha Medica IV (1) :3. 1923.
Jã mostrei (in Rev. Mus. Paulista X1V:29.!926) que esta especie é syno-
°)tna de R. iglesiasi Gomes, 1915.
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131. Philodryas affinis Müller
in Zool. Anzeiger LXXV11 :77. 192S.
Typo N.° 8 1928 Museu de Monaco, procedente da Bolivia e que se distin-
guiria de C. viridissimum (L.) apenas pela presença de escamas dorsaes alar-
gadas, sobretudo na pane posterior. Esse alargamento das escamas dorsaes í
commum em exemplares de viridissimum, conforme, por signal, o proprio auctor
encontrou em um indivíduo daquelle museu. E’ mister, portanto, passar-se affmi*
para a synonymia de viridissimum.
132. Philodryas arenarius Andersson
in Ofv. Kgl. Vetensk. Akad. Fõrh. Stockolm Vil :458. 1898.
Esta especie, originaria da Patagônia, é synonyma de Chlorosoma burmeisten
(Jan), segundo Boulenger mostrou in Zool. Record, 1898.
133. Philodryas argentinus Müller
in Mitteil. Zool. Mus. Berlin XI ( I > :90. 1923.
O typo desta serpente é um c ' , N.° 26.446 Museu de Berlim, procedente
Província de Salta, Argentina. Lorenz Müller collocou-o no grupo 1, C da chave
de Boulenger, na qual confiou inteiramente. Trata-se, a meu ver, de um synonym®
de Chlorosoma olfersii (Licht.) da variedade latir ostris Cope (— reinhardti Güfl*
ther), com cujo colorido e pholidose a descripção de Müller se confunde, meno*
no numero de filas de escamas que, em exemplares typicos de olfersii, é de 1®*
ao passo que, em argcntinus, é de 21, mas isso representa apenas uma variaÇ* 0
individual, encontradiça também em outras especies do genero.
134. Philodryas bolivianus Boulenger
in Cat. Sn. Brit. Mus. III : 1 32.tab.lX : 1 . 1896.
Já mostrei (in Rcv. Mus. Paulista XIV' :31 . 1926) que bolivianus é um estrie* 0
synonymo de Chlorosoma psammophideum (Günthcr, 1872). A differença
numero de filas de escamas dorsaes em bolivianus não tem valor especifico.
135. Philodryas borellii Peracca
in Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII (274) : 1 4 . 1897.
Conforme mostrei no trabalho acima citado (pagina 31), borellii é outr°
synonymo de C. psammophideum, que pode ter 17 ou 19 filas de escamas dorsae 5-
136. Philodryas campicola Jensen
in Vid. Medd. Naturhist. for. Kjõb. :108. fig.3. 1900.
Em publicação anterior (in Rev. Mus. Paulista XV:85.1927) colloquei c 5 **
especie, cujo typo, existente no Museu de Copenhague, foi colhido em Lag 0 *
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| 5 *nta, Minas Geraes, na synonymia de Chlorosoma aestivum ÍD. et B.), embora
I o typo daquella possua 19 filas de escamas dorsaes, ao passo que, para esta,
listão registadas 21 filas no Catalogo do Museu Britannico. Isto, todavia, repre-
Isenta um engano, porquanto, na descripção original de aestivus, Duméril e Bibron
l»s$ignalaram 19 filas (in Erp. Gén. VII :1 1 12. 1854), o que foi mais tarde con-
| f innado por Jan (in Icon. Gén. XLIX. tab.lll :fig. 1879), com cuja gravura cor-
| responde a grande maioria de exemplares por mim até agora examinados.
A proposito, não se deve esquecer que Lorenz MüIIer (in Abhadl. Sencken-
|^ ír S- Naturfor. Ges. XL. 3:299. 1927) registou um segundo exemplar de campicola,
l^e procedente de Ribeirão Pires, perto da cidade de São Paulo, o que vem mos-
| tr * r que, não somente Jensen, mas também o eminente herpetologo do Museu de
| Monaco, não deu pelo engano commettido por Boulenger em seu Catalogo, no
° Ue tange com o numero de filas de escamas dorsaes de Chlorosoma aestivum.
*** especie o numero de supralabiaes é geralmente 8 e excepcionalmente 7.
137. Philodryas laticeps Werner
I" 1 Zool. Anzeiger XXIII : 1 98 . 1900.
Typo procedente de Santa Catharina.
Novo synonymo de Chlorosoma olfersii (Lichtenstein), com 17 filas de es-
| C,ITIa s dorsaes.
138. Philodryas lineatus Werner
' n Mitteilung. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :233. 1909.
O typo dessa especie tem o numero 4230 no Museu de Historia Natural de
*mburg 0 e é procedente da ‘‘Argentina”, havendo naquelie museu um outro
extni Plar, identificado com esta especie, sob N. # 4403.
Neste caso houve, por parte de Werner, engano na determinação especifica,
f0 ' s ac trata de mais um synonymo de Chlorosoma psammophideum.
í
139. Philodryas pallidus Werner
"* S ’ B - Akad. Wiss. Wien CXXXV:247. 1927.
O typo, p ro cedente do Uruguay (Montevidéo) e existente no Museu de Vienna,
* id entificavel com Chlorosoma psammophideum. Possue 17 filas de escamas
e 149 ventraes, mostrando, assim, quão variavel é a formula de psam-
** Phideum .
140. Philodryas simonsii Boulenger
1,1 A ”n. & Mag. Nat. Hist. (7) VI: 185. 1900.
r ® typo desta especie, procedente de Cajamarca, Perü, distinguir-se-ia de
^ r °soma elegans (Tschudi) apenas pelo tamanho mais curto do focinho e da
* trontal, o que a meu ver não passa de variação individual.
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141. Philodryas subcarinatus Boulenger
in Ana. & Mag. Nat. Hist. (7)IX:287. 1902.
Esta especie é baseada em um exemplar jovem (255 mm. de comprimento)
dotado de 21 filas de escamas dorsaes providas de fossetas apicilares duplas,
213 ventraes e 114 pares de subcaudaes. Seria distinguível de aestivum pelo
focinho mais obtuso e curto e pelas escamas indistinctamente carinadas.
Tratando-se de um jovem, não é de admirar que a proporção do focinho e
o caracter da carena sejam menos accentuados do que em exemplares adultos,
tanto mais quanto a especie incriminada não se pode distinguir de aestivum em
nenhum outro ponto. Apenas devo notar que o typo de subcarinatus possue 21
series de escamas dorsaes, ao passo que a maioria dos exemplares de aestivum
apresenta, conforme já accentuei, 19 filas, embora excepcionalmente se possam
encontrar 17 ou 21 filas, pelo que esta differença não tem valor para a distincçáo
especifica dentro do genero Chlorosoma. Ao exame que fiz do typo no Museu
Civico de Gênova, vencendo toda a sorte de difficuldades, fiquei admirado de o
eminentíssimo auctor do Catalogo do Museu Britannico o haver considerado es-
pecie distincta.
142. Philodryas wemeri Müller
in Mitteil. Zool. Mus. Berlin X1I(1) :103. 1924.
Esta especie é baseada no exemplar N.° 16860 do Museu de Zoologia de
Berlin, procedente da Serra de Curumalán, perto de Bahia Blanca, Argentina.
Trata-se de um exemplar jovem (406 mm. de comprimento), conforme, aliás, o
proprio Müller reconheceu, embora não houvesse atinado com a sua verdadeira
identidade, o que é de admirar. Tanto o typo, como o cotypo (outro jovem,
agora conservado no Museu de Monaco) são meros representantes da especie
Chlorosoma psammophideum (Günther).
143. Philodryas temetzii Schenkel
in Verhandl. naturforsch. Ges. Basel XI11(1) : 170. 1900.
Typo: procedente de Belmacue, Paraguay (Museu de Basilea».
Caracteres: E.19, lisas, com fossetas apicilares simples; V. 215; C. 137 p.
144. Philodryas erlandi Lõnnberg
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X:460. 1902.
Typo procedente de Crevaux, Chaco boliviano, e conservado no Museu Bri-
tannico, onde existe um segundo exemplar, procedente de Tatarenda.
Nota: os dois exemplares foram examinados por Boulenger que lhes con-
firmou a identidade.
Caracteres: E.19, lisas, com fossetas apicilares simples; V.230-236; C.
140-150 p.
44
A. do Amaral — Synonymia neotropica
45
145. Philodryas boulengeri Werner
ú: Mitteilung. Naturhis. Mus. Hamburg XXVI :232. 1909.
Typo: procedente de “Indien", conforme está na publicação, ou “Vorder
Indien", segundo consta da ficha da collecçáo (N.° 4229 do Museu de Hamburgo).
Caracteres: E. 19, lisas, com fossetas apicilares simples; V. 225; C. 121 p.
ou a. Philodryas ternetzii ternetzii (Schenkel)
b. Philodryas terneizii erlandi (Lõnnbergt
c. Philodryas ternetzii boulengeri (Werner)
fide Lorenz Müller in Zool. Anz. LXXVII :79-81 . 1928.
A lista acima mostra que Werner e Lõnnberg não haviam consultado o tra-
balho de Schenkel e que, nem aquelles dois auctores, nem Schenkel ou Müller,
conheciam a excellente descripçáo e gravura que Julio Koslowsky publicara (in
Rev. Mus. de La Plata VIII :29. 1898) de sua especie Chlorosoma mattogrossense,
dc que ternetzii, erlandi e boulengeri são estrictos synonymos. Não vejo, outro-
s itn. fundamento para se distinguirem, em mattogrossense, raças, conforme Müller
Propôs em relação ao synonymo ternetzii.
146. Rhinodryas Werner
Rhinodryas konigi Werner
* n Abhand. Bayer. Akad.Wiss. XXII.2:384.fig.4. 1903.
Trata-se do primeiro synonymo de Philodryas baroni Berg. conforme, aliás,
registado no Zoological Record de 1903.
147. Pseuduromacer Werner
Pseuduromacer lugubris Werner
in S'B. Akad. Wiss. Wien CXXXIII :52. fig.6. 1924.
Especie baseada num exemplar procedente do "Brasil” e que Malcolm Smith
*‘ n Ann. & Mag. Nat. Hist. s.10. 1:495. 1 927 > havia suspeitado pertencer ao ge-
ner ° Philodryas e ser muito próxima de P. acstivus.
Acredito que a difficuldade experimentada por Malcolm Smith em fazer a
'dentificação definitiva de lugubris proveiu de elle se ter baseado exclusivamente
n ° Catalogo de Boulenger que assignala. para a especie Chlorosoma acstivum, 21
filas de escamas dorsaes, quando, conforme já mostrei, esta especie apresenta
üeralinente 19 filas e só excepcionalmente 21. Nestas condições, deve-se passar
• l ugubris para a synonymia de Chlorosoma acstivum (D. et B.).
148. Oxybelis boulengeri Procter
** Proc. Zool. Soc. :1062. fig. 1923.
Especie baseada num exemplar procedente de Trinidad (rio Mamoré), Bo-
. l *’ e dotada de 17 filas de escamas dorsaes lisas. 102 (sic) ventracs, anal di-
v, dida e 190 pares subcaudaes, alem de coloração uniforme da garganta.
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Memoras do Instituto Butantan — Tomo IV
*
*
Examinando o typo, verifiquei que o numero de ventraes (102) revela um
erro typographico que deve ser correcto para 202. A divisão da anal e a unifor-
midade do colorido da garganta correspondem, na minha opinião, a variações indi-
viduaes de O. argenteus (Daudin).
149. Erythrolamprus longicaudus Werner
in Abhandl. Bayer. Akad. Wiss. XXII (2) : 34S. 1903.
Especie baseada num exemplar procedente da Guatemala e conservado no
Museu de Monaco. Representa um novo synonymo de Liophis decoratus (Gün-
ther), o que vem mostrar mais uma vez as estreitas ligações dos generos Liophis
Wagler e Coniophanes Cope.
150. Sympeltophis Werner
Sympeltophis ungalioides Werner
in S B. Akad. Wiss. Wien CXXXIV (1): 52. fig. 1.1925.
Especie baseada num exemplar procedente do "Brasil Central” e que Mal-
colm Smith (in Ann. & Mag. Nat. Hist. 10. 1:496. 1927) mostrou, com razão, ser
um synonymo de Xenopholis scalaris (Wucherer).
151. Homalocranium coralliventre Boulenger
in Proc. Zool. Soc.: 1035. tab. CVIII: 1.1913.
Especie baseada em dois exemplares immaturos procedentes da região de
Chocó, Colombia e que se distinguiriam de Tantilla alticola (Boulenger) princi-
palmcnte pelo tamanho relativo do olho e da frontal, que seriam maiores do que
nesta ultima. Todavia, no proprio Museu Britannico existe um exemplar mais ve-
lho, procedente de Andagoya, Colombia e classificado por Boulenger como coralli-
ventre, cujo olho e frontal são comparáveis aos de alticola, conforme typo conser-
vado naquelle Museu e descripto in Ann. & Mag. Nat. Hist. s. 7. XII: 353. 1903.
152. Homalocranium hoffmanni Werner
in Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :239. 1909.
Especie baseada num exemplar joxem, N.° 4.182 no Museu de Hamburgo,
e procedente da Guatemala, o qual não se pode distinguir de Tantilla mclano -
cephala (L.) sinão talvez pelo numero mais baixo de subcaudaes. Esta differen-
ça, todavia, pode ser motivada por mutilação, já cicatrizada, da cauda do typo
de hoffmanni.
153. Elapomorphus nuchalis Barbour
in Proc. Biol. Soc. Washington XXVII: 199. 1914.
Baseada num exemplar, N.® 1164 no Museu de Zoologia Comparada, proce-
dente de Villa Bella, estado do Pará. Trata-se de um synonymo de Tantilla me-
46
A. do Amaral — Synonymia neotropica
47
lanocephala (L.), conforme verificação por mim feita e acceita pelo auctor, se-
gundo se vè in Buli. Mus. Comp. Zool. LXIX (10): 256. 1929.
154. Elapomorphus spegazzinii Boulenger
in Ann. Mus. Gênova (3) VI: 49. 1913.
Especie baseada num exemplar procedente de La Plata. Argentina, e cujos
caracteres coincidem com os de E. trilineatus Boulenger. Neste particular,
devo dizer que, na minha opinião, Boulenger reconheceu um excesso de espe-
cies, que incluiu no seu importante Catalogo. Assim é que, tendo examinado,
nas collecções do Instituto Butantan, do Museu Paulista e do Museu de Buenos
Aires, muitos exemplares referiveis ás especies lemniscatus e bilineatus á luz da
chave de Boulenger, havendo-os comparado com o typo de trilineatus, existen-
te no Museu Britannico e procedente do Rio Grande do Sul, não encontrei base
Para distinguil-os, porquanto as differenças na sutura rostro-intemasal represen-
tem meras variações individuaes. No decurso desse estudo, verifiquei também
9ue a especie E. suspectus Amaral (in J. Washington Acad. Sc. XIV. 9: 202. 1924),
Procedente de Cordoba, Argentina, deve cahir na synonymia.
Doutro lado, devo notar que não ha razão para a separação das especies
vuchereri e lepidus, cujas differenças, assignaladas por Boulenger, também não
passam de variações individuaes.
Urge, pois, que se reduza o numero de especies de Elapomorphus, as quaes
^riam assim distinguíveis:
Synopse das especies de Elapomorphus:
A. Prefrontal dupla
a. Ventraes 169-190; colorido do dorso pardo claro
com 5 linhas negras biumii (Schlege!)
b. Ventraes 176-234; colorido do dorso pardo claro
com ou sem 3 linhas negras lepidus Rcinhardt
Synonymo: £. wuchcrcri Günther
B. Prefrontal simples
a. Temporal anterior presente; ventraes 185-240
1. Colorido do dorso vermelho tricolor D. et B.
2. Colorido do dorso pardacento bilineatus D. et B.
Synonymos: E. lemniscatus D. et. B.
E. trilineatus Boulenger
E. suspectus Amaral
b. Temporal anterior ausente; ventraes 192 .. . nasatus Gomes
in Ann. Paulistas Med. Cir. IV (6): 121. 1915.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
155. Elapomojus dimidiatus Jan
in Arch. Zool. Anat. Fisiologia :47. 1862.
Este genero e especie estão representados, até hoje, apenas pelo typo, conser-
vado, aliás em más condições, no Museu de Milão, onde o examinei, podendo
confirmar em todos os pontos a excellente descripção de Jan.
O facto de não se ter colhido ainda um segundo exemplar desta especie pode
ser tomado como indicação de que o typo de E. dimidiatus represente, em verda-
de, um exemplar anomalo de Apostolepis erythronota (Peters).
Observação: Devo lembrar que Berg (in Anal. Mus. Nac. Buenos Aires
VI:28.I828) propôs a correcção do nome Elapomojus para Elapohomoeus. Essa
emenda, todavia, não pode ser acceita, por ser contraria ás regras de nomen-
clatura zoologica.
156. Apostolepis amarali Werner
in S’B. Akad. Wiss. Wien CXXX1V: 62. 1925.
Werner baseou sua especie em um unico exemplar existente no Museu de
Vienna, procedente talvez da America do Sul, havendo-a gentilmente dedicado
a mim. Examinando este typo no Museu de Vienna, verifiquei tratar-se da especie
A. ccarcnsis, descripta por Gomes (in Ann. Paulistas Med. Cir. IV. 6:122. tab. lll
:4-8.1925), de cujo typo e paratypo não se póde distinguir por algum caracter.
Devo apenas assignalar que o typo amarali apresenta, como anomalia, fusão das
mentaes anterior e posterior direitas. Além dos exemplares de cearensis do Insti-
tuto Butantan e do existente no Museu de Vienna, existe mais um, N.° 56401 no
Museu Nacional dos Estados Unidos, procedente do Ceará, o qual havia sido
identificado com A. dorbignyi, conforme mostrei in Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII
(art.24) :16. 1925.
157. Apostolepis horellii Peracca
in Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino X1X(460) :9. 1904.
Examinando o typo procedente de Urucum, Matto Grosso, no Museu de Tu-
rim, verifiquei que, além da linha negra vertebral, cllc apresenta de cada lado:
uma linha negra longitudinal sobre a metade inferior da quarta fila de esca-
mas, margeada para cima por uma linha branca, sobre a metade superior da
quarta e inferior da quinta fileiras; dois punctuados (e não linhas, conforme
Peracca designou) negros longitudinaes, dos quaes um, sobre a quinta fila e ou-
tro sobre a sexta, havendo indicios de um terceiro punctuado sobre a sétima fila-
para-vertebral. O Museu Britannico possue 3 exemplares, procedentes de Buena
Vista, Bolivia, os quaes Parker identificou com A. borcllii (in Ann. & Mag. Nat.
Hist. s. 10. II: 28. 1928), embora houvesse verificado as seguintes differençaS
em relação ao typo: em um, só haver a 5.* supralabial contígua á parietal, da
qual a 6.* supralabial está separada por uma temporal; em outro, além da 5.* e
da 6.*, a 4.“ supralabial está contigua á parietal; e, nos tres, a mancha branca
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A. do Amaral — Synonymia neotropica
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que Peracca assignalou sobre a 4.* supralabial, se apresenta sobre a 3.*, a 4.*
* 5.* e a 6.* supralabiaes. Nos tres exemplares registados por Parker, o numero de
'entraes é de 204 a 214, e o de subcaudaes é de 28 a 31. Examinando esses
txemplares, verifiquei, além disso que em um delles a symphysal se prolonga
| Fara trás entre o primeiro par de infralabiaes e quasi toca as mentaes anteriores.
Este facto vem mostrar que na differenciação das especies de Apostolcpis
I não se deve dar mais importância ao facto de a symphysal estar ou não em con-
tacto com as mentaes anteriores, porquanto neste genero tal caracter representa
ãs vezes simples variação individual, aliás já por mim assignalada também em
| r elação ao genero Micruras ( in Proc. New England Zool. Club IX :64 . 1 926) .
Ao demais, devo accentuar que, na separação das especies de Apostolcpis,
I não se deve tão pouco dar valor ao numero de supralabiaes (4.*, 5.* ou 6.*) por-
v entura contíguas á parietal, porquanto este caracter também está sujeito á in-
fluencia de variações individuaes, conforme ficou acima assignalado em relação
* A. borellii e segundo tenho verificado em séries de exemplares de outras espe-
res do genero.
Finalmente, devo dizer que, ao contrario do que Boulenger registou em seu
Catalogo, nem o tamanho relativo do olho, nem a maior ou menor contiguidade
da nasal com a preocular tem também valor na distincção das especies deste ge-
**to, porquanto ambos estes caracteres estão igualmente sujeitos á influencia de
v *riações individuaes. Aliás, tratando-se de serpentes de hábitos subterrâneos,
n ão é de admirar que ellas apresentem tantas variações e que, por isto, sua dif-
erenciação seja algumas vezes bastante difficil. Esta, segundo penso, só se póde
| basear com segurança no numero relativo de ventraes, forma e proporção da ros-
cai e conformação do focinho. Quaesqucr outros caracteres dos até agora pro-
I Postos não poderão ser usados na separação das especies, por serem variaveis e
| P°r não se possuírem ainda exemplares bastantes para a necessária comparação
biometrica.
Comparando A. borellii Peracca com A. nigroterminata Boulenger,- verifi-
quei que esta se distingue daquclla apenas pelo contacto da symphysal com as
n,e ntacs anteriores; todavia, sendo este caracter desprovido de importância,
bofellii deve ser considerada synonyma de nigroterminata.
158. Apostolcpis nigriceps Wcrncr
|* n S B. Akad. Wiss. München: 207. 1897.
Typo procedente de São Paulo, N. u 197-10 do Museu de Monaco, onde o
laminei, comparando-o com um cotypo existente no Museu de Vicnna.
Werner baseou esta especie no seguinte: separação entre a nasal c a preocu-
r ar e contacto de 3 supralabiaes (4.V 5." c C.*i com a parietal, mostrando cla-
^■Uente que não possuia grande experiencia do genero. Na verdade, a separa-
do da nasal e preocular representa uma variação do cotypo e uma anomalia do
*^P°. no qual a preocular está fundida com a prefrontal em ambos os lados. De
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Memórias do Instituto Butantan — Totro IV
referencia á contiguidade de labiaes com a parietal, verifiquei que a 4.* concor-
re apenas com o angulo supero-posterior á direita do typo, estando virtualmente
separada á esquerda.
Trata-se indiscutivelmente de um synonymo de A. erythronota (Peters).
159. Apostolepis pymi Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7 »XII :353. 1903.
Esta especie, descripta originalmente segundo um exemplar procedente do
Brasil, deve ser incluída no grupo II. A. da Synopse de Boulenger. Lorenz Müller
mostrou mais tarde (in Zool. Anz. LVII: 154. 1923) que esta especie occorre em
Benevides, Estado do Pará, sendo que o Museu Britannico possue actualmente um
outro exemplar procedente de Igapé-Assú, Pará.
De accordo com os exemplares em existência, a formula desta especie se-
ria: E. 15, V. 209-218, C. 35-36. Quanto ao colorido, verifiquei que no typo ha.
além das tres linhas longitudinaes negras assignaladas por Boulenger, indícios
de mais uma linha de cada lado, correndo sobre a 6.* fila de escamas e, assim,
formando ao todo 5 linhas longitudinaes. Aliás, o colorido do dorso destas ser-
pentes varia ás vezes de accordo com a idade: os jovens de algumas especies
apresentam no dorso listas longitudinaes, que desapparecem com o crescimen-
to, ficando os adultos unicolores em cima.
Nestas condições, sendo, de um lado, jovem o typo e único exemplar de .4.
quinquelineala descripta por Boulenger (in Cat. Sn. Brit. Mus. 111: 235,
tab. X: 1. 1896), como oriunda da Guiana Britannica e, de outro lado, não tendo
valor especifico o numero de supralabiaes contíguas á parietal, parece-me justi-
ficado que se colloque pymi na synonymia de quinquelincata. Por idênticas ra-
zões e por ser desprovido de importância especifica o numero de postoculares
em representantes deste genero, conforme Florencio Gomes já indicou em rela-
ção a A. assimUis (Reinhardt) (in Ann. Paulistas Med. Cir. IV. 6: 125. 1915),
parece-me talvez indicada a passagem de A. quinquelincata Boulenger para *
synonymia de A. coronata (Sauvage), ficando assim, automaticamente, registados
a Guiana Britannica e o Pará como habitat desta especie.
160. Apostolepis sanctae-ritae Werner
in S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXIII: 43. 1924.
Esta especie, baseada num exemplar adulto procedente de "Santa Rita.
Brasil”, apresentaria, segundo Werner, a 3.* e a 4.* supralabiaes contíguas ao
olho e a 5.* e a 6.* contíguas á parietal.
Ao exame que fiz do typo no Museu de Vienna, verifiquei que a 2.* e a 3-'
supralabiaes e a 4.* e a 5.* é que estão em contacto, respectivamente, com 0
olho e com a parietal. Aliás, o proprio Werner comparou sanctae-ritae apenas cort>
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A. do Amaral — Synonymia neotropica
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fUxvotorquata e pymi, especies que deveriam entrar no grupo 1!. A. da Synopse
de Boulenger, caracterizado pelo contacto da 4.* e da 5.* labiaes com a orbita.
Reposta a questão em seus devidos termos e feita abstracção da separação
«istente entre a nasal e a preocular, por ser desprovida de importância especi-
fica, a especie A. sanctae-ritac cahe automaticamente na synonymia de A. flavo-
torquata (D. et B.). Aliás, na synonymia de A. flavotorquaia também deve en-
trar A. nigTolineata (Peters), registada no Catalogo de Boulenger como forma
valida, de procedência desconhecida.
161. Apostolepis tenuis Ruthven
* n O. P. Mus. Zool. Michigan 188: 1. 1927.
Forma próxima demais de A. ambinigra vittata (Cope), para merecer logar
cm systematica.
162. Apostolepis polylepis Amaral
' n Anexos Mem. Inst. Butantan (Ofiologia) I (1): 13 e 57. tab. I: 5-8. 1921.
Esta especie, baseada em 4 exemplares procedentes de Engenheiro Dodt,
Estado do Piauhy, distingue-se facilmente de todas as outras do genero Aposto-
kpis principalmente pelo numero de escamas dorsaes: 17, em logar de 15. Este
caracter, associado a certas differenças cranianas e á forma do focinho e phy-
s *onomia, parece-me justificar a criação de um genero aparte, que teria como
•ypo a especie polylepis. Esse genero deverá ser chamado
Parapostolepis g. n.
Typo A. polylepis Amaral.
Habitat — interior do estado do Piauhy.
163. Elaps aequicinctus Wcrner
'« Zool. Anzeiger XXVI :249. 1903.
Especie baseada num exemplar procedente de "Venezuela ou Equador".
Deve entrar para a já rica synonymia de Micntrus mipartitus (D. et B.).
164. Elaps alienus Werner
Zool. Anzeiger XXVI :249. 1903.
Typo também procedente de "Venezuela ou Equador" e idêntico a M. co -
ri ülinus (Wied). O numero de ventraes (208) e subcaudaes (54), inteiras, pa-
re ce indicar que se trata de um 0 ', procedente do Equador e, pois. representante
cía taça M. corallinus dumcrilii (Jan).
165. Elaps halzani Boulenger
,n Ann. Mus. Gênova (2) XIX: 130.1898.
Especie baseada num exemplar procedente da Província de Yungas, Boli-
%!a . conservado no Museu de Gênova e dotado de 7 supralabiaes (3.*, 4.* e 5.* -f-
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
orbita) e 26 anneis negros sobre o corpo, precedidos por uma faixa transversal
amarella sobre o pescoço e o occipite.
Trata-se sem duvida de um synonymo da forma Micrurus corallinus coral-
linus (Wied), cujos caracteres assignalei in Proc. U. S. Nat. Mus. LXVlI.art.
24:23.1925 e Rev. Mus. Paulista XV:23.1927. O typo de balzani apresenta como
anomalia o vertice da 5.* supralabial contíguo á orbita.
Nota: No Catalogo de Boulenger estão assignaladas por engano 6, em lo-
gar de 7, supralabiaes para Aí. corallinus.
166. Elaps calamus Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)IX:57.1902.
O typo desta especie, procedente de San Javier, Noroeste do Equador, apre-
senta apenas uma postocular e uma temporal, estando nelle a 6.® supralabial em
contacto com a parietal, pelo que Boulenger o individualizou como especie
nova. Examinando o typo no Museu Britannico, verifiquei tratar-se claramente
de um exemplar ligeiramente anomalo de Micrurus mipartitus (D. et B.), para
cuja synonymia, portanto, calamus deve passar.
A anomalia desse especime consiste na presença de uma só postocular, o
que aliás póde ser levado á conta de variação individual, por ter já sido encon-
trado em outras especies, como, por exemplo, em filiformis, conforme Boulen-
ger assignala em seu Catalogo.
A ausência da temporal anterior já está registada no Catalogo do Museu
Britannico em relação á própria especie mipartitus.
Nestas condições, a especie calamus vem enriquecer a já copiosa synony-
mia de Aí. mipartitus.
Aproveito esta opportunidade para assignalar que, na revisão por mim fei-
ta desta especie e publicada in Proc. New England Zool. Club IX:66.1926, a
descripção do colorido appareceu com algumas incorrecções, por não terem sido
revistas as provas do trabalho. Assim onde se lê:
“Coloration : Black above, with 38-84 (males, 40-76; females 38-84)
black annuli, more or less narrow on the dorsum and widening on the belly»
which is barred black and white; the white scales of the dorsal annuli
usually with a black spot, tail red, with 2-6 (males 3-6; females, 2-4)
black annuli or spots; head black to between the eyes, then yellow to the
occiput.”,
se deve ler:
"Coloration: Black above, with 38-84 (males, 40-76; females, 38-84)
red (yellowish or whitish in alcohol) annuli, more or less narrow on the
dorsum and widening on the belly, which is barred black and red (yellowish
or whitish in alcohol), the white scales of the dorsal annuli usually with
a blach spot; tail red, with 2-6 (males 3-6; females 2-4) black annuli of
52
A. do Amaral — Synonymia neotropica
53
spots; head black to between the eyes, then red (yellow in alcohol) to
the occiput.”
167. Elaps colombianus Griffin
in Mem. Carnegie Mus. VII :216. 1915.
Trata-se de um synonymo de Micrurus corallinus dumerilii (Jan), confor-
me mostrei in Ann. Carnegie Mus. XVI (2) :323. 1926.
168. Elaps decipiens Werner
in S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXV:250.1927.
Trata-se de mais um synonymo de Micrurus mipartitus (D. et B.). O typo,
? , procedente de Canon dei Monte Tolima, Rio Combane, Colombia e con-
servado no Museu de Vienna, apresenta 6 supralabiaes, em vez de 7, occupan-
do a 4.*, a 5.* e a 6.“ o mesmo espaço que a 4.*, a 5.*, a 6. 1 e a 7.* dos exempla-
res normaes. Essa reducção no numero de supralabiaes póde resultar de fusão
dessas placas, processada, quer anteriormente entre a l. a e a 3.*, quer poste-
riormente entre a 4.* e a 7.*. A forma decipiens representa um caso em que a
fusão se processou posteriormente e a forma hecterochilus Mocquard representa,
conforme veremos adiante, um caso de fusão anterior.
169. Elaps ehrhardti Müller
in Zool. Anzeiger LXV:198. 1926.
Trata-se de um novo synonymo de Micrurus lemniscatus (L.), especie cuja
revisão publiquei in Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII.art.24:24.1925 e Rev. Mus.
Paulista XV:29.1927. O typo de ehrhardti, N.° 140/1925 na collecção do Museu
da cidade de Monaco e procedente de Manacapurú, Rio Solimões, Amazonas,
3 presenta a faixa negra transversal interocular ligada ás faixas rostral e occi-
pital pelo pigmento negro das placas cephalicas.
170. Elaps ezequieli Lutz et Mello
*'« Folha Medica IV(1) :2. 1923.
Já mostrei (in Rev. Mus. Paulista XIV:32.1926) que se trata de um syno-
nymo de Micrurus decoratus (Jan).
171. Elaps fasslii Werner
in S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXV:249.1927.
E’ este um novo synonymo de Micrurus corallinus dumerilii (Jan), sendo
Tue o typo de fasslii é originário da Colombia.
53
54
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
172. Elaps fraseri Boulenger
in Cat. Sn. Brit. Mus. III:432.tab.XXII:3.1896.
Especie que já passei para a synonymia de Micrurus mipartitus (D. et B.)
in Proc. New England Zool. Club 1X:66.1926.
173. Elaps frontifasciatus Werner
in S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXV:250. 1927.
Novo synonymo de Micrurus lemniscatus (L.), baseado num exemplar d* ,
procedente da Bolivia.
174. Elaps guatemalensis Ahl
in Zool. Anzeiger LXX:251 . 1927.
Conforme K. P. Schmidt indicou (in Buli. Antiv. Inst. America 11.3:64.1928),
trata-se de synonymo de Micrurus nigrocinctus, var. aglaeope, opinião que en-
dosso, baseado no exame que fiz do typo, contido no Museu de Berlim.
175. Micrurus helleri Schmidt
in Field Mus. Nat. Hist. Zool. X1I(10) : 129.1925.
Na caracterização desta especie, Schmidt deixou-se guiar pela chave syn-
optica apresentada por Boulenger e considerou helleri affim de ancoralis, de-
vido á contiguidade da symphysal com as mentaes anteriores. Havendo eu, na
revisão da especie Micrurus mipartitus, mostrado que este caracter é desprovido
de valor especifico, Schmidt reexaminou o typo de helleri, verificando, con-
forme eu já havia suspeitado, tratar-se da especie M. lemniscatus (L.), con-
forme se lê in Buli. Antiv. Inst. America 11(3) :63. 1928.
176. Elaps hertae Ahl
in Zool. Anzeiger LXX:252. 1927.
Especie baseada num exemplar procedente de Munducurú, Rio Manacapu-
rú, Amazonas.
Ao ler a descripção desta especie, suspeitei logo que não se tratava de um
Elapideo e, ao examinar o typo no Museu de Berlim, verifiquei com espanto que
Elaps hertae não era, nem um Elapideo, nem tão poaco qualquer serpente pro-
teroglypha ou mesmo opisthoglypha, mas sim a especie aglypha Atractus latifrons
(Günther).
177. Elaps hertwigii Werner
in S’B. Akad. Wiss. München :208.1897.
Na descripção desta especie, oriunda da “America Central”, Werner as-
signalou 160 ventraes, numero que Schmidt mostrou (in Buli. Antiv. Inst. Ame-
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rica 11.3:63.1928) ser producto de um erro, em logar de 260, o que Wemer
confirmou (in Zool. Jahrb. LVI1 : 1 87 . 1 929) . Nestas condições, £. herfwigii deve
passar para a synonymia de Micrurus mipartitus (D. et B.).
178. Elaps heterochilus Mocquard
in Buli. Soc. Philomat. France (7)X1 :39.1887.
Esta especie, conhecida apenas pelo typo, distingue-se das demais, segun-
do Boulenger, pela presença de apenas 6 supralabiaes (2.* e 3.* -j- orbita) e pela
fusão das 2 primeiras infralabiaes. Na minha opinião, ambos esses caracteres
representam anomalia, da primeira das quaes (reducção do numero de supra-
labiaes) já me occupei anteriormente, corroborando, a respeito, a verificação
de Seurat (in Bull.Mus.H.N.Paris:5.1910). Da segunda differença Boulenger
deu a significação, attribuindo-a também á fusão de placas.
De referencia á reducção do numero de supralabiaes (6 em logar de 7),
devo informar que o Museu de Vienna possue 2 exemplares de Aí. lemniscatus,
Procedentes da Bahia e 1 de Aí. frontalis, procedente do Rio Grande do Sul, os
quaes apresentam essa anomalia.
Nestas condições, penso que £. heterochilus deve entrar para a synonymia
de Aí. lemniscatus (L.).
179. Elaps marcgravii Wied
in Nova Acta Acad. Leop. Carol. X(l) :109. 1820.
Já mostrei (in Proc.U.S.Nat. Mus.LXVlI.art.24:24.1925) e (Rev. Mus. Pau-
usta X1V:4.1926) que a especie marcgravii é posterior a ibiboboca Merrem e
que ambas são synonymas de Aí. lemniscatus (Schneider).
180. Elaps mentalis Boulenger
in Cat. Sn. Brit. Mus. III :432.tab.XXll :4.1896.
181. Elaps microps Boulenger
in Proc. Zool. Soc. :1036.tab. CV111 :2.1913.
Em trabalho anterior (in Proc. New England Zool. Club 1X:66.1926) já
estas especies na synonymia de AI. mipartitus (D. et B.).
182. Elaps fulvius (L.) Boulenger
ln Cat. Sn. Brit. Mus. 111:422.1896.
K. P. Schmidt mostrou recentemente (in Buli. Antiv. Inst. America
'1-3:64.1928) que da synonymia de £. fulvius, constante do Catalogo de Bou-
' en ger, se deve desaggregar a especie Aí. nigrocinctus (Girard), encontrada na
Am erica Central, pelo facto de o ó apresentar tubérculos supra-anaes.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
183. Micrurus olssoni Schmidt
in Field Mus. N. H. Zool. XII( 10) :132.1925.
Especie baseada num exemplar procedente de Negritos, no districto arido
de Piura, Perú, habitat que explica ser o seu colorido mais claro do que o de
exemplares typicos de Aí. tschudii (Jan), de que é synonyma.
184. Elaps omissus Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (9)VI:109.1920.
Especie baseada num exemplar jovem, $ , procedente da Venezuela e
que, no meu parecer, é identificável com Aí. gravenhorstii (Jan). O typo de
omissus possue 214 ventraes, 27 pares de subcaudaes e 11 tríadas de anneis
negros em redor do corpo. De seu lado, a especie gravenhorstii foi assignalada
por Boulenger apenas á luz da curta definição e gravura publicadas por Jan,
respectivamente, em 1858 e 1859, não sendo, pois, de admirar que elle a tivesse
considerado especie distincta, quando, na verdade, ella representa um synony-
mo de Aí. lemniscatus (marcgravii) . A unica differença que se nota no typo
de gravenhorstii reside na relação das labiaes com a orbita e na separação entre
a preocular e a nasal posterior, mas nenhum desses caracteres tem impor-
tância na differenciação das especies, porque está sujeito á influencia de va-
riações individuaes.
Desfarte, faz-se mister que na revisão do genero Micrurus se supprima o
grupo III.B.I. registado no Catalogo de Boulenger, passando-se gravenhorstii
para a synonymia de lemniscatus. Aliás, Jan já havia suspeitado disto, quando
( in Elenco Sist. : 1 13. 1863) considerou gravenhorstii como variedade de marc-
gravii.
185. Elaps princeps Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:456.1905.
Especie baseada em 4 exemplares procedentes de Sara, Santa Cruz de
la Sierra, Bolivia, e individualizada por ter a nasal separada da preocular. Exa-
minando o typo e paratypo no Museu Britannico, verifiquei que, no maior delles-
a nasal toca a preocular á direita, mostrando assim a desvalia deste caracter-
Por isto, princeps deve ser considerada como mais um synonymo de M. lem-
niscatus (L.).
186. Elaps regularis Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X:402. 1902.
Especie baseada num exemplar procedente de Chulumani, Bolivia, a 2.00°
m. de altitude, o qual apresenta V. 214, C. 26 e, sobre o corpo, 39 anneis ne-
gros, com indicações de serem tarjados de branco, espaços vermelhos inter-
annulares manchados de preto. Trata-se, na minha opinião, de Micrurus corctüi'
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nus corallinus (Wied), apenas com a differença de que em regularis o numero
de anneis é um tanto elevado (39 em vez de 19 a 36), mas isto póde represen-
tar um limite de variação individual, condicionado pelo habitat de regularis
(aridez e elevação).
187. Elaps rosenbergii Boulenger
.
« Proc. Zool. Soc.rl 1 7.tab.XIII. 1 898 ; loc. cit.: 1036. 1913.
Esta especie foi originalmente baseada num exemplar $ , procedente de
Paramba, Equador, que apresentava V. 288 e C. 30 p., e cujo colorido foi as-
sim descripto:
“above with 20 black areas separated by narrow red ones spotted
with black; below, each black area breaks up into three, separated
by white interspaces of nearly equal width, viz., occupying 2 or 3 ven-
tral shields”.
Ao exame do typo no Museu Britannico, verifiquei que essas areas ne-
gras, de que tratou Boulenger, são compostas realmente de triadas (19), quasi
a pagadas, de anneis, havendo indicio da faixa negra interocular e sendo tam-
kem negro o focinho. Trata-se, a meu ver, de um exemplar melanistico de Af.
■füiformis (Günther). A respeito de filiformis, devo accrescentar que Florencio
Gomes (in Mem. Inst. Butantan 1.1:75.1918), examinando tres exemplares pro-
c edentes do Museu do Pará, verificou que o numero de ventraes oscillava entre
^99 e 319, o de subcaudaes entre 41 e 43 p. e o de triadas de anneis entre 18
e 20. Nestas condições, associando-se os caracteres de rosenbergii aos de fi-
Hformis, obtem-se para esta o seguinte: V. 288-319, C. 30-45, triadas de an-
neis 18-20.
188. Elaps simonsii Boulenger
in Ann.&Mag. Nat. Hist. (7)1X:338.1902.
Especie baseada num exemplar procedente de Cruz dei Eje, Argentina, e
Cu Ja caracterização especifica foi motivada, por se ter Boulenger confiado em
SUa própria chave synoptica, que regista como importante a relação existente
e ntre a symphysal e as mentaes.
Trata-se aqui, indiscutivelmente, de mais um synonymo de Af. frontalis
et B.).
189. Elaps spurrellii Boulenger
lri p roc. Zool. Soc.: 817.tab.3,3a. 1914.
Especie procedente da província de Chocó, Colombia, e que vem contri-
* 3Ulr para enriquecer a synonymia de Af. mipartiius (D. et B.), cuja variação
das subcaudaes passa a ser de 20 a 36, em vez de 20 a 34, conforme está as-
^'gnalado na minha revisão, acima referida, desta especie.
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190. Elaps steindachneri Werner
in Verhandl. Zool.-bot. Ges. Wien LI:599.1901.
Esta especie, cujo typo foi considerado como oriundo do Equador (talvez
Venezuela), é synonyma de M. corallinus e apparentemente da raça dumcriUi-
191. Trigonocephalus altematus binocularis Bacqué
192. Trigonocephalus flavescens Bacqué
193. Trigonocephalus scolecomorphus Bacqué
in Rev. Mus. La Plata XII : 1 1 1-1 19 (6 tab.).1906.
No caso presente, houve, alem do erro fundamental de determinação es-
pecifica, engano de citação do auctor do trabalho original por parte do Zool o-
gical Record. Este periodico, em sua edição de 1916, attribuiu a Serié a descrip-
ção destas especies, quando Serié (in Physis M72-173. 1916), tratou, muito P e '
lo contrario, de mostrar a invalidez das duas especies e da subespecie criadas
por Alfred Bacqué em seu trabalho "Trois trigonocéphales du Paraguay”, re-
velando que T. altematus binocularis Bacqué corresponde a um colubrineo,
muito provavelmente Drymobius bifossatus, que T. flavescens Bacqué é syno-
nyma de um outro colubrineo, Ophis merremii, e que T. scolecomorphus Bacqué
é idêntica a um terceiro colubrineo, Leimadophis almadensis.
194. Lachesis bilineatus var. oligolepis Werner
in Abh. u. Bericht Mus. Dresden IX (2) : 1 3.1 901 .
Penso que o numero mais baixo (23) de filas de escamas dorsaes represen-
ta apenas o limite minimo de variação individual, não tendo, portanto, valor
para a caracterização de uma forma.
195. lachesis chloromelas Boulenger
in Ann.&Mag. Nat. Hist. (8)X:423.1912.
Especie representada no Museu Britannico por 3 exemplares procedentes
de Huancabamba, Perú Oriental, os quaes apresentam a seguinte formula: Lab-
7, E. 23-25, V. 178-187, C. 41-63 (pares e inteiras).
Na minha opinião, esta forma representa talvez uma variedade de B. p e '
ruviana (Boulenger, 1903), de cujo typo se distingue apenas por ter o dorso
mais manchado de negro (tendencia ao mclanismo) e apresentar duas series d e |
escamas, em logar de uma. entre a orbita e as supralabiaes.
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196. Lachesis inaequalis Magalhães
Mem. Inst. Oswaldo Cruz XVIII (1):153-I5S. tab.VII-XII.I925.
Segundo mostrei in Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. Med. 11:55.1925, esta
^Pecie é synonyma de Bothrops alternata D. et B. e baseada em exemplares
apresentam variação do colorido.
197. Lachesis itapetiningae Boulenger
*» Ann.&Mag.N.H.(7)XX:338.1907.
Wemer referiu-se recentemente (in S'B. Akad. Wiss. VTien CXXXIII.l :47.
*924) a dois exemplares desta especie, procedentes, um de Joazeiro, Bahia, e
°utro, de localidade desconhecida (segundo o rotulo primitivo, também proce-
dente da Bahia) . Examinando esses exemplares no Museu de Vienna, verifi-
Çuei tratar-se de Bothrops erythromelas Amaral, cujo typo procede de Jaguaraty,
P r oximo de Joazeiro, Bahia.
Engano idêntico foi commettido por R. von Ihering (in Rev. Mus. Paulis a
yill:361.1910), ao identificar com itapetiningae um exemplar da collecçáo do
•Museu Paulista, procedente de Villa Nova, Bahia, o qual concorda com ery-
thromelas em todos os pontos.
A correcção dese engano resulta em limitar a São Paulo a zona de distri-
buição de B. itapetiningae (Boulenger).
198. Bothrops leptura Amaral
in Proc. New England Zool. Club VIII : 102. 1923.
Antes de descrever esta especie, baseada no exemplar N.® 50110 da col-
le cção do Museu Nacional dos Estados Unidos, procedente de Cana, Panamá
Oriental, comparei os caracteres encontrados com os descriptos para as varias
ts Pecies até então assignaladas, inclusive B. monticellii (Peracca, 1910), cujo
tyP°. $ , procedente “provavelmente da America Tropical" se encontrava no
•Museu de Nápoles. Infelizmente, a descripção que Peracca publicou (in Ann.
•Mus. Zool. Anat. comp. Napoli 111.12:2.1910) deixava muito a desejar, inclu-
SlVe na caracterização do colorido, pelo que não encontrei, então, elemento
Para identificar com monticellii a serpente que eu tinha em mão.
Dois annos mais tarde, tive ensejo de examinar, na collecção do Museu Na-
C| °nal dos Estados Unidos, outros dois exemplares, estes procedentes do Equa-
^ 0r c cujos caracteres se encontram registados em meu trabalho publicado in
Pr <*. U. S. Nat. Mus. LXVII(art.24) :29. 1925.
Em começo de 1929, tive afinal occasião de examinar no Museu de Nápoles
0 typo de monticellii, o qual, por signal, se encontrava exposto na collecçáo
Publica e já quasi completamente descorado. Mesmo assim, pude verificar que
era idêntico aos exemplares de B. leptura por mim examinados, don-
a necessidade de passar-se esta especie para a synonymia daquella.
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Ultimamente appareceu in Rev. Soc. Colombiana C. Nat. IV(103) M85.1929
um artigo de Nicéforo Maria, mostrando que B. leptura devia ser idêntica á
especie L. punctatus, descripta por E. Garcia (in Los ofidios venenosos dei Cauca:
31.1892) e citando a descripção original. Infelizmente, a descripção de Garcia
não assignala nenhum dos caracteres anatômicos da especie e a gravura publi-
cada pode perfeitamente applicar-se talvez a outras especies, como B. schle-
gelii. A respeito, acabo de receber daquelle scientista a informação de que 0
typo de punctatus se pode considerar perdido, por se ter extraviado a collec-
ção de Garcia, não sendo mais possível apurar-se o valor de tal especie.
199. Lachesis pleuroxanthus Boulenger
in Ann.&Mag.Nat.Hist. (8)X:423.1912.
Especie baseada num exemplar procedente de Alpacaya, Rio Pastaza, Equa-
dor Oriental, e que se caracterizaria por possuir 7 supralabiaes, das quaes a 2.*
separada da fosseta lacrimal, 23 filas de escamas dorsaes (“rather feebly keel-
ed"), 144 ventraes e 49 pares de subcaudaes. Ao exame do typo, verifiquei
que as escamas dorsaes são fortemente carinadas, a carena sendo curta e tuber-
cular, de sorte que, feita abstracção da separação entre a 2.* labial e a fosseta
lacrimal, caracter ás vezes sujeito a variações individuaes, me pareceu que
pleuroxanthus poderia passar para a synonymia de 6. microphthalma Cope.
200. Crotalus pulvis Ditmars
in Rep. N. Y. Zool. Soc.: 199. 1905.
Typo procedente das proximidades de Managua, Nicaragua e representante
albino de C. tcrrificus (Laurentius), conforme mostrei in Rev. Mus. Paulista
XV:56.fig.4.l927.
(Trabalho da Secção de Ophiologia do
Instituto Butantan).
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_
A&Mtema, 33.
a.astema cervinum, 33.
nctus (Elaps), 51.
SS***»»* (Oxyrhopus doliatus, var. >, 37.
•'Higinosus (Leptophisi. 17
stivnm (Chlorosoma), 43, 44, 45.
-stiyus (Philodryas), 43, 45.
i Drymobius), 16.
mis (Herpetodryas), 11, 16.
■ n, s (Philodryas», 42.
K Jeope (Micrums nigrocinctus, var.), 54.
*« ri °tes incertus. 13
^etulla (Leptophis), 15, 16, 17, 18.
V^etulla nigromarginata, 16.
»v c “ la,a (Pseudoboa), 36.
> r ° s tris (Helminthophis), 7.
• oirostris (Rhinotyphlops), 7.
|?! vc "tris (Liophis), 20.
, ,'7 n ' r is (Lygophis taeniurus), 20.
«>fusca (Leptodeira), 35.
“wnus (Elaps), 51.
ÍNDICE ALPHABET1CO
*lmad
a, *em,
ensis (Lcimadophis), 58.
s binocularis (Trigonocephalus), 58.
' "nata (Bothrops), 59.
ynatus binocularis (Tri
«bcola (Tantilla), 46.
•^aralj (Apostolepis), 48 .
• ara 'i (Rhinosimus), 40.
^stridium, 25, 36.
^ •••astridium veliferum, 25.
°nicus (Dromicus), 19.
,1. ,n, <5 ra vittata (Apostolepis), 51.
a„l 0 ^? Iis (Micrurus), 54.
“ I- (Epicratesl, 9.
«£* fer < p hr>nonax), 12, 13.
an«i ,ens (Herpetodryas), 14.
,««» annulata (Leptodeira), 35.
annüi a * Leptodeira), 28, 34. 35, 36.
i a (Leptodeira annulata), 35.
«tinÜr* P crsonat a (Leptodeira), 35.
«ttnüi ** Punctata (Leptodeira), 35.
, n ;“ la ‘ a septentrionalis (Leptodeira), 35.
>m al us ( Drcpanodon), 36.
_ '^oiâlas (Drepanoides), 36.
aZ!’ alus (Liophis), 23.
arnf* ( Helminthophis), 7.
Apo n ; ac h °P* (Sibynotnorphua), 28.
* por ophis lineatus lativittatus, 20.
^F^rophis melanocephalus, 19.
^ ^rophjs lineatus, var. meridionalis, 19.
r °Phis taeniurus, 20.
s^Iepis, 49.
A l? s,0,e Pis amarali, 48.
Ar^ ,,0 * e P‘ s ambinigra vittata, 51.
A £»">'ep>s assimilis, 50.
Arn ,0,epis borellii. 48. 49.
Ap * ,0,e P's cearensis, 48.
s 'olepis coronata, £0.
Apostolepis dorbignyi, 48.
Apostolepis erythronota, 48, 50.
Apostolepis flavotorquata, 51.
Apostolepis nigriceps, 49.
Apostolepis nigrolineata, 51.
Apostolepis nigroterminata, 49.
Apostolepis polylepis, 51.
Apostolepis pymi, 50, 51.
Apostolepis quinquelineata, 50.
Apostolepis sanctae-ritae, 50, 51.
Apostolepis tenuis, 51.
arenaríus (Philodryas), 42.
argenteus (Oxybelis), 46.
argentinus (Leptophis), 15.
argentinus (Philodryas), 42.
Argyrogena, 11.
Argyrogena rostrata, 11.
assimilis (Apostolepis), £0.
atahualpae (Liophis), 21.
atrata var. fasciata (Ninia), 10.
atrata var. maculata (Ninia), 10.
Atractopsis, 27.
Atractopsis paucidens, 27.
Atractus, 11.
Atractus badius, 27.
Atractus bocki, 26.
Atractus latifrons, 54.
Atractus major, 27.
Atractus modestus, 26.
Atractus paraguayensis, 26.
Atractus reticulatus, 26.
Atractus reticulatus paraguayensis, 27.
Atractus reticulatus reticulatus, 27.
atriccps (Phrynonax), 13.
atropurpureus (Paroxyrhopus), 41.
attenuatus (Drcpanodon), 36.
atypicus (Lcptognathusl, 33.
atypicus (Pseudopareas), 27, 32, 33.
badius (Atractus), 27.
balzani (Elaps), 51, 52.
baroni (Philodryas), 45.
bcui (Helminthophis), 5, 6, 8.
bicolor (Synophis), 25.
bifossatus (Drymobius), 58.
bilineatus (Elapomorphusl, 47.
bilineatus (Leptophis), 18.
bilineatus, var. oligolepis (Lachcsisl, 58.
bimaculatum (Rhinostoma), 41.
binocularis (Trigonocephalus alternatus), 58.
binotata (Rhadinaea), 19, 22.
bipracocularis (Liophisl, 20.
bipraeocularis (Lygophis taeniurus), 21.
bitorquata (Pseudoboa), 39.
blumii (Elapomorphusl. 47.
bocki (Atractus), 26.
bocourti (Leptophis), 15.
boddaertii (Drymobius), 12 14.
bocttgeri (Lcptognathusl, 29, 30, 31.
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boliviana (Leptognathus), 30, 31.
bolivianum (Chlorosoma), 21.
bolivianus (Liophis), 21.
bolivianus (Philodryas), 42.
bondensis (Helminthophis), 8.
borellii (Apostolgpis), 48, 49.
borellii (Philodryas), 21, 42.
Bothrops, 24.
Bothrops alternata, 59.
Bothrops cotiara, 24.
Bothrops erythromelas, 59.
Bothrops itapetiningae, 59.
Bothrops jararaca, 24.
Bothrops Icptura, 59, 60.
Bothrops microphthalma, 60.
Bothrops montkellii, 59.
Bothrops peruviana, 58.
Bothrops schlegelii, 60.
boulengeri (Oreophis), 26.
boulengeri (Oxybelis), 45.
boulengeri (Philodryas), 45.
boulengeri (Philodryas ternetzii), 45.
boulengeri (Trachyboa), 9.
bradon-jonesii (Sordellina), 22.
brasiliensis (Ungalia), 10.
brazili (Liophis), 23.
brevior (Leptophis), 15.
burmeistcri (Chlorosoma), 42.
calamus (Elaps), 52.
campicola (Philodryas), 42, 43.
canellei (Helminthophis), 8.
carinatus, var. flavopicta (Herpetodryas), 14.
catesbyei (Leptognathus), 28.
cearensis (Apostolcpis), 48.
cenchoa, var. elegans ( Himantodes), 34.
cenchoa (Imantodes), 34.
Cerastes mexicanus, 14.
cervinum (Adiastema), 33.
cervinus (Lycognathus), 27, 28, 33. 37.
Chersodromus licbmanni, 28.
Chironius, 15.
Chironius (Erpetodryas), 15.
Chironius fuscus, 15, 24.
Chironius sexcarinatus, 15.
chloromclas (Lachcsis), 58.
Chlorosoma, 44.
Chlorosoma acstivum, 43, 44, 45.
Chlorosoma bolivianum, 21.
Chlorosoma burmeistcri, 42.
Chlorosoma elegans, 43.
Chlorosoma mattogrossense, 45.
Chlorosoma olfersii, 42, 43.
Chlorosoma olfersii, var. latirostris, 42.
Chlorosoma psammophideum, 22, 42, 43, 44.
Chlorosoma viridissimum, 42.
clathrata (Pseudoboa), 37.
clathrata (Pseudoboa formosa i, 38.
clathrata pulcherrima (Clelia), 37.
clathratus (Oxyrhopus). 38.
Clelia. 40.
Clelia clathrata pulcherrima, 37.
Clelia cornelii, 37.
Clelia euprepa, 37.
Clelia peruviana, 39.
cloelia (Pseudoboa), 39.
Cochliophagus isolepis, 28.
Cochliophagus tornieri, 32.
collare (Oirosema), 28.
collenettei (Helminthophis), 5, 8.
colombianus (Elaps), 53.
Coluber, 13, 14.
Coluber faseia tus. 14.
Coluber? melanotropis, 14.
Coluber novae Hispaniae, 14.
Coniophanes, 46.
Constrictor, 9.
Constrictor constrictor, 9.
constrictor (Constrictor), 9.
Constrictor constrictor imperator, 9.
constrictor imperator (Constrictor), 9.
corais corais (Drymarchon), 12.
corais (Drymarchon), 12.
corais (Drymarchon corais), 12.
corallinus corallinus (Micrurus), 52. 56, s* -
corallinus dumerilii (Micrurus), 51, 53, 58-
corallinus (Micrurus), 51, 52. _
corallinus (Micrurus corallinus), 52, 56, S 5-
coralliventre (Homalocranium), 46
cornelii (Clelia), 37.
coronata (Apostolcpis). 50.
coronata (Pseudoboa), 39.
cotiara (Bothrops), 24.
crivellii (Pseudotomodon), 41.
Crotalus pulvis, 60.
Crotalus terrificus, 60.
cupreus (Leptophis), 16.
cupreus (Thrasops), 16.
decipiens (Elaps), 53.
decoratus (Liophis), 46.
decoratus (Micrurus), 53.
Dendrophidium melanotropis, 14.
dendrophis (Drymobius), 14, 24.
depressirostris (Leptophis), 17.
Diaphorolepis, 25.
Diaphorolepis laevis, 26.
Diaphorolepis miops, 26.
Diaphorolepis wagneri, 25, 26.
dichroa (Rhadinaca), 22.
dichrous (Herpetodryas), 13.
dilepis (Lygophis), 19.
dimidiatus (Elapomoius), 48.
Dipsas mikanii, 30.
Dipsas variegata. 29.
diplotropis (Leptophis), 17.
Dirosema collare, 28.
doliata (Pseudoboa), 36.
doliatus, var. aequifasciata (Oxyrhopus),
doliatus (Oxyrhopus), 37.
doliatus, var. viperina (Oxyrhopus), 37.
dorbignyi (Apostolcpis), 48.
Drepanodon, 36.
Drepanodon anomalus, 36.
Drepanodon attenuatus, 36.
Drepanodon eatoni, 36.
Drepanodon erdisii, 36.
Drepanoides, 36.
62
A. do Amaral — Synonymia neotropica
63
bfepanoides anomalus, 36.
Dromicus, 19.
Dromicus amazonicus. 19.
^rymarchon corais, 12.
Drymarchon corais corais, 12.
Orymobius, 11 .
^rymobius afíinis, 16 .
tjfymobius bifossatus, 58.
fjrymobius boddaertii. 12, 14.
^rymobius dendrophis, 14, 24.
“Omobius rubriceps, 11.
Urymoiuber, 13.
umerilii (Micrurus corallinus), 51, 53, 58.
“«nckeri (Leptodira), 34.
(Drepanodon), 36.
**>fhardti (Elaps), 53.
««eoides (Liophis), 21.
£j*Pohomoeus, 48.
E«Pomojus, 48.
* J pomojus dimidiatus, 48.
E «PORiorphus, 47.
J P«morphus bilineatus, 47.
a Potnorphus blumii, 47.
c, a P°morphus lemniscatus, 47.
^Pomorphus lepidus, 47.
pPoinorphus nasutus, 47.
*Pornorphus nuchalis, 46.
a Pomorphus spegazzinii, 47.
P *Pomorphus suspectus, 47.
-Tornorphus tricolor, 47.
a Potnorphus trilineatus, 47.
g^Pomorphus vuchercri, 47.
g. calamus, 52.
P a Ps colombianus, 53.
a Ps decipiens, 53.
E , E* ehrhardti, 53.
P ezcquieli. 53.
F *P* fasslii, 53.
p. E* filiformis, 52.
fraseri. 54.
Ela
Ela
E* frontifasciatus, 54.
54.
E ‘*P* fulvius, 55.
c , a P* Ruatemalensis.
p.*P* hertae, 54.
El.f* hertwigü. 54, 55.
heterochilus. 53, 55.
r-. P* ibiboboca, 55.
El
P a P* marcgravii, 55.
t, p * mentalis, 55.
F *P* microps. 55.
p! P* omissus. 56.
t *P* princeps, 56.
E *P* regularis, 56, 57.
t, r o»cnbcrgii t 57.
p» *imonsii, 57.
t * p * «Purrellii, 57.
, P* steindachneri, 58.
t j ** ns (Chlorosoma), 43.
ns (Himantodes cenchoa, iar.), 34.
''kans (Imantodes), 34.
elegans (Sibynomorphus), 29.
elegantíssima (Rhadinaeal, 23.
emunctus (Helminthophis!. 8.
emunctus (Typhlops), 8.
Epicrates angulifer, 9.
Epicrates fordii, 8.
Epicrates monensis, 8.
Epicrates sabogae, 9.
Epicrates wieningeri, 9.
erdisii (Drepanodon), 36.
erlandi (Philodryas), 44, 45.
erlandi (Philodryas ternetzii), 45.
Erpetodryas (Chironius), 15.
Erythrolamprus, 25.
Erythrolamprus longicaudus, 46.
erythromelas (Bothrops), 59.
erythronota (Apostolepis), 50.
Erythroxyrhopus, 40.
Erythroxyrhopus trigeminus, 40.
Eunectes murinus, 9.
Eunectes notacus, 9.
euprepa (Clelia), 37.
ezcquieli (Elaps), 53.
fasciata (Ninia atrata, vur.), 10.
fasciata (Tropidodipsas), 32.
fasciatus (Coluber), 14.
fasciatus (Sibynomorphus mikanii), 31.
fasciolatus (Zamenis), II.
fasslii (Elaps), 53.
faucheri (Phrynonax), 13.
filiformis (Elaps), £2.
filiformis (Micrurus), 57.
flagellum (Lcptophis), 16.
flavescens (Trigonocephalus), 58.
flavopicta ( Herpetodryas carinatus, rar.t, 14.
flavoterminatus (Helminthophis), 6.
flavotcrminatus (Typhlops), t>.
flavotorquata (Apostolepis), 51.
Flcischmannia, 25.
Fleischmannia obscura, 25.
fordii (Epicrates), 8.
formosa clathrata (Pseudoboa), 38.
formosa formosa (Pseudoboa), 38.
formosa iridescens (Pseudoboa), 38.
formosus (Oxyrhopus), 37, 38.
formosa (Pseudoboa formosa i, 38.
fraseri (Elaps), 54.
frenata (Leptodeira), 34, 35.
frenata (Rhadinaea), 23.
frontalis (Helminthophis), 7.
frontalis (Micrurus), 55, 57.
frontalis (Typhlops), 7.
frontifasciatus (Elaps), 54.
fulvius (Elaps), 55.
fuscus (Chironius). 15, 24.
geminatus (Lycognathus), 27, 28.
grandisquamis (Herpetodryas), 15.
gravenhorstii (Micrurus i, 56.
guatemalensis (Elaps), 54.
guentheri (Helminthophis). 7.
guerini (Pseudoboa), 40.
guianense (Rhinostoma), 40.
guilleni (Leptodira), 34, 35.
63
cm
SciELO
0 11 12 13 14 15 16
64
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
helleri (Micrurus), 54.
Helminthophis, 6.
Helminthophis albirostris, 7.
Helminthophis anops. 7.
Helminthophis beui, 5, 6, 8.
Helminthophis bondensis, 8.
Helminthophis canellei, 8.
Helminthophis collenettei, 5, 8.
Helminthophis emunctus, 8.
Helminthophis flavoterminatus, 6.
Helminthophis frontalis, 7.
Helminthophis guentheri. 7.
Helminthophis incertus, 7.
Helminthophis petersii, 8.
Helminthophis praeocularis, 7.
Helminthophis ternetzii, 5, 6, 8.
Helminthophis wilderi, 5, 7.
hemigenius (Himantodes), 34.
hemileucurus (Xenodon), 24.
Herpetodryas affinis, 11, 16.
Herpetodryas annectens, 14.
Herpetodryas carinatus, var. flavopicta, 14.
Herpetodryas dichrous, 13.
Herpetodryas grandisquamis, 15.
Herpetodryas schlütteri, 15.
Herpetodryas vicinus, 15.
hertae (Elaps), 54.
hertwigii (Elaps), 54, 55.
heterochilus (Elaps), 53. 55.
Himantodes cenchoa, rar. clcgans, 34.
Himantodes hemigenius, 34.
Himantodes platycephalus, 34.
hoffmanni (Homalocranium), 46.
Homalochilus striatus. 9.
Homalocranium coralliventre, 46.
Homalocranium hoffmanni, 46.
ibiboboca (Elaps), 55.
iglcsiasi (Rhinostoma), 41.
Imantodes, 34.
Imantodeá cenchoa, 34.
Imantodes elegans, 34.
Imantodes lentifcrus, 34.
imperator (Constrictor constrictor), 9.
inaequalis (Lachesis), 59.
inacquifasciata (Oxyrhopus rhombifer, var.),
39.
incertus (Agriotes), 12.
incertus (Helminthophis), 7.
incertus (Sibynomorphus), 31.
insulae-pinorum (Tretanorhinus), 10.
intermedia (Leptognathus), 28.
intcrmedius (Oxyrhopus), 38.
intermedius (Tretanorhinus), 10.
iridescens (Oxyrhopus), 38.
iridcscens (Pseudoboa formosa), 38.
isolepis (Cochliophagus), 28.
itapetiningac (Bothrops), 59.
itapetiningae (Lachesis), 59.
jaegeri (Liophis), 23.
jararaca (Bothrops), 24.
kõnigi (Rhinodryas). 45.
labiaiis (Pseudoboa), 38.
Lachesis bilineatus, var. oligolepis, 58.
Lachesis chloromelas, 58.
Lachesis inaequalis, 59.
Lachesis itapetiningae, 59.
Lachesis pleuroxanthus, 60.
Lachesis punctatus. 60.
laevis (Diaphorolepis), 26.
Lampropeltis mexicana, 26.
Lampropeltis polyzona, 26.
laticeps (Philodryas), 43.
latifasciatus \ Leptognathus), 30, 31.
latifrons (Atractus), 54.
latifrontalis (Oxyrhopus), 41.
latifrontalis (Paroxyrhopus), 41.
latirostris (Chlorosoma olfersii, var.), 42.
lativittatus (Aporophis lineatus), 20.
Leimadophis, 19, 21.
Leimadophis almadensis, 58.
Leimadophis poecilogyrus, 24.
Leimadophis reginae, 21.
Leimadophis sagittifer, 23.
Leimadophis typhlus, 21, 22.
lemniscatus (Elapomorphus), 47.
lemniscatus (Micrurus), 53, 54, 55, 56.
lentiferus (Imantodes), 34.
lcntiginosum (Rhinobothyrum), 31.
lepidus (Elapomorphus), 47.
Leptodeira, 35.
Leptodeira annulata, 28, 34, 35, 36.
Leptodeira annulata annulata, 35.
Leptodeira annulata personata, 35.
Leptodeira annulata punctata, 35.
Leptodeira annulata septcntrionalis, 35.
Leptodira albofusca, 35.
Leptodira dunckeri, 34.
Leptodira frenata, 34. 35.
Leptodira guilleni, 34. 35.
Leptodira nigrofasciata, 35.
Leptodira nycthemcra, 34, 35.
Leptodira ocellata, 35.
Leptodira personata, 34, 35.
Leptodira punctata, 35.
Leptodira septentrionalis, 35.
Leptodira weiseri, 34, 35.
Leptognathus, 33.
Leptognathus atypicus. 33.
Leptognathus boettgeri, 29, 30, 31.
Leptognathus boliviana, 30, 31.
Leptognathus catesbyi, 28.
Leptognathus intermedia, 28.
Leptognathus latisfasciatus, 30, 31.
Leptognathus leucomelas, 29.
Leptognathus maxillaris, 29.
Leptognathus mikanii mikanii, 30.
Leptognathus nigriceps, 29.
Leptognathus peruanus, 29, 30.
Leptognathus polylepis, 31.
Leptognathus praeornata, 31.
Leptognathus robusta, 30, 31.
Leptognathus sancti-joannis, 30, 31.
Leptognathus schunkii, 30, 31.
Leptognathus temporalis, 32.
Leptophis, 19.
Lcptophis aeruginosuSj 17.
64
A. do Amaral — Synonymia neotropica
65
J-*Ptophis ahaetulla, 15, 16,17, 18.
J-*P*ophis argentinus. 15.
pPtophis bilineatus, 18.
pptophis bocouni, 15.
pPtophis brevior, 15.
pPtophjs cupreus, 16.
pptophis depressirostris, 17.
pPfophis diplotropis, 17.
J^Ptophis flagellum, 16.
pPiophis liocercus, 15.
pPiophis mexicanus, 17, 18.
e P*ophis modestus, 17.
'Ptophis nigromarginatuB, 16. 17.
^Ptophis occidentalis, 11, 16, 17.
‘■'Ptophis occidentalis nigromarginatus, 11,
. 15, 16.
pPtophis ortonii, 16.
pPtophis riveti. 17.
.Ptophis rostralis, 17.
Ptophis saturatus, 17.
^Ptophis ultramarimis. 18.
.Ptophis urostictus, 17.
^Ptophis vertebralis, 16, 18.
'Ptara (Bothrops), 59, 60.
J2 ,ot >-PhIops. 8.
'Ptotyphlops septemstriata, 8.
í^ocephalus (Oxyrhopus), 38.
. corneias ( Leptognathus), 29.
.•pmanni (Chersodromus), 28.
1-I*í a < R hadinaea>, 23.
i,' atus lativittatus (Aporophis), 20.
l:r. ÍStUS H-VKophis), 19. 20.
■•tatus, var. meridionalis (Aporophis», 19.
(Philodryas). 43.
(Leptophis), 15.
L&íí** 19 - 21 • 46 -
I ; p ^! s albiventris, 20.
L ! P ÍÍ* anomalus, 23.
Linüuí* atahualpae, 21.
i - pfl1 * bipraeocularis, 20.
Li^ P w-* * 5ra zili. 23.
I :. p !|!* bolivianus, 21.
1 : . p í'! s decoratus, 46.
. ^ Phis elaeoides, 21.
L: P ÍJ!* iacgeri, 23.
r !0 Phis
Lio
tnacrops, 22.
tniliaris, 23.
opisthotaenia, 20.
tniliaris, 23.
L ° p his opisthotae-
Lioev* rehi - 22
stcinbachi» 19.
Li« P wÍ* tfifasciatus, 22.
, 0 „ phl * undulatus, 19, 21, 22, 24.
1 , _‘* :ca udata (Tropidodipsas), 27.
«ícaudus (Erythrolamprus», 46.
. íubfis ,'p seu d urornacer | 45.
£ c °»nathus, 28.
,' Po 8nathus cervinus, 27, 28, 33, 37.
[^'ORnathus geminatus, 27, 28.
L °enathus rhombeatus, 27.
L .*°Phi» dilepis, 19.
L 'e° p hia lineatus. 19. 20.
lvpu- s * aen iuru s . 20.
' í0 Phis taeniurus albiventris, 20.
Lygophis taeniurus bipraeocularis, 21.
Lygophis taeniurus taeniurus, 20.
Lystrophis semicinctus, 24.
Lystrophis semicinctus weiseri, 24.
macrops (Liophis), 22.
maculata (Ninia atrata, var. 1 , 10.
maculatus (Megalopsi, 36.
major (Atractus», 27.
marcgravii (Elaps), 55.
marcgravii (Micrurus), 56.
mattogrossense (Chlorosoma», 45.
maxillaris (Leptognathus), 29.
megalolepis (Spilotes). 12.
Megalops maculatus, 36.
melanocephala (Tantilla), 46, 47.
melanocephalus (Aporophis), 19.
melanotropis (Coluber?!, 14.
melanotropis (Dendrophidium i. 14.
mendo 2 inus (Pseudotomodon), 41.
mentalis (Elaps), 55.
meridionalis (Aporophis lineatus, var.), 19.
merremii (Ophis), 58.
mexicana ( Lampropeltis), 26.
mexicanus (Ccrastes), 14.
mexicanus (Leptophis), 17, 18.
mexicanus (Spilotes pullatusi, 14.
microlepis (Spilotes), 12.
microphthalma (Bothrops), 60.
microps (Elaps), 55.
Micrurus, 49, 56.
Micrurus ancoralis. 54.
Micrurus corallinus, 51, 52.
Micrurus corallinus corallinus. 52, 56, 57.
Micrurus corallinus dumerilii, 51, 53, 58.
Micrurus decoratus, 53.
Micrurus (iliformis, 57.
Micrurus frontalis. 55. 57.
Micrurus gravenhorstii, 56.
Micrurus hellcri, 54.
Micrurus lemniscatus, 53, 54, 55, 56.
Micrurus marcgravii, 56.
Micrurus mipartitus. 51. 52, 53, 54, 55, 57.
Micrurus nigrocinctus. 55.
Micrurus nigrocinctus, ror. aglaeopc. 54.
Micrurus olssoni. 56.
Micrurus tschudii, 56.
mikanii (Dipsas), 30.
mikanii fasciatus (Sibynomorphus), 31.
mikanii (Leptognathus mikanii), 30.
mikanii mikanii (Leptognathus), 30.
mikanii mikanii (Sibynomorphus), 30.
mikanii oreas (Sibynomorphus), 31.
mikanii peruanus (Sibynomorphus), 31.
mikanii (Sibynomorphus), 30
mikanii (Sibynomorphus mikanii), 30.
tniliaris (Liophis), 23.
Mimometopon, 25.
Mimometopon sapperi, 25.
miops (Diaphorolepis), 26.
miops (Synophis), 26.
mipartitus (Micrurus). 51. 52. 53, 54, 55, 57.
mocquardi (Trctanorhinus), 23.
modesta (Rhadinaea), 23.
65
1 66 Memórias do Instituto
Butantan — Tomo IV
1 modestus (Atractus), 26.
Oxyrhopus iridescens, 38.
1 modestus (Leptophis), 17.
Oxyrhopus latifrontalis, 41.
1 monensis (Epicrates), 8.
Oxyrhopus leucocephalus, 38.
9 monticellii ( Bothrops), 59.
Oxyrhopus proximus, 39.
I Morenoa. 26.
Oxyrhopus rhombifer, rj-, inaequifjíciatx-
1 Morenoa orizabensis, 26.
39.
I murinus (Eunectes). 9.
Oxyrhopus submarginatus, 39.
1 nasutus (Elapomorphus), 47.
Oxyrhopus unduLtus, 39.
I nebulatus (Petalognathus), 29.
pallidus (Philodryas), 43.
1 nebulatus (Sibynon), 29, 32.
paraguayensis (Atractus), 26.
I neuwiedii (Ophis), 24.
paraguayensis (Atractus reticulatus ), 27.
1 neuwiedii (Pseudoboa), 36, 39.
Paraphrynonax, 13.
I nicagus (Taeniophallus), 24.
Paraphrynonax versicolor, 13.
1 nigriceps ( Apostolepis), 49.
Parapostolepis, 51.
1 nigriceps (Leptognathus), 29.
Paroxyrhopus, 40.
I nigrocinctus (Micrurus), 55.
Paroxyrhopus atropurpureus, 40.
I nigrocinctus var. aglaeope ( Micrurus i. 54.
Paroxyrhopus latifrontalis. 41.
1 nigrofasciata (Leptodira), 35.
paucidens (Atractopsis), 27.
1 nigrolineata (Apostolepis), 51.
paucisquamis (Tropidophis), 10.
I nigroluteus (Tretanorhinus), 11.
pauloensis (Sordellina ), 22.
[ nigromarginata (Ahaetulla), 16.
personata (Leptodeira annulata), 35.
1 nigromarginatus (Leptophis), 16, 17.
personata (Leptodira), 35.
1 nigromarginatus (Leptophis occidentalis), 11,
peruana (Leptognathus), 29, 30.
15, 16.
peruanus (Sibynomorphus mikanii), 31.
nigroterminata (Apostolepis), 49.
peruviana (Bothrops), 58.
Ninia atrata, var. fasciata, 10.
peruviana (Clelia), 39.
Ninia atrata, var. maculata, 10.
Petalognathus, 29.
notaeus (Eunectes), 9.
Petalognathus nebulatus, 29.
novae Hispaniae (Coluber), 14.
petersii ( Helminthophis), 8.
nuchalis (Elapomorphus), 46.
petola (Pseudoboa), 36, 37, 38, 39.
nycthemcra (Leptodira), 34. 35.
Philodryas, 45.
obscura (Fleischmannia), 25.
Philodryas aestivus, 43, 45.
occidentalis (Leptophis), 11, 16, 17.
Philodryas affinis, 42.
occidentalis nigromarginaius (Leptophis), 11.
Philodryas arenarius, 42.
15, 16.
Philodryas argentinus, 42.
ocellata (Leptodira), 35.
Philodryas baroni. 45.
occllatus occllatus (Tomodon), 41.
Philodryas bolivianus. 42.
ocellatus (Tomodon), 41.
Philodryas borellii, 21, 42.
ocellatus (Tomodon ocellatus), 41.
Philodryas boulengcri, 45.
ocellatus trigonatus (Tomodon), 41.
Philodryas campicola, 42, 43. 1
olfersii (Chlorosoma), 42, 43.
Philodryas erlandi, 44, 45. 1
olfcrsii, var. latirostris (Chlorosoma), 42.
Philodryas laticeps, 43. 1
oligolcpis (Lachesis bilincatus, var.), 58.
Philodryas lineatus, 43. 1
olssoni (Micrurus), 56.
Philodryas pallidus, 43. 1
omissus (Elaps), 56.
Philodryas psammophideus. 21. 1
Ophis mcrremii, 58.
Philodryas reinhardti, 42. 1
Ophis neuwiedii, 24.
Philodryas simonsii, 43. |
opisthotaenia (Liophis), 20.
Philodryas subcarinatus, 44. 1
orcas (Sibynomorphus mikanii), 31.
Philodryas ternetzii, 44, 45. 1
Orcophis, 26.
Philodryas ternetzii boulengeri, 45. 1
Oreophis boulengcri, 26.
Philodryas ternetzii erlandi 45. 1
orina (Rhadinaca), 23.
Philodryas ternetzii ternetzii, 45. 1
orizabensis (Morenoa), 26.
Philodryas werneri, 44. 1
ortonii (Leptophis), 16.
Phrynonax, 13. 1
Oxybelis argenteus, 46.
Oxybelis boulengcri, 45.
oxynotus (Streptophorus), 10.
Phrynonax angulifer, 12, 13. 1
Phrynonax atriceps, 13. 1
Phrynonax faucheri, 13. 1
Oxyrhopus clathratus, 38.
Phrynonax poecilonotus polylepis, 13. 1
Oxyrhopus doliatus, 37.
Phrynonax poecilonotus shropshirei, 13. 1
Oxyrhopus doliatus, var. aequifasciata, 37.
Phrynonax shropshirei, 13. 1
Oxyrhopus doliatus, var. viperina, 37.
Phrynonax sulphureus poecitostoma, 13. 1
Oxyrhopus formosus, 37, 38.
Phrynonax sulphureus sulphureus, 13. 1
Oxyrhopus intermedius, 38.
66
platycephalus ( Himantodes), 34. 1
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Synonymia neotropica
07
► ‘íuroxanthus (Lachesis), 60.
poecilojyrtis (Leimadophist, 24.
► '■'ecilonotus polylepis (Phrynonax), 13.
►«ecilonotus shropshirei (Phrynonax), 13.
►<*cilostoma (Phrynonax sulphurcus), 13.
p0 ylepis (Apostolepis), 51.
Boi ! Cp - S (Eeptognathus), 31.
r i , p í s (Phrynonax poecilonotus), 13.
^ylepis (Tropidodipsas), 31.
•^‘yzona (Lampropeltis), 26.
► r <eocuIaris ( Helminthophis), 7.
► r *eomata (Leptognathus), 31.
►■«ornata (Rhadinaea), 24.
Ffinceps ( Elaps), 56.
Pfoxwms (Oxyrhopus), 39.
f írnni0 Phideum (Chlorosoma), 22, 42, 43,
44.
P^mmophideus (Philodryas), 21.
«udoboa, 40.
«udoboa albimaculata, 36.
«udoboa bitorquata, 39.
«udoboa clathrata, 37.
p«udoboa cloelia, 39.
udoboa coronata, 39.
p«udoboa doliata, 36.
p -udoboa formosa clathrata, 38.
f> u “°hoa formosa formosa, 38.
p udoboa formosa iridescens, 38.
Pi* 1 tormosa trn
P«!. oboa Euerini, 40.
«Udoboa lahtfltic
t»
L«ud
P «ud
°boa labialis, 38.
°boa neuwiedii, 36, 39.
p »«': 0boa P e,ola - 36. 37, 38, 39.
pT/doboa rhombifera, 39.
03 r °binsoni, 39.
P^HÍ 0pareas - 27 - 32. 33.
Pj^ 0pareas atypicus, 27, 32, 33.
FVj Pareas va grans, ■32. 33.
P'»ní° Pareas va 8 us > 32, 33.
P»ei j 0pareas vagus vagrans. 33.
p. “■ 0par eas vagus vagus, 33.
P»! U j omodon ’ 41.
P*« 1° fomodon crivellii, 41.
p «ua ° mo< * on men 3ozinus, 41.
Pt»«j ,0modon trigonatus, 41.
p, d ° r omacer, 45.
Ps'-'l' 3uromacer lugubris, 45.
f uil lt :rri,na (Clelia clathrata), 37
ruíi! ,US me *'canus (Spilotes), 14.
,2 -
Fur.-t (Cro, a*us), 60.
?L--. lta (Ecptodeira annulata), 35.
,Le P'° dira >- 35.
(Lachcsis). 60.
Sui 'Apostolepis), 50, 51.
'hneata (Apostolepis), 50.
r te»i ae ^Eeimadophis), 21.
«Elaps»; 56, 57.
rti n v' L ! 0p his), 22.
r tt .- ard,i (Philodryas), 42.
r «ic«i ,US (Atractus), 26.
re,, a 'us (Atractus reticulatus), 27.
rt,C- a! a,Us pantguayensis ( Atractus (, 27.
U, us reticulatus (Atractus), 27.
Rhadinaea binotata, 19, 22.
Rhadinaea dichroa, 22.
Rhadinaea elengantissima, 23.
Rhadinaea frenata, 23.
Rhadinaea lineata, 23.
Rhadinaea modesta, 23.
Rhadinaea orina, 23.
Rhadinaea praeornata, 24.
Rhinobothryum, 28.
Rhinobothryum lentiginosum, 31.
Rhinodryas, 45.
Rhinodryas kõnigi, 45.
Rhinosimus, 40.
Rhinosimus amarali, 40.
Rhinostoma bimaculatum, 41.
Rhinostoma guianense, 40.
Rhinostoma iglesiasi, 41.'
Rhinostoma scytaloides, 40.
Rhinotyphlops albirostris, 7.
rhombeatus (Lycognathus). 27.
rhombifer, r ar. inaequifasciata (Oxyrhopus),
39.
rhombifera (Pseudoboa), 39.
ricardinii (Uromacerl, 18.
ricardinii (Uromacerina), 18.
riveti (Leptophis), 17.
robinsoni (Pseudoboa), 39.
robusta (Leptognathus), 30, 31.
rosenbcrgii (Elaps), 57.
rostralis (Leptophis), 17.
rostrata (Argyrogena), II.
rubriceps (Drymobius), 11.
sabogae (Epicrates), 9.
sagittifer ( Leimadophist, 23.
sancti-joannis (Leptognathus), 30, 31.
sanctsc-ritae (Apostolepis), £0, 51.
sapperi (Mimometopon), 25.
saturatus (Leptophis), 17.
scalaris (Xenopholis), 46.
schlegelii (Bothrops). 60.
schlütteri (Hcrpetodryas), 15.
schunkii (Leptognathus), 30, 31.
scolecomorphus (Trigonoccphalus), 58.
scytaloides (Rhinostoma), 40.
scmicinctus (Lystrophis), 24.
semicinctus ueiseri (Lystrophis), 24.
septemstriata ( Lcptotyphlops), 8.
septemstriata (Typhlopsl, 8.
septentrionalis (Leptodcira annulata), 35.
septentrionalis (Leptodira), 35.
sexearinatus (Chironius), 15.
shropshirei (Phrynonax), 13.
shropshirei (Phrynonax poecilonotus), 13.
Sibynomorphus, 33.
Sibynomorphus anthracops, 28.
Sibynomorphus elegans, 29.
Sibynomorphus incertus, 31.
Sibynomorphus mikanii, 30.
Sibynomorphus mikanii fasciatus. 31.
Sibynomorphus mikanii mikanii, 30.
Sibynomorphus mikanii oreas, 31.
Sibynomorphus mikanii peruanus. 31.
Sibynomorphus turgidus. 27, 28, 33.
67
cm
SciELO
0 11 12 13 14 15 16
68
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Sibynon nebulatus, 29, 32.
simonsii (Elaps), 57.
simonsii ( Philodryas ) , 43.
Sordeltina, 22.
Sordellina brandon-jonesii, 22.
Sordellina paulofensis. 22.
spegazzinii (Elapomorphus). 47.
spilogaster (Tropidodipsas), 27, 33.
Spilotes, 12.
Spilotes megalolepis, 12.
Spilotes microlepis, 1.2.
Spilotes pullatus, 12.
Spilotes pullatus mexicanus, 14.
spurrellii (Elaps), 57.
steinbachi (Liophis), 19.
steindachneri (Elaps), 58.
Streptophorus oxynotus, 10.
Streptophorus subtessellatus, 10.
striatus (Homalochilus), 9.
subcarinatus (Philodryas), 44.
submarginatus (Oxyrhopus), 39.
subtessellatus (Streptophorus), 10.
sulphureus poecilostoma (Phrynonax), 13.
sulphureus (Phrynonax sulphureus», 13.
sulphureus sulphureus (Phrynonax), 13.
suspectus (Elapomorphus), 47.
Sympeltophis, 46.
Sympeltophis ungalioides, 46.
Synophis, 25.
Synophis bicolor, 25.
Synophis miops, 26.
taeniatus (Trctanorhinus), 10, 11.
Taeniophallus nicagus, 24.
tacniurus albiventris (Lygophis), 20.
tacniurus bipraeocularis (Lygophis», 21.
tacniurus (Lygophis), 20.
taeniurus (Lygophis tacniurus), 20.
tacniurus taeniurus (Lygophis), 20.
Tantilla alticola, 46.
Tantilla melanocephala. 46, 47.
tcmporalis (Lçptognathus), 32.
tenuis (Apostolcpis), 51.
tcrnetzii boulcngeri (Philodryas). 45.
ternetzii erlandi (Philodryas), 45.
tcrnetzii ( Helminthophis), 5, 6,8.
ternetzii (Philodryas), 44, 45.
tcrnetzii (Philodryas tcrnetzii), 45.
tcrnetzii ternetzii (Philodryas). 45.
terrificus (Crotalus), 60.
Thrasops cupreus, 16.
Tomodon ocellatus, 41.
Tomodon ocellatus ocellatus, 41.
Tomodon ocellatus trigonatus, 41.
tornicri (Cochliophagusl, 32.
Trachyboa boulengeri, 9
Trctanorhinus insulae-pinorum, 10.
Tretanorhinus
Tretanorhinus
Tretanorhinus
Tretanorhinus
Tretanorhinus
intermedius. 10.
moequardi, 11.
nigroluteus, II.
taeniatus, 10, II.
variabilis, 10, 11
tricolor (Elapomorphus». 47.
trifasciatus (Liophis), 22.
trigeminus (Erythroxyrhopuss 40.
Trigonocephalus alternatus binocularis, '5.
Trigonocephalus flavescens, 58.
Trigonocephalus scolecomorphus, 58.
trigonatus ( Pseudotomodon), 41.
trigonatus (Tomodon ocellatus», 41.
trilineatus (Elapomorphus), 47.
Tripanurgos, 28.
Tropidodipsas, 31.
Tropidodipsas fasciata, 32.
Tropidodipsas longicaudata, 27.
Tropidodipsas polylepis, 31.
Tropidodipsas spilogaster, 27, 33.
Tropidophis paucisquamis, 10.
tschudii (Micrurus), 56.
turgidus (Sibynomorphus), 27, 28, 33.
Typhlops cmunctus, 8.
Typhlops flavoterminatus, 6.
Typhlops frontalis, 7.
Typhlops septemstriata, 8.
Typhlops wilderi, 5, 7.
typhlus (Leimadophis), 21, 22.
ultramarinus (Leptophis), 18.
undulatus (Liophis), 19, 21, 22, 24.
undulatus (Oxyrhopus), 39.
Ungalia brasiliensis, 10.
ungalioides (Sympeltophis), 46.
Uromacer, 18, 19.
Uromacer ricardinii, 18.
Uromacerina, 18, 19.
Uromacerina ricardinii. 18.
urostictus (Leptophis), 17.
vagrans ( Pseudopareas), 32, 33.
vagrans (Pseudopareas vagus), 33.
vagus (Pseudopareas vagus), 33.
vagus vagrans (Pseudopareas), 33.
vagus vagus (Pseudopareas), 33.
vagus (Pseudopareas), 32, 33.
variabilis (Tretanorhinus), 10, 11.
variegata (Dipsast, 29.
veliferum (Amcstridium i, 25.
versicolor (Paraphrynonax), 13.
vertebralis (Leptophis), 16, 18.
vicinus (Herpetodryas), 15.
viperina (Oxyrhopus doliatus, rar.). 37.
viridissimum (Chlorosoma), 42.
vittata (Apostolcpis ambinigra), 51.
wagneri (Diaphorolepis), 25, 26.
weiseri iLcptodira), 34. 35.
weiseri (Lystrophis semicinctus), 24.
werneri (Philodryas), 44.
wieningeri (Epicrates). 9.
wilderi (Helminthophis), 5, 7.
wilderi (Typhlops), 6, 7.
wuchereri ( Elapomorphus), 47.
Xenodon hemileucurus, 24.
Xenopholis scalaris, 46.
Zamenis fasciolatus, 11.
68
ÍNDICE SYSTEMATICO (*)
A. - Fam. TYPHLOPIDAE
PAG.
!• - Helminthophis Peters .... 7
1' tuentheri Boulenger 7
tcrnetzii Boulenger 7
vnlderi (Garman) 7
II. - Typhlops Dm. & Bibr. ... 7
'• ret -calata (L.) 7
III. - Typhlophis Fitzinger .... 8
• *9 aamosas (Schlegel) 8
B - * Fam. LEPTOTYPHLOPIDAE
I- - I.eptotyphlops Fitzinger ... 8
y.Hfrons (Wagler) 8
1 <Un "diata (Jan) 8
4 ma 'rolepU (Peters) 8
‘ le Ptcmstriata (Schneider) 8
C. - Fam. B O I D A E
Subfam. BOINAE
I- - Epicrates Wagler 9
2 "ochria (L.) 9
cra **us Cope 9
?' ccnchria cenchria (L.) 9
■ ccnchria crassus (Cope) 9
. II. • Kunectes Wagler 9
nurinus (L.) 9
no <aeus Cope 9
I.
1.
III- - Constrictor Laurentius
'fmtrictor (L.)
• e °nstrictor constrictor ( 1 > .
IV. - Boa Linneu
. canina L 10
hortulana L 10
*• hortulana hortulana (L. ) 10
• hortulana cookii (Gray) 11
I V. . Tropidophis Bibron 11
' toucisquamis (Müller) 11
D. - Fam. A N I L I D A E
I I- * Anilius Okcn 11
' tcytale (L.) 12
E. - Fam. COLUBRIDAE
Serie aglypha
Subfam. COLUBR1NAE
r*o
I. - Helicops Wagler 12
1. angula! a (L.) 12
2. carinicauda ( Wied ) 12
3. gomesi Amaral 12
4. hagmanni Roux 12
5. leopardina (Schleg. ) 12
6. modesta Günther 13
7. pictiventris Werncr 13
8. polylepis Günther 13
9. trivittata (Gray) 13
II. - Drymobius Fitzinger 13
1. bifossatus (Raddi) 13
2. boddaertii (Sentzen) 13
3. brazili Gomes 13
4. dendrophis (Schleg.) 14
5. rubriceps Amaral 14
III. - Drymoluber Amaral 14
1. dichrous (Peters) 14
IV. - Phrynonax Cope 14
1. sulphurcus (Wagler) 15
a. sulphurcus sulphurcus (Wagler) . 15
b. sulphurcus poecilostoma (Wied) . 15
2. poccilonotus polylepis (Peters) .... 15
V. - Spilotes Wagler 15
1. pullatus (L.) 15
a. pullatus pullatus (L.) 15
b. pullatus anomalepis (Bocourti. . . 15
c. pullatus maculatus Amart.1 15
VI. - Drymarehon Fitzinger .... 16
I. corais (Boie) 16
a. corais corais (Boie) 16
VII. - Chironius Fitzinger 16
1. carinatus (L.) 16
2. fuscus (L.) 16
3. sexearinatus (Wagler) 16
I** A
deste indiee corresponde i das separatas, a qual se encontra en baixo de cada pagina do texto.
cm
SciELO
0 11 12 13 14 15 16
(I
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
1.
2.
I.
1.
2 .
3 .
4.
5.
6 .
7.
8 .
1 .
2 .
3.
r» o
VIII. - Lcptophis Wagler 16
ahaetulla (L.) 17
occidentalis (Günther) 17
a. occidentalis occidentalis (Günther) 17
b. occidentalis nigromarginatus l Gthr. i 17
IX. - Uromacerina Amaral .... 17
ricardinii (Peraccal 17
X. - Leimadophis Fitzinger .... 17
almadensis (Wagler) . .
melanostigma (Wagler)
oligolepis (Blgr.) . . . .
poecilogyrus (Wied) . .
reginae ( L. )
sagittifer (Jan)
typhlas (L.)
viridis (Gthr.)
XI. - Lygophis Fitzinger 18
amoenus (Jan) 19
flavifrenatas Cope 19
Uneatus (L.) 19
XII. - Liophis Wagler 19
1. affinis (Gthr.) 19
2. amarali Wettstein 19
3. anômalas (Gthr.) 19
4. brazili (Amaral) 19
5. cobella (L.) 20
6. genimaculatus (Bttgr.) 20
7. insignissimus Amaral 20
8. jaegeri (Gthr.) 20
9. longiventris Amaral 20
10. melanauchen (Jan) 20
11. miliaris (L.) 20
a. miliaris miliaris (L.) 20
b. miliaris semiaurcus (Cope .... 20
12. obtusus (Cope) 21
13. occipitalis (Jan) 21
14. poecilopogon (Cope) 21
15. undulatus (Wied) 21
XIII. - Ophis Wagler
1. colubrinus (Gthr.) . .
2. guentheri (Blgr.) . . .
3. merremii Wagl
4. neuwiedii (Gthr.) . . .
5. severus (L.)
21
21
21
21
22
■>■>
XIV. • Lystrophis Cope
1. dorbignyi (D. & B. ) 22
2. histricus (Jan) 22
3. scmicinctus (D. & B.) 22
XV. - Sordellina Procter 22
1. brandon-jonesii Procter 22
2. pauloensis Amaral .23
XVI. - Cy cl. urras Cope : 23
1. gigas (D. & B.) 23
XVII. - Crotheca Bibron 23
1. bicincta (Hermann) 23
2. elapoides euryzona (Cope) 23
XVIII. - Dimades Cray
1. plicatilis (L.)
XIX - Hydrops Wagler
1. triangularis (Wagler)
a. triangularis triangularis (Wagler»
b. triangularis martii (Wagler) . . •
XX. - Lampropeltis Fitzinger . . •
1. micropholis Cope
XXI. - Simophis Peters
1. rhinostoma (Schleg.)
a. rhinostoma rhinostoma (Schleg.).
XXII. - Atractus Wagler
1. badius (Boie)
2. elaps (Gthr.)
3. emmeli (Bttgr.)
4. guentheri (Wucherer)
5. latifrons (Gthr.)
6. maculatus (Gthr.)
7. major Blgr
8. reticulatus (Blgr.)
a. reticulatus reticulatus (Blgr.) . .
9. trihedrurus Amaral
XXIII. - Catostoma Wagler
1. põppigi (Jan)
2. ruthveni (Werner)
XXIV’. - Sibon Fitzinger
1. sibon (L.)
XXV. - Heterorhachis Amaral . . .
I. poecilolepis Amaral
Subfam. DIPSADINAE
XXVI. - Sibynomorphus Fitzinger . •
1. alter nans (Fischer) • •
2. barbouri Amaral
3. catesbyei (Sentzen) - •
4. garbei Amaral . . •
5. mikanii (Schleg.) •
a. mikanii mikanii (Schleg.) •
b. mikanii fasciatus Amaral
6. pavoninus (Schleg.) •
7. turgidus (Cope) •
8. ventrimaculatus (Blgr.) •
XXVII. - Dipsas Laurentius
1. albifrons (Sauvage) •
2. indica (Laurentius) *
3. n eivai Amaral •
4. varie gata (D. &
Serie opisthoglypha
Subfam. BOIGINAE
XXVIII. * Lycognathus Dm. & Bibr. . •
1. cervinus (Laurentius) •
a. cervinus cervinus (Laur.) . . . • •
b. cervinus geminatus (D. & B.) • •
'«AiAA\A \* \i. ’<AZ. /A r-V.V-V-A V\ VA ‘A ** Vt Ví.Vf. 'd. V. W. V.UUUUttVfAí. \í. VM V V. V ViV V Vâ U
A. DO Amaral — Ophidios do Brasil
III
XXIX. - Tripanurgos Fitzinger .... 30
1- compressas (Dauditn 30
XXX. - Rhinobothryum Wagler ... 30
•• lentiginosum (Scopoli) 30
XXXI. - Imantodes Dm. & Bibr. ... 30
[■ cenchoa (L.) 30
lentiferas Cope 30
XXXII. - Leptodeira Fitzinger 31
*• annulata (L.) . . . . .' 31
*■ annulata annulata (L.) 31
XX.XIII. - Pseudoboa Schneider .... 31
I" bitorquata (Cthr.) 31
^ cloelia (Daudin) 31
■ coronata Schneider 31
y doliata (D. & B.) 32
-• formosa (Wiedl 32
*- formosa formosa (Wied) 32
*>• formosa clathrata (D. & B.) ... 32
2- iaerini (D. & B.( 32
*• haasi (Bttgr.l 32
' labiaUs (Jan) 32
neuwiedii (D. & B.) 32
occipitolutea (D. & B.l 32
* P«oia (L.) »-
Jt rh omkÍfera (D. & B.) .
13.
r ustica (Copei _■ • • 33
Su f>marginala (Peters) V . . 33
* trigemina (D. & B.) 33
Xx XlV. . Hhinostoma Dm. Sc Bibr. . . 33
1' taianense (Trosch.) 33
‘glcsiasi Gomes 33
X XXV. - Paroxyrhopus Schenkel ... 33
*• btifrontalis (Werner) 34
Xx XVI. . Rhaehidelus Boulenger ... 34
>• braziU 34
X XXVII. - Tachymenis Wiegmann ... 34
• brasiliensis Gomes 34
XXX VIII. . Dryophylax Wagler 34
*• Pollídus (L.) 35
*■ Pallidus pallidus (L.) 35
®- Pallidus strigilis (Thunb.) 35
X XXIX. - Tomodon Dm. & Bibr 35
l dorsatus D. 3c 35
c °cellatus D. 3: 33
*• ocellalus ocellatus (D. 3c B. ) ... 35
XL. - Ptychophis Gomes 35
• flavovirgatus Gomes 35
XLI. . Platyinion Amaral 35
• l,l ’idum Amaral 30
XLlI. . Conophi» Peters 36
' ,a ertiaius (Hensell 36
XLIII. - Pseudablabes Boulenger . . 36
1. agassizii (Jan) 36
XLIV - Chlorosoma Wagler 36
1. aestivum (D. Sc 3<>
2. mattogrossense (Koslowsky) 3o
3. nattereri (Steindach.) 3*
4. olfersü (Licht.) 37
5. oligolepis (Gomes) 37
6. psammophideum (Gthr.) o*
7. sckottü (Schleg.) 37
8. serra (Schleg. i 37
9. viridissimum (L.) ,—37
XLV - Oxybelis Wagler 38
1. acuminatus (Wied) 38
2. argenteus (Daudin) 33
3. falgidus (Daudin) •»
XLVI - F>ythrolamprus Wagler ... 38
1. aesculapü (L.) 38
XLVII - Tantilla Baird 3e Girard ... 38
1. melanocephala (L.) 39
XLVIII - Xenopholis Peters 39
1. scaíaris (Wucherer) 39
XLIX - Elapomorphus Wiegmann . . 39
1. bilineatus D. Sc ®
2. blamii (Schleg.) 39
3. lépidas Reinhardt 39
4. nasutus Gomes 39
5. tricolor D. 3c
L - Klapomojus Jan 40
1. dimidiai as (Jan)
LI - Apostolepis Cope 40
1. ambinigra (Peters) "*0
2. assimilis (Reinhardt) "*0
3. cearensis Gomes ™
4. coronata (Sauvage) . 41
5. dorbignyi (Schleg.)
6. erythronota (Peters)
7. flavotorquata (D. ScB.) 41
8. intermedia Koslowsky
9. longicaadata Gomes
10. nigroterminata Blgr
41
L1I - Parapostolepis Amaral .
... 42
. . . 42
Serie proteroglypha
F. - Fam. E L A P I D A E
1. - Mierurus Wagler . . . .
... 42
... 42
1 i iRi«r l 42
... 42
a. corallinus corallinus (W ei) .
... 42
... 43
... 43
%j. /ui/vr .... -
6. fischeri (Amaral)
ri ro -f vi <o
IV
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
7. frontalis (D. & B.) 43
8. hemprichii (Jant 43
9. langsdcrffi (Wagler- 43
10. lemniscatus ( L. ) 43
11. narduccii (Jan) 43
12. spixü Wagler 44
13. surinamensis (Cuvier) 44
Serie solenoglypha
G. - Fam. CROTALIDAE
Subfam. LACHESINAE
I. - Lachesis Daudin 44
1. muta (L.) 44
II. » Bothrops Wagler 44
1. alter nata D. & B 44
. atrox (L.) 45
. bilineata (Wied) 45
. castclnaudi D. & B 45
. cotiara (Gomes) 45
. erythromelas Amaral 45
r»*-
7. iglesiasi Amaral ^
8. insalaris (Amaral)
9. itapetiningae (Bigr. ) .......
10. jararaca (Wied)
1 1 . jararacussu Lacerda
12. neglecta Amaral
13. ncuwiedii Wagler
a. ncuwiedii neuwiedii (Wagier) .
b. neuwiedii lutzi (= bahiensis) (Rib.) *
c. neuwiedii piauhyensis Amaral
d. neuwiedii goyazensis Amaral
e. neuwiedii pauloensis Amaral
f. neuwiedii mattogrossensis Amara
g. neuwiedii minasensis Amaral .
h. neuwiedii paranaensis Amaral
k neuwiedii riograndensis Amaral
14. pirajai Amaral
Subfam. CROTALINAE
III. - Crotalus Linneu . . .
1. terrificus terrificus Laur. . . .
CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DOS OPHIOIOS DO BRASIL
IV - LISTA RE, MISSIVA DOS OPHIDIOS DO BRASIL
POR
AFRANIO DO AMARAL
r elativ
INTRODUCÇÀO
A fauna ophiologica brasileira, a despeito de sua provável riqueza, tem sido
'ize;
«mente relegada. As primeiras contribuições de valor que sobre ella se
ram datam do tempo de Pizo e Marcgrave, cujas observações foram seguidas
tempos em tempos pelas descripções que de varias especies nossas deram
at 'crer, Spix e Martius, o Príncipe Neuwied-Wied e outros exploradores que aqui
*'''eram, percorrendo vários trechos de nosso território para colheita de mate-
«cientifico. Taes contribuições, embora esparsas, serviram de esclarecer vários
"° ntos duvidosos, relativos aos nossos ophidios e constantes dos velhos e primitivos
,exf o» de ophiologia e herpetologia. A contribuição feita propriamente no Brasil
F '“C-se dizer que data dos ensaios de Vfucherer, no tempo do florescimento das
^‘-ncias na Bahia, quando, em companhia de Patterson e Silva Lima, aquellc
v 'titista amigo fez o primeiro tentame no terreno da medicina experimental
' n,rc n õs. Nas ultimas décadas do século XIX, pouco se fez sobre o assumpto,
*r'nas datando dessa epoca a contribuição de Lacerda que, com o estimulo rece-
do nosso ex-Imperador, foi o primeiro a cogitar seriamente do estudo dos
nsos animaes e plantas venenosos e bem assim dos nossos venenos animaes
Ç Ve getaes.
Infelizmente, até o anno de 1913, nenhuma contribuição importante havia sido
f eita
«té
por auctor nacional ao estudo systcmatico dos ophidios brasileiros, porquanto
e ntào apenas a especie de Lacerda havia sido descripta e esta mesma sem
^'dez, no opinar dos auctores europeus e, especialmente, dos dois herpetologos
. ■''useu Britannico, G. A. Boulenger e J. B. Procter. Era esta especie a Bothrops
ar acussu Lacerda, 1884, cujo logar na systematica presumo ter definitivamente
°nstrado em minha monographia publicada como n. # 2 das "Contributions
0ni Harvard Institute for Tropical Biology and Medicine”. Em verdade,
■ rc 1884 e 1913, alguns estudos se fizeram entre nós. Estes, todavia, não pas-
de pequenos ensaios, aliás infruetiferos, de systematizaçào por parte de
cm
SciELO
0 11 12 13 14 15 16
72
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Vital Brazil, e da promissora tentativa de catalogação emprehendida por R. von
lhering, da qual se colheram apenas poucos resultados, porque infelizmente ell*
ficou no começo.
Em 1913 é que se deu o nosso renascimento neste particular, com os estudos,
feitos no Instituto Butantan. por J. Florencio Gomes, que então descreve a sua
primeira especie, Lachesis cotiara. Dois annos mais tarde, este meu antecessor
na Secção de Ophiologia do Instituto dá á publicidade a descripção do genero
Ptychophis e das especies Elapomorphus nasutus, Apostolepis ccarensis, Rhino-
stoma iglesiasi e Ptychophis flavovirgatus. Em 1918 descreve elle suas duas ulti-
mas especies, Tachymenis brasiliensis e Drymobius brazili, por ter, no anno se-
guinte, sido victimado pela grippe, deixando, assim, um grande vacuo no Instituto,
a que servira com a maxima dedicação, e na sciencia patria, por cujo progresso
havia apenas começado a trabalhar. Mais tarde, procurando entre seus papeis,
ainda pude encontrar duas notas suas que logo dei á publicidade, pois se refe-
riam a duas especies inéditas, Philodryas oligolepis e Apostolepis longicaudata-
Na qualidade de substituto de Florencio Gomes no Instituto Butantan, re-
solvi logo em 1920 tentar a revisão geral das nossas serpentes e, desde então,
tenho sem cessar estudado abundante matenal vivo e examinado todas as pnn-
cipaes collecções existentes nos museus e laboratorios nacionaes e estrangeiros.
Ainda ultimamente tive ensejo de estudar a collecção do Museu Britannico, de-
pois de ter revisto os vários typos de ophidios do Brasil e neotropicos, contidos
nas collecções norte-americanas e europeas.
Baseado na experiencia que venho adquirindo com taes estudos, que têm
versado principalmente sobre os ophidios neotropicos e suas affinidades morpho-
logicas e geographicas, presumo poder fazer agora a primeira publicação sobre
as formas que considero validas, á luz da revisão que tenho realizado sobre ophi-
dios do Brasil.
Por se tratar apenas de uma lista commentada de formas acceitaveis em
systematica, dentre as registadas no nosso território, deixo de fazer, no texto
deste trabalho, menção a muitas especies e alguns generos descriptos, depois da
publicação do “Catalogue of the Snakes in the British Museum” (Boulenger.
1893-1896), por diversos especialistas de nomeada, entre os quaes devo citar, de
preferencia, Wemer e Steindachner (de Vienna), Müller (de Monaco), Ahl (de
Berlim), Jensen (de Copenhague), Andersson (de Estocolmo) e o proprio Bou-
lenger (de Londres). Basta apenas dizer que, entre as especies descriptas ulti-
mamente pelos dois mais conhecidos auctores do grupo acima, o numero daquellas
cuja invalidez tenho verificado é realmente bem avantajado. Assim é que, dentre
as especies neotropicas, incluindo brasileiras, recentemente descriptas por Bou-
lenger, ha cerca de 50 % que não são validas, e. entre as publicadas por Wemer.
talvez 80. % são synonymas, havendo, alem disso, ambos esses herpetologo?
commettido até enganos de determinação generica.
Por se tratar apenas de uma Lista Remissiva, deixarei também de in-
cluir chaves sobre os generos, especies e raças assignalados em nosso território.
•1
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
73
r eservando-as para quando der á publicidade o Catalogo dos Ophidios do Brasil e
a Lista Systematica dos Ophidios Neotropicos, os quaes ora tenho em elaboração.
Até 1896, data em que foi publicado o ultimo volume do Catalogo do Museu
Britannico, as serpentes que, regular ou occasionalmente, occorriam no Brasil,
atavam distribuídas por pouco menos de 190 especies e 56 generos, correspon-
dentes ás seguintes famílias: Typhlopidae, Leptotyphlopidae (Glauconiidae na
n omenclatura de Boulenger), Boidae, Anilidae (Illysidae na nomenclatura de Bou-
^enger), Colubridae (incluindo as Colubridae e Amblycephalidae de Boulenger),
Elapidae (Colubridae Elapinae na nomenclatura de Boulenger) e Crotalidae (Vi-
Feridae Crotalinae na nomenclatura de Boulenger).
Daquella occasião até a presente foram descriptos um grande numero de
^Pecies e alguns generos novos, tendo eu verificado serem validos cerca de 15
e ntre as primeiras e 10 entre os últimos. Desfarte, pode-se calcular que os ophi-
dios brasileiros, assignalados até a presente data, se elevam a cerca de 205 es-
pecies. Este numero, que visivelmente representa apenas uma parcella das formas
Provavelmente existentes em nosso vasto território, está a indicar quão necessário
í levar-se avante o estudo delias e multiplicarem-se as explorações scientificas
c ° m o fim de se colherem mais exemplares para futuras determinações.
A’ primeira vista parecerá a pessoas não especialistas que 205 especies já
re Presentam um elevado coefficiente para o nosso meio. Para o especialista, porém,
ls "> está a indicar que ainda ha muito que fazer em matéria de ophidios que oc-
c °n-em no Brasil, mormente se se tem em conta que, por exemplo, somente na
P e quena faixa de território occupada pela Republica do Panamá, eu encontrei
Cç rca de 100 especies, conforme registei no catalogo que estou agora preparando
s °bre o assumpto.
Na distribuição geographica das especies assignaladas no texto do presente
t,a balho deixei de registar, cm geral, as localidades exactas e de nomear os Es-
,ados em que as mesmas se encontram, em virtude de serem no particular muito
ts F*rsas as observações feitas até agora na maior parte do nosso território.
Com excepção dos dados obtidos em São Paulo e cm alguns estados vizi-
nfl0s , nos quaes se tem feito sentir a campanha emprehendida pelo Instituto Bu-
! * n tan e, na ultima década, coadjuvada por outros laboratorios congeneres, pou-
'Mxsitnos elementos tèm tido os especialistas para ajuizarem da riqueza ophidica
Brasil. Infelizmente, a maioria dos nossos sertanejos e daquelles que procu-
11,1 o interior em busca de meios de subsistência ainda vê na destruição da
fIor a e da fauna o unico meio de conquista da terra, difficultando, assim, sinào
"^Possibilitando, com o seu atrazo e ignorância, o registo de farta messe de obser-
' a Çòes preciosas, ou adulterando, ou pelo menos exaggerando, sob o influxo das
F^nieiras impressões da natureza semi-virgem, factos que lhe chegam ao conhe-
C ' m ento. Nestas condições, faz-se mister esperar até que, com a melhora das
5
74
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
condições econômicas e da situação cultural da grande massa de nossa população,
se possam obter novos e fidedignos elementos para a continuação e conclusão
do inventario agora apenas esboçado.
Sendo escassos os elementos existentes no particular, parece-me aconselhá-
vel o critério de indicar, no texto desta contribuição preliminar, tão somente em
linhas geraes e a traços largos, a distribuição das varias especies de ophidios
pelo nosso território, usando, em sentido lato, das expressões: zona septentrio*
nal, zona meridional, zona central, zona Occidental e zona oriental. Destas, *
septentrional corresponde á bacia do Amazonas e inclue, approximadamente.
os Estados de Amazonas, Pará e Maranhão; a Occidental, limitada a oeste pel°
rio Paraguay e a leste, pelo rio Paraná, é occupada pelo Estado de Matto Grosso;
a oriental, limitada a leste pelo oceano e a oeste sem fronteiras definidas, m * 5
correspondentes aos rios Parnahyba e São Francisco, extende-se desde o norte
do Piauhy e outros Estados nordestinos até o Espirito Santo e Estado do Rio; *
central comprehende os Estados de Minas Geraes, Goyaz e sul do Piauhy, oeste
de Pernambuco e da Bahia; e a meridional vae de São Paulo ao extremo sul-
Cumpre assignalar que entre algumas dessas zonas geographicas e, especial-
mente, entre a central, a oriental e a meridional não ha limites nitidos, sendo-
portanto, arbitraria a divisão adoptada neste particular; outrosim, do ponto & e
vista zoogeographico, não ha tão pouco separação clara entre os districtos i°'
cluidos nessas zonas, sendo numerosas as formas communs ou intermediaria 5 -
A despeito disto, resolvi pela adopçáo de taes divisões, movido pela necessidade
de simplicidade e clareza nesta exposição preliminar e pela carência de dado*
mais completos sobre a distribuição da ophio-fauna brasílica.
Conforme se verá pela leitura deste trabalho, deixo de incluir nelle a h' 5t *
dos synonymos recentes das formas citadas no texto, evitando, assim, uma de 5 *
necessária repetição daquillo que se encontra na “Lista Remissiva dos Ophidio 5
Neotropicos”, por mim publicada em outra parte destas Memórias.
6
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
75
A. — Fam. TYPHLOPIDAE
I. — Gen. Helminthophis Peters
*' n -Monatsch. Akad. MTiss. Berlin:517. 1860.
Typo: frontalis
Revisto por Amaral in Proc. New England Zool. Club lX:25-30. 1924.
Representado por especies subterrâneas, com aspecto de vermes e algumas
Ve *es chamadas Minhocas, Cobras cegas e Fura-terras.
1. — Helminthophis guentheri Boulenger (•)
Suentheri Eoulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (6)1V:361 . 1889.
Commum no Estado do Rio de Janeiro.
2. — Helminthophis temetzii Boulenger
te metzii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:584.1896.
Commum em São Paulo, nos arredores de Butantan, e registada em Matto
Grosso.
3. — Helminthophis wilderi (Garman)
T yphhps nilderi Garman - Sc. Observer 1V:48.I883.
Oriunda de Minas Geraes. Considerada como Typhlops por Boulenger, que
* °mittiu, por “insufficiently characterized". Especie valida á luz de minha
rev 'sáo.
II. — Gen. Typhlops Dm. & Bibr.
Typo: lumbricalis
' n e T>. Gén. VI :279. 1844.
Representado por especies subterrâneas, com aspecto de vermes e por isso
a *8ümas vezes chamadas Minhocas.
4. — Typhlops reticulata (L.)
* n guis reticulatus Linneu - Syst. Nat. 1:228.1758.
Es pecie abundante nas zonas septentrional (valle do Amazonas) e nordes-
htia.
1*1 Para a synonymia das formas citadas neste artigo veja-se o meu trabalho
lsta Remissiva dos Ophidios Neotropicos”, publicado em outra parte deste volume.
7
76
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
III. — Gen. Typhlophis Fitzinger
.in Syst. Rept.:24. 1843.
Typo: squamosus (monotypico)
Genero monotypico, representado por pequenos ophidios subterrâneos, coro
aspecto de vermes e algumas vezes chamados Minhocas, Cobras cegas e Fura-
terras.
5. — Typhlophis squamosus (Schlegel)
Typhlops squamosus Schlegel - Abbild. :36.tab.XXXII:9-12. 1844.
Especie abundante na zona septentrional ou, mais particularmente, no v*H e
do Amazonas.
B. — Fam. LEPTOTYPHLOP1DAE
IV. — Gen. Leptotyphlops Fitzinger
in Syst. Rept.:24. 1843.
Typo: nigricans
Genero bastante complexo, representado por especies também subterrânea 5 -
entre as quaes quatro habitam o Brasil, onde são chamadas Minhocas e Fur*'
terras.
6. — Leptotyphlops albifrons (Wagler)
Stcnostoma albifrons Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:68.tab.XXV-
3. 1824.
Especie commum nas regiões baixas e tropicaes, sobretudo nos valles d 4
Paraguay e Amazonas, dos quaes se extende a outros paises da America Tropic* 1
7. — Leptotyphlops dimidiata (Jan)
Stenostoma dimidiatum Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 1:188.1862.
Especie relativamente rara, cujo typo procede de localidade brasile'^
ignorada.
8. — Leptotyphlops macrolepis (Peters)
Stenostoma macrolepis Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:402. 1857.
Forma já registada para o Espirito Santo por R. von lhering.
9. - — Leptotyphlops septemstriata (Schneider)
Typhlops septemstriatus Schneider - Hist. Amphib. 11:341.1801.
Seu habitat, não registado ainda no Catalogo de Boulenger, é Uypiran?*
Rio Negro, Amazonas (Vide Zool. Record, 1925).
8
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
77
C. — Fam. B O I D A E
Sub-fam. BOINAE
V. — Gen. Epicrates Wagler
in Syst. Amphib.: 168. 1830.
Typo: cenchria
Representado por especies terrestres e bastante communs em quasi todo o
Brasil.
10. — Epicrates cenchria (L.)
® 0a cenchria Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Forma própria á zona septentrional, onde é conhecida pelo nome de Sala-
ma nta ou Cobra de veado.
10 a — Epicrates crassus Cope
crassus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:349. 1862.
Forma própria á zona meridional do Brasil, especialmente á bacia do Paraná.
Nomes vulgares: Giboia parda. Giboia furta-còr ou Salamanta.
Nota: Na minha opinião estas duas formas representam apenas raças de
G,na só especie, E. cenchria, a saber: a. E. cenchria cenchria < L . >
b. £. cenchria crassus (Cope).
VI. — Gen. Eunectes VTagler
"* S yst. Amph.: 167. 1830.
Typo: murinus
Genero representado por duas especies aquaticas ou amphibias, uma das
'toes attinge as maiores proporções registadas na ordem dos ophidios.
11. — Eunectes murinus (L.)
^° a Purina Linneu - Syst. Nat. 1:215. 1758.
Espalhada por todo o Brasil, mormente nas regiões banhadas por grandes rios.
0rn Primento máximo 10 metros. Conhecida pelos nomes de Sucuri (sudeste
Ce ntro), Sucuriú ou Sucurijú ou Sucuri juba (Amazônia e Centro), Arygboia
' -entro e Littoral), Boiuna, Boissú, Boi-ussú ou Boiguassú e Viborão (Amazônia).
12. — Eunectes notaeus Cope
£
• notaeus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:70. 1862.
Eorma apparentemente circumscripta á região do Rio Paraguay e que talvez
tpr esente apenas uma raça da especie precedente.
Nomes vulgares: Sucuri. Ampallagua e Curudiú.
9
78
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
VII. — Gen. Constrictor Lalrentius
,/n Syn. Rept.:106. 1768.
Typo: constrictor (monotypico)
Genero que, sob a designação de Boa, no Catalogo de Boulenger é repre-
sentado por 7 especies, duas das quaes occorrem em Madagascar e devem ser
desmembradas para constituir genero aparte ( Pelophilus D. et B.). As 5 res-
tantes procedem todas da região neotropica e devem ter valor subespecific 0 -
pois as considero como divisões do typo do genero, Constrictor constrictor (L-*-
13. — Constrictor constrictor (Linneu)
Boa constrictor Linneu - Syst. Nat.I:215. 1758.
Esta é a Giboia, tão commum por todo o Brasil, onde é representada pel*
raça Constrictor constrictor constrictor (L.).
VIII. — Gen. Boa Linneu
in Syst. Nat. 1:214.1758.
Typo: canina
Composto de especies algumas vezes bastante grandes, próprias ás zona*
quentes e húmidas do país, correspondentes sobretudo ás bacias do Amazona^
alto Paraná, Paraguay e S. Francisco.
14. — Boa canina L.
B. canina Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Typo do genero, esta especie é conhecida na região Amazônica pelo nom f
de Araramboia ou Cobra papagaio ou Jararaca verde, devido ao seu colorido verJ ;
brilhante, bastante typico nos exemplares adultos, embora os jovens sejam <K
coloração geral rosea que se torna, aos poucos, pardacenta, acinzentada e, final-
mente, esverdeada com a idade.
15. — Boa hortulana L.
B. hortulana Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Especie commum ao Brasil equatorial e subequatorial, onde é representai
por duas raças, a saber:
a. Boa hortulana hortulana (L.j.
Subespecie própria á região do alto Amazonas, S. Francisco, alto Paran-i
e Paraguay.
Nome vulgar: Cobra de veado.
10
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
79
b. Boa hortulana cookii (Gray)
Corallus cookii Gray - Zool. Miscell.:42. 1842.
Subespecie própria á região limitrophe á Venezuela e Colombia, por onde
‘ e extende até algumas das Antilhas.
Nota: No catalogo de Boulenger estas duas raças ainda são consideradas
^Pecies distinctas, mas hoje em dia não tenho duvidas sobre sua identidade
e *Pecifica.
IX. — Gen. Tropidophis Bibron
‘ n R. de la Sagra — Hist. Cuba. Rept.:207. 1840.
Typo: melanurus
Andersson (in Bih. svenska Akad. XXVII. 4. 5:4. 1901) descreveu a especie
^ n galia brasiliensis, baseado num exemplar recebido do Dr. Touzet e que se
®*ja procedente de " Brasília". Stull, em sua recente revisão do genero 77o-
tüophis (Mus. Zool. Univ. Michigan, 1928), mostrou que a especie brasiliensis
i synonyma de Ungalia paucisquamis, primeiro registada por Fritz Müller em
l8 '8 e depois em 1885, segundo assignalou Schenkel (in Verhandl. Naturfor.
Basel XIII : 1 . 154. 1900), sem que seu habitat exacto fosse assignalado.
16. — Tropidophis paucisquamis (Müller)
^ n galia paucisquamis F. Müller - Verh. Naturf. Ges. Basel VII:142. 1885.
O Instituto Butantan possue um exemplar procedente dos arredores de Santo
Am *ro (S. Paulo), zona da serra de Paranapiacaba.
Nome vulgar: Giboinha.
Nota. — Gen. Trachyboa Peters
‘ n Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:200. 1860.
Typo: guiar is
Genero representado por duas especies visivelmente degeneradas e confina-
is 5 ás regiões baixas do noroeste da America do Sul (Equador e Colombia).
ev *sto por Amaral in Buli. Antiv. Inst. America 1(3) :87. 1927, em que ficou
distada a dubiedade da occorrencia da especie T. gularis no Brasil, a despeito
indicação em contrario feita por Boulenger.
D. — Fam. A N I L 1 D A E
X. — Gen. Anilius Oken
1,1 L «hrb. Naturgesch. 111:283.1816 ( pro parte).
Typo: scytalc (monotypico)
Ophidios relativamente degenerados por successivas adaptações á vida sub-
'^anea, representados apenas por uma especie.
11
80
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
17. — Anilius scytale (L.)
Anguis scytale Linneu - Syst. Nat. 1:228.1758.
Commum á bacia do Amazonas, embora encontrada menos frequentemente |
por quasi todo o norte do Brasil.
Nomes vulgares: Cobra coral e Coral d’agua.
E. — Fam. COLUBR1DAE
Serie aglypha
a) Sub-fam. COLUBRINAE
XI. — Gen. Helicops Wagler
in Syst. Amph.: 170. 1830 (pro parte).
Typo: carinicauda
Genero de ophidios aquaticos. representado por varias especies conheci^
pelos nomes vulgares de Surucucurana e Cobra d’agua, respectivamente, nas zoflF |
septentrional e meridional.
18. — Helicops angulata (L.)
Coluber angulatus Linneu - Syst. Nat. 1:217.1758.
Especie encontradiça em regiões correspondentes ás bacias do Amazon** |
Pamahyba, S. Francisco e Paraguay.
19. — Helicops carinicauda (Wied)
Coluber carinicaudus Wied - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1:300. Abbildung. IS^|
Restricta ao extremo sudeste do Brasil.
20. — Helicops gomesi Amaral
H. gomesi Amaral - Anex. Alem. lnst. Butantan (Ofiologia) 1. 1 :7,51 . tab.l : 1 -4 -
Especie própria da bacia do Rio Tieté.
21. — Helicops hagmanni Roux
H. hagmanni Roux - Zool. Anzeiger XXXVI :339. 1910.
Originaria do Brasil septentrional (Estado do Pará).
22. — Helicops leopardina (Schlegel)
Homalopsis leopardina Schlegel - Physion. Serp. 11:358.1837.
Especie bastante abundante nas regiões nordestina, central e septentri
com area de distribuição próxima da de angulata.
oA
12
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
81
23. — Helicops modesta Günther
modestus - Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3) VII :425 . fig. 186 1 .
Própria ás regiões meridional e central do Brasil. Muito próxima de H.
^i-nicauda.
24. — Helicops pictiventris VTerner
H.
Pictiventris Werner - S’B. Akad. Viss. München:205. 1897.
Oriunda do extremo sul do Brasil e affim a carinicauda.
25. — Helicops polylepis Günther
Polylepis Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3) VII :426. 1861.
Forma encontrada na bacia do Amazonas.
26. — Helicops trivittata (Gray)
•Hiro/j trivittatus Gray - Cat. Sn.:70.1849.
Oriunda da parte leste da região amazônica.
XII. — Gen. Drymobius Fitzinger
** S yst. Rept.:26. 1843.
Typo: margaritiferus
Oenero representado por varias especies arbóreas ou semi-arboreas.
27. — Drymobius bifossatus (Raodi)
-°htber bifossatus Raddi - Mem. Soc. Ital. Modena XVIII :333. 1820.
Fspecie abundantíssima em todo o Brasil,
k tornes vulgares: Cobra nova e Jararaca do banhado (sul), Jararacussú do
e, ° (sul e centro), Birú (centro e norte).
28. — Drymobius boddaertii (Sentzen)
■ rjl uber boddaertii Sentzen - Meyeris Zool. Arch. 11:59.1796.
Postricta ás zonas septentrional, central e Occidental, donde se extende aos
da zona equatorial até o México.
^omes vulgares: Birú listada. Cobra cipó.
29. — Drymobius brazili Gomes
brazili Gomes - Mem. Inst. Butantan 1. 1 :81 .tab.XIV:2. 1918.
^ s pecie relativamente rara, própria á região centro-meridional.
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30. — Drymobius dendrophis (Schlegel;
Herpetodryas dendrophis Schlegel - Physion. Serp. 11:196.1837.
.Muito abundante na America Central e noroeste da America Meridional-
Encontrada nos valles do Paraguay e Amazonas, donde se extende até a zona
nordestina do Brasil.
Nome vulgar: Cobra cipó.
31. — Drymobius rubriceps Amaral
D. rubriceps Amaral - Proc. New England Zool. Club VI11:85. 1923.
Especie rara, oriunda da zona central.
XIII. — Gen. Drymoluber Amaral
in Mem. Inst. Butantan IV: 1929.
Typo: dichrous (monotypico)
32. — Drymoluber dichrous (Peters)
Herpetodryas dichrous Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:284. 1863.
Especie erroneamente incluída por Boulenger no genero Coluber , do q^ í!
deve ser retirada para ser incluida no novo genero Drymoluber, conforme cons 1 *
de outro trabalho meu nestas Memórias. Própria á zona septentrional.
Nome vulgar: Cobra cipó.
XIV. — Gen. Phrynonax Cope
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:348. 1862.
Typo: poecilonotus (— lunulatus )
Genero polytypico no conceito de Boulenger, mas composto apenas de do**
especies, conforme verificação que acabo de fazer. Destas, uma é cisandina 1
própria do Brasil septentrional, Perú oriental e Guianas; a outra é transandio 1 '
embora occasionalmente se encontre nos extremos da região cisandina. A P* 1 *
meira é representada no Brasil por duas subespecies: Phrynonax sulphar('’ }
sulphureus (Wagler), própria á zona septentrional e países limitrophes, e Pl^T
nonax sulphureus poecilostoma fWied), oriunda da zona central e centro-ori cí '
tal. A segunda, Phrynonax poecilonotus (Günther), é subdividida em algu 111 **
raças, de cuja revisão trato em outro trabalho publicado nestas Memórias.
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A. no Amaral — Ophidios do Brtsil
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33. — Phrynonax sulphureus (Wagler)
Duas raças acima assignaladas:
a. P. sulphureus sulphureus (VCagler)
•\atrix sulphurea Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:26.tab.lX. 1824.
b. P. sulphureus poecilostoma (VTied).
- oluber poecilostoma Vtied - Beitr. Naturg. Brasil. 1:250.1825; Abbildung 1827.
Nomes vulgares: Pipa pinto. Papa pinto de papo vermelho e Papa pinto
papo amarello.
Nota: \Temer descreveu (in Ann. Naturhist. Mus. VCien XXXVI: 162. 1923),
c °mo oriunda de Santa Catharina, a especie Phrynonax angulifer, cujo typo
laminei recentemente, verificando tratar-se da especie Drymarchon corais,
5 “bsp. corais.
34. — Phrynonax poecilonotus polylepis (Peters)
^haetulla polylepis Peters - Monatsch. Akad. Viiss. Berlin:709. 1867.
Forma encontravel na região amazônica e países limitrophes.
• XV. — Gen. Spilotes Wagler
"* Syst. Amph. : 179. 1830.
Typo: pullatus (monotypico)
Genero bitypico no conceito de Boulenger e polytypico no conceito de Wer-
tr e outros herpetologos modernos. Na minha opinião, trata-se de genero estri-
am ente monotypico, pois somente a forma pullatus tem valor especifico, não
Asando as demais descriptas de meras raças ou casos de variação individual.
35. — Spilotes pullatus (L.)
r - r lubcr pullatus Linneu - Syst. Nat. 1:225.1758.
Das raças por mim reconhecidas, encontram-se no Brasil as seguintes:
a - Spilotes pullatus pullatus (L.).
Distribuída por todo o país (excepto no littoral meridional!, até a America
- e ntral e as Ilhas de Trinidad c Tobago.
^ b. Spilotes pullatus anomalepis (Bocourt).
'Pullatus, var. anomalepis, Bocourt — Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr.:685.tab.
XL,v :4.1888.
Encontrada no Brasil central e centro-oriental.
^ c - Spilotes pullatus maculatus Amaral.
• Pullatus maculatus Amaral — .Mem. Inst. Butantan IV': 1929.
Oriunda do littoral meridional (serra de Cubatão para o sul).
•''Omes vulgares: Cainana ou Caninana (nordeste e sul), Yacaniná (Ama-
° n ’ a e Matto Grosso), Araboia (Acre).
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
XVI. — Gen. Drymarchon FiTzrNGER
•m Syst. Rept.:26. 1843.
Typo: corais (monotypico)
Genero representado pela especie corais.
36 — Drymarchon corais (Boie)
Coluber corais Boie - Isis:537. 1827.
Especie própria das zonas septentrional e central, mas observada occasional-
mente até na zona meridional. Representada entre nós pela raça:
D. corais corais (Boie)
Encontrada desde o Brasil e países vizinhos até as Guianas e Venezuela
(região cisandina da America do Sul).
Nomes vulgares: Cainana, Papa-ovos, Papa-pintos.
XVII. — Gen. Chironius Fitzinger
in N. Class. Amph.:31 . 1826.
Typo: carinatus
37. — Chironius carinatus (L.)
Coluber carinatus Linneu - Syst. Nat. 1:223.1758.
Especie commum em todo o Brasil, desde a zona equatorial até a sub-tropical-
Nomes vulgares: Sacaiboia ou Acutimboia (Amazônia), Boitiaboia (nor-
deste), Cobra cipó.
38. — Chironius fuscus (L.)
Coluber carinatus Linneu - Syst. Nat. 1:222.1758.
Especie abundante em toda a zona equatorial.
Nomes vulgares: Urupiagara (nordeste), Papa-ovo (Amazônia e centro).
Araboia (Amazônia).
Nota: A’ luz da revisão que estou fazendo, estas especies parecem synonymas.
39. — Chironius sexcarinatus (Wagler)
Natrix scxcarinata Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae. :35.tab.XII. 1 82-4-
Nomes vulgares: Sacaiboia e Cobra cipó.
XVIII. — Gen. Leptophis Wagler
in Syst. Amph.: 183. 1830.
Typo: ahaetulla
Genero ainda não completamente revisto e sobremodo confuso, represen-
tado, no Brasil, pelas seguintes especies:
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40. — Leptophis ahaetulla (L.)
C oluber ahaetulla Linneu - Syst. Nat. 1:225.1758.
Forma encontrada em todo o país, menos ao sul.
Nomes vulgares: Azulão-boia (Amazônia e centro), Nhuassú (Matto Grosso».
41. — Leptophis occidentalis (Günther)
Ahaetulla occidentalis Günther - Proc. Zool. Soc.:412. 1859.
Especie arbórea que me parece se deva subdividir em duas raças:
a. L. occidentalis occidentalis (Günther).
Forma visivelmente transandina e centro-americana, mas que pode occorrer
ktnbem em nossa zona equatorial.
b. L. occidentalis nigromarginatus (Günther).
Ahaetulla nigromarginata Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)XVI1I:28. 1866.
Raça encontradiça nas bacias do Amazonas e Paraguay.
Nome vulgar: Azulão-boia.
XIX. — Gen. Uromacerina Amaral
* n Mem. Inst. Butantan. IV: 1929.
Typo: ricardinii (monotypico).
Peracca, em 1897, incluiu a cspecie ricardinii, oriunda de São Paulo,
n ° genero Uromacer Dm. & Bibr. que até então era representado por especies
an tilhanas. Examinando recentemente o typo de Peracca no Museu de Turim,
!lVe a impressão de tratar-se de um caso de evolução parallela entre a especie
r, cardinii e as do genero Uromacer. Para aquella propús, em outro trabalho, o
n °me genjrico Uromacerina que bem indica sua affinidade systematica.
42. — Uromacerina ricardinii (Peracca)
Uromacer ricardinii Peracca - Mus. Zool. Anat. comp. Torino. XII (282) :1 . 1897.
Especie conhecida, até agora, somente em São Paulo.
Nome vulgar: Bicuda.
XX. — Gen. Leimadophis Fitzinger
,n Syst. Rept.:26. 1843.
Typo: almadensis
43. — Leimadophis almadensis (Wagler)
^ztrix almadensis Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:30.tab.X:3. 1824.
Especie espalhada por todo o Brasil central, meridional e Occidental.
Nomes vulgares: Jararaquinha do campo (sul). Cobra espada (nordeste).
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
44. — Leimadophis melanostigma (Wagler)
Xatrix melanostigma Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:17.tab.lV:2. 1824.
Própria da zona oriental e meridional.
Nome vulgar: Jararaquinha do campo.
45. — Leimadophis oligolepis (Boulenger)
Liophis oligolepis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:455. 1905.
Oriunda do Pará.
46. — Leimadophis poecilogyrus (Wjed)
Coluber poecilogyrus Wied - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1 :371 . ( Abbildung) . 1S25.
Especie muitíssimo commum em todo o Brasil, onde é representada por
varias raças ou variedades.
Nomes vulgares: Cobra de lixo e Cobra de capim.
47. — Leimadophis reginae (L.)
Coluber reginae Linneu - Syst. Nat. 1:219.1758.
Encontrada na zona propriamente tropical, de leste a oeste do país.
Nomes vulgares: Jabotiboia (Amazônia), Goipeba (Matto Grosso).
48. — Leimadophis sagittifer (Jan)
Liopeltis sagittifer Jan - Elenco Sist.:82. 1863.
Registada desde o extremo sul até os pafses limitrophes.
Nome vulgar: Campeira.
49. — Leimadophis typhlus (L.)
Coluber typhlus Linneu - Syst. Nat. 1:218.1758.
Especie própria das zonas septentrional, central e Occidental.
Nome vulgar: Cobra verde.
50- — Leimadophis viridis (Günther)
Liophis viridis Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)lX:58.tab.lX:2. 1862.
Especie oriunda das zonas meridional e oriental e muito affim da prece-
dente.
Nomes vulgares: Jararaquinha do campo, Cobra verde.
XXL — Gen. Lygophis Fitzinger
in Syst. Rept.:26. 1843.
Typo: lineatus
Nome generico que deve ter preferencia a AporopRis.
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51. — Lygophis amoenus (Jan)
Enicognathus amoenus Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:270. 1 S63.
Especie rara, cujo typo é oriundo de Therezopolis, Rio de Janeiro.
52. — Lygophis flavifrenatus Cope
L- flavifrenatus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:80. 1862.
Especie própria da zona meridional.
Nome vulgar: Jararaca listada.
53. — Lygophis lineatus (L.)
Coluber lineatus Linneu - Syst. Nat. 1:221.1758.
Especie própria das zonas septentrional, central e Occidental.
Nome vulgar: Jararaca listada.
XXII. — Gcn. Liophis Wagler
* n Syst. Amph.:187. 1830 ( pro parte).
Typo: cobella.
54. — Liophis affinis (Günther)
omicus affinis Günther - Cat. Col. Sn.:l28.1858 ( pro parte).
Este nome, creado por Günther, é um composto, por se applicar ás especies
a ffinis e poecilopogon, de sorte que sigo Boulenger, restringindo-o á primeira
^Pccie e passando a Cope a auctoria da segunda.
Especie encontrada no sul e sudeste do Brasil.
55. — Liophis amarali Wettstein
amarali Vettstein - Zool. Anzeiger LXXXVIII(l/4) :93. 1930.
Typo procedente de Bello Horizonte (Minas Geraes).
56. — Liophis anomalus (Günther)
r -° r onella anômala Günther - Cat. Col. Sn.:37.I858.
Especie que se extende desde o sul do Brasil até os países limitrophes.
Nome vulgar: Jararaca listada.
57. — Liophis brazili (Amaral)
^'hadinaca, brazili Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :87. 1923.
Oriunda de São Paulo.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
58. — Liophis cobella (L.)
Coluber cobella Linneu - Syst. Nat. 1:218.1758.
Encontrada nas zonas oriental, septentrional e central.
59. — Liophis genimaculatus (Boettger)
L. genimaculata Boettger - Zeitschr. ges. Naturw. LV1II:229. 1885.
Especie rara e proveniente das bacias do Paraguay e Amazonas e já assigua-
lada no Ceará.
60. — Liophis insignissimus Amaral
L. insignissimus Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio. XXVI :9.tab.l:7-9. 1926.
Procedente de São Paulo e já registada no Espirito Santo.
61. — Liophis jaegeri (Günther)
Coronclla jacgcri Günther - Cat. Col. Sn.:37.1858.
Encontrada nas zonas central e meridional.
Nome vulgar: Jararaquinha do campo.
62. — Liophis longiventris Amaral
L. longivcntris Amaral - Publ. 84 Comm. L. T. E. Matto Grosso-Amazonas:l6-
figs. 1-3. 1925.
Typo procedente de Matto Grosso.
63. — Liophis melanauchen (Jan)
Enicognathus melanauchen Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:267.1863.
Especie rara, assignalada na Bahia.
Nome vulgar: Coral.
64. — Liophis miliaris (L.)
Coluber miliaris Linneu - Syst. Nat. 1:220.1758.
Especie communissima em todo o Brasil, especialmente nas zonas central
e oriental, onde é representada pela raça typica:
a. miliaris miliaris (L.).
b. miliaris semiaurcus (Cope) representa a forma meridional de fl***
liaris, conforme, aliás, Boulenger já havia suspeitado.
Nomes vulgares: Cobra d'agua e Cobra lisa (sul). Jararaca do taboleiro e
Trahiraboia (nordeste).
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65. — Liophis obtusus (Cope)
Rhadinaea obtusa Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:101 . 1863.
Especie própria á zona meridional.
66. — Liophis ocdpitalis (Jan)
Enicognathus ocdpitalis Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:267.1863.
Encontrada desde a zona oriental até a Occidental e meridional.
67. — Liophis poerilopogon (Cope)
Rhadinaea poecilopogon Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. PhiladelphiaMOO. 1863.
Distribuída pela zona meridional.
68. — Liophis undulatus (Wied)
Co luber undulatus Wied - Beitr. Naturg. Brasil. 1 :329( Abbildung) . 1825.
Encontrada nas zonas central e septcntrional.
Nome vulgar: Pintada.
XXIII. — Gen. Ophis Wacler
' n Spix — Serp. brasil, spp. novae:47. 1824.
Typo: severus (— sauroccphalus )
69. — Ophis colubrinus (Günther)
^cnodon colubrinus Günther - Cat. Col. Sn.:55.1858.
Commum nas zonas Occidental e septcntrional.
Nome vulgar: Giboia (Matto Grosso).
70. — Ophis puentheri (Boulenger)
'^f/iodon gucnthcri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:147. tab.Vl 1:1 . 1894.
Abundante nos Estados do sul.
Nome vulgar: Chata.
O
71. — Ophis merremii Wacler
• Merremii Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:47.tab.XVIl . 1824.
Abundantíssima por todo o Brasil.
Nomes vulgares: Boipeva; Capitão do campo e Pepeva (centro e oeste):
^* r *cambeva e Jararacambeva (Minas Geraes).
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Memórias do Insiituto Butantan — Tomo IV
72. — Ophis neuwiedii (Günther)
Xenodon neuniedii Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3>XIl:354.tab.V:C. 1863-
Abundante nas zonas central e meridional.
Nome vulgar: Quiriripitá (Matto Grosso).
73. — Ophis severus (L.)
Coluber severus Linneu - Syst. Nat. 1:219.1758.
Encontrada desde as zonas septentrional e oriental até a centro-occidental-
Nomes vulgares: Jaçanarana ou Jacanarana (Matto Grosso), Cururuboi*
(nordeste).
XXIV. — Gen. Lystrophis Cope
in Proc. Amer. Philos. Soc. XXII: 193. 1885.
Typo: dorbygnyi
74. — Lystrophis dorbignyi (D. et B.)
Hcterodon dorbignyi Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI1:772. 1854.
Communissima no sul do Brasil e países vizinhos.
Nome vulgar: Jararaca da praia (Rio Grande do Sul).
75. — Lystrophis histricus (Jan)
Hcterodon histricus Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:224.1863.
Commum em certos districtos do sul.
Nome vulgar: Cobra coral.
76. — Lystrophis semicinctus (D. et B.)
Hcterodon scmicinctus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :774. 1854.
Especie relativamente rara e encontrada no extremo sudoeste.
Nome vulgar: Boicorá.
XXV. — Gen. Sordellina Procter
in Ann. Mag. Nat. Hist. (9) XI :228. 1923.
Typo: brandon-jonesii
77. — Sordellina brandon-jonesii Procter
S. brandon-jonesii Procter - loc. cit.
Oriunda do Paraná.
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78. — Sordellina pauloensis Amaral
S. pauloensis Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :88. 1923.
Procedente de São Paulo.
XXVI. — Gen. Cyclagras Cope
"i Proc. Amer. Philos. Soc. XXII:I85. 1885 ( pro parte).
Typo: gigas (monotypico)
Genero proprio dos pantanaes occidemaes e septentrionaes e regiões Iimi-
trophes (bacias do Amazonas, Paraná e Paraguay).
79. — Cyclagras giga s (D. et B.)
Xcnodon gigas Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :753. 1854.
Frequente em Matto Grosso e zona ,, noroeste" de São Paulo até o Ama-
inas e Pará.
Nomes vulgares: Boipevassú (centro), Surucucú do pantanal (Matto Grosso).
‘ n R. de la Sagra
XXVII. — Gen. Urotheca Bibron
Hist. Cuba, Rept.:2l7. 1840.
Typo: dumerilii
80. — Urotheca hicincLa (Hermann)
Coluber bicinctus Hermann - Obs. Zool. :276. 1804.
Própria aos valles do Amazonas e Paraguay.
Nome vulgar: Cobra coral.
Nota: Por sua peculiar dentição, physionomia e pholidose, esta especie deve
P*ssar para o genero Leiosophis Jan. 1863 ( pro parte).
Pli
81. — Urotheca elapoides euryzona (Cope)
°cercus euryzona Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:72. 1862.
Boulenger assignalou um exemplar oriundo do Pará.
Nome vulgar: Cobra coral.
XXVIII. — Gen. Dimades Cray
,n Cat. Sn.:76. 1849.
Typo: plicatilis (monotypico)
Genero monotypico. de hábitos aquáticos.
82. — Dimades plicatilis (L.)
( -°^uber plicatilis Linneu - Syst. Nat. 1:217.1758.
Própria aos valles do Amazonas e Paraguay.
N’ome vulgar: Cobra d'agua.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
XXIX. — Gen. Hydrops Wagler
in Syst. Amph.: 170. 1830.
Typo: triangularis
Genero que considero monotypico, a despeito da opinião de Boulenger q“ e
o subdivide.
83. — Hydrops triangularis (Wagler)
Especie aquatica, que eu considero representada por duas raças:
a. H. triangularis triangularis (Wagler)
Elaps triangularis Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:5.tab.IIa:l . 1824-
Representante da zona norte do Amazonas e vizinhanças.
b. H. triangularis martii (Wagler)
Elaps martii Wagler - loc. cit.:3. tab.ll :2. 1824.
Representante dos districtos baixos do sudoeste do Amazonas e vizinhanças.
Nome vulgar: Cobra coral.
XXX. — Gen. Lampropeltis Fitzinger
in Syst. Rept.:25. 1S43.
Typo: getulus
Genero de ophidios nearcticos e neotropicos, de que occasionalmente um*
especie occorre em nosso território.
84. — Lampropeltis micropholis Cope
L. micropholis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:257. 1860.
Boulenger regista um exemplar oriundo do Pará.
XXXI. — Gen. Simophis Peters
in Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:521 . 1860.
Typo: rhinostoma (monotypico)
Genero que considero monotypico. a despeito da opinião de Boulenger, qu c
o subdivide.
85. — Simophis rhinostoma < Schlegel)
Especie commum, representada, no sul e centro do Brasil, pela raça typicá ;
a. S. rhinostoma rhinostoma (Schlegel).
Hctcrodon rhinostoma Schlegel - Physion. Serp. 11:100. tab. 111:17-19. 1837.
Nome vulgar: Cobra coral.
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A- do Amaral — Ophidios do Brasil
XXXII. — Gen. Atractus Wagler
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,n kis:74 1.1828.
Typo: trilineatus
Representado por varias especies de hábitos subterrâneos, este genero ca-
rece de revisão immediata. por se estar tomando excessivamente complexo e
a] gumas de suas formas serem demasiado affins de Catostoma (Geophis), con-
■°nne Dunn ainda recentemente demonstrou.
86. — Atractus badius (Boie)
Brachyorrhos badius Boie - Isis :540 . 1827.
Especie commum na zona septentrional, sobretudo no valle do Amazonas.
87. — Atractus elaps (Günther)
Rhabdosoma elaps Günther - Cat. Col. Sn.:24l . 1858.
Especie própria ás zonas septentrional e centro-occidental.
Nomes vulgares: Coral e Ibiboboca.
88. — Atractus emmeli (Boettcer)
G 'Ophis cmmcli Boettger - Ber. Senckcnberg. Gesellsch.:192.fig. . 18S8.
Especie rara. assignalada no valle do Amazonas.
89. — Atractus Ruentheri (Wlcherer)
^'Ophis gucntheri Wucherer - Proc. Zool. Soc.rl 15. tab.XIX : 1 . 1861.
Encontrada em vários pontos do Brasil, desde o norte até o sudeste.
90. — Atractus latifrons (Günther)
Ge °phis latifrons Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)1:415. tab. XIX:B. I86S.
Própria aos valles do Paraguay e Amazonas e á zona nordestina.
Nome vulgar: Coral.
f*o
91. — Atractus maculatus (Günther)
*celi s maculaia Günther - Cat. Col. Sn.:204. 1858.
Oriunda da região amazônica até a zona nordestina.
92. — Atractus major Boulenger
ma /or Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 11:307.1894.
Provavelmente raça da precedente, própria á região do alto Amazonas.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
93. — Atractus reticulatus t B oulenger)
Forma bastante commum na zona meridional onde é representada pela raç*
typica:
a. A. reticulatus reticulatus (Boulenger).
Geophis reticulatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (5)XVI :87. 1835.
94. — Atractus trihedrurus Amaral
A. trihedrurus Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio XXVI :1 1 .tab. 11:1-4. 1926.
Procedente do Brasil meridional.
Observação: A especie favae, registada no Catalogo de Boulenger, parece
não ser congenerica com Atractus e sua occorrencia no Brasil nunca foi registada,
tratando-se talvez de uma forma indo-malaia.
XXX1I1. — Gen. Catostoma Wagler
in Syst. Amph.:194. 1830.
Typo: chalybaeum
Genero subterrâneo, representado entre nós apenas por duas especies.
95. — Catostoma poppigi (Jan)
Rabdosoma põppigi Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:11.1862.
Typo oriundo de localidade brasileira não assignalada.
96. — Catostoma ruthveni (Werner)
Geophis ruthveni Werner - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXX1V:60. 1923.
Typo por mim examinado no Museu de Vienna e oriundo de Sarapigui, Ri°
Branco (Amazonas).
XXXIV. — Gen. Sibon Fitzinger
in N. Classif. Rept.:31 . 1826.
Typo: sibon (— nebulatus )
Genero monotypico e, com Tropidodipsas, representante da extrema evo-
lução das Colubrinae que se approximam das Dipsadinae (Amblycephalidae) p° r
intermédio do genero Heterorhachis, conforme eu mostrei em 1923 e 1925.
97. — Sibon sibon (L.)
Coluber sibon Linneu -*Syst. Nat. 1:222.1758.
Especie commum nas zonas septentrional e oriental.
Nomes vulgares: Dorme-dorme, Dormideira e Dorminhoca.
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A. do Amaral — Ophidios do Brasil
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XXXV. — Gen. Heterorhachis Amaral
in Proc. New England Zool. Club Vlll:94.1923.
Typo: poecilolepis (monotypico)
Intermediário ás Colubrinae e Dipsadinae, que estão, por seu lado, ligadas
44 Boiginae por Sibon e Lycognathus.
98. — Heterorhachis poecilolepis Amaral
poecilolepis Amaral - loc. cit. :94 ; Arch. .Mus. Nacional Rio XXVl:13.tab.
11 = 5 * 8 . 1826 .
Typo oriundo de Villa Bomfim, São Paulo.
b) Sub-fam. DIPSADINAE
XXXVI. — Gen. Sibynomorphus Fitzinger
' n Syst. Rept.:27. 1843.
Typo: mikanii
Representado por muitas especies dendricolas, de hábitos nocturnos e conhe*
C: das pelos nomes de Dorme-dorme, Dormideira, Dorminhoca e Come-lesma.
^ncro carente de revisão immediata.
99. — Sibynomorphus alternans (Fischer)
^ c Ptognathus alternans Fischer - Jahrb. Vfiss. Anst. Hamburg II : 105 . tab.1V :8 .
1885.
Oriunda do sudeste do Brasil.
100. — Sibynomorphus barbouri Amaral
^ t ' ar bouri Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :92. 1923; Arch. Mus.
N »cional Rio XXVI : 16 . tab.Ill : 1-3. 1926.
Typo oriundo do Brasil central (Minas Geraes).
101. — Sibynomorphus catesbyei (Sentzen)
^oluber catesbyei Sentzen - Meyers Zool. Arch. 11:66.1796.
Commum na zona equatorial e países limitrophes.
102. — Sibynomorphus garbei Amaral
• Sarbei Amaral - Proc. New England Zool. Club VIU :93. 1923; Arch. Mus. Na*
C,0na > Rio XXVl:17.tab.lII:4-6. 1926.
Typo oriundo de Santa Catharina.
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Memórias do Instituto Butaman — Tomo IV
103. — Sibynomorphus mikanii (Schlegel)
Muito commum em varias zonas onde é representada pelas 2 raças:
a. S. mikanii mikanii (Schlegel).
Dipsas mikanii Schlegel - Physion. Serp. 11:277.1837.
Habitat: Zonas meridional e Occidental.
b. S. mikanii fasciatus Amaral.
S. mikanii fasciatus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IV. 2:26. 1930.
Habitat: Zonas central, oriental e septentrional.
104. — Sibynomorphus pavoninus (Schlegel)
Dipsas pavonina Schlegel - Physion. Serp. 11:280.1837.
Encontrada no Brasil septentrional.
105. — Sibynomorphus turgidus (Cope)
Leptognathus turgiJus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:l08.136. 1863.
Muito commum nas zonas Occidental, central e meridional.
106. — Sibynomorphus ventrimaculatus (Boulenger»
Leptognathus ventrimaculatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (5)XVU :
87.1885.
Oriunda e abundante no sul.
Observação: Até agora não verifiquei a existência da especie inaequif <**
sciatus no Brasil, nem existe na literatura referencia sobre a occorrencia indi*”
cutivel da mesma entre nós.
XXXVII. — Gen. Dipsas Laurentius
in Syn. Rept.:89. 1768.
Typo: indica
Genero muito proximo de Sibynomorphus, do qual se distingue pela auseno*
de dentes pterygoides, embora Parker tenha recentemente registado a existend*
de gradação entre os dois. Caso se confirme a observação de Parker, o gene^'
Sibynomorphus deverá passar para a synonymia de Dipsas, que é anterior a efl c ‘
107. — Dipsas albifrons (Sauvage)
Dipsadomorus albifrons Sauvage - Buli. Soc. Philomat. (7)VIII:1 45 . 1 834.
Encontrada nas zonas Occidental, meridional e central.
Nome vulgar: Dormideira.
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A. do Amaral — Ophidios do Brasil
97
103. — Dipsas indica (Laurentius!
indica Laurentius - Syn. Rept.:90. 176S.
Commum ás zonas amazônica, central e nordestina e occasior almente en-
contrada no littoral do sudeste.
Nomes vulgares: Dormideira e Jararaca preguiçosa.
109. — Dipsas neivai Amaral
^ neivai Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio XXVI : 1 4 . tab.II :9- 11.1 926.
Oriunda dos Estados de Minas Geraes e Bahia.
110. — Dipsas variegata (D. et B.)
^'ptognathus variegatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :477. 1854.
Encontrada na zona equatorial e já registada em Matto Grosso e Ceará.
Nome vulgar: Dormideira.
(Serie opisthoglypha)
c) Sub-fam. B01G1NAE
Boulenger chamou esta familia Dipsadomorphinac, por considerar como
J ’po o genero Dipsadomorphus Fitzinger, 1845 (aliás 1843). Todavia, Boiga
^•tzinger, 1826 6 que se deve considerar como typo. E' verdade que, por de-
S| ?nação original, este nome era composto, mas, tendo sido posteriormente des-
lumbrado com a passagem da especie compressus para o genero Tripanurgos
■Uinger, 1843, o nome Boiga ( sensu strictiore ) deve ficar retido, passando
^ „ , ~
'PtQdomorphus para a sua synonymia
P**sará automaticamente a Boiginac.
Assim sendo, o nome da sub-familia
XXXVIII. — Gen. Lycognathus Dm. et Bibr.
itl Ném. Acad. Sc. XXIII :495. 1853 ( pro parte).
Typo: cervinus (— scolopax )
Este genero é affim de Sibon (sub-fam. Colubrinae) e. como este, é arboreo
a *inienta-se de pequenos molluscos.
111. — Lycognathus ceninus (Laurentius)
Bspecie subdivisivel em duas raças:
a. L. cervinus cervinus (Laurentius).
Co
r °nella cervina Laurentius - Syn. Rept.:88. 1768.
Bropria ás regiões do Paraguay, Amazonas e vizinhanças.
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■Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
b. L. cervinus geminatus (D. et B.).
L. geminatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. Vll:922. 1854.
Própria ás zonas central e nordestina.
Nome vulgar: Dorme-dorme.
XXXIX. — Gen. Tripanurgos Fitzincer
in Syst. Rept.:27. 1843.
Typo: compressus (— leucocephalus )
Genero monotypico, arboreo.
112. — Tripanurgos compressus (Daudin)
Coluber compressus Daudin - Rept.:247. 1803.
Commum desde os valles do Paraguay e Amazonas até o Brasil central.
XL. — Gen. Rhinobothry um Wagler
in Syst. Amph.: 186. 1830.
Typo: lentiginosum (— macrorhinum)
Genero monotypico, arboreo.
113. — Rhinobothryum lentiginosum (Scopoli)
Coluber lentiginosus Scopoli - Delic. Flor. Faun. Insubr. 111:41 .tab.XX:2. 17S5-
Registada nos valles do Paraguay e Amazonas e nas zonas central e Oc-
cidental.
XLI. — Gen. Imantodes Dm. et Bibr.
in Mém. Acad. Sc. XXIII:507. 1853.
Typo: cenchoa
Representado no Brasil por suas duas especies.
114. — Imantodes cenchoa (L.)
Coluber cenchoa Linneu - Syst. Nat. 1:226.1758.
Commum nos valles do Amazonas e Paraguay e países limitrophes até 0
México.
Nomes vulgares: Dormideira e Dorminhoca.
115. — Imantodes lentiferus Cope
Himantodcs lentiferus Cope - Amer. Natur.:613. 1894.
J. F. Gomes assignalou, em 1918, um exemplar procedente do Amazonas-
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A. do Amaral — Ophidios do Brasil 99
XLII. — Gen. Leptodeira Fitzincer
"i Syst. Rept.:27. 1843.
Typo: annulata
Genero bastante confuso e carente de revisão.
A especie hotamboeia, registada no Catalogo de Boulenger, deve ser sepa-
^da de Leptodeira e ligada a Crotaphopeltis, conforme Barbour e Amaral mos-
tram em 1927, ficando aquelle genero reservado para as especies neotropicas.
116. — Leptodeira annulata (L.)
Coluber annulatus Linneu - Syst. Nat. 1:224.1758.
Encontrada em todo o Brasil tropical, onde é representada pela raça L.
a nnulata annulata (L.); as outras raças occorrem desde a região trans-andina
sul-americana até o México e America do Norte.
Nota: Griffin já mostrou que a especie albofusca é synonyma de annulata.
XLIII. — Gen. Pseudoboa Schneidek
‘ n Hist. Amph. 11:281.180 ( pro parte).
Typo: coronata
117. — Pseudoboa bitorquata (Günther)
Tachymcnis bitorquatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4) IX : 1 9 . 1872.
Própria á bacia do Amazonas e já por mim registada para o Matto-Grosso.
Conforme o proprio Boulenger verificou, desta especie deverá separar-se P.
*ubmarginata (Peters), que é valida.
118. — Pseudoboa cloelia (Daudin)
Colubcr cloelia Daudin - Rept. VI:330.tab.LXXVlII. 1803.
Especie commum a todo o Brasil e America Tropical em geral.
Nomes vulgares: Limpa campo, Limpa matto, Limpa pasto; Mussurana
(centro e sudeste); Boini (littoral sudeste». Cobra preta (Amazônia) e Mama-
deira (extremo sul).
119. — Pseudoboa coronata Schneider
coronata Schneider - Hist. Amph. 11:286.1801.
Especie própria ao Brasil equatorial e tropical.
Nome vulgar: Cobra da lua (littoral da Bahia).
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
120. — Pseudoboa doliata (D. et B.)
Oxyrhopus doliatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:1020. 1854.
Especie rara e oriunda do Brasil centro-occidental.
121. — Pseudoboa formosa (Wied)
Especie divisível em 3 raças, duas das quaes occorrem no Brasil:
a. P. formosa formosa (Wied).
Oxyrhopus formosus Wied - N. Acta Acad. Leop. Carol. X(l) : 109. 1820.
Encontrada na zona centro-oriental.
b. P. formosa clathrata (D. et B.)
Oxyrhopus clathratus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII : 1026 . 1854.
Commum no sul e littoral sub-tropical.
122. — Pseudoboa guerini (D. et B.)
Rhinosimus guerini Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :991 . tab.LXXII. 1S54
Encontrada no nordeste, centro e oeste do Brasil.
123. — Pseudoboa haasi (Boettger)
Oxyrhopus haasi Boettger - Zool. Anzeiger XXIV:374. 1906.
Commum no Paraná e Estados vizinhos.
124. — Pseudoboa labialis (Jan)
Oxyrhopus labialis Jan - Elenco Sist.:93. 1863.
Assignalada por mim para o Matto Grosso.
125. — Pseudoboa neuwiedii (D. et B.)
Scytalc neuwiedii Duméril et Bibron - Erp. Gén. VlIrlOOl . 1854 ( pro parte).
Própria ás zonas central e septentrional e. como outras especies do genero-
susceptível de grandes variações do colorido.
Nome vulgar: Cobra de sangue.
126. — Pseudoboa occipitolutea (D. et B.)
Brachyruton occipitolutcum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII: 1009. 1854.
Especie rara, por mim assignalada para o Matto Grosso.
127. — Pseudoboa petola (L.)
Coluber petola Linneu - Syst. Nat. 1:225.1758.
Especie communissima no Brasil e em muitos países da America Tropical
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123. — Pseudoboa rhombifera (D. et B.»
Oxyrhopus rhombifer Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII : 1018. 1854.
Própria ás zonas meridional, central e Occidental.
Nomes vulgares: Boi-corá ou Bacorá, Cobra coral.
129. — Pseudoboa rústica (Cope)
Oxyrhopus rusticus Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XVII :92. 1877.
Encontrada na zona meridional e países Iimitrophes.
130. — Pseudoboa submarginata (Peters)
Oxyrhopus submarginatus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin :40 1 . IS7 1 .
Gomes assignalou esta especie no Amazonas.
131. — Pseudoboa trigemina (D. et B.)
Oxyrhopus trigeminus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII : 1013. 1854.
Abundantíssima em quasi todo o pais.
Nomes vulgares: Boi-corá ou Bacorá, Cobra coral.
XLIV. — Gen. Rhinostoma Dm. et Bibr.
,n Erp. Gén. VII:992. 1854.
Typo: guianense
132. — Rhinostoma guianense (Troschel»
Hcterodon guianensis Troschel - in Schomburgk — Reise Brit. Guyana 111:653. 1845.
Especie própria á zona sub-equatorial.
Nome vulgar: Bicuda.
133. — Rhinostoma iglesiasi Gomes
iglesiasi Gomes - Ann. Paulistas Med. Cir. IV(6) :l26.tab.IV:l-3. 1915.
Typo oriundo do Piauhy. Especie já assignalada também em Minas Geraes.
XLV. — Gen. Paroxyrhopus Schenkel
,n Verhandl. Naturfor. Ges. Basel XIII. 1 : 168. 1900.
Typo: reticulatus
Este genero descripto em 1900 era. até ha pouco, monotypico, pois continha
SOl nente a especie reticalatus, oriunda do Paraguay. Em 1923, descrevi a es-
P«cie atropurpureus, baseado em quatro exemplares procedentes de Minas Geraes.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Recentemente tive ensejo de examinar o typo de Oxyrhopus latifrontalis Wemer.
1913. no Museu de Hamburgo, tendo verificado ser idêntico a Paroxyrhopus
atropurpureus, que, dest’arte, deverá passar a chamar-se Paroxyrhopus latifron-
talis (Wemer, 1913).
134. — Paroxyrhopus latifrontalis (Werner)
Oxyrhopus latifrontalis Wemer - Jahrb. Wiss. Anst. Hamburg XXX:39.!913.
Encontrada em Minas Geraes.
XLVI. — Gen. Rhachidelus Boulenger
ia Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)11:31.1908.
Typo: brazili (monotypico)
135. — Rhachidelus brazili Boulenger
R. brazili Boulenger - loc. cit.:31.
Especia oriunda do sul e confundida, durante algum tempo, com a "mus-
surana” (Pseudoboa cloelia).
Nome vulgar: Cobra preta.
XLVII. — Gen. Tachymenis Wiegmann
in N. Acta Acad. Leop. Carol. XVII ( 1 ) :251 . 1835.
Typo: peruviana
136. — Tachymenis brasiliensis Go.mes
T. brasiliensis Gomes - Mem. Inst. Butantan. 1(1) :78.tab.XlV:l . 1918.
Procedente de São Paulo.
Nota: Na collecção do Butantan ha um exemplar com 15, em vez de !”•
series de escamas dorsaes.
XLVIII. — Gen. Dryophylax Wagler
in Syst. Amph.: 181 . 1830.
Typo: pallidus (=- nattereri).
Genero monotypico. porque, conforme mostrei em 1926, a forma strigM s
(=» nattereri) parece representar apenas uma subespecie de pallidus.
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137. — Dryophylax pallidus (Linneu)
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Representada por duas raças:
a. D. pallidus pallidus (.L.) .
Coluber pallidus Linneu - Syst. Nat. 1:221.1758.
Própria ás zonas nordestina e septentrional.
b. D. pallidus strigilis (Thunberg).
- oluber strigilis Thunberg - Mus. Acad. Upsal. 1:22.1787.
Distribuída pelo sul, centro e oeste.
Nomes vulgares: Ubiracoá (nordeste), Corre campo ou Corredeira (sul).
XLIX. — Gen. Tomodon Dm. et Bibr.
' n -Mém. Acad. Sc. XX111 :495. 1853 (pro parte).
Typo: dorsatus
138. — Tomodon dorsatus D. et B.
dorsatum Duméril et Bibron - Erp. Gén. Vil :934. 1854.
Distribuída pelo centro e sudeste.
Nomes vulgares: Corre campo (sudeste), Boipemi (centro).
139. — Tomodon ocellatus D. et B.
^ ocellatum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :938. 1854.
Encontrada desde o extremo sul. onde occorre a forma typica, T. ocellatus
° c ellatus (D. et B.), até o Paraguay, Uruguay e Argentina, onde também se
^contra a forma T. ocellatus trigonatus (Leybold).
Nome vulgar: Jararaquinha pintada.
L. — Gen. Ptychophis Gomes
Ann. Paulistas Med. Cir. IV. 6:127. 1915.
Typo: flavovirgatus (monotypico)
140. — Ptychophis flavovirgatus Gomes
**• flavovirgatus Gomes - loc. cit.:128.tab.lV:4-6.
Registada em Santa Catharina. donde procede o typo, e no Paraná.
LI. — Gen. Platyinion Amaral
1,1 Proc. New England Zool. Club VIII:91 . 1923.
Typo: lividum (monotypico)
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
141. — Platyinion lividum Amaral
P. lividum Amaral - loc. cit.:91; Arch. Mus. Nacional Rio XXVI : 1 9 . tab.III : 10- 1 2-
1926.
Encontrada em Matto Grosso.
LII. — Gen. Conophis Peters
in Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:519. 1860.
Typo: vittaíus
142. — Conophis taeniatus (Henselj
Philodryas taeniatus Hensel - Arch. Naturf.:331 . 1868.
Commum na parte meridional.
Llll. — Gen. Pseudablabes Boulenger
in Cat. Sn. Brit. Mus. 111:126.1896.
Typo: agassizii (monotypico)
143. — Pseudablabes agassizii (Ja.n)
Eirenis agassizii Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:260.1863.
Especie relativamente rara, encontrada na zona meridional.
LIV. — Gen. Chlorosoma Wagler
in Syst. Amph.: 185. 1830.
Typo: viridissimum
144. — Chlorosoma aestivum (D. et B.)
Dryophylax aestivus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI 1:1111. 1854.
Communissima em toda a região central e meridional.
Nomes vulgares: Boiubú ou Cobra verde.
145. — Chlorosoma mattogrosscnse (Koslovsky)
Philodryas mattogrossensis Koslowsky - Rev.Mus.de La Plata VIII :29. fig. - lS?-'
Encontrada com frequência em Matto Grosso e, ás vezes, ao noroeste ^ :
São Paulo.
Nomes vulgares: Cobra cipó e Furtacôr.
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146. — Chlorosoma nattereri (Steindachneri
Philodryas nattereri Steindachner - S'B. Akad. Vttss. Vien LXlI:345.tab.Y ? H:
*-3. 1870.
Especie assignalada por vários pontos do nordeste, centro e oeste, donde se
:f radia até a zona noroeste de S. Paulo.
Nome vulgar: Cobra cipó.
147. — Chlorosoma olfersii (Licht.)
lubcT olfersii Lichtenstein - Verz. Doubl.: 104. 1823.
Communissima no sul e centro-oeste, donde se irradia para o nordeste e
F*ra a regiào do Alto Amazonas.
Nomes vulgares: Boiubú ou Cobra verde.
148. — Chlorosoma oligolepis (Gomes)
• hilodryas oligolepis Gomes - in Amaral — Ann. Paulistas Med. Cir. lX.7:4.tab.
A:| *3.1921.
Typo procedente de Minas Geraes.
149. — Chlorosoma psammophideum (Günther)
Ülodryas psammophideus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)lX:23.tab.
,V; A.I872.
Própria ás zonas meridional e Occidental.
Nome vulgar: Cobra cipó.
150. — Chlorosoma schottii (Schlegel)
Xtnodo n schottii Schlegel - Physion. Serp. 11:91 .tab. 111:8-9. 1837.
Communissima em todo o Brasil, menos na zona propriamente equatorial
Nomes vulgares: Cobra cipó; Parelheira (extremo sul).
He
151. — Chlorosoma serra (Schlegel)
r Petodryas serra Schlegel - Physion. Serp. 11:1 80 . tmb.Vl 1 : 1 -2 . 1 837.
Commum em vários pontos do nordeste, centro e sudeste.
Nome vulgar: Cobra cipó.
152. — Chlorosoma viridissimum (L.l
-°laber viridissimus Linneu - Syst. Nat. 1:226.1758.
Própria aos valles do Amazonas e Paraguay.
Nome vulgar: Tucanaboia.
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106 Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
LV. — Gen. Oxybelis Wagler
in Syst. Amph.: 183. 1830.
Typo: acuminatus (= aeneus )
153. — Oxybelis acuminatus (Wied)
Coluber acuminatus Wied - Abbildung. Naturg. Brasil. 1822.
Commum nas zonas equatorial e tropical.
Nome vulgar: Bicuda.
154. — Oxybelis argenteus (Daudin)
Coluber argenteus Daudin - Rept. Vl:336.1803.
Própria aos valles do Amazonas e Paraguay.
Nome vulgar: Tucanaboia.
155. — Oxybelis fulgidus (Daudin)
Coluber fulgidus Daudin - Rept. Vl:352.tab.LXXX. 1803.
Também própria ás zonas equatorial e tropical.
Nome vulgar: Paranaboia (Matto Grosso).
LVI. — Gen. Erythrolamprus Wagler
in Syst. Amph.: 187. 1830 (pro parte).
Typo: acsculapii (=- agilis)
Genero monotypico para conter a especie aesculapii, devendo as dem* 15
especies, nelle incluídas por Boulenger, passar para o genero Coniophanes CoP e-
156. — Erythrolamprus aesculapii (L.)
Coluber acsculapii Linneu - Syst. Nat. 1:220.1758.
Abundantíssima em todo o Brasil e America Tropical.
Nomes vulgares: Boi-corá ou Bacorá; Cobra coral.
LVI1. — Gen. Tantilla Baird et Girard
in Cat. N. Amer. Rept. 1:131.1853.
Typo: coronata
Representado por varias especies geralmente subterrâneas e, por i 5 * 0 ’
susceptíveis a grandes variações. Ha algum tempo o venho revendo, mas o n1 *
terial que tenho estudado ainda não é sufficiente para que eu chegue a ^
conclusão sobre a validez de diversas de suas especies.
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A. do Amaral — Ophidios do Brasil 107
157. — Tantilla melanocephala (L.)
Coluber mclanocephalus Linneu - Syst. Nat. 1:218.1758.
Commum á zona equatorial e tropical.
LV111. — Gen. Xenopholis Peters
^ Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:440. 1869.
Typo: scalaris (monotypico)
158. — Xenopholis scalaris (Wucherert)
^ a pornorphus scalaris Wucherer - Proc. Zool. Soc.:325. 1861.
Encontrada no Brasil septentrional, oriental e central, donde se irradia á
re f>iào do Alto Amazonas.
LIX. — Gen. Elapomorphus Wiegmann
>n Eitzinger — Syst. Rept.:25. 1843.
Typo: blumii
Genero carente de revisão, porque suas especies, sendo subterrâneas, apre-
stam enorme variação.
159. — Elapomorphus bilineatus Dm. et Bibr.
bilineatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. V1I:839. 1854.
Commum no Rio Grande do Sul e regiões vizinhas.
^ota: penso que as duas especies, lemniscatus e trilincatus, reconhecidas
^°‘ Eoulenger, representam apenas variedades ou mesmo variações de £. bili-
,c 3tus D. et B., pelo que não as incluo na presente Lista.
160. — Elapomorphus blumii (Schlegel)
•^a/nar/a blumii Schlegel - Physion. Serp. 11:45.1837.
Encontrada especialmente nas zonas septentrional, oriental e central.
161. — Elapomorphus lepidus Reinhardt
• le Pidus Reinhardt - Vid. Medd. Naturh. for. Kjõb.:239.tab.IV:6-9. 1861.
Oriunda do nordeste.
162. — Elapomorphus nasutus Gomes
£
n <*sutus Gomes - Ann. Paulistas Med. Cir. IV. 6: 121 .tab. III : 1-3. 1915.
Encontrada em Minas Geraes e no nordeste.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
163. — Elapomorphus tricolor Dm. et Bibr.
E. tricolor Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :837. IS54.
Relativamente commum na zona do sul e do oeste.
Nome vulgar: Cobra coral.
LX. — Gen. Elapomojus Jan
in Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:42.1862.
Typo: dimidiai us
Genero monotypico, apparentemente anomalo.
164. — Elapomojus dimidiatus (Jan)
Elapomorphus dimidiatus Jan - loc. cit.:47.tab.e:fig..
Conhecida apenas pelo typo, procedente de localidade ignorada e conser*
vado no museu de Milão, onde o examinei ha pouco, comprovando sua validei*
LX1. — Gen. Apostolepis Cope
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:524. 1861.
Typo: flavotorquata
Representado por varias especies, todas subterrâneas e. por isso, suscepN'
veis de apresentar grandes variações facilmente conducentes a enganos de d'*'
gnose. A necessidade de sua revisão é palpitante, porque, com o acumulo d*
especies novas, elle se está tomando sobremodo complexo.
165. — Apostolepis ambinigra (Peters)
Rhynchonyx ambiniger Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:438.fig.2. 13í-’ -
Encontrada na região Occidental e países vizinhos.
166. — Apostolepis assimilis (Reinhardt)
Elapomorphus assimilis Reinhardt - Vid. Medd. Naturh. for. Kjõb.:235.tab-1' ’
, 1-5.1861.
Especie própria ás zonas central e sul-occidental.
167. — Apostolepis cearensis Gomes
A. ccarcnsis Gomes - Ann. Paulistas Med. Cir. IV. 6:122. tab.HI:4-8. 1915.
Provavelmente commum no nordeste. .
40
A. do Amaral — Ophidios do Brcsil 109
168. — Apostolepis coronata (Sauvage)
Blapomorphus coronatus Sauvage - Buli. Soc. Philomat. 17)1:110.1877.
Especie rara encontrada na zona sul-occidental.
169. — Apostolepis dorbignyi (Schlegel)
Calamaria d'orbignyi Schlegel - Physion. Serp. 11:30.1837.
Especie de localidade não registada no Catalogo de Boulenger. Relativa-
niente commum nos estados do sul e em Matto Grosso até a Bolivia oriental.
Nota: No Catalogo de Boulenger está assignalada, por engano, a presença
de 160 ventraes, em logar de 260.
170. — Apostolepis erythronota (Peters)
Mapomorphus erythronotus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:220. 1880.
Especie commum desde São Paulo até Matto Grosso.
171. — Apostolepis flavotorquata (D. et B.)
Eh*Fomorphus flavotorquatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :836. 1854.
Encontrada na zona central.
172. — Apostolepis intermedia Koslovsky
^ intermedia Koslowsky - Rev. Mus. de La Plata : VI 1 1 :30.tab.1 :4-7. 1898.
Typo procedente de Matto Grosso.
173. — Apostolepis longicaudata Gomes
longicaudata Gomes - in Amaral — Ann. Paulistas Med. Cir. lX(7-8) :3-4.tab.A:
4 '7-I921.
Typo procedente do Piauhy.
174. — Apostolepis nigroterminata Boulenger
nigroterminata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. UI:235.tab.X:2. 1896.
Typo procedente do Perü oriental. Especie registada para o Matto Grosso,
*°b o nome de A. borellii Peracca.
175. — Apostolepis rondoni Amaral
tondoni Amaral - Comm. L.T.E. Matto Grosso-Amazonas 84:25. figs.4-6. 1925.
Typo oriundo de Matto Grosso.
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.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
LXI1. — Gen. Parapostolepis Amaral
in Mem. Inst. Butantan. IV: 1929.
Typo: polylepis (monotypico)
Propús este nome para conter a especie por mim descripta em 1921 como
Apostolepis polylepis, que se distingue facilmente por ter 17 series de escamas
dorsaes.
176. — Parapostolepis polylepis (Amaral)
A. polylepis Amaral - Anex. Mem. Inst. Butantan (Ofiologia) 1 ( 1 > : 1 3.57 . tab.I :
5-8. 1921.
Especie procedente do Piauhy.
(Serie proteroglypha)
F. — Fam. E L A P I D A E
LXII1. — Gen. Micrurus Wagler
in Spix — Serp. brasil, spp. novae:48. 1824.
Typo: spixii
Representado por muitas especies de hábitos quasi exclusivamente subter-
râneos e por isso capazes de apresentar grandes variações morphologicas e chro-
maticas. Penso ser este um dos generos neotropicos que mais necessitam d*
uma revisão meticulosa.
177. — Micrurus albicinctus Amaral
M. albicinctus Amaral - Comm. L. T. E. Matto Grosso-Amazonas. 84:26. tab.:7-l0-
1925.
Procedente de Matto Grosso. O Museu de Vienna possue 2 exemplares p r °"
cedentes de São Paulo de Olivença, Bahia e colleccionados por Steindachner-
178. — Micrurus huckleyi (Boulenger)
Elaps bucklcyi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:416. tab.XXll:! . 1896.
Originaria da região do Amazonas e já registada no Pará.
179. — Micrurus corallinus (Wied)
Elaps corallinus Wied - N. Acta Acad. Leop. Carol. X : 108. tab.I V. 1820.
Das raças por mim descriptas em 1925, Af. corallinus corallinus (Wied) 0
corre em quasi todo o Brasil.
Nomes vulgares: Cobra coral. Boi-corá e Ibiboboca.
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A. co Amaral — Ophidios do Brrsil 11]
180. — Micrurus decoratus (Jan)
Elaps decoratus Jan - Rev. & Mag. Zool.:525. 1858.
Encontrada na região da Serra do Mar e zonas limitrophes.
Nome vulgar: Cobra coral.
181. — Micrurus filiformis (Günther)
Elaps filiformis Günther - Proc. Zool. Soc.:86.tab.XVlll :B. 1859.
Relativamente commum na região amazônica.
Nome vulgar: Cobra coral.
182. — Micrurus fischeri (Amaral)
£ ,a Ps fischeri Amaral - Anex. Mem. Inst. Butantan(Ofiologia)I(l) : 15,59. tab.II :
*-5. 1921.
Typo proveniente da Serra da Bocaina, São Paulo.
183. — Micrurus frontalis (D. et B.)
^ ,a ps frontalis Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII : 1223. 1854 ( pro parte).
Commum na zona meridional.
Nome vulgar: Cobra coral.
184. — Micrurus hemprichii (Jan)
^ ,a Ps hemprichii Jan - Rev. & Mag. Zool. :523. 1858.
Assignalada na Ilha do Marajó (Pará) por Mocquard, em 1908.
185. — Micrurus langsdorffi (Wagler)
Elap s langsdorffi VTagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:10.tab. 11:2. 1824.
Encontrada na região amazônica.
186. — Micrurus lemniscatus (L.)
^-'dubcr lemniscatus Linneu - Syst. Nat. 1:224.1758.
Especie commum desde o Amazonas até S. Paulo e por mim revista em 1925.
Nomes vulgares: lbiboboca ou Ibiboca (nordeste) e Boichumbeguassú
(,V '»tto Grosso).
187. — Micrurus narduedi (Jan)
^ la P* narduccii Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol.2:222. 1863.
Gomes assignalou um exemplar do Brasil septentrional.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
188 . — Micrurus spixii Wagler
iVf. spixii Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:48.tab.XVlll. 1824.
Commum na região amazônica.
189. — Micrurus surinamensis (Cuvier)
Elaps surinamensis Cuvier - Règne Animal 11:84.1817.
Encontrada na zona equatorial.
(Serie solenoglypha*
G. — Fam. CROTALIDAE
Sub-fam. LACHESINAE
LX1V. — Gen. Lachesis Daudis
in Hist. Nat. Rept. V:349.1803.
Typo: muta
Genero monotypico, conforme mostrei em 1926 (in Rev. Mus. Paulist*
XIV:34-40).
190. — Lachesis muta (L.)
Crotalus mutus Linneu - Syst. Nat. 1:373.1766.
Encontrada na região propriamente tropical, onde habita as mattas e fio*
restas, é a maior de todas as serpentes solenoglyphas. pois chega a attingir 3m.60
de comprimento.
Nomes vulgares: Surucucú (Amazônia e centro), Surucucú de fogo (Nor*
deste), Surucucü pico de jaca (Bahia), Surucutinga ou Surucucutinga (centro
e sudeste).
LXV. — Gen. Bothrops Wagler
in Spix — Serp. brasil, spp. novae:50. 1824.
Typo: atrox (= lanceolatus)
191. — Bothrops altemata D. et B.
B. altemata Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:1512.tab.LXXXII:l . 1854.
Própria á zona meridional, donde se extende até o sul da zona central.
Nomes vulgares: Urutú, Cruzeiro ou Cruzeira, Cotiara ou Coatiara e J*'
raraca rabo de porco (extremo sul) ou Jararaca de agosto (região de Lag 0 *
dos Patos).
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A. do Amaral — Ophidios do Brasil 113
192. — Bothrops atrox (L.)
Coluber atrox Linneu - Syst. Nat. 1:222.1758.
Abundante de São Paulo até o extremo norte, onde é a especie vene*
n °sa mais commum.
Nomes vulgares: Caissaca (nordeste) e Jararaca (norte).
193. — Bothrops bilineata (Wied)
Cophias bilineatus Wied. - Beitr. Naturg. Brasil. 1:483. (Abbildung) . 1825.
Especie própria á Bahia e ás zonas central e Occidental.
Nomes vulgares: Surucucú de patioba, Surucucu de pindoba e Patioba (sul
Bahia), Ouricana e Uricana e Surucucú pinta de ouro (sertão da Bahia),
J* r araca verde (centro até Espirito Santo).
194. — Bothrops castelnaudi D. et B.
casielnaudi Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII : 15 1 1 . 1854.
Especie rara, encontrada nas zonas septentrional e centro-occidental. Typo
^ r °cedente de Goyaz.
Nome vulgar: Jararaca cinzenta.
195. — Bothrops cotiara (Gomes)
^ ac hesis cotiara Gomes - Ann. Paulistas Med. Cir. 1(3) :65.tab.VIII. 1913.
Especie encontrada no sudeste de Minas Geraes e do Paraná para o sul.
Nomes vulgares: Cotiara ou Coatiara, Boicotiara (São Paulo e Paraná),
^ r araca preta (centro de Santa Catharina).
196. — Bothrops erythromelas Amaral
e
' er y thromclas Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII:96. 1923; Arch.
Vlus - Nacional Rio XXVI :20.tab.IV: 1-3. 1926.
Typo procedente da Bahia e paratypos oriundos da Bahia e do Ceará. En*
COt >trada também no Rio Grande do Norte.
Nome vulgar: Jararaca da secca.
197. — Bothrops iglesiasi Amaral
6
Wesiasi Amaral - Proc. New England Zool. Club V1II:97. 1923; Arch. Mus.
* ci °nal Rio XXVI:22.tab.lV:4-6. 1926.
Belativamente commum no Piauhy.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
198. — Bothrops insularis (Amaral)
Lachesis insularis Amaral - Anex. Mem. Inst. Butantan (Ofiologia) I < 1 ) : 1 8,62-
tabs. III, IV. 1921.
Muito commum na pequena ilha da Queimada Grande, São Paulo, unico Io*
gar em que occorre.
Nome vulgar: Jararaca ilhôa.
199 — Bothrops itapetiningae (Boulenger)
Lachesis itapetiningae Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XX:338. 1907.
Especie própria ao interior de São Paulo.
Nome vulgar: Cotiarinha.
200. — Bothrops jararaca (Wied)
Cophias jararaca >X’ied - Isis 11:1 103. tab.VI. 1824.
Especie distribuída da Bahia para o sul e communissima especialmente no
Paraná e em Santa Catharina.
Nomes vulgares: Jararaca, Jaraca ou Jaracá, Jararaca dormideira, JararaC*
preguiçosa, Jararaca da matta virgem, Jararaca do cerrado e Jararaca do campo-
201 — Bothrops jararacussu Lacerda
B. jararacussu Lacerda - L. Ven. Serp. Brésil:8.tab. III. 1884.
Especie mais rara, própria das zonas baixas ou alagadiças desde o littoral
do sul e leste até o oeste.
Nomes vulgares: Jararacussú ou Jararacussú verdadeiro; Jararacussu malh*
de sapo, Cabeça de sapo ou Patrona (Bahia e nordeste), Jararacussú ou Surucucd
tapete, Cobra tapete ou Tapete, Urutú dourado, preto, amarello ou estrella e SO'
rucucú dourado (Rio de Janeiro e sudeste até Minas Geraes).
202. — Bothrops neglecta Amaral
B. neglecta Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII : 101 . 1923; Arch. Mu*-
Nacional Rio XXVI:24.tab.lV:7. 1926.
Typo oriundo da Bahia.
203. — Bothrops neuwiedii Wagler
B. neuwiedii Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:56.íab.XXU :1 . IS2-L
Especie representada no Brasil por varias raças das quaes as seguintes forafl 1
por mim registadas (in Contr. Harvard Inst. Trop. Biol. Med. II :56*62.tabs.XlH'
XVI. 1925).
a. B. neuwiedii neuwiedii (Wagler) : recôncavo da Bahia.
b. B. neuwiedii lutei (-= bahiensis) (Ribeiro) : sertão da Bahia.
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A. do Amaral — Ophidios do Bixsil 115
c. B. neuwiedii piauhyensis: Piauhy.
d. B. neunicdii goyazcnsis : Goyaz.
e. B. neuwiedii pauloensis: São Paulo.
f. B. neun-iedii mattogrossensis: Matto Grosso.
g. B. neuwiedii minasensis : Minas Geraes.
h. B. neuwiedii paranaensis : Paraná.
i. B. neuwiedii riograndensis: Rio Grande do Sul.
Nomes vulgares: Jararaca ou Jararaca do rabo branco (São Paulo até o ex-
terno sul), Bocca de sapo (Matto Grosso), Rabo de osso (Goyaz). e Tira peia
(nordeste).
204. — Bothrops pirajai Amaral
pirajai Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :99 . 1923 ; Arch. Mus.
Acionai Rio XXVI :26.tab.lV:8. 1926.
Encontrada no sul da Bahia.
Observação: A especie B. lansbergii deixa de ser incluida nesta lista, por
na ° estar provada a sua occorrencia no Brasil, conforme assignalei em artigo
re cente, publicado no Bulletin of the Antivenin Institute of America (vol. III
N *1:21.I929).
Sub-fam. CROTALINAE
LXVI. — Gen. Crotalus Linneu
** Syst. Nat. 1:214.1758.
Typo: horridus
205. — Crotalus terrificus terrificus (Laurent.)
r - a udisona terrífica Laurentius - Syn. Rept.:93. 1768.
Forma commum a todas as zonas seccas do país, especialmente abundante
n ° centro e nordeste e relativamente rara no extremo sul.
Nomes vulgares: Cascavel; Cascavel de quatro ventas (nordeste); Boici-
n 'nga ou Boiçuninga ou Boiçununga e Maracá (Amazônia), Boiquira (sul), Ma-
r *caboia (centro).
(Trabalho da Secção de Ophiologia, ter-
minado em maio de 1930).
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ÍNDICE ALPHABETICO (*)
** ar ninaius ( Coluber ), 38.
p a "»i/M/ü 5 (Oxybelis), 38.
T^Oiimboia, 16.
^culapu (Coluber), 38.
. tcu!a Pii (Erythrolamprus) , 38.
u \ v o m ( Chlorosoma ), 36.
' (Dryophylax), 36.
JJutU (Dromicus), 19.
nnis ( Liophis ), 19.
***tizii (Eirenis), 36.
«“Mir/i (Pseudablabes), 36.
y etu Ua (Coluber), 17.
AhJ ,UlIa * Leptophis ) , 17.
,? aet ulla nigromarginata, 17.
j, 3rtu ^ a occidentalis, 17.
í!K el - ulIa polylepis, 15.
ilbí 4 ,rtCtus (Micrurus), 42.
o lKit OIU (Üipsadomorus) , 28.
(Dipsas ), 28.
«/«»** ( Leprtotyphlops ) , 8.
itl rons (Stenosloma), 8.
aij > ^ rns ‘ s (Leimadophii) , 17.
(toa), 17.
r <ta/js (Leptognathus), 21.
a». ' na ns ( Sibynomorphus ), 27.
(Bolhrops). 44.
Uaoptó), 19.
Ont!-' u . ger (Apostole pis), 40.
a in (fra (Rhynchonyx), 40.
aJ* nus ( Enicognathus 1, 19.
( Lygophis ), 19.
4n * agUa > 9.
reticulatus, 7.
*cy/a/«-, 12.
(Helicops), 12.
(Coluber), 12.
j 11.
*0*<«/*, 12.
tn„ U , a,ã ( Leptodeira ), 31.
«n„ , ía annulata ( Leptodeira ), 31.
«n/aíu, ( Coluber ) , 31.
««„ a/a (Coronella). 19.
a r n male P‘ s (S pilotes pullatus), 15.
*r£ al V iU °P his) ’ 19.
j** 0 Phis, 18.
* «olepis , 40.
Apostolepis ambinigra, 40.
Apostolepis assimilis, 40.
Apostolepis borellii, 41.
Apostolepis cearensis, 40.
Apostolepis coro nata, 41.
Apostolepis dorbignyi, 41.
Apostolepis erythronota, 41.
Apostolepis Jlavotorquata, 41.
Apostolepis intermedia, 41.
Apostolepis longicaudata, 41.
Apostolepis nigroterminata, 41.
Apostolepis polylepis, 42.
Apostolepis rondoni, 41.
Araboia, 15, 16.
Araramboia, 11.
argenteus (Coluber), 38.
argenteus (Oxybelis), 38.
Arygboia, 9.
assimilis (Apostolepis), 40.
assimilis (Elapomorphus), 40.
Atractus, 25.
Atractus badius, 25.
Atractus ela ps, 25.
Atractus emmeli, 25.
Atractus gucntheri, 25.
Atractus latifrons, 25.
Atractus maculatus, 25.
Atractus major, 25.
Atractus reticulatus, 26.
Atractus reticulatus reticulatus, 26.
Atractus trihedrurus, 26.
atropurpureus (Paroxyrhopus) , 33.
atrox (Bolhrops), 45.
atrox (Coluber), 45.
Azulio-boia, 17.
Bacorá, 33. 38.
badius (Atractus), 25.
badius (Brachyorrhos), 25.
barbouri (Sibynomorphus), 21.
bicincta (Urotheca), 23.
bicinctus (Coluber), 23.
Bicuda, 17, 33, 38.
bifossatus (Coluber), 13.
bifossatus < Drymobius ), 13.
bilineata (Bolhrops), 45.
bilineatus (Cophias), 45.
bilineatus (Elapomorphus), 39.
* Paginação deste índice corresponde á das separatas, a qual »e encontra em baiao de cada patina do testo.
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118 Memórias do Instituto
Butaman — Tomo IV
Birú, 13.
Brachyruton occipitoluteum, 32.
I Birú listada, 13.
brandon-jonesii (Sordellina ) , 22.
bitorquata ( Pscudoboa 1 , 31.
brasiliensis (Tachymcnis), 34.
Htorquatus (Tachymcnis 1 , 31.
brasiliensis (Ungalia), 11.
blamii ( Calamaria ), 39.
brazili (Drymobius), 13.
blumii ( Elapomorphus ), 39.
brazili ( Liòphis ), 19.
Boa, 10.
brazili ( Rhachidelus 1, 34.
Boa canina, 10.
brazili {Rhadinaea) , 19.
Boa cenchria, 9.
buckleyi ( Elapst, 42.
i Boa constrictor, 10.
buckleyi ( Micrurus ), 42.
Boa hortulana, 10.
Cainana, 15, 16.
Boa hortulana cookii, 1 1 .
Caissaca, 45.
Boa hortulana hortulana, 10.
Calamaria blumii, 39.
Boa m urina, 9.
Calamaria d’orbignyi, 40.
Bocca de sapo, 47.
boddacrtii (Coluber), 13.
Campeira, 18.
canina (Boa), 10.
boddaertii ( Drymobius 1, 13.
Caninana, 15.
Boi-corá, 33, 38, 42.
Capitão do campo, 21.
Boichumbeguassú, 43.
carinatus (Chironius), 16.
Boicininga. 47.
carinatus (Ccluber), 16.
Boicoatiara, 45.
carinicauda (Helicops), 12, 13.
Boicorá, 22.
carinicaudus (Coluber), 12.
Boiçuninga, 47.
Cascavel, 47.
Boiçununga, 47.
Cascavel de quatro ventas, 47.
Boi-ussú, 9.
castelnaudi 1 Bothrops !, 45.
Boiga, 29.
cateskyei (Coluber), 27.
Boiguassú, 9.
catesbyei (Sibynomorphus) , 27.
Boipcmi, 35. ,
Catostoma, 25, 26.
Boipeva, 21.
Catostoma põppigi, 26.
Boipevassú. 23.
Catostoma ruthveni, 26.
Boiquira, 47.
Caudisona terrífica, 47.
1 Boirú, 31.
cearensis (Apostolepis) , 40.
Boissú, 9.
cenchoa (Coluber), 30.
| Boitiaboia, 16.
cenchoa ( Himantodes i. 30.
Boiubú, 36, 37.
cenchoa (Imantodes) , 30.
Boiuna. 9.
cenchria ( Boa 1,9.
borellii (Apostole pis), 41.
cenchria cenchria (Epicrates), 9.
Bothrops, 44.
cenchria crassus (Epicrates), 9.
Bothrops alternata, 44.
cenchria (Epicrates), 9.
Bothrops atrox, 45.
cervina (Coronella), 29.
Bothrops bilincata, 45.
cen-inus ccrvinus (Lycognathus) , 29.
Bothrops castelnaudi, 45.
ccrvinus geminatus ( Lycognathus ), 30.
Bothrops cotiara, 45.
ccrvinus (Lycognathus), 29.
Bothrops erythromelas, 45.
Chata, 21.
Bothrops iglesiasi, 45.
Chironius, 16.
Bothrops insularis, 46.
Chironius carinatus, 16.
Bothrops itapetiningae, 46.
Chironius fuscus, 16.
Bothrops jararaca, 46.
Chironius sexearinatus, 16.
Bothrops jararacussu, 46.
Chlorosoma, 36.
Bothrops lansbergii, 47.
Chlorosoma aestivum, 36.
Bothrops neglecta, 46.
Chlorosoma mattogrossense, 36.
Bothrops ncuwiedii, 46.
Chlorosoma nattereri, 31.
Bothrops ncuwiedii goyazensis, 47.
Chlorosoma olfersii, 31.
Bothrops ncuwiedii lutei, 46.
Chlorosoma oligolepis, 31.
Bothrops ncuwiedii mattogrossensis, 47.
Chlorosoma psammophideum, 37.
Bothrops ncuwiedii minasensis, 47.
Chlorosoma schottii, 37.
Bothrops ncuwiedii ncuwiedii, 46.
Chlorosoma serra, 37.
Bothrops ncuwiedii paranaensis, 47.
Chlorosoma viridissimum, 37.
Bothrops ncuwiedii pauloensis, 47.
clathrata (Pscudoboa formosa), 32.
Bothrops neuwiedii piauhyensis, 47.
clathratus (Oxyrhopus ), 32.
Bothrops neuwiedii riograndensis, 47.
cloelia (Coluber), 31.
Bothrops pirajai, 47.
cloelia (Pscudoboa), 31, 34.
Brachyorrhos badius, 25.
50
Coatiara, 44, 45.
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
119
5°Híra, 44, 45.
'obella ( Coluber >, 20.
«M/a < Liophis ) , 20.
r*ra cipó, 13, 14, 16. 36, 37.
r^ra coral, 12, 22, 23, 24, 33, 38, 40, 42, 43.
r*ra d’agua, 12, 20. 23.
r*ra da lua, 31.
J^bra de capim, 18.
r^ra de lixo, 18.
Çobr
Cob:
Cobi
Cobi
Cobi
ra de sangue, 32.
r a de veado, 9, 10.
ra espada, 17.
ra lisa, 20.
ra nova, 13.
Sbr* papaeai0 '
Cob
Cob.,
Çobr
ra preta, 31, 34.
f a tapete, 46.
ra verde, 18, 36. 37.
"as cegas, 7, 8.
r‘ uter ,
p uber acuminatus, 3S.
p °‘Uber acsculapú, 38.
rZ Ub ' T ahaetulla, 17.
r° 0 ^r angulatus, 12.
_ -o ber annulatus, 31.
r nl aber argenteus, 38.
r n , abfr utrox, 45.
r., ttbfr bicinctus, 23.
C r ,, Ubcr bifossatus, 13.
Co i°^ fr boddaertii, 13.
r ol Ub f r carinatus, 16.
C carinicaudus. 12.
cttt **byei, 27.
ç., abrT cenchoa, 30.
Co;"*" cl °*U*, 31.
C 0 ;“í" cobclla, 20.
P a ,. Tr compressus, 30.
c orais, 16.
Co i u h . er Wdus, 38.
Cof"?" fuscas, 16.
Cot i r lemniscatus, 43.
Co/l' lentiginosus, 30.
Co/ a beatas, 19.
Co iJ r m elanocephalus, 39.
C 0 , bcr miliaris, 20.
Co/°i r uebulatus, 26.
Co/!í" Olfersii, 37.
C 0 “v fr Pallidus. 35.
rl Ubtr petola. 32.
Co u7 r Plicalilis, 23.
Co/n a r Poccilogyrus, 18
Coi l Poccilostoma, 15.
C Zj! er Pullalas, 15.
r -C:: reginac ’ L s -
[Uber
uber
severas, 22.
slrigilis, 33.
CoJnJ" ,y P hlus ’ 18
C 0 , ° er undulatus, 21.
c o/Jí er viridissimus, 37.
'ofnA Uí lOphis), 21.
C,“ r " I “* (Xcnodon), 21.
c 0( ? e -lesma, 27.
erfssuj (Coluber), 30.
compressus ( Tripanurgos ), 30.
Coniophanes, 38.
Conophis, 36.
Conophis taeniatus. 36.
Constrictor, 10.
Constriclor ( Boa), 10.
Constrictor constrictor, 10.
Constrictor constrictor constrictor, 10.
cookii ( Boa hortulana 1 , 11.
cookii ( Corallus ), II.
Cophias bilineatus, 45.
Cophias jararaca, 46.
corais (Coluber), 16.
corais corais ( Drymarchon ) , 15, 16.
corais ( Drymarchon ), 16.
Coral. 20, 25.
Coral d'agua, 12.
corallinus corallinus ( Micrurus ), 42.
corallinus (Elaps), 42.
corallinus (Micrurus) . 42.
Ccrallus cookii, 11.
coronata (Apostolepis) , 41.
coronata (Pscudoboa), 31.
coronatus (Elapomorphus), 41.
Coronella anômala, 19.
Coronella cervina, 29.
Coronella jaegeri, 20.
Corre campo. 35.
Corredeira, 35.
Cotiara, 44, 45.
cotiara ( Bothrops), 45.
cotiara (Lachesis), 45.
Cotiarinha. 46.
crassos (Epicrates), 9.
crassas (Epicrates cenchria), 9.
Crotalus, 47.
Crotalas mutus, 44.
Crotalus terrificus terrificus, 47.
Crotaphopeltis, 31.
Cruzeira, 44.
Cruzeiro. 44.
Curidiú, 9.
Cururuboia, 22.
Cyclagras, 23.
Cy cia gr as gigas, 23.
dccoratus ( Elaps I, 43.
decoratus (Micrurus), 43.
dendrophis (Drymobius), 14.
dendrophis (Herpetodryas), 14.
dirhrous (Herpetodryas). 14
D^mades, 23.
Dimades plicatilis, 23.
dimidiata (Leptotyphlops), 8.
dimidiatum (Stenostoma). 8.
dimidiatus (Elapomojus ) . 40.
dimidiatus (Elapomorphus), 40.
Dipsadomorphus, 29.
Dipsadomorus albifrons, 28.
Dipsas, 28.
Dipsas albifrons, 28.
Dipsas indica, 29.
Dipsas mikanii, 28.
Dipsas neirai, 29.
51
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
120
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Dipsas pavonina, 28.
Dipsas variegata, 29.
doiiata ( Pscudoboa 1 , 32.
doliatus (Oxyrhopus ! , 32.
dorbignyi ( Apostolepis ), -II.
d’orbignyi (Calamaria), 41.
dorbignyi ( Hererodon ), 22.
dorbignyi (Lystrophis) , 22.
Dorme-dorme, 26, 27, 30.
Dormideira, 26, 27, 28, 29, 30.
Dorminhoca, 26, 27, 30.
dorsatum ( Tomodon ), 35.
dorsatus (Tomodon), 35.
Dromicus affinis, 19.
Drymarchon, 16.
Drymarchon corais, 16.
Drymarchon corais corais, 15, 16.
Drymoluber, 14.
Drymolubcr dichrous, 14.
Drymobius, 13.
Drymobius bifossatus, 13.
Drymobius boddaertii, 13.
Drymobius brazili, 13.
Drymobius dcndrophis, 14.
Drymobius rubriceps, 14.
Dryophyiax, 34.
Dryophylax aestivus, 36.
Dryophyiax pallidus, 35.
Dryophylax pallidus pallidus, 35.
Dryophylax pallidus strigilis, 35.
Eircms agassizii, 36.
clapoides curyzcna ( Urothcca ), 23.
Elapomoius, 40.
Elapomojus dimidiatus, 40.
Elapomorphus, 39.
Elapomorphas assimilis, 40.
Elapomorphus bilinealus. 39.
Elapomorphus blumii, 39.
Elapomorphus coronaius, 41.
Elapomorphus dimidiatus, 40.
Elapomorphus erythronotus, 41.
Elapomorphus flavotorquatus, 41.
Elapomorphus lepidus, 39.
Elapomorphus nasutus, 39.
Elapomorphus scalaris, 39.
Elapomorphus tricolor, 40.
claps (Atractus ) . 25.
Elaps buckleyi, 42.
Elaps corallinus, 42.
Elaps dccoratus, 43.
Elaps filiformis, 43.
Elaps fischeri, 43.
Elaps frontalis, 43.
Elaps hemprichii, 43.
Elaps langsdorffi, 43.
Elaps martii, 24.
Elaps narduccii, 43.
claps (Rhabdosoma ) , 25.
Elaps surinamensis, 44.
Elaps triangularis, 24.
emmcli (Atractus), 25.
cmmeli (Gcophis), 25.
Enicognathus amoenus, 19.
Enicognathus mclanauchcn, 20.
Enicognathus occipitalis, 21.
Epicrates, 9.
Epicrates cenchria, 9.
Epicrates cenchria cenchria, 9.
Epicrates cenchria crassus, 9.
Epicrates crassus, 9.
erythromelas (Bothrcps), 45.
Erythrolamprus, 38.
Erythrolamprus aesculapii, 38.
erythronota (Apostolepis) , 41.
erythronotus (Elapomorphus), 41.
Eunectes, 9.
Eunectes murinus, 9.
Eunectes notaeus, 9.
euryzona (Pliocercus) , 23.
curyzona (Urothcca elapoides ), 23.
fasciatus (Sibynomorphus mikanii •, 28.
filiformis (Elaps), 43.
filiformis ( Micrurus ), 43.
fischeri (Elaps), 43.
fischeri (Micrurus), 43.
flavifrenatus ( Lygophis ), 19.
flavotorquata (Apostolepis), 41.
flavotorquatus (Elapomorphas), 41.
flavovirgatus (Ptychophis), 35.
formosa clathrata (Pseudoboa) , 32.
formosa formosa (Pscudoboa), 32.
formosa (Pseudobca) , 32.
formosus (Oxyrhopus) , 32.
frontalis (Elaps), 43.
frontalis (Micrurus), 43.
fulgidas (Coluber), 38.
(ulgidus (Oxybclis), 3S.
Fura-terras, 7, 8.
Furtc-côr, 36.
fuscus (Chironius), 16.
fuscus (Coluber), 16.
garbei (Sibynomorphus), 27.
geminatus (Lycognathus) , 30.
geminatus (Lycognathus cervinus), 30.
gcnimaculata (Liophis), 20.
genimaculatus (Liophis), 20.
Geophis, 25.
Geophis emmeli, 25.
Geophis guentheri, 25.
Geophis latifrons, 25.
Geophis reticulatus, 26.
Geophis ruthvcni, 26.
Giboia, 10, 21.
Giboia furta-côr, 9.
Giboia parda. 9.
Giboinha, 11.
gigas (Cyclagras), 23.
gigas (A rr.odon), 23.
Goipeba, 18.
gome si ( Helicops ), 12.
goyazensis (Bothrops ncuuncdii), 47.
guentheri (Atractus), 25.
guentheri (Geophis), 25.
guentheri (Helminthophis) , 7.
guentheri (Ophis), 21.
guentheri (Xenodon), 21.
52
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
121
** erin { ( Pseudoboa ) , 32.
«Bíri/ji ( Rhinosimus), 32.
«“«nense {Rhinostoma), 33.
, i vtçnsis ( Heterodon ), 33.
l a '~ r j s ( Trachyboa ), II.
i s [ iOxyrhopus), 32.
•*asi ( Pseadoboa), 32.
^anni ( Helicops ), 12.
H 1 ,‘ c °F*, 12.
u tl ‘ C0 Ps angalata, 12.
• «tcops carinicauda, 12, 13.
f «copj gomesi, 12.
H[. COps hagmanni, 12.
l ‘c°ps leopardina, 12.
modesta, 13.
;‘. C0 Ps modestus, 13.
pictiventris,
Htu c ° rs p°‘y Ie P is > > 3 -
tfefí,
fops pictiventris, 13.
o r-^Ps trivittata, 13.
u t! . mi nthophis, 7.
f,',Í nt hophis guenthcri, 7.
H '»[nthophis ternetzii, 7.
L / m ‘ithophis wilderi, 7.
^Frichii (Ela ps), 43.
p. rrt Frichii (Micrurus) , 43 .
f/ r Fetodryas dendrophis, 14.
üjFctodryas dichrous, 14.
Fctodryas serra. 37.
Het Cr0<lon dorbignyi, 22 .
Hr, er °^ on ftoianensis. 33.
fj n c ' 0 d°n his tricas, 22.
tj ' r °d°n rhinostoma, 24.
t>., rro d° n semicinctus, 22 .
H', 0r hachis, 26, 27.
y]:' ror hachis poecUolcpis, 27.
hl, 7 Q Vedes cenchoa, 30.
H,; r ‘. cu * (Heíerodon). 22.
HaH e ? X ( Lystrophis ) , 22 .
t^yjopsis leopardina, 12 .
4 0r “^a (Boa*. 10.
Hor^vna cookii (Boa*. II.
R*j U ana hortulana (Boa), 10.
K°P*. 24.
Hyj ops triangularis, 24.
Hy/° r * triangularis martii, 24.
íh- vj"° rs triangularis triangularis, 24.
tbi^' «.
25 > 42 - 43
igl r . as ‘. (Bothrops), 45.
Ir, ,‘ as ‘ (Rhinostoma), 33.
/«to* 4 . 30.
O*» cenchoa, 30.
■y /o * J lentifcrus, 30.
<D/ps«* . 29.
">i âi Us . iimas * Liophis ) , 20.
í**, , ar (* (Bothrops), 46.
íaj. 0,1 * ( Lachesis ) , 46.
Iirjj n>e dia ( Apostole pis) , 41.
à a - f /'f maculata, 25.
t a[ lril ngae (Bothrops), 46.
(Lachesis), 46.
Cn' b#Ía - ,8 ‘
,n *rana, 22.
Jaçanarana, 22.
jaegeri (Coronella), 20.
jaegeri ( Liophis I, 20.
Jaraca, 46.
Jaracá, 46.
Jaracambeva, 21.
Jararaca, 45, 46, 47.
jararaca ( Bothrcps *, 46.
Jararaca cinzenta, 45.
jararaca ( Cophias '*, 46.
Jarcraca da matta virgem, 46.
Jararaca da praia, 22.
Jararaca da secca, 45.
Jararaca de Agosto, 44.
Jararaca do banhado, 13.
Jararaca do campo, 46.
Jararaca do cerrado, 46.
Jararaca do rabo branco, 47.
Jararaca do taboleiro, 20.
Jararaca dormideira, 46.
Jararaca ilhôa, 46.
Jararaca listada, 19.
Jararsca preguiçosa, 29, 46.
Jararaca preta, 45.
Jararaca rabc de porco, 44.
Jararaca verde, 11, 45.
Jararacambeva, 21.
Jararacussú, 46.
jararacassu (Bothrops), 46.
Jararacussú cabeça de sapo, 46.
Jararacussú do brejo, 13.
Jararacussú malha de sapo, 46.
Jararacussú verdadeiro, 46.
Jararaquinha do campo. 17, 18, 20.
Jararaquinha pintada, 35.
labiaUs (Oxyrhopus), 32.
labialis i Pseudoboa), 32.
Lachesis, 44.
Lachesis cotiara, 45.
Lachesis insularis, 46.
iMchesis itapetiningac , 46.
Lachesis muta. 44.
Lampropcltis, 24.
LampropcUis micropholis, 24.
langsdorffi (Ela ps), 43.
langsdorfji Olicrurus), 43.
lansbergii (Bothrops). 47.
latifrons ( Atractus), 25.
latifrons (Geophis), 25.
latifrontalis (Ôxyrhopus), 34.
latifrontalis ( Paroxyrh.opus) , 34.
Leimadophis, 17.
Leimadophis almadensis, 17.
Leimadophis mclanostigma, 18.
Leimadophis oligolepis, 18.
Leimadophis roecilogyrus, 18.
Leimadophis reginae, 18.
Leimcdophis sagittifer, 18.
Leimadophis typhlus, 18.
Leimadophis viridis, 18.
Leiosophis, 23
lemniscatus (Coluber), 43.
lemniscatus l. Micrurus), 43.
53
cm
SciELO
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122 Memórias do Instituto
Butantan — Tomo IV
lentiferus ( Imantodes ), 30.
Lystrophis, 22.
lentiginosus < Coluber ), 30.
Lystrophis dorbignyi, 22.
lentiginosum (Rhinobothryum) , 30.
Lystrophis histricus, 22.
leopardina ( Helicops ) , 12.
Lystrophis semicinctus, 22.
leopardina ( Homalopsis 1, 12.
macrolepis ( Leptotyphlops 1, 8.
lepidus (Elapomorphus), 39.
macrolepis (Stencstoma) , 8.
Leptodeira, 31.
Leptodcira annulata, 31.
maculata (Isoscelis), 25.
maculatus (Atractus), 25.
Leptodeira annulata annulata, 31.
maculatus ( Spilotes pullatus ), 15.
Leptognathus alternans, 27.
major (Atractus) , 25.
Leptognathus turgidus, 28.
Mamadeira, 31.
Leptognathus varie gatus, 29.
Maracá, 47.
Leptognathus ventrimaculatus, 2S.
Maracaboia, 47.
Leptophis, 16.
Leptophis ahaetulla, 17.
Leptophis occidentalis, 17.
Leptophis occidentalis nigromar ginatus, 17.
martii ( Elaps ), 24.
martii (Hydrops triangularis) , 24.
mattogrossense l Chlorosoma) , 36.
mattogrossensis (Bothrops neuwicdii l,
Leptophis occidentalis occidentalis, 17.
mattogrossensis ( Philodryas ), 36.
Lcptotyphlops, 8.
mclanauchen (Enicognathus) , 20.
Lcptotyphlops albifrons, 8.
mclanauchen (Liophis), 20.
Leptotyphlops dimidiata, 8.
melanocephala (Tantilla), 39.
Lcptotyphlops macrolepis, 8.
melanocephalus (Coluber), 39.
Leptotyphlops septemstriata, 8.
melanostigma (Leimadophis), 18.
Limpa campo, 31.
melanostigma (Natrix), 18.
Limpa matto, 31.
merremii (Ophis), 21.
Limpa pasto, 31.
micropholis (Lampropeltis) , 24.
lineatus (Coluber), 19.
Micrurus, 42.
lineatus ( Lygophis ), 19.
Micrurus albicinctus, 42.
Liopeltis sagittifer, 18.
Micrurus buckleyi, 42.
Liophis, 1 9.
Micrurus corallinus, 42.
Liophis affinis, 19.
Micrurus corallinus corallinus, 42.
Liophis amarali, 19.
Micrurus decoratus, 43.
Liophis anomalus, 19.
Micrurus filiformis, 43.
Liophis brazili, 19.
Micrurus fischeri, 43.
Liophis cobella, 20.
Micrurus frontalis, 43.
Liophis genimaculata, 20.
Micrurus hemprichii, 43.
Liophis genimaculatus, 20.
Micrurus langsdorffi, 43.
Liophis insignissimus, 20.
Micrurus lemniscatus, 43.
Uophis jaegeri, 20.
Micrurus narduccii, 43.
Liophis longiventris, 20.
Micrurus spixii, 44.
Liophis mclanauchen, 20.
Micrurus surinamensis, 44.
Liophis miliaris, 20.
mikanii 1 Dipsas ), 28.
Liophis miliaris miliaris, 20.
mikanii fasciatus (Sibynomorphus), 28.
Liophis miliaris semiaureus, 20.
mikanii mikanii (Sibynomorphus ) , 28.
Liophis obtusus, 21.
mikanii ( Sibynomorphus ), 28.
Liophis occipitalis, 21.
miliaris (Coluber), 20.
Liophis oli gole pis, 18.
miliaris (Liophis). 20.
Liophis poecilopogon, 19, 21.
miliaris miliaris (Liophis), 20.
Liophis undulatus, 21.
miliaris semiaureus (Liophis), 20.
Liophis viridis, 18.
minasensis (Bothrops ncuwiedii), 47.
lividum ( Platyinion) , 36.
Minhocas, 7, 8.
longicaudata (Apostolcpis), 41.
modesta (Helicops), 13.
longiventris (Liophis), 20.
modestus (Helicops), 13.
lutei, Bothrops neuwiedii, 46.
m urina (Boa), 9.
Lycognathus, 27, 29.
murinus (Eunectes) , 9.
Lycognathus cervinus, 29.
Mussurana, 31, 34.
Lycognathus cervinus cervinus, 29.
muta (Lachesis) , 44.
Lycognathus cervinus geminatus, 30.
mutus (Crotalus), 44.
Lycognathus geminatus, 30.
Myron trivittatus, 13.
Lygophis, 18.
narduccii (Elaps), 43.
Lygophis amoenus, 19.
narduccii (Micrurus), 43.
Lygophis flavifrenatus, 19.
nasutus (Elapomorphus) , 39.
Lygophis lineatus, 19.
54
nattereri (Chlorosoma), 37.
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
123
?*ri ( Philodryas ), 37.
’v r, . x ulmadensis, 17.
,\. l - Z mc ' a nostigma, 18.
i^ rix sexcarinata, 16.
r , r,í sulphurea, 15.
< Coluber ) , 26.
< ecta ( Bothrops ), 46.
£2 <£«>*«), 29.
íf D . aií< ^í ( Bothrops ), 46.
goyazcnsis (Bothrops), 47.
r.,*‘ ed i‘ lutei (Bothrops), 46.
mattogrossensis (Bothrops ) , 47
ttj* 1 *^** minasensis (Bothrops), 47.
neuwiedii (Bothrops), 46.
(Ophis), 22.
^ paranaensis (Bothrops), 47.
>sV e< *‘.‘. Fouloensis (Bothrops), 47.
v!*"® Piauhyensis (Bothrops) , 47.
«,“*!**« (Pseudofcoa), 32.
» •_
fcfrç, . irjcuuupüui, vU.
tf„ riograndcnsis (Bothrops), 47.
v?**' (Scytale), 32.
IXenodon), 22.
>*«ú, n.
Mftaefu//a), 17.
t ', " tar ginatus (Leptophis occidentalis) , 17.
. , frrr > inata (Àpostolepis) , 41.
, ^aí! 4 í í, £un< ' í ' ,<,,) * 9
^l utdinaea ^ 21 .
(Ltophis ) , 21.
a/íi (Ahaetulla), 17.
6c túj rnta ^. s (Leptophis), 17.
*"if UaU * nigromarginatus (Leptophis) , 17.
Vc^ú occidentalis (Leptophis), 17.
.«*£«* (Enicognathus), 21.
Vc££?« (íiopAi*). 21.
, fa (Pseudoboa), 32.
’'r!h,, uleüm (Brachyruton), 32.
w tf., Brn (Tomodon), 35.
(Tomodon), 35.
% ''tu. at oceUaius (Tomodon), 35.
teigonatas (Tomodon), 35.
'■(ff., 1 .. ( Chlorosoma 1, 37.
•qgJíCofa*,), 37.
(Chlorosoma), 37.
V> 0 , F ‘* (Leimadophis ) , 18.
ytol,í‘. s (Liophis), 18.
( phi lodryas) , 37.
Ci r £*- 21.
%*;! n, ubrinus, 21.
°r£ gu 'ntheri, 21.
°J*Í. me 'remii, 21.
°P* Jt ne *»iedii, 22.
22 -
oeuminatus, 38.
SfcJ-* ar * e nteus, 38.
SS; /“^idus. 38.
elothratus, 32.
J*yrhJ Put doliatus, 32.
St" /ormosaa, 32.
Va! Pbi Am*. 32.
Pn * labialis, 32.
Oxyrhopus latifrontalis, 34.
Oxyrhopas rhombifer, 33.
Oxyrhopus rusticus, 33.
Oxyrhopus submarginatus, 33.
Oxyrhopus trigeminus, 33.
pallidus (Coluber), 35.
pallidus (Dryophylax), 35.
pallidus pallidus (Dryophylax), 35
pallidus strigilis (Dryophylax) , 35.
Papa-ovo, 16.
Papa-ovos, 16.
Papa pinto, 15, 16.
Papa pinto de papo amarello, 15.
Papa pinto de papo vermelho, 15.
Paranaboia, 38.
paranaensis (Bothrops neuwiedii ), 47.
Parapostolepis, 42.
Parapostolepis polylepis, 42.
Parclheira, 37.
Paroxyrhopus, 33.
Paroxyrhopus atropurpureus, 33.
Paroxyrhopus latifrontalis, 34.
Paroxyrhopus reticulatus, 33.
Patioba, 45.
Patrona, 46.
paucisquamis (Tropidophis), 11.
paucisquamis (Ungalia), 11.
pauloensis (Bothrops neuwiedii), 47.
pauloensis (Sordellina ) , 23.
pavonina (Dipsas), 28.
pavoninus (Sibynomorphus) , 28.
Pelophilus, 10.
Pepeva, 21.
petola (Coluber), 32.
petola ( Pseudoboa ), 32.
Philodryas mattogrossensis, 36.
Philodryas nattereri, 37.
Philodryas oligolepis, 37.
Philodryas psammophideus, 37.
Philodryas taeniatus, 36.
Phrynonax, 14.
Phrynonax angulifer, 15.
Phrynonax poecilonotus, 14.
Phrynonax poecilonotus polylepis, 15.
Phrynonax sulphureus, 15.
Phrynonax sulphureus poecilostoma, 14. 15.
Phrynonax sulphureus sulphureus, 14, 15.
piauhyensis (Bothrops neuwiedii), 47.
pictiventris (Helicops), 13.
Pintada, 21.
pirajai (Bothrops), 47.
Platyinion, 35.
Platyinion lividum, 36.
plicatilis (Coluber), 23.
plicatilis (Dimades), 23.
Pliocercus euryzona, 23.
poecilogyrus (Coluber), 18.
poecilogyrus ( Leimadophis ), 18.
poccilolepis (Heterorhachis), 27.
poecilopogon ( Liophis ), 19, 21.
poecilopogon ( Rhadinaea ), 21.
poecilonotus (Phrynonax), 14.
poecilonotus polylepis (Phrynonax), 15.
55
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
1 124 Memórias do Instituto
Butantan — Tomo IV
poccilostoma (Coluber), 15.
rhinostoma (Simophis), 24.
poecilostoma (Phrynonax sulphureus), 14,15.
rhombifer ( Oxyrhopus ), 33.
polylepis (Ahaetulla) , 15.
rhombifera (Pseudoboa) , 33.
polylepis ( Apostolepis ), 42.
Rhynchonyx ambiniger, 40.
polylepis ( Helicops ), 13.
ricardinii (Uromacer), 17.
polylepis (Parapostolepis) , 42.
ricardinii (Uromacerina) , 17.
polylepis ( Phrynonax poecilonotus) , 15.
riograndensis (Bothrops neuwiedii), 47.
põppigi ( Catostoma ), 26.
rondoni (Apostolepis), 41.
põppigi ( Rabdosoma ), 26.
rubriceps ( Drymobius ), 14.
psammophideum ( Chlorosoma ), 37.
rústica (Pseudoboa), 33.
psammophideus (Philodryas) , 37.
rusticus (Oxyrhopus), 33.
Pseudablabes, 36.
ruthveni (Catostoma), 2 6.
Pseudablabes agassizii, 36.
ruthveni (Geophis), 26.
Pseudoboa, 31.
Sacaiboia, 16.
Pseudoboa bitorquata, 31.
sagittifer (Leimadophis), 18.
Pseudoboa cloelia, 31, 34.
sagittifer (Liopeltis), 18.
Pseudoboa coronata, 31.
Pseudoboa doliata, 32.
Salamanta, 9.
scalaris (Elapomorphus) , 39.
Pseudoboa formosa, 32.
scalaris (Xenopholis) , 39.
Pseudoboa formosa clathrata, 32.
schottii (Chlorosoma), 37.
Pseudoboa formosa formosa, 32.
schottii (Xenodon), 37.
Pseudoboa guerini, 32.
scytale (Anguis), 12.
Pseudoboa haasi, 32.
scytale ( Anilius ), 12.
Pseudoboa labialis, 32.
Scytale neuwiedii, 32.
Pseudoboa neuwiedii, 32.
semiaureus ( Liophis miliaris), 20.
Pseudoboa occipitolutea, 32.
semicinctus (Heterodon), 22.
Pseudoboa petola, 32.
semicinctus (Lystrophis) , 22.
Pseudoboa rhombifera, 33.
septemstriata ( Leptotyphlops 1, 8.
Pseudoboa rústica, 33.
septemstriatus (Typhlops), 8.
Pseudoboa submarginata, 31, 33.
serra (Chlorosoma), 37.
Pseudoboa trigemina, 33.
serra (Herpctodryas), 37.
Ptychophis, 35.
severus (Coluber), 22.
Ptychophis flavovirgatus, 35.
severus (Ophis), 22.
pullatus anomalepis ( Spilotes ), 15.
sexearinata (Natrix), 16.
pullatus (Coluber), 15.
sexearinatus (Chironius), 16.
pullatus maculatus (Spilotes), 15.
Sibynomorphus, 27, 28.
pullatus pullatus (Spilotes), 15.
Sibynomorphus alternans, 27.
pullatus (Spilotes), 15.
Sibynomorphus barbouri, 27.
Quiriripitá, 22.
Sibynomorphus catesbyci, 27.
Rabdosoma põppigi, 26.
Rabo de osso, 47.
reginac (Coluber), 18.
Sibynomorphus garbei, 27.
Sibynomorphus mikanii, 28.
Sibynomorphus mikanii fasciatus, 28.
reginac (Leimadophis), 18.
Sibynomorphus mikanii mikanii, 28.
reticulata ( Typhlops ), 7.
Sibynomorphus pavoninus, 28.
reticulatus (Anguis), 7.
Sibynomorphus turgidus, 28.
reticulatus (Atractus), 26.
Sibynomorphus ventrimaculatus, 28.
reticulatus (Geophis), 26.
Sibon, 26, 27, 29.
reticulatus ( Paroxyrhopus ), 33.
Sibon sibon, 26.
reticulatus reticulatus (Atractus), 26.
sibon (Sibon), 26.
Rhabdosoma elaps, 25.
Simophis, 24.
Rhachidelus, 34.
Simophis rhinostoma, 24.
Rhachidclus brazili, 34.
Simophis rhinostoma rhinostoma, 24.
Rhadinaea brazili, 19.
Sordellina, 22.
Rhadinaea obtusa, 21.
Sordellina brandon-jonesii, 22.
Rhadinaea poecilopogon, 21.
Sordellina pauloensis, 23.
Rhinobothryum, 30.
Spilotes, 15.
Rhinobothryum lentiginosum, 30.
Spilotes pullatus, 15.
Rhinosimus guerini, 32.
Spilotes pullatus anomalepis, 15.
Rhinostoma, 33.
Spilotes pullatus maculatus, 15.
Rhinostoma guianense, 33.
Spilotes pullatus pullatus, 15.
rhinostoma (Heterodon) , 24.
spixii (Micrurus), 44. 1
Rhinostoma iglesiasi, 33.
squamosus (Typhlophis), 8. 1
rhinostoma rhinostoma ( Simophis ), 24.
56
Stenostoma albifrons, 8. 1
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios do Brasil
125
5' , ' 1 0!!on4 dimidiatum, 8.
'nostoma macrolepis, 8.
JíiTij (Coluber), 35.
■ r ‘guis (Dryophylax pallidus ), 35.
tlk* i . naia (F seudoboa) , 31, 33.
^ narginatus (Oxyrhopus), 33.
2 Bí uri, 9 .
r C; «njú, 9.
- Uí urijuba, 9.
? 0c «riú. 9
^rujuba, 9.
'\Fha rea {Natrix)< 15
la , . areus (Phrynonax), L5.
iift. ureus poecilosloma ( Phrynonax ), 14,15.
«»w ° ren * salphureus ( Phrynonax ), 14, 15.
, a . m ensis ( Elaps ), 44.
$ ‘lamensis ( Micrurus ), 44.
?®njcucú, 44.
S B ^ CUc urana, 12.
s «nieucu de fogo, 44.
ç •lieueú de patioba, 45.
de pindoba, 45.
j nscucú do pantanal, 23.
ç»rtjcucú dourado, 46.
^•iicucú pico de jaca, 44.
S B ÍJ JCuc ú pinta de ouro, 45.
tapete. 46.
s -t-.ucutinga, 44.
r^tinga, 44.
Whí menis > 34 ‘
T 3 .L i,nen, s bitorquatus, 31.
Ü, ,„ yrnen ‘s krasitiensis, 34.
i 9e . Jtas ( Conophis ), 36.
S&." 36.
mclanocephala, 39.
!r r r if; ! “ 1 Hclminthophis) , 7.
l*TTi,. ea ( Caudisona ), 47.
T .., us terríficas (Crolalus). 47.
r 0 * P«ta, 47. *
35.
dorsatam, 35.
I© rJy n dorsatns, 35.
7o» 5 o " occllatum, 35.
h n ,'r,° n ocellalas, 35.
^orr t °~. on ocellaJus ocellalas, 35.
7f .' occllatus trigonatas, 35.
r £fc oa ’ 11 •
W >,fcoa Solaris, 11.
«^' r *boia, 20.
<E/aps), 24.
( Hydrops), 24.
: ’i i J alar ‘ s martii ( Hydrops), 24.
t 'ic 0 f alar ‘ s triangalaris (Hydrops), 24.
•Vi- ° r ( E lapomorphus ), 40.
•>i. ”’' na (Pseadoboa), 33.
"Jus ( Oxyrhopus ), 33.
trigonatus (Tomodon ocellalas ) , 35.
trihedrarus (Atractas), 26.
Tripanurgos, 30.
Tripanargos compressas, 29, 30.
trivittata (Helicops), 13.
trivittatus (Myron), 13.
Tropidodipsas, 26.
Tropidophis, 11.
Tropidophis paacisquamis, 11.
Tucanaboia, 37.
lurgidus (Leptognathus), 28.
turgidus (Sibynomorphus ) , 28.
Typhlophis, 8.
Typhlophis sqaamosus, 8.
Typhlops, 7.
Typhlops reticalata, 7.
Typhlops septemstriatas, 8.
Typhlops wilderi, 7.
typhlus (Coluber), 18.
typhlus (Leimadophis), 18.
Ubiracoá, 35.
undulatus (Coluber), 21.
undulatas (Uophis), 21.
Ungalia brasilicnsis, 11.
Ungalia paacisquamis, 11.
üricana, 45.
Uromacer, 17.
Uromacer ricardinii, 17.
Uromacerina, 17.
Uromacerina ricardinii, 17.
Urotheca, 23.
Urotheca bicincta, 23.
Urotheca elapoides euryzcna, 23.
Urupiagara, 16.
Urutu, 44.
Urutu amarello, 46.
Urutu dourado, 46.
Urutú estrella, 46.
Urutu preto, 46.
varie gata (Dipsas), 29.
variegatus (Leptognalhas ) , 29.
rentrimaculatus (Leptognathus), 28.
ventrimaculatus (Sibynomorphus) , 28.
Viborão, 9.
viridis (Leimadophis) , 18.
vírftfi* (Liophis), 18.
viridissimum (Chlorosoma) , 37.
r iridissimus (Coluber), 37.
wilderi ( Hclminthophis) , 7.
wilderi (Typhlops), 7.
Xenodon colabrinus, 21.
Xenodon gigas, 23.
Xenodon gucntheri, 21.
Xenodon neuwiedii, 22.
Xenodon scholtii, 37.
Xenopholis, 39.
Xenopholis scalaris, 39.
Yacaninã, 15.
57
cm
2 3 4 5 6 SCÍELO 10 n 12 13 14 15 16
ÍNDICE SYSTEMATICO (*)
A. - Fam. TYPHLOPIDAE
I. - Helminthophis Peters ... 9
’• “Ibirostris (Peters) 9
onops Cope 9
2 bondensis Griffin 9
e' c<u >ellei Mocquard 3
j en, unctus (Garman) 9
• fjavoterminatus (Peters) 10
■ 1'ontalis (Peters) 10
g' foentheri Boulenger 10
li) lncer tus Amaral 10
1 |' prae ocularis Amaral 10
]j ,trr >etzii Boulenger 10
'Hlderi (Garman) 10
H. - Typhlops Dm. et Bibr. ... 11
2 l *mbricalis (L.) 1
3 ^nensis Schmidt 1
i Pl< “ycephala D. et B 1
j Pt ‘ { tacas Wcrner 1
« rc1i calata (L.)
. '"»u is Salvin 1
Un ‘Uneata (D. et B.) 11
j Hl. . Typhlophis Fitzinger .... 12
^“amosus (Schlegel) 12
. . Anomalepis Jan 12
12
^xicana Jan
R • Fam. LEPTOTYPHLOPIDAE
*• - Leptotyphlops Fitzinger . . 12
i (Boulenger) 12
J. Zr frons (Wagler) 12
t
C. - Fam. B O I D A E
Subfam. BOINAE
rvo.
I. - Epicrates Wagler 14
1. angulifer Bibron 14
2. cenchria cenchria (L.) 14
3. cenchria crassus (Cope) 14
4. fordii (GQnther) 14
5. gracilis (Fischer) 14
6. inornatus (Reinhardt) 15
II. - Kunectes Wagler 15
1. murinas (L.) 15
2. notaeus Cope 15
III. - Constrictor Laurentius
15
* n fata (Schlegel) 13
5, jf rr ‘ c hiana (Degerboel) 13
«. (Jan) 13
< .”**»«• (D. et B.l 13
1. ?? 0 1'PÍS (Peters) 13
9, *°Pica (Garman) 13
,r J. u Plerns trsata (Schneider) 13
^^^Cnirosfris (Boulenger) 13
4 p„.
' n >tlo deste índice corresponde 1 das separatas, a qual se encontra em baiao de cada pagtna do texto.
1. constrictor constrictor (L.) 15
2. constrictor impcrator (Daudin) ... 15
3. constrictor mexicana (Jan) 16
4. constrictor occidentalis (Philippi) . . 16
5. constrictor orophias (L.) 16
IV. - Boa Linneu 16
1. annulata (Cope) 16
2. canina L 16
3. hortulana hortulana (L.) 16
4. hortulana cookii (Cray) 17
V. - Trachyboa Peters 17
1. boulengeri Peracca 17
2. gularis Peters 17
VI. - Tropidophis Bibron .... 17
1. maculatus (Bibron) 17
2. mclanurus (Schlegel) 18
3. pardalis (Gundlach) 13
4. paucisquamis (MQller) 13
5. semicinctns (G. et P.) 13
6. taczanowskyi (Steindachner) 18
VII. - Ungaliophis F. MQller ... 19
1. continentalis F. MQller 19
Subfam. PYTHONINAE
VIII. - Loxocemus Cope 19
1. bicolor Cope 19
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
II
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
D. - Fam. A N I L I D A E
rAG.
I. - Anilius Oken 19
1. scytalc (L.) 19
E. - Fam. COLUBRIDAE
Serie aglypha
Subfam. ACROCHORDINAE
I. - Nothopsis Cope 20
1. affinis Boulenger 20
2. rugosa Cope 20
Subfam. COLUBRINAE
II. - Thamnophis Fitzinger ... 20
1. chrysocephalus (Cope) 20
2. godmani (Cünther) 20
3 melanogasler (Peters) 20
4. praeocalaris (Bocourt) 21
5. proximus (Say) 21
6. scalaris Cope 21
7. scaliger (Jan) 21
8. sirtalis eques (Rcuss) 21
9. slejnegeri McLain 21
10. variabilis (Dugès) 21
III. • Xatrix Laurentius 22
I. anoscopus (Cope) 22
Z rhombifera (Hallowell) 22
3. sipedon (L.) 22
IV. - Helieops Wagler 22
1. angulata (L.) 22
2. carinicauda (Wicd) 22
3. gomesi Amaral 22
4. hagmanni Roux 23
5. Icopardina (Schlegcl) 23
6. modesta Günther 23
7. pictiventris Werner 23
8. polylcpis Günther 23
9. scalaris Jan 23
10. septemvittata (Fischeri 23
1 1 . trivittata ( Gray ) 23
12. wcttstcini Amarai 24
V. - Tretanorhinus Dm. et Bibr. 24
1. variabilis D. et B 24
VI. - Storcria Baird et Girard . 24
1. dekayi (Holbrook) 24
VII. - Tropidoclonion Cope .... 24
1. copei (Cope) *. 24
2. storerioides Cope 25
VIII. - Ninia Baird et Girard ... 25
1. atrata atrata (Hallowell) 25
2. atrata sebae (D. et B.l 25
3. diademata diademata (B. & G.) . . 25
4. diademata labiosa (Bocourt) . . . •
5. psephota (Cope)
IX. - Chersodromus Reinhardt .
1. liebmanni Reinhardt
X. - Diaphorolepis Jan
1. laevis Werner
2. miops (Boulenger)
3. wagneri Jan
XI. • Coluber Linneu
1. oaxacae (Jan)
XII. - Masticophis Baird et Girard
1. bitaeniatus (Boettger)
2. lineatus (Bocourt)
3. mentoi’arius (D. et B.l
4. mexicanus (D. et B.)
5. pulcherrimus Cope
XIII. • Salvadora Baird et Girard
1 . bairdi Jan
XIV. * Drymobius Fitzinger . .
1. bifossatas (Raddi)
Z bivittatus (D. et B.|
3. boddaertii (Sentzen)
4. brazili Gomes
5. dendrophis (Schlegcl)
6. mar garitif crus (Schlegcl) ....
7. rhombifer (Günther)
8. rubriceps Amaral
XV. - Drymoluber Amaral . .
I. dichrous (Peters)
XVI. - Phrynonax Cope ....
1. poecilonotus poccilonotus (Gthr.)
Z poecilonotus argus (Bocourt) . .
3. poecilonotus chrysobronchus (Cope)
4. poecilonotus polylcpis (Peters) .
5. poecilonotus shropshirei (B. et A.)
6. sulphureus sulphureus (Wagler)
7. sulphureus poecilostoma (Wied)
XVII. - Spilotes Wagler . .
pullatus (L.) ...
anomalepis Bocourt
argusiformis Amaral
maculatus Amaral
1. pullatus
2. pullatus
3. pullatus
4. pullatus
5. pullatus
mexicanus (Laurentius)
XVIII. - Drymarchon Fitzinger
1. corais corais (Boie)
2. corais couperi (Holbrook) . . .
3. corais melanurus ( D. et B.) .
XIX. - Elaphe Fitzinger . . .
1. flavirufa (Cope)
Z triaspis (Cope)
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral —
FAO.
XX. - Pituophis Holbrook 33
1- Uneaticollis (Cope) 33
^ Pleurostictus (D. et B.) 33
XXI. - Leptodrymus Amaral .... 34
*• clarki Amaral 34
XXII. - Phrydops Boulenger .... 34
' nelas Boulenger 34
XXIII. - Synchalinus Cope 34
'■ corallioides Cope 34
XXIV. . Chironius Fitzinger .... 34
í* c *rinatus (L.) 34
f /«cus (L.) 35
■ *'xcarinatus ( Wagler I 35
XXV. - Leptophis Wagler 35
i ahaetalla (L.) 35
nexicanus D. et B 35
^ 0cc ‘dentalis occidentalis (Günther! . 36
t' ^eldentalis nigromarginatus (Gthr.) 36
ar ostictus (Peters) 36
XXVI. • Uromacerina Amaral ... 36
• 'Icardinii (Peracca) 36
XXVII. . Uromaeer Dm. et Bibr. . . 36
i *f*'*by i (Schlegel) 36
, torsalis Dunn 37
i ‘'enatus (Günther) 37
«' 0x yrhynchus D. et B 37
• *candax Dunn 37
XX VIII. - Hypsirhynchus Günther . . 37
' ferox Günther 37
XXIX. - Leimadophis Fitzinger . . 37
«Imadcnsis (Wagler) 37
3 Q ndreac (R. et L.) 38
4 an Kalifcr (Bibron) 38
3 «nornalus (Peters) 38
*5 anl {llensis antillensis (Schlegeli . . 38
7 an, Hlensis sancticrucis (Cope) ... 38
*' V." (Gosse) 38
e, nacuiatus (Cope) 39
1 0 c yiUaemus (Gosse) 39
I) c ' ta nissonis (Wiegmann) 39
'2.' , Ursor (Lacépède) 39
13. p,n 'phelus (Cope) 39
M '?»*««» s (Cope) 39
I 5 ' '.^'‘Iorque s (Cope) 40
lí (Boulenger) 40
17 (Cope) 40
IS * Uc omelas (D. et B.) 40
I* 2 rl , a nosligma (Wagler) 40
i) y e ‘ a notus (Shaw) 40
2 , «'balatas Barbour 40
2?. - ‘Xolepis (Boulenger) 40
* arv ifrons (Cope) 41
Ophidios Neotropicos
III
23. perfascus (Cope) 41
24. poecilogyras (Wied) 41
25. pseudocobella ( Peracca ) 41
26. pygmaeus (Cope) 41
27. reginae (L.) 41
28. rufiventris (D. et B.) 42
29. sagittifer (Jan) 42
30. stahli Stejneger 42
31. temporalis (Cope) 42
32. triscalis (L.) 42
33. typhlus (L.) 42
34. viridis (Günther) . 43
XXX. - Lygophis Fitzinger 43
1. amoenus (Jan) 43
2. coralliventris (Boulenger) 43
3. flavifrenatus Cope 43
4. lineal us (L.) 43
5. taeniurus taeniurus (Tschudi) ... 43
6. taeniurus albiventris (Jan) 44
7. taeniurus bipraeocularis (Boulenger) 44
XXXI. - I.iophis Wagler 44
1. affinis (Günther) 44
2. albiceps (Amaral) 44
3. amarali Wettstein 44
4. anomalus (Günther) 44
5. brazili (Amaral) 45
6. breviceps Cope 45
7. calligaster (Cope) 45
8. clavatus (Peters) 45
9. cobella (L.) 45
10. decoratus (Günther) 45
11. festae (Peracca) 45
12. fulviceps (Cope) 46
13. genimaculatus Boettger 46
14. godmani (Günther) 46
15. insignissimus Amaral 46
16. jaegeri (Günther) 46
17. kinkelini (Boettger) 46
18. lachrymans (Cope) 46
19. laureatus (Günther) 46
20. leucogaster Jan 47
21. longiventris Amaral 47
22. melanauchen (Jan) 47
23. m ; liaris mi liar is (L.) 47
24. miliaris semiaureus (Copei 47
25. mimus (Cope) 47
26. obtusus (Cope) 47
27. occipitalis (Jan) 48
28. poecilopogon (Cope) 48
29. purpurans (D. et B.) 48
30. pulveriventris (Boulenger) 48
31. serperastra Cope 48
32. subocularis (Boulenger) 48
33. steinbachi (Boulenger) 48
34. undulatus (Wied) 48
35. vermimaculaticeps (Cope) 49
36. vittatus (Jan) 49
XXXII. - Ophis Wagler 49
1. colubrinus (Günther) 49
2. guentheri (Boulenger) 49
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
IV
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
3. merremii Wagler 49
4. neuwiedii (Günther) 49
5. severas (L.) 49
6. suspectus (Cope) 50
XXXIII. - Lystrophis Cope 50
1. dorbignyi (D. et B.) 50
2. histricus (Jan) 50
3. semicinclas (D. et B.) 50
XXXIV. - Sordellina Procter . . . . 50
1. brandon-jonesii Procter 50
2. pauloensis Amaral 50
XXXV. - Cyclagraa Cope 51
1. gigas (D. et B.) 51
XXXVI. - Leiosophis Jan 51
1. bicinctus (Hermannl 51
XXXVII. - Urotheca Bibron 51
1. dumerílii Bibron 51
2. elapoides elapoides (Cope) 51
3. elapoides euryzona (Cope) 51
4. lateristriga (Bcrthold) 52
XXXVIII. - Trimetopon Cope 52
1. gracile (Günther) 52
XXXIX. - Hydromorphus Peters ... 52
1. concolor Peters 52
XL. - Dimades Cray 52
1. plicatilis (L.) 52
XLI. - Hydrops Wagler 53
1. triangularis triangularis (Wagler) . 53
2. triangularis martii (Wagler) 53
XLIl. - Sympholis Cope 53
1. lippiens Cope 53
XLIII. - Lampropeltis Fitzinger . . 53
1. leonis (Günther) 5’
2. mexicana (Garman) r 3
3. micropholis Cope 54
4. polyzona Cope 54
5. ruthveni Blanchard 54
6. thayeri Loveridge j4
7. trangulus nelsoni Blanchard .... 54
XLIV. - Diadophis Baird et Girard . 54
1. punctatus laetus (Jan) 34
XLV. - Drepanoides Dunn 55
1. anomalus (Jan) 55
2. eatoni (Ruthven) 55
XLVI. - Contia Baird et Girard . . 55
1. pachyura Cope 55
XLVII. - Rhinocheilus Baird et Girard
1. antonii Dugès
2. thominotii Bocourt
XLVIII. - Conopsis Günther ....
1. frontalis (Cope)
2. nasus Günther
XLIX. - Simophis Peters
1. rhinostoma rhinostoma (Schlegel)
2. rhinostoma rohdei (Boettger) . . .
L. - Ficimia Cray
1. olivacea Gray
2. quadrangalaris Günther
LI. - Hypsiglena Cope
1. discolor (Günther)
2. latifasciata Günther
3. torquata (Günther)
LU. - Leptocalamus Günther . .
1. sclateri Boulenger •
2. torquatus Günther
LIII. - Arrhyton Günther
1. redimitum (Cope)
2. taeniatum Günther
3. vittatum (G. et P.)
LIV. - Symphimus Cope
I. leucostomus Cope
LV. • Atractus Wagler
1. badias (Boie)
2. balzani Boulenger
3. bocourti Boulenger ....
4. boettgeri Boulenger ....
5. boalengeri Peracca ....
6. carrioni Parker
7. collaris Peracca
8. crassicaudatus (D. et B.)
9. duboisi (Boulenger) . . .
0. elaps (Günther)
1. emmeli (Boettgeri ....
2. erythromelas Boulenger .
3. fahrmanni Peracca ....
4. guentheri Wucherer ....
5. iridescens Peracca
6. latifrons (Günther) ....
7. latifrontalis (Garman) . .
8. lehmanni Boettger
9. longiceps (Cope)
0. loveridgei Amaral
1. macalatus (Günther) . . .
2. maior Boulenger
3. melanogaster Werner . . .
4. melas Boulenger
5. micheli Mocquard
6. modestas Boulenger ....
7. nicefori Amaral
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
-7; -TíTíâi ’■£'.£ Vi V„\ '& '«.'£•*. •«. VfA T. '-V-'VA 'A W*. V.VC VA 7
rPPfSizzpftFZip, o. çj. .* ^ /v* - - ^5 rtr .— £ !es & 3 & ít: i:
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
obtusirostris Werner 62
occipitoalbus (Jan) 62
Peruvianus (Jan) 62
Ruadrivirgatas (Janl 63
'eticulatus reticulatus (Boulenger) . 63
r cticulatus paraguayensis (Werner). 63
roulei Despax 63
toeniatus Grifíin 63
torquatag (D. et B.) 63
trihedrurus Amaral 63
trilineatus Wagler 63
ve itrimacalatus Boulenger 64
l 'frtebralis Boulenger 64
v ‘tlatus Boulenger 64
w crneri Peracca 64
*ebrinas (Bocourt) 64
LVI. . Geatractus Dugcs 64
,e cpanicus Dugès 64
*-VlI. - Catostoma Wagler 64
^ocular e (Dunn) 64
bicolor (Günthen 65
bcachycephalum (Cope) 65
cbalybaeum Wagler 65
cbvmpioni (Boulenger) 65
~ > üchoccphalum (Cope) 65
“oèium iPeters) 65
au gesii (Bocourt) 65
fodntani (Boulenger) 66
wffrnanni (Petcrs) 66
n, groalbum (Boulenger) 66
0n *iltemanum (Günthen 66
Kfertii (Boulenger) 66
™PPigi (Jan) 66
lodo gas ter (Cope) 66
r °*trale (Jan) 66
yhveni (Werner) 67
ylaei (Boulenger) 67
** "lidoliatum (D. et B.) 67
j Vi II. . Geagras Cope 67
' r '<ümitus Cope 67
. l*!X. . Tropidodipsas Günther . . 67
2. < } nn “lata (Bocourt) 67
d. yciata Günther 68
4 IVíf ondas Werner 68
SL "pPPii (Jan) 68
<5 yylepis (Boulenger) 68
^orii Cope 68
j . . Sibon Fitzinger 68
' ***■ (L.) 68
Subiam. DIPSADINAE
I - Heterorhaehis Amaral ... 69
cilolepis Amaral 69
1 * Sibynomorphus Fitzinger . 69
2 aíí rnans I Fischer) 69
^“atioí (Boulenger) 69
3. annulatus (Günther) 69
4. anthracops (Cope) 69
5. argus (Cope) 70
6. articulatus (Cope) 70
7. barboari Amaral 70
8. bicolor (Günther) 70
9. brevifacies (Cope) 70
10. catesbyei (Sentzen) 70
11. dimidiatus (Günther) 70
12. elegans (Boulenger) 71
13. ellipsifer (Boulenger) 7l
14. garbei Amaral 71
15. gracilis (Boulenger) 71
16. hammondi (Boulenger) 71
17. inaequifasciatus (D. et B.) 71
18. incertus (Jan) 71
19. latifrontalis (Boulenger) 71
20. longifrenis (Stejneger) 72
21. macrostomus Amaral 72
22. mikanii mikanii (Schlcgel) 72
23. mikanii fasciatus Amaral 72
24. mikanii oreas (Cope) 72
25. mikanii peruanas (Boettger) .... 72
26. palmeri (Boulenger) 73
27. pavoninus (Schlegc!) 73
28. ruthveni Barbour et Dunn 73
29. sanniolus (Cope) 73
30. spurrellii (Boulenger) 73
31. triseriatus (Cope) 73
32. targidus (Cope) 73
33. ventrimaculatus (Boulenger) .... 74
34. viguieri (Bocourt) 74
LXIII. - Dipsas Laurentius 74
1. albifrons (Sauvage) 74
2. indica Laurentius 74
3. neivai Amaral 74
4. pratti (Boulenger) 74
5. trinitatis Parker 75
6. varie gata (D. et B.) 75
LXIV. - Pseudopareas Boulenger . . 75
1. vagus vagus (Jan) 75
2. vagus vagrans (Dunn) 75
Serie opisthoglypha
Subfam. BOIGINAE
LXV. - Trimorphodon Cope .... 75
1. biscutatus (D. et B.) 75
2. tau Cope 76
3. upsilon Cope 76
LXVF. - Siphlophis Fitzinger .... 76
1. cervinus cervinus (Laurentius) ... 76
2. cervinus geminatus (D. et B.) . . . 76
LXVII. • Tripanurgo* Fitzinger ... 76
1. compressus (Daudin) 76
LXVIIt. - Ithinobothryum Wagler . . Ti
1. lentiginosum (Scopoli) 77
cm
SciELO
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Vi
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
LXIX. - Imantodes Dm. et Bibr.
77
1. cenchoa (L.)
2. lentiferus Cope 77
LXX. - Leptodeira Fitzinger .... 78
1. annulata annulata ( I — > "8
2. annulata personata (Cope) 78
3. annulata punctata (Peters) 78
4. annulata septentrionalis (Kennicott). 78
LXX1. - Barbourina Amaral 78
1. equatoriana Amaral "8
LXXI1. - Pseudoboa Schneider
79
1. bitorquata (Günther) 79
2. cloelia (Daudin) 1$
3. coronata Schneider
4. doliata (D. et B. ) 79
5. fitzingeri (Tschudi) 79
6. formosa formosa (Wied) 80
7. formosa clathrata (D. et B.) ... . 80
8. formosa iridcscens (Werner) .... 80
9. guerini (D. et B.) 80
10. haasi (Bocttgcr) 80
11. labialis (Jan) 80
12. maculata (Boulenger) 80
13. melanogenys (Tschudi) 80
14. neuwiedii (D. et B.) 81
15. occipitolutea (D. et B I 81
16. pctola (L.) 81
17. rhombifera (D. ct B.) 81
18. rústica (Cope) 81
19. submarginata (Peters) 82
20. trigemina (D. et B.) 82
LXXIII. - Paroxyrhopus Schenkel
82
1. latifrontalis (Werner) 82
2. rcticulatus Schenkel 82
LXXIV. - Rhachidelus Boulenger . . 82
1. brazili Boulenger 82
LXXV. - Rhinostoma Dm. et Bibr. . 83
1. guiancnse (Troschel) 83
2. igtesiasi Gomes 83
3. vittatum Boulenger 83
LXXVI. - Ptychophis Gomes 83
1. flavovirgatus Gomes 83
LXXVI!. - Tachymenis Wiegmann . . 83
1. affinis Boulenger 83
2. brasiliensis Gomes 83
3. elongata Despax 84
4. pcruviana Wiegmann 84
LXXVIII. - Dryophylax Wagler 84
1. pallidus pallidus (L.) 84
2. pallidus strigilis (Thunberg) 84
LXXIX. - Manolepis Cope
1. putmani (Jan)
LXXX. - Tomodon Dm. et Bibr.
1. dorsatus D. et B
2. ocellatus ocellatus (D. et B.) . -
3. ocellatus trigonatus (Leybold) .
LXXXI. - Platyinion Amaral . . .
1. lividum Amaral
LXXXII. - Conophis Peters ....
1. lineatas (D. et B.)
2. taeniatus (Hensel)
3. vittatus Peters
LXXXIII. - Pseudablabes Boulenger
1. agassizii (Jan)
LXXXIV. - Chlorosoma Wagler . .
1. aestivum (D. et B.)
2. baroni (Berg)
3. burmeisteri (Jan)
4. elegans (Tschudi)
5. mattogrossense (Koslowsky) . . -
6. nattereri (Steindachner)
7. olfersii (Lichtenstein)
8. oligolepis (Gomes)
9. psammophideum (Günther) . . •
10. schottii (Schlegel)
11. serra (Schlegel)
12. viridissimum (L.)
13. vitellinum (Cope)
LXXXV. - Ialtris Cope
1. dorsalis (Günther)
LXXXV1. - Oxybelis Wagler ....
1. acuminatus (Wied)
2. argenteus (Daudin)
3. brevirostris (Cope)
4. fulgidus (Daudin)
5. microphthalmus B. et A
LXXXVII. - Erythrolamprus Wagler
1. aesculapii (L.)
LXXXVIII. - Coniophanes Cope . . •
1. bipunctatus (Günther)
2. decipiens (Günther )
3. dromiciformis (Peters) ......
4. grammophrys (Dugès) ......
5. imperialis (B. et G.)
6. labialis (Werner)
7. lateritius Cope
8. mentalis (Werner)
9. piceivitis Cope
10. punctigularis Cope
LXXXIX. - Hydrocalamus Cope . •
1. quinquevittatus D. et B
cm
SciELO
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
VII
XC. - Scolecophis Fitzinger. .
92
oemulus (Cope) . .
. . 92
a trocinctus (Schlegel)
. . 92
m ‘choacanensis (Cope)
. . 92
XCI. . Amastridium Cope . . .
. . 92
Ve liferum Cope
. . 92
XCII. . Tantilla Baird et Girard
2 al f‘ceps Barbour
j aí, ‘cola (Boulengen
■ a nnulata Boettger
«' ‘"'iceps Günther
Ç V* court ‘ (Günther)
f I° uí f '•geri (Günther)
brev is (Günther)
• c <damarina Cope
10 c ? nul <* Cope
U ~. ep '. ess & Dunn
]>' aex ’ i <itrix Barbour
13. / c ? (Bocourt)
14 ° n gifrontaUs (Boulenger)
lV ma 'capatae (Boulenger)
1* me!ar tocephala (L.)
17 "“nía/a Cope
lij n .ofsta (Günther)
|j n, * ra (Boulenger)
à)' ret ‘culata Cope
2j 'obra Cope
22 ' af * e PS (Cope)
22 cf, istosa (Bocourt)
2< ***kincta (D. et B.)
2s Dunn
"‘‘‘neata (Peters)
27 l f "oiformis (Hallowell)
^'gata (Günther)
XCIII. - Ogmius Cope
’ aco ‘os Cope
I ^^IV. . Stenorhina Dm. et Bibr. .
gtnhardtii (Berthold)
I ^CV. - Xennpholis Peters . . . .
Solaris Wucherer
1 - Elnpomorphus Wiegmann
2] Reatas D. et B
2 yomii (Schlegel)
4. p, das Reinhardt
j ***ut as Gomes
"‘color D. et B
I ^^11- - Elapomojus * —
<tin ‘idiatus Jan ....
I ^III. - Apostolepis
ilyinigra (Peters) .
3. ^milis (Reinhardt)
V ,* ar «'Wís Gomes . .
1 dn°L- ata (Sauvage) .
0rh ‘gnyi (Schlegel)
93
. . 98
Cope . .
. . . . 98
. 98
99
99
99
. 99
rAG.
6. erythronota (Peters) 99
7. flavotorquata (D. et B.) 99
8. intermedia Koslowsky 100
9. longicaudata Gomes 100
10. nigroterminata Boulenger 100
11. rondoni Amaral 100
XCIX. - Parapostolepis Amaral . . . 100
1. polylepis Amaral 100
F. . Fam. HYDROPHIIDAE
Serie protcroglypha
Subfam. HYDROPHI1NAE
I. - Pelamis Daudin 101
1. platurus (L.) 101
G. - Fam. E L A P I D A E
Subfam. ELAPINAE
I.
Micrurus Wagler 101
1. albicinctus Amaral 101
2. ancoralis (Jan) 101
3. annellatus (Peters) 102
4. anomalus (Boulenger i 102
5. buckleyi (Boulenger) 102
6. corallinus corallinus (Wied) 102
7. corallinus damerilii (Jan) 102
8. corallinus riisei (Jan) 103
9. decoratus (Jan) 103
10. dissoleucus (Cope) 103
11. dunni Barbour 103
12. elegans (Jan) 103
13. filiformis (Günther) 103
14. fischeri Amaral 104
15. frontalis (D. et B.) 104
16. hemprichii (Jan) 104
17. heterozonus (Peters) 104
18. hollandi (Griffin) 104
19. langsdorffi (Wagler) 104
20. Icmniscatus (L.) 105
21. mipartitas (D. et B.) 105
22. nardaccii (Jan) 105
23. nigrocinctus (Girard) 106
24. psyches (Daudin) 106
25. spixii Wagler 106
26. stewarti B. et A 106
27. surinamensis (Cuvier) 106
28. tschudii (Jan) 106
H. - Fam. CROTALIDAE
Serie solenoglypha
Subfam. LACHESINAE
I. - Lachesis Daudin 107
I. muta (L.) 107
II. - Bothrops Wagler 107
1. alter nata D. et B 107
2. ammodytoidcs Leybold 107
cm
SciELO
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VIII
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
atrox (L.)
castelnaudi D. et B.
ncuwiedii ncuwiedii (Wagler)
ncuwiedii mattogrossensis Amaral
ncuwiedii mcridionalis Amaral . .
ncuwiedii minasensis Amaral . . .
ncuwiedii paranaensis Amaral . . .
ncuwiedii pauloensis Amaral . . .
neuwicdii piauhyensis Amaral . . .
TKQ.
108
36.
108
37.
108
38.
108
39.
108
40.
108
41.
109
42.
109
43.
109
44.
109
45.
109
46.
109
47.
109
48.
110
110
110
1 .
110
110
110
111
111
111
1 .
111
111
111
112
1 .
112
2.
112
3.
112
4.
112
5.
112
6.
112
7.
113
8.
neuwiedii riograndensis Amaral .
nigroviridis nigroviridis (Peterst
nigroviridis aurífera (Salvin) . .
nigroviridis marchi B. et L. . . .
nummifera (Rüppelb
ophryomegas Bocourt
peruviana i Boulenger )
picta (Tschudi)
pirajai Amaral
pulchra (Peters)
schlegelii ( Berthold »
undulata (Jan)
xanthogramma ( Cope )
III. - Agkistrodon Beauvois .
Subfam. CROTALINAE
IV. - Sistrurus Garman
fus (Cone» ...
V. - Crotalus Linneu
11 *
11 *
terríficas durissus (Cope) *í-
triseriatus (Wagler) 1*'
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
ESTUDOS SOBRE OPHIDIOS NEOTROPICOS
XVIII - LISTA REMISSIVA DOS OPHIDIOS DA REGIÃO NEOTROPICA
POR
AFRANIO DO AMARAL
INTRODUCÇÀO
De todas as faunas ophidicas regionaes a neotropica é sem duvida aquella
tem sido mais descurada e que, por isso mesmo, se apresenta em situação
precaria hoje em dia. A despeito da formidável contribuição que o trabalho
Boulenger trouxe á comprehensão das affinidades e posição systematica e dis*
^buição de muitos dos ophidios da America tropical, o numero de trabalhos pos-
!e riormente publicados tem sido tão grande, que difficilmente poderá alguém
trinar um juizo perfeito sobre elles. E' bem verdade que Boulenger commetteu
‘■guns enganos, seja porque dispunha de numero insufficiente de exemplares, seja
forq U e estes se achassem talvez em mau estado de conservação. Apezar disto, é
**nda á sua obra fundamental que se vão abeberar todos aquelles, especialistas
° ü não, que desejam fazer determinações de ophidios da America tropical.
A falta que se sente neste particular é tão grande, que, ainda bem recente-
^ tn, e, o prof. Thomas Barbour, director do Harvard Museum of Comparative
°'°gy, tratando da literatura ophiologica da região neotropica, assim se exprimia
^ seu livro "Reptiles and Amphibians”:
“No recent or satisfactory works have appeared which list the
species of more than small areas of those great regions, still very
incompletely known. The information is mostly to be found in a myriad
of scattered papers. Here again the British Museum Catalogues will
prove helpful."
Já em 1919, quando iniciei meus estudos de revisão das serpentes brasileiras,
^mecei a sentir falta de uma monographia que tratasse do assumpto de um modo
e preciso, especialmente no tocante com as relações existentes entre as
especies e as das regiões vizinhas, relações que, á luz dos trabalhos que
,e nh
0 realizado ultimamente, se apresentam tão estreitas, que julgo impossível
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
130
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
comprehender-se qualquer fauna regional sem um estudo comparativo, mestn°
perfunctorio, das formas mais representativas das varias regiões zoo-geographicas.
Felizmente, nestes últimos cinco annos, tenho tido ensejo de examinar abundante
material, vivo ou conservado, proveniente de todos os pafses da America tropic*'
e de estudar comparativamente a quasi totalidade dos typos existentes nos vários
museus do Novo e do Velho Mundo.
Dos ophidios da região neotropica ha já alguns annos eu me venho occti-
pando e sobre elles tenho publicado alguns estudos de revisão em periódicos
scientificos norte-americanos. Todavia, desde que essas publicações estão espar-
sas, parece-me razoavel dar aqui uma lista delias com indicação das revistas em
que appareceram, como referencia para uso dos interessados no assumpto:
I. Helminthophis - in Proc. New England Zool. Club IX:25-30. 1924.
II. On Micrurus mipartitus and allied forms - in Proc. New England Zool-
Club IX :6 1-66 . 1926.
III. On Helminthophis flavoterminatus (Peters, 1857) - in Proc. Biol. S oc-
Washington XXXIX:123-126. 1926.
IV. A new form of Crotalidae from Bolívia - in Buli. Antiv. Inst. America
I(I):5-6.I927.
V. Notes on Bothrops lansbergii and B. brachystoma - in Buli. Antiv. Inst
America 1(1) :22 . 1 927.
VI. A new gcnus of snakes from Honduras - in Buli. Antiv. Inst. America
1(0:28-29.1927.
VI I. An interesting collection of snakes from West Colombia - in Bull-
Antiv. Inst. America 1(2) :44-47. 1927. (
VIII. Trachyboa Peters, 1860 - in Buli. Antiv. Inst. America 1(3) :86-87.l927-
IX. Anomalepis Jan, 1861 - in Buli Antiv. Inst. America 1(3) :88-89. 1927-
X. Further notes on an interesting collection of snakes from West Colombi*
- in Buli. Antiv. Inst. America 11(1) :6. 1928.
XI. Snakes from the Santa Marta region, Colombia - in Buli. Antiv. Inst-
America 11(0:7-8.1928.
XII. On the Bothrops lansbergii group - in Buli. Antiv. Inst. Americ*
111(0:19-27.1929.
XIII. A new colubrine snake in the collection of the Vienna Museum * ,fl
Buli. Antiv. Inst. America III (2) :40. 1929.
XIV. Notes on two colubrine snakes - in Buli. Antiv. Inst. Americ*
1V(1) .12. 1930.
XV. A rare Brazilian snake - in Buli. Antiv. Inst. America IV(1) :13. 19-3®
XVI. Two new snakes from Central Colombia - in Buli. Antiv. Inst. Ame*
rica IV(2) :28. 1930.
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
131
Além destes, tenho publicado sobre ophidios neotropicos mais alguns estudos
«Jjos principaes são os seguintes:
New genera and species of snakes - in Proc. New England Zool. Club
Vl U:85- 105. 1923.
New genus and species of South American snakes contained in the United
Stètes National Museum - in J. Washington Acad. Sciences XIV (9) :200-
*02. 1924.
South American snakes in the collection of the United States National Mu-
Se tim - in Proc. United States Nat. Museum 67:1-30.1925.
Ophidia from South America in the Carnegie Museum: a critique of Dr. L.
Griffin’s “Catalog of the ophidia from South America at present (June, 1916)
c °ntained in the Carnegie Museum” - in Annals Carnegie Mus. XV1(2) :3I9-323.
1926.
Sobre a invalidez de um genero e algumas especies de ophidios sul-americanos
' «* Rev. Mus. Paulista XIV: 17-33. 1926.
Notes on Spilotes pullatus - in Buli. Antiv. Inst. America 111(4) :9S. 1930.
Collaborei com o Prof. Thomas Barbour na organização, ora em andamento,
'•° Catalogo dos ophidios do Panamá e com elle dei á publicidade os dois seguintes
^hados:
Notes on some Central American snakes - in Occ. P. Boston Soc. Nat. Hist.
'•129-132. 1924.
A new elapid from Western Panamá - in Buli. Antiv. Inst. America 1(4):
1 q 0.1928.
Finalmente, tenho tratado de rever todos os ophidios que occorrem no Brasil
* ^ja Lista Remissiva publico neste numero das “Memórias”. Até agora minhas
Contribuições ao conhecimento dos ophidios do Brasil” resumem-se nas seguintes:
I- Quatro novas especies de cobras brasileiras (Parte I); Biologia da nova
^Pecie Lachcsis insularis (Parte II) - in Anexos Mem. Inst. Butantan (Secção
íe Ofiologia) 1(1). 1921.
II. Ophidios de Matto Grosso - in Publicação N.° 84 da Commissão de Linhas
^ e ' e graphicas Estratégicas de Matto Grosso ao Amazonas. 1925.
III. Novos generos e especies de ophidios brasileiros
C,0n al Rio XX VI :95- 121. 1926.
in Arch. Mus. Na-
Ainda sobre os ophidios que occorrem no Brasil tenho preparado alguns es-
cujos principaes, publicados in Contributions from the Harvard Institute
Tropical Biology and Medicine, 11.1925, são os seguintes:
On the differentiation of the species Bothrops atrox (Linné, 1758), B. jara-
° Ca (Wied, 1824) and B. jararacussu Lacerda, 1884.
On the evolution of dorsal markings in Bothrops jararaca (Wied, 1824).
On the evolution of dorsal markings in Bothrops jararacassu Lacerda, 1884.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
On the variation of dorsal markings in three Brazilian Pit-Vipers.
Brazilian subspecies of Bothrops neumedii Wagler, 1824.
No anno anterior havia apparecido o seguinte artigo meu:
On the biological differentiation of the Neotropical species of snakes.
Bothrops atrox (Linné, 1758), B. jararaca (Wied, 1824) and B. jararacussa L**
cerda, 1884 - in Amer. J. Trop. Med. lV:447-452. 1924.
Finalmente, em 1926, dei á publicidade uma lista geral dos Nomes vulgare*
de ophidios no Brasil - in Boletim do Museu Nacional Vol. II, N.° 2, pp.l9-K>
e no Vol. VI, N.° 1 desse Boletim acaba de apparecer meu artigo sobre "Uni*
raridade ophidica do Brasil”.
— A presente lista que resume as contribuições de muitos ophiologos e minha 5 -
representa uma introducçáo ao estudo systematico dos ophidios neotropicos, cui*
differenciação anatômica será objecto de trabalho mais longo, ora em via de p i**
paração. Sendo a primeira tentativa que se faz neste sentido, é provável que eH 1
apresente omissões, inclua formas que venham a ser invalidadas, ou exprima p° n '
tos de vista sobremaneira conservadores se cotejados com a orientação de muito 5
ophiologos modernos. De qualquer sorte, sua publicação está plenamente ju 511 '
ficada pela própria falta de algum trabalho que vise particularmente os oph 1 '
dios neotropicos, encarados em conjuncto. Effectivamente, a lacuna existcnt e
era tamanha, que até agora ninguém podia tratar convenientemente de aspecto*
biologicos, médicos ou hygienicos da ophiofauna neotropica, sob pena de co0>*
metter taes erros de determinação, que de futuro não seria dado a outros trab*'
lhadores identificar convenientemente as especies incriminadas nos trabalhos P 1 *"
teritos. Exemplo bem typico desta circumstancia pode-se encontrar no caso da ‘‘J a '
raraca” brasileira, até ha pouco tempo identificada com a especie lanccolatus d e
Lacépède, cuja synonymia incluc designações applicaveis a duas ou tres out* - * 5
especies inteiramente distinctas do ponto de vista anatomico e cujos venenos mui ,c
se differenciam entre si, conforme eu mostrei em artigo publicado em 1924, 0°
American Journal of Tropical Medicine. Na verdade, já mostrei que a “Fer-df
lance" das Pequenas Antilhas é especificamente distincta da Jararaca brasileira e
idêntica á especie atrox de Linneu, de sorte que uma referencia feita, por exefl 1 '
pio, ao veneno da especie lanccolatus, se deverá entender applicavel á Bothrof*
atrox.
Ora. para aquelles que seguem a velha nomenclatura do catalogo do Mus* 11
Britannico, o nome lanccolatus indica as especies que se distinguem perfeitamen< e
pelas designações vulgares de "Jararaca", “Caissaca" e "Jararacussú", e que c of
respondem, em systematica, respectivamente, a Bothrops jararaca (Wied), B. (d’ 0 *
(L.) e B. jararacussu Lacerda.
Além destes tropeços, motivados quasi sempre por insufficiencia ou má coá*
servação do material á disposição dos especialistas, outro ha, por vezes diff' c ‘*
mente removível: a demarcação exacta entre formas nearcticas e neotropi c * s ’
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
133
^este particular, bastaria assignalar, entre muitos, os generos Leptotyphlops, Co-
laber, Drymarchon, Tantilla, Micrurus, Agkistrodon e Crotalas, cujos represen-
habitam as duas zonas confins, tomando, dess’arte, bem precário qualquer
^terio de delimitação zoo-geographica.
Para terminar, peço a todos os collegas e entendidos a especial fineza de
^«minarem criticamente este trabalho, offerecendo emendas ou apresentando
íu ggestões, capazes de melhorar-lhe a forma ou dilatar-Hie o escopo, não somente
Cln proveito de futuras edições, sinão também em beneficio dos proprios estu-
d*°sos da matéria.
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
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A. Fam. TYPHLOP1DAE
1. Gen. Helminthophis Peters
,n Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:517. 1860.
Typo: frontalis
1. Helminthophis albirostris (Peters)
# hinotyphlops albirostris Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:402. 1857.
Helminthophis albirostris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:6.1893 ( pro parte).
Helminthophis albirostris Amaral - Proc. New England Zool. Club 1X:26.1924.
Distribuição: Panamá.
2. Helminthophis anops Cope
H elminthophis anops Cope - Buli. Philadelphia Mus. lM0.tab.IV: 1.1899.
Helminthophis anops Amaral - Proc. New England Zool. Club IX:26.I924.
Distribuição: Colombia.
3. Helminthophis bondensis Griffin
helminthophis bondensis Griffin - Mem. Camegie Mus. VII : 165 . 1915.
helminthophis bondensis Amaral - Proc. New England Zool. Club IX:28.1924.
Distribuição: Bonda e Cartagena (Colombia); Panamá.
4. Helminthophis canellei Mocquard
helminthophis canellei Mocquard - Buli. Mus. Hist. Nat. Paris 9:212.1903.
helminthophis canellei Amaral - Proc. New England Zool. Club 1X:27.!924.
Distribuição: Panamá.
T yphi,
5. Helminthophis emunctus (Garman)
Hei
ops emunctus Garman - N. Amer. Rept. 1:3.1883.
mnthophis pctersii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1 :6 . tab.l : 1 . 1 893.
e ^inthophis albirostris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:6.1893 (pro parte).
e ^inthophis emunctus Amaral - Proc. New England Zool. Club IX:27.1924.
Distribuição: Panamá; Colombia; Equador.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
6. Helminthophis flavoterminatus (Peters)
Typhlops flavoterminatus Peters - Monatsch. Akad. U'iss. Berlin: 402.1857.
Helminthophis flavoterminatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:5.1893.
Helminthophis flavoterminatus Amaral - Proc. New England Zool. Club IX:25-
1924.
Distribuição: Venezuela.
7. Helminthophis frontalis (Peters)
Typhlops frontalis Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin: 517. fig.l . 1860.
Helminthophis frontalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:5.1893.
Helminthophis frontalis Amaral - Proc. New England Zool. Club 1X:25.1924.
Distribuição: Costa Rica.
8. Helminthophis Ruentheri Boulenger
Helminthophis guentheri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:6. tab. 1:2. 1893.
Helminthophis guentheri Ihering - Rev. Mus. Paulista Vlll :305. 1910.
Helminthophis guentheri Amaral - Proc. New England Zool. Club IX :27 . 192 **-
Distribuição: Rio de Janeiro (Brasil).
9. Helminthophis incertus Amaral
Helminthophis incertus Amaral - Proc. New England Zool. Club 1X:29.1924.
Distribuição: Guiana Hollandesa.
10. Helminthophis praeocularis Amaral
Helminthophis praeocularis Amaral - Proc. New England Zool. Club IX :28 . 1 924-
Distribuiçáo: Honda (Colombia).
11. Helminthophis ternetzii Boulenger
Helminthophis ternetzii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:584.1896.
Helminthophis ternetzii Amaral - Proc. New England Zool. Club IX:27.1924.
Helminthophis beui Amaral - Proc. New England Zool. Club 1X:29.!924.
Helminthophis collenettei Parker - Ann. & Mag. Nat. Hist. (10)11:97.1928.
Distribuição: Paraguay; Matto Grosso e São Paulo (Brasil); Argentina scP"
tentrional.
12. Helminthophis wilderi (Garman)
Typhlops wilderi Garman - Science Observer 1V:48.1883.
Helminthophis wilderi Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :378. 1910.
Helminthophis wilderi Amaral - Proc. New England Zool. Club IX:26.1924.
Distribuição: Minas Geraes (Brasil).
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II. Gen. Typhlops Duméril et Bibrok
in Erp. Gén. VI:279.I844.
Typo: lumbricalis
13. Typhlops lumbricalis (L.)
^ n Suis lumbricalis Linneu - Syst. Nat. 1:228.1758.
Typhlops lumbricalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:31.1893.
Distribuição: Antilhas.
14. Typhlops monensis Schmidt
Typhlops monensis Schmidt - Field Mus. Nat. Hist. Zool. Publ. 236.XII(12):
*^7. 1926.
Distribuição: Ilha Mona (Antilhas).
15. Typhlops platycephala D. et B.
Typhlops platycephalus Duméril et Bibron * Erp. Gén. VI:293.1844.
Typhlops platycephalus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:30.1893.
Distribuição: Pequenas Antilhas.
16. Typhlops psittacus Werner
Typhlops psittacus Werner - Zool. Anzeiger XXVI :248. 1903.
Distribuição: México.
17. Typhlops reticulata (L.)
* n guis reticulata Linneu - Syst. Nat. 1:228.1758.
■'Phlops reticulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:27.1893.
yphlops reticulatus Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :305. 1910.
Distribuição: Trindade; Guianas; Brasil; Colombia; Perú; Argentina septen-
fri 'onal.
18. Typhlops tenuis Salvin
Phlops tenuis Salvin - Proc. Zool. Soc.:454. 1860.
yphlops tenuis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:28.1893.
Distribuição: Guatemala; México.
19. Typhlops unilineata (D. et B.)
^ n y Q hocephalus unilincatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI:278.1844.
y Phlops unilineatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:15.1893.
Distribuição: Guiana Francesa.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
in Syst. Rept.:24. 1843.
III. Gen. Typhlophis Fitzinger
Typo: squamosus (monotypico)
20. Typhlophis squamosus (Schlegel)
TyphJops squamosus Schlegel - Abbildung.:36.tab.XXXII :9-12. 1844.
Typhlophis squamosus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:57.1893.
Typhlophis squamosus lhering - Rev. Mus. Paulista VIII:306. 1910.
Distribuição: Guianas; Brasil septentrional.
in Arch. Nat.:6.1861.
IV. Gen. Anomalepis Jan
Typo: mexicana (monotypico)
21. Anomalepis mexicana Jan
Anomalepis mexicana Jan - Arch. Nat.:6.1861.
Anomalepis mexicana Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:59.1893.
Anomalepis mexicana Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(3) :89. 1927.
Distribuição: México; Panamá; Perú.
B. Fam. LEPTOTYPHLOPIDAE
V. Gen. Leptotyphlops Fitzinger
in Syst. Rept.:24. 1843.
Typo: nigricans
22. Leptotyphlops affinis (Boulenger)
Stenostoma affine Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (5) XIII :396. 1884.
Glauconia affinis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1 :62 . tab.III :7 . 1893.
Distribuição: Venezuela.
23. Leptotyphlops albifrons (Wagler)
Stcnosloma albifrons Vagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:68.tab.XXV:3‘
1824.
Glauconia albifrons Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:63.1893.
Glauconia albifrons lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :308. 1910.
Distribuição: Região neotropica, desde México até Argentina e Uruguay-
Nota: Verner descreveu (in Abh. Mus. Dresden IX(2) :6. 1901) a var. rubr 0 *
lineata para o Pení, a qual me parece representar apenas um exemplar de colo*
rido bem conservado.
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 139
24. Leptotyphlops bilineata (Schlegel»
Typhlops bilincatus Schlegel - Abbildung. 36.tab.XXXII:5-8. 1844.
G/an conia bilineata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:70.1893.
Distribuição: Pequenas Antilhas.
25. Leptotyphlops borriehiana (Degerboel)
G/aacon/a borriehiana Degerboel - Vid. Medd. naturh. for. Kjõb. LXXV1:113.
f 'gs..l923.
Distribuição: Mendoza (Argentina).
26. Leptotyphlops dimidiata (Jan)
$‘ e nostoma dimidiatum Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 1:188.1862.
^ktiConia dimidiata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:64.1893.
^teuconia dimidiata lhering - Rev. .Mus. Paulista VIII :309.1910.
Distribuição: Brasil.
Ste,
27. Leptotyphlops goudotii (D. & B.)
nostoma goudotii Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI:330.1844.
^kuconia goudotii Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 1:64.1893.
Distribuição: Colombia.
St,
28. Leptotyphlops macrolepis (Peters)
en ostoma macrolepis Peters - Monatsch. Akad. Ví’iss. Berlin: 402.1857.
Qlau
Gla u
conia macrolepis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:69.1893.
conia macrolepis lhering - Rev. Mus. Paulista :309. 19 10.
Distribuição: Venezuela; Colombia; Brasil.
29. Leptotyphlops myopica (Garman)
^ e nostoma myopica Garman - N. Amer. Rept. 1:6.1883.
tLau conia myopica Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:69.1893.
Distribuição: Tampico (México).
30. Leptotyphlops septemstriata (Schneider)
^>Phlops septemstriatus Schneider - Hist. Amph. 11:341.1801.
^ u conia septemstriata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:71.1893.
Distribuição: Região do Rio Negro (Amazonas), Brasil.
31. Leptotyphlops unguirostris (Boulenger)
p.
au conia unguirostris Boulenger • Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)1X:338.I902.
Distribuição: Argentina Occidental.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
C. Fam. B O 1 D A E
a) Sub-fam. BOINAE
VI. Gen. Epicrates Wagler
in Syst. Atnphib.: 168. 1830.
Typo: cenchria
32. Epicrates angulifer Bibron
Epicrates angulifer Bibron - in R. de la Sagra-Hist. Cuba, Rept.: 215.tab.XXV.lS40-
Epicrates angulifer Boulenger - Cat. Sn. Brit. *Mus. 1:96.1893.
Homalochilus striatus Fischer - Abhandl. naturw. Ver. Hamburg 111:102. tab.U-
2. 1856.
Epicrates striatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:96.1893.
Distribuição: Cuba e Bahamas.
33. Epicrates cenchria cenchria (L.)
Boa cenchria Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Epicrates cenchris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:94.1893.
Epicrates cenchria lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :32 1 . 1910 ( pro parte).
Distribuição: Desde a America Central até Trindade, Perú oriental. Brasil e
Argentina septentrionaes.
33 a. Epicrates cenchria crassus (Cope)
Epicrates crassus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:349.1862.
Epicrates crassus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:593.1896.
Epicrates cenchria lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :321 . 1910 ( pro parte).
Distribuição: Brasil meridional.
34. Epicrates fordii (Günther)
Pclophilus fordii Günther - Proc. Zool. Soc.:l42.tab.XXIII. 1861.
Epicrates fordii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:98.1893.
Epicrates monensis Zenneck - Zeitsch. Wiss. Zool. LXIV:64.tab.II:58-62. 1 S^S-
Distribuição: São Domingos e outras Antilhas.
35. Epicrates gracilis (Fischer)
Chilabothrus gracilis Fischer - Jahrb. Hamburg Wiss. Anst. V:35.tab.IlI:8. 1^'
Epicrates gracilis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:98.1893.
Distribuição: São Domingos.
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36. Epicrates inornatus (Reinhardt)
inomata Reinhardt - Dansk. Vid. Selsk. X:253.tab. 1:21-23. 1843.
Epicrates inornatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:97.1893.
Epicrates subflavus Stejneger - Proc. U. S. Nat. Mus. XXIII :469.1901.
Distribuição: Grandes Antilhas.
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** Syst. Rept.: 167. 1830.
8o,
VII. Gen. Eunectes Wagler
Typo: murinus
37. Eunectes murinus (L.)
3 murina Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Eunectes murinus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:115.1893.
Eunectes murina Ihering - Rev. Mus. Paulista VUI:323. 1893 ( pro parte).
Distribuição: Brasil; Perú; Guianas; Trindade; Colombia.
38. Eunectes notaeus Cope
^ Un ectes notaeus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Phi!adelphia:70.1862.
^ Un ectes notaeus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:594.1896.
£ Picrates xvieningeri Steindachner - S’B. Akad. Wiss. Wien CXII ( 1 ) : 1 . 1903.
^ a iectes murina Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII:323. 1910-(pro parte).
Distribuição: Bolivia; Paraguay; Uruguay; Brasil Occidental; Argentina
^tentrional.
VIII. Gen. Constrictor Laurentius
!n Syn. Rept.: 106. 1768.
Typo: constrictor (monotypico)
39. Constrictor constrictor constrictor (L.)
constrictor Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
constrictor Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:117.1893.
~ 0ri strictor constrictor Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :319.1910.
Distribuição: Brasil; Argentina e Paraguay orientaes; Bolivia; Perú e Equa-
0r orientaes; Venezuela; Trindade e Tobago.
39 a. Constrictor constrictor imperator (Daudin)
° a imperator Daudin - Hist. Nat. Rept. V: 150. 1803.
' r ‘ a imperator Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:119.1893.
Picrates sabogae Barbour - Buli. Mus. Comp. Zool. XLV1:226. 1906.
■ 0, U trictor constrictor imperator Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :321 .1910.
Distribuição: Desde Perú e Equador occidentaes e Colombia até México me-
^onal.
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39 b. Constrictor constriclor mexicana (Jan)
Boa mexicana Jan - Icon. Gén.:82. 1864.
Boa mexicana Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:119.1893.
Distribuição: México.
39 c. Constrictor constrictor occidentalis (Philippi)
Boa occidentalis Philippi - Zeitsch. ges. Naturw. XLI : 1 27 . tab.III . 1 873.
Boa occidentalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:118.1893.
Constrictor constrictor occidentalis Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :321 .1910.
Distribuição: Argentina septentrional e Occidental e Paraguay meridiofl*!-
39 d. Constrictor constrictor orophias (L.)
Boa orophias Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Boa diviniloqua Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:118.1893.
Distribuição: Trindade; Santa Lucia; Dominica.
in Syst. Nat. 1:214.1758.
IX. Gen. Boa Linneu
Typo: canina
40. Boa annulata (Cope)
Xiphosoma annulatum Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia VlIl:129.tab.XXVlIl‘
6. 1875.
Corallus annulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:102.1893.
Distribuição: Costa Rica até Colombia.
41. Boa canina L.
Boa canina Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Corallus caninus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:102.1893.
Distribuição: Brasil tropical; Bolivia septentrional; Equador orient 3 ' -
Guianas; Venezuela; Colombia.
42. Boa hortulana hortulana (L.)
Boa hortulana Linneu - Syst. Nat. 1:215.1758.
Corallus hortulanus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:101.1893.
Boa hortulana Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :3 1 6. 1910.
Distribuição: Guianas; Brasil tropical; Perú oriental.
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A. do Amaral — Ophidios Neorropicos
143
42 a. Boa hortulana cookii (Gray)
C° r allu s cookii Gray - Zool. Miscell.:42. 1842.
Co rallus cookii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. I:99.tab.lV:3. 1893.
® ° a grenadensis Barbour - Mem. Mus. Comp. Zool. XLIV:327.1914.
Distribuição: Amazonas septentrional (Brasil); Colombia; Venezuela; Trin-
kde e pequenas Antilhas.
Nota: A especie madagascaricnsis D. & B., ligada ao genero Boa ( Coral -
!us ) por Boulenger (loc. cit. 1:103.) deve ser desmembrada e voltar ao genero
S^zinia Gray, 1849, de que é typo.
X. Gen. Trachyboa Peters
m ‘Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:200. 1860.
Typo: guiar is
43. Trachyboa boulengeri Peracca
^' ac hyboa boulengeri Peracca - Annuar. Mus. Zool. Napoli 111(12) :1. 1910.
ra chyboa boulengeri Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(3) :87.1927.
Distribuição: Sudoeste da Colombia.
44. Trachyboa gularis Peters
^ ra chyboa gularis Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin: 200. fig.l . 1860.
r acfty boa gularis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:109.1893.
ra *hyboa gularis lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :324. 1910.
ra chyboa gularis Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(3) :87.1927.
Distribuição: Equador Occidental.
XI. Gen. Tropidophis Bibron
1,1 de la Sagra - Hist. Cuba, Rept.:207. 1840.
Typo: melanurus
45. Tropidophis maculatus (Bibron)
^ C| Qnotus maculatus Bibron - in R. de la Sagra - Hist. Cuba, Rept.:212.tab.XXIV.
* 840 ,
maculata Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 1:112.1893.
^galia confunda Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 1:113.1893.
r °Pidophis maculatus subspp. StulI - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 195:8-18.
, 9 28 .
Distribuição: Cuba; Pinos; Jamaica e Haiti.
17
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
46. Tropidophis melanurus (Schlegel)
Boa mclanura Schlegel - Phys. Serp. 11:399.1837.
Ungalia melanura Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 1:111.1893.
Tropidophis melanurus Stull - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 195:39.1928.
Distribuição: Cuba.
47. Tropidophis pardalis (Gundlach)
Boa pardalis Gundlach - Arch. Naturgesch.:359. 1840.
Ungalia pardalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:113.1893.
Ungalia cana Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:114.1893.
Tropidophis pardalis subspp. Stull - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 195:23-33
1928.
? Tropidophis wrightii Stull - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 195:38.1928.
Distribuição: Cuba e Bahamas.
48. Tropidophis paucisquantis (Müller)
Ungalia paucisquamis Müller - in Schenkel — Verhandl. Naturf. Ges.
XI 1 1 : 1 54 . 1900.
Ungalia brasiliensis Andersson - Bih. Vet. Akad. Handl.XXVll(4;5:4.tab.l. 19®*'
Tropidophis paucisquamis Stull - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 195 : 19.19^*
Tropidophis paucisquamis Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IV ( 1 ) : 1 5. 1 930.
Distribuição: Serra de Paranapiacaba, S. Paulo (Brasil).
49. Tropidophis semicinctus (G. et P.)
Ungalia maculata, var. scmicincta, Gundlach et Peters - Monatsch. Akad. ^
Berlin:388. 1864.
Ungalia semicincta Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:113.1893.
Tropidophis moreletii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:111.1893.
Tropidophis semicincta Stull - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 195:45.1928.
Distribuição: Cuba e Pinos.
50. Tropidophis taczanowskyi (Steindachner)
Ungalia taczanowskyi Steindachner - S’B. Akad. Wiss. Wien LXXX:522.tab. . l®® 1
Ungalia taczanowskyi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:111.1893.
Tropidophis taczanowskyi Stull - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 195:21.1928-
Distribuição: Peru e Equador.
18
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 145
XII. Gen. Ungaliophis F. Müller
ln Verhandl. naturf. Ges. Basel VI1M42. 1882.
Typo: continentalis (monotypico)
51. Ungaliophis continentalis F. Müller
^ n Saliophis continentalis F. Müller - Verhandl. naturf. Ges. Basel VII: 142. 1822.
^ n S<Uiophis continentalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:114.1893.
Distribuição: Guatemala Occidental até Panamá.
b) Sub-fam. PYTHONINAE
XIII. Gen. Loxocemus Cope
p roc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:76, 304. 1861.
Typo: bicolor (monotypico)
52. Loxocemus bicolor Cope
^sccemus bicolor Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:76. 1861.
^°*° cernus bicolor Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 1:74.1893.
Distribuição: México meridional.
D. Fam. A N I L I D A E
XIV. Gen. Anilius Oken
n ^«hrb. Naturgesch. 111:283.1816 (pro parte).
Typo: scytale (monotypico)
53. Anilius scytale (L.)
Sc ytale Linneu - Syst. Nat. 1:228.1758.
I *** scytale Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:133.1893.
tia scytale Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :3 1 1.1910.
Distribuição: Guianas; Brasil septentrional até Perú oriental e Colombia.
19
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
E. Fam. COLUBRIDAE
Serie aglypha
a) Sub-fam. ACROCHORDINAE
XV. Gen. Nothopsis Cope
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:201 . 1871.
Typo: rugosus
54. Nothopsis affinis Boulenger
Nothopsis affinis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:453.1905.
Distribuição: Equador.
55. Nothopsis rugosa Cope
Nothopsis rugosus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:201.tab.XVII:l-7.lS7l-
Nothopsis rugosus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:176.1893.
Distribuição: Darien (Panamá).
b) Sub-fam. COLUBR1NAE
XVI. Gen. Thamnophis Fitzincer
in Syst. Rept.:26. 1843.
Typo: sauritus
56. Thamnophis chrysocephalus (Cope)
Eutaenia chrysocephala Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XXII: 173. 1884.
Tropidonotus chrysocephalus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:203.1893.
Distribuição: México meridional.
57. Thamnophis godmani (Günther)
Tropidonotus godmani Günther - Biol. Centrali-Amer., Rept.: 133. 1893.
Tropidonotus godmani Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:600.1896.
Distribuição: México sul-occidental.
58. Thamnophis melanogaster (Peters)
Tropidonotus melanogaster Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:389. 1864.
Tropidonotus melanogaster Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:225.1893.
Distribuição: México.
20
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 147
59. Thamnophis praeocularis (Bocourt)
Eutaenia praeocularis Bocourt - Le Naturaliste:278. 1892.
Tr opidonotus praeocularis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:418.1893.
Distribuição: Honduras Britannica.
60. Thamnophis proximus (Sav)
Cvluber proximus Say - Longs Exp. Rocky Mts. 1:187.1823.
^ r °pidonotus saurita Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1 :212.1893(pro parte).
Th amnophis proximus Stejneger et Barbour - Check List N. A. Amph. Rept.:115.
•923.
Distribuição: Especie nearctica. encontrada até Yucatan (México) e Hon-
^ Ura s Britannica.
Tha.
61. Thamnophis scalaris Cope
nnophis scalaris Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:369.1860.
'°pidonotus scalaris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:204.1893.
Distribuição: México sul-occidental.
62. Thamnophis scaliger (Jàn)
^ r °Pidonotus scaliger Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 111:214.1865.
r °Pidonotus scaliger Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:203.1893.
Distribuição: México meridional.
63. Thamnophis sirtalis eques (Reuss)
^ °luber eques Reuss - Senckenb. Mus. 1:152. tab.VIIl:2. 1834.
Tr> Pidonotus ordinatus, var. eques, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:209.1893.
f Distribuição: Raça neotropica encontrada no México e Guatemala e cuja
typica é nearctica.
Th ^m
64. Thamnophis stejnegeri McLain
nophis stejncgeri McLain - Contr. Neotr. Herp.:4.tab.. 1899.
Distribuição: Guanajuato (México central).
65. Thamnophis variabilis (Dugès)
H
^ €rn igenius variabilis Dugès - Proc. Amer. Philos. Soc. XXV:192.fig. . 1838.
r °Pidonotus variabilis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:606.1896.
Distribuição: Guanajuato (México central).
cm
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
in Syn. Rept.:73. 1768.
XVII. Gen. Natrix Laurentius
Typo: natrix (= vulgaris)
66. Natrix anoscopus (Cope)
Tropidonotus anoscopus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:299.1861.
Tropidonotus anoscopus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:242.1893.
Distribuição: Cuba.
67. Natrix rhombifera (Hallowell)
Tropidonotus rhombifer Hallowell - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia : 1 77 . l8 r "
Tropidonotus fasciatus, var. rhombifer, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:244.189^'
Natrix rhombifera Stejneger et Barbour - Check List N. A. Amph. Rept.:107. 19-*'
Distribuição: Forma nearctica, encontrada até Vera Cruz, México.
68. Natrix sipedon (L.)
Coluber sipedon Linneu - Syst. Nat. 1:219.1758.
Tropidonotus fasciatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:242.1893.
Distribuição: Forma nearctica, que invade o México e a America Centr**'
onde parece representada por 2 raças.
XVIII. Gen. Helicops Wagler
in Syst. Amph.: 170. 1830 ( pro parte).
Typo: carinicauda
69. Helicops angulata (L.)
Coluber angulatus Linneu - Syst. Nat.:217.1758.
Helicops angulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:278.1893.
Distribuição: Zona tropical da região cis-andina da America Meridional, ,!1
clusive Trindade.
70. Helicops carinicauda (Wied)
Coluber carinicaudus Wied - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1:300. Abbildung. 1825-
Helicops carinicauda Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:276.1893.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina.
71. Helicops gomesi Amaral
Helicops gomesi Amaral - Anex. Mem. lnst. Butantan (Ofiologia) 1 ( 1 ) :7,5 1
1:1-4.1921.
Distribuição: Bacia do rio Tietê, São Paulo (Brasil).
22
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
72. Helieops haírmanni Roux
Helieops hagmanni Roux - Zool. Anzeiger XXXV1:339. 1910.
Distribuição: Brasil septemrional.
73. Helieops leopardina (Schlegel)
Hornalopsis leopardina Schlegel - Physion. Serp. 11:358.1837.
Helieops leopardinus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:278.1893.
Distribuição: Brasil tropical; Guianas; Argentina septentrional.
74. Helieops modesta Günther
Helieops modestus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)VlI:425.fig. .1861.
Helieops modestus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:277.1893.
Distribuição: Brasil meridional e central.
75. Helieops pictiventris Werner
Helieops pictiventris Wemer - S'B. Akad. Wiss. München:205. 1897.
Distribuição: Extremo sul do Brasil.
76. Helieops polylepis Günther
H Hicops polylepis Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)V1I:426. 1861.
Helieops polylepis Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 1:280.1893.
Distribuição: Zona equatorial do Brasil; Pcrü oriental.
149
77. Helieops scalaris Jan
^Hlicops scalaris Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 111:250.1865.
c Hcop s scalaris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:279.1893.
Distribuição: Colombia; Venezuela.
78. Helieops septemvittata (Fischer)
°pisma septemvittatum Fischer - Vcrhandl. natun*. Ver. Hamburg (2)111:
^ ,a b.I;3.l879.
elicops
septemvittatas Boulenger
Distribuição: México.
Cat. Sn. Brit. Mus. 1:275.1893.
79. Helieops trivittata (Grav)
trivittatus Gray - Cat.:70. 1849.
e ^cops trivittatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:276. tab.XV!Il:2. 1893.
distribuição: Brasil equatorial.
23
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
SO. Helicops wettsteini Amaral
Helicops wettsteini Amaral - Buli Antiv. Inst. America III (2) :40.1929.
Distribuição: Costa Rica central.
XIX. Gen. Tretanorhinus Duméril et Bibron
in Erp. Gén. VII :348 . 1854.
Typo: variabilis (monotypico)
81. Tretanorhinus variabilis D. et B.
Tretanorhinus variabilis Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:349.tab.LXXX:4. 1S54-
Tretanorhinus variabilis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:282.1893.
Tretanorhinus nigroluteus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:282.1893.
Tretanorhinus mocquardi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:283.1893.
Tretanorhinus taeniatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XI1 :350.1903.
Tretanorhinus intermcdius Rosén - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:171 .tab.XlP'
figs.. 1905.
Tretanorhinus insulae-pinorum Barbour - Ann. Camegie Mus. X:306.I916.
Distribuição: Cuba e PinOs; America Central até Equador.
XX. Gen. Storeria Baird et Girard
in Cat. N. A. Rept. 1:135.1853.
Typo: dekayi
82. Storeria dekayi (Holbrook)
Tropidonotus dekayi Holbrook - N. A. Herp. !V:53.tab.XlV. 1842.
Ischnognathus dekayi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:286.1893.
Storeria dekayi Stejneger et Barbour - Check List N. A. Amphib. Rept.M 10. 19-^'
Distribuição: Especie nearctica, encontrada até México e Guatemala.
XXI. Gen. Tropidoclonion Cope
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:76. 1860.
Typo: lineatum
83. Tropidoclonion copei (Cope)
Adelophis copei (Dugès) Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XVIll :265. 1879.
Ischnognathus copii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:289.1893.
Distribuição: México Occidental.
24
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A. do Amaral — Ophidios Neotropieos
151
84. Tropidoclonion storerioides Cope
Tfopidoclonion storerioides Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia: 190. 1865.
Ischnognathus storerioides Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:288.1893.
Distribuição: México centro-occidental.
XXII. Gen. Ninia Baird et Girard
in Cat. N. A. Rept. 1:49.1853.
Typo: diademata
85. Ninia atrata atrata (Hallowell)
Co laber atratus Hallowell - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia. :245. 1845.
$ tr eptophorus atratus, vars. A. et B., Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:294.1893.
hinia atrata Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVI1 (art. 24) :2. 1925.
Distribuição: Panamá; Colombia; Equador; Venezuela; Trindade.
85 a. Ninia atrata sebae (D. et B.)
$ tr cptophorus sebae Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :515.1854.
$ tre ptophorus atratus, vars. C. et D.. Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:294.1893.
^ tre Ptophorus oxynotus >S'emer - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI (2):
2. 6.1909.
$ tr cptophorus subtcsselatus VTerner - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI (2):
2. 5.1909.
Distribuição: Panamá e Costa Rica até México.
86. Ninia diademata diademata (B. et G.l
hinia diademata Baird et Girard - Cat. N. A. Rept. 1:49.1853.
$ ,r eptophorus diadematus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:292.1893.
Distribuição: México.
86 a. Ninia diademata labiosa (Bocourt)
$ tre Ptophorus labiosus Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr. II :550. tab.
**XII -.6.1883.
$ tre ptophorus labiosus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:293.1893.
Distribuição: Guatemala.
C«,
87. Ninia psephota (Cope)
°*toma psephotum Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia (2 > VIII : 1 46 . 1875.
^‘'osema psephotum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:299.1894.
‘ n ' a psephotum Dunn - Amer. Mus. Novit. 314:2.1928.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
25
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
XXIII. Gen. Chersodroraus Reinhardt
in Vid. Meddet. naturh. for. Kjõb.:242. 1860.
Typo: liebmanni (monotypico)
88. Chersodromus liebmanni Reinhardt
Chersodromus liebmanni Reinhardt - Vid. Meddel. naturh. for. Kjõb.:243. 1860-
Chersodromus liebmanni Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:295.1893.
Dirosema collare Wemer - Zool. Anzeiger XXI 1 1 : 1 97 - fig.3-5 . 1900.
Distribuição: México até Guatemala.
XXIV. Gen. Diaphorolepis Jan
in Elenco Sist. :94,98. 1863.
Typo: n-agneri
89. Diaphorolepis laevis Werner
Diaphorolepis laevis Wemer - Annal. Naturhist. Mus. Wien XXXVI: 160. 1923.
Distribuição : Colombia.
90. Diaphorolepis miops (Boulenger)
Synophis miops Boulenger - Proc. Zool. Soc.:109.tab.XlI:1 . 1898.
Distribuição: Equador.
91. Diaphorolepis wajrneri Jan
Diaphorolepis uagncri Jan - Elenco Sist.:98. 1863.
Synophis bicolor Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XI (266) : 1 - f«g- -
1896.
Diaphorolepis uagncri Wemer - S’B. Akad. Wiss. München XXVII :203.1897.
Distribuição: Equador.
in Syst. Nat. 1:216.1758.
XXV. Gen. Coluber Linneu
Typo: constrictor
92. Coluber oaxacae (Jan)
Coryphodon oaxacae Jan - Elenco Sist.:63. 1863.
Zamenis oaxacae Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:386.1893.
Coluber oaxacae Ortenburger - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 139:2.1923.
Distribuição: México.
26
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 153
XXVI. Gen. Masticophis Baird et Girard
*" Cat. N. A. Rept. 1:104.1853.
Typo: flagellnm (= flagelliformis)
93. Masticophis bitaeniatus (Boettger)
Zamenis bitaeniatus Boettger - Kat. Senckenb. Rept. Sammlung 11:42.1898.
Distribuição: Guatemala.
94. Masticophis lineatus (Bocourt)
^ a scanion lineatus Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr. ll:700.tab.XLVIII:
'•1890.
Z&menis lineatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:388.1893.
^Qsticophis lineatus Ortenburger - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 139:2.1923.
Distribuição: México Occidental.
95. Masticophis mentovarius (D. et B.)
f ' or yphodon mentovarius Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII. 187. 1854.
? 0r nenis mentovarius Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:389.1893.
ticophis mentovarius Ortenburger - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 139:2.1923.
Distribuição: México até Guatemala.
96. Masticophis mexicanus (D. et B.)
? ar ncnis mexicanus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :695. 1854.
^ a nenis mexicanus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:392.1893.
Distribuição: México.
97. Masticophis pulcherrimus Cope
Hcophis pulcherrimus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:65.1874.
? arT ienis pulcherrimus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:392.1893.
Distribuição: México meridional.
XXVII. Gen. Salvadora Baird et Girard
>n Cat. N. A. Rept. 1:104.1853.
Typo: grahamiae
98. Salvadora hairdi Jan
SjtlvaJorQ bairdi Jan - Elenco Sist.:58.1863.
Qrr tenis grahami Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 1:393.1893 (pro parte).
Distribuição: México meridional e central.
27
cm
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Memórias do Instituto Butaman — Tomo IV
XXVIII. Gen. Drymobius Fitzinger
in Syst. Rept.:26. 1843.
Typo: margaritiferus
99. Drymobius bifossatus (Raddi)
Coluber bifossatus Raddi - Mem. Soc. Ital. Modena XVIII :333. 1820.
Drymobius bifossatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:10.1894.
Drymobius bifossatus Brazil - La Défense contre l’Ophidisme (Butantan) :57-t« b -
VI. 1914.
Distribuição: Brasil; Uruguay; Argentina; Paraguay; Bolivia; Colombia.
100. Drymobius bivittatus (D. et B.)
Leptophis bivittatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:540.1854.
Drymobius bivittatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:15.1894.
Distribuição: Colombia; Panamá.
101. Drymobius boddaertii (Sentzen)
Coluber boddaertii Sentzen - Meyer’s Zool. Arch. 11:59.1796.
Drymobius boddaertii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:11.1894.
Coluber fasciatus (non Linneu) Rosén - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:169. 1 905-
Alsophis bruesi Barbour - Mem. Mus. Comp. Zool. XL1V:337. 1914.
Distribuição: Desde Brasil tropical, Paraguay, Bolivia, Perú, Guianas e TriO'
dade até México.
Nota: Em sua extensa distribuição, esta especie parece estar representa^*
por varias raças, cujo reconhecimento depende de revisão.
102. Drymobius brazili Gomes
Drymobius brazili Gomes - Mem. lnst. Butantan 1(1) :81.tab.XIV:2.1918.
Distribuição: Zona centro-meridional do Brasil.
103. Drymobius dendrophis (Schlegel)
Hcrpctodryas dendrophis Schlegel - Physion. Serp. 11:196.1837.
Drymobius dendrophis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:15.1894.
Drymobius chloroticus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:16.1894.
Coluber? melanotropis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:33.1894.
Drymobius dendrophis Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1V( 1) : 12.1930.
Distribuição: Guianas, Venezuela, Equador e Brasil septentriona] até M« lC ®‘
28
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
155
104. Drymobius margaritiferus (Schlegel)
Herpetodryas margaritiferus Schlegel - Physion. Serp. 11.184.1837.
drymobius margaritiferus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:17.1894.
Distribuição: Desde Colombia e Venezuela até México e confins da região
ne arctica.
105. Drymobius rhombifer (Günther)
^ 0r yphodon rhombifer Günther - Proc. Zool. Soc.:236. 1860.
Drymobius rhombifer Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:14.1894.
Distribuição: Perú; Equador; Colombia; Panamá.
106. Drymobius rubriceps Amaral
Drymobius rubriceps Amaral - Proc. New England Zool. Club Vlll:85.1923.
Distribuição: Brasil central.
XXIX. Gen. Drymoluber Amaral
‘ n -''em. Inst. Butantan IV: 1929.
Typo: dichrous (monotypico)
107. Drymoluber dichrous (Peters)
^ er petodryas dichrous Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:2S4.1863.
^°luber dichrous Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:30.1894.
rymoluber dichrous Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: 1929.
Distribuição: Brasil septentrional e Perú oriental até Colombia.
XXX. Gen. Phrynonax Cope
"* Pr °c. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:348. 1862.
Typo: poccilonotus (=* lunulatus )
S Pii
108. Phrynonax poecilonotus poecilonotus (Günther)
°tes poecilonotus Günther - Cat. Col. Sn.:100. 1858.
r °P'dodipsas lunulata Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:517. 1860 et
348
1862.
glotes lunulatus Cope - Buli. U. S. Nat. Mus. XXXII :7 1 . 1887.
Pdotes poecilonotus Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr. II :69 1 .tab.XLIII :
<•1888
J ■
Motes lunulatus Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr.:694.tab.XLIl :1 . 1888
T ° Parte).
Mot es p oec ii ono t us Günther - Biol. Centrali-Amer., Rept.:l 17. tab.XLIII. 1894.
29
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
15õ
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Phrynonax poecilonotus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:20.1894.
Phrynonax lunulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:21.1894.
Phrynonax poecilonotus poecilonotus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV:
2.1929.
Distribuição: Honduras até centro-sul do México.
.fi«
108 a. Phrynonax poecilonotus argus (Bocourt)
S pilotes argus Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr. II:692.tab.XLVIll:10.lSSS-
Spilotes argus Günther - Biol. Centrali-Amer., Rept.:l 18.tab.XLIV. 1894.
Phrynonax guentheri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:20.1894.
Phrynonax poecilonotus argus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: .fig.3.l9^‘
Distribuição: Regiões baixas do Estado de Vera Cruz, México.
108 b. Phrynonax poecilonotus chrysobronchus (Cope)
Spilotes chrysobronchus Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia VIII(2) :13ô.tab-
XXVIII: 11. 1875; Buli. U. S. Nat. Mus. XXXII :7 1 . 1887.
Spilotes chrysobronchus Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr. 11:695. tab.
XXXVIII:9.I888.
Phrynonax chrysobronchus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:22.1894.
Phrynonax poecilonotus chrysobronchus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: .19^’
Distribuição: Costa Rica; Nicaragua.
108 c. Phrynonax poecilonotus polylepis (Peters)
Ahactulla polylepis Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:709.1867.
Spilotes fasciatus Peters - Montasch. Akad. Wiss. Berlin:443.!869.
Spilotes fasciatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)IX:20. 1872.
Spilotes lunulatus Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr. :694. 1888 ( pro parte )•
Phrynonax fasciatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:21.1894.
Phrynonax cutropis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II :22.tab.1: 1.1894.
Phrynonax lyoni Stejneger - Proc. U. S. Nat. Mus. XXIV: 185. 1901.
Phrynonax atriceps Wemer - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXX(2) :22.19 | ^'
Phrynonax poecilonotus polylepis Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: .1929-
Distribuição: Alto Amazonas; Guianas e Trindade; Equador; Perú; Boli' 1 *’
108 d. Phrynonax poecilonotus shropshirei (Barbour et Amaral)
Phrynonax shropshirei Barbour et Amaral - O. P. Boston Soc. Nat. Hist. I
1924.
Phrynonax poecilonotus shropshirei Amaral - Mem. Inst. Butantan IV:
4.1929.
Distribuição: Panamá até Colombia.
30
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotcopicos
157
109. Phrynonax sulphureus sulphureus (Wagler)
,/alr « sulphurca Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:26.tab.lX. 1824.
C°luber poecilostoma Schlegel - Physion. Serp. II:153.tab.VI:5-6.1837 (pro parte).
Spilotes poecilostoma Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :221 . 1854 (pro parte).
Spilotes poecilostoma Günther - Cat. Col. Sn.:100.1858 ( pro parte).
^Pilotes poecilostoma Jan - Icon. Gén. XLVllI.tab.V:4.1876.
hynonax sulphureus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:19.1894 (pro parte).
P^ynonax faucheri Mocquard - Buli. Mus. Hist. Nat. Paris :2 13. 1903.
^0 'nonax sulphureus sulphureus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: .1929.
Distribuição: Brasil equatorial; Perú; Equador; Guianas; Trindade.
109 a. Phnnonax sulphureus poecilostoma (Wied)
( -°luber poecilostoma Wied - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1:250.1825. Abbildung. 1827.
Pilotes poecilostoma Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :221. 1854 ( pro parte).
'Pilotes poecilostoma Jan - Icon. Gén. XLVIII.tab.V:3. 1876.
p ! y n °nax sulphureus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:19.1894 ( pro parte).
* ra Phrynonax versicolor Lutz et Mello - Folha Medica 1(3) :97. 1920.
rh
r yuonax sulphureus poecilostoma Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: . fig.
'•1929.
Distribuição: Brasil sul-oriental.
XXXI. Gen. Spilotes Wagler
"* Syst. Amph.: 179. 1830.
Typo: pullatus (monotypico)
110. Spilotes pullatus pullatus (L.)
'°iuber pullatus Linneu - Syst. Nat. 1:225.1758.
Pilotes pullatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:23.1894 ( pro parte).
PUotes megalolepis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II :24.tab. 11.1894.
Pilotes microlepis Wemer - Abh. Bayer Akad. Wiss.:346. 1903 ( pro parte).
pl l°tes pullatus pullatus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: .fig. 1 .1929.
Distribuição: Desde Argentina septentrional e Brasil, até Colombia, Vene-
Ut ' a . Guianas, Trindade, Tobago, Panamá e Costa Rica.
S PHotes
110 a. Spilotes pullatus anomalepis Bocourt
pullatus, var. anomalepis, Bocourt - Miss. Sc. Mex. et Amer. Centr. II:
* a b.XLIV :4.1888.
.
ç ilot os pullatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:23.1894 ( pro parte).
p, l°tes pullatus anomalepis Amaral - Mem. Inst. Butantan IV:. . .fig.3. 1929.
Distribuição: Littoral sul-oriental do Brasil.
31
cm
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158
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
110 b. Spilotes pullatus argusiformis Amaral
Spilotes pullatus argusiformis Amaral - .Mem. Inst. Butantan IV: . fig.5.19^'
Distribuição: Honduras.
110 c. Spilotes pullatus maculatus Amaral
Spilotes pullatus maculatus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: .fig.4.1929.
Distribuição: Serra de Paranapiacaba e Serra do Cubatão, em São P*^ 0-
(Brasil).
110 d. Spilotes pullatus mexicanus (Laurentils)
Cerastcs mexicanus Laurentius - Syn. Rept.:83. 1768.
Coluber novae-hispaniae Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:33.1894.
Spilotes pullatus mexicanus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: .fig.2.l92$-
Distribuição: Centro de Honduras e Guatemala até México meridional.
XXXII. Gen. Drymarchon Fitzinger
in Syst. Rept.:26. 1843.
Typo: corais (monotypico)
111. Dry marchon corais corais (Boie»
Coluber corais Boie - Isis:537. 1827.
Coluber corais, var. A, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:32.1894.
Geoptyas flaviventris Steindachner - S'B. Akad. Vttss. Wien LV: 269 .tab.lV: , *'‘
1867.
Phrynonax angulifer \l T emer - Ann. Naturhist. Mus. Wien XXXVI: 162. 1923.
Drymarchon corais corais Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: fig.1.1929.
Distribuição: Zona cis-andina da America do Sul tropical, inclusive
dade e Tobago.
1 1 1 a. Drymarchon corais couperi (Holbrook)
Coluber couperi Holbrook - N. A. Herp. 111:75. tab.XVI. 1842.
Coluber corais, var. C, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:32.1894.
Drymarchon corais couperi - Stejneger et Barbour - Chek List N. A. Ampk
Rept.:93.1923.
Drymarchon corais couperi Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: 1929.
Distribuição: Do nordeste do México até a região nearctica.
32
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
159
1 1 1 b. Drymarchon corais melanurus <D. et B.»
^Pilotes melanurus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII -.224.1854.
Geopfyaj collaris Steindachner - S’B. Akad. Wiss. Wien LV :27 1 .tab.I II.- 4-7. 1867.
r -°hber corais, var. B, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:32.1894.
~ymarchon corais melanurus Stejneger et Barbour - Check List N. A. Amph. &
íit P‘-:94.1923.
^'Wnarchon corais melanurus Amaral - Mem. Inst. Butantan IV: 1929.
Distribuição: Zona trans-andina da America do Sul tropical até Vera Cruz
léxico).
XXXIII. Gen. Elaphe Fitzinger
^ agler - Descr. Icon. Amph. III. texto tab.XXVII . 1833.
Typo: quatuorlineata (— parrcysii)
112. Elaphe flavinifa (Cope)
^luber flavirufus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia:3l9. 1866.
•°lubcr flavirufus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:39.1894.
Distribuição: México até Panamá.
Q °lebe
113. Elaphe tríaspis (Cope)
bfr triaspis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia: 128.1866.
°fober triaspis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:37.1894.
Distribuição: México; Guatemala.
k°ta: As cspecies E. chlorosoma (Günther, 1894) c £. laeta (Baird et Gi-
^ ,!l 1853), embora pertençam á região nearctica, tèm sido assignaladas até o
‘ n, co central, conforme se lê in Stejneger & Barbour - Check List of North
•^erican Amphibians and Rcptilcs:90-9 1.1923.
iav
XXXIV. Gen. Pituophis Holbrook
A. Rept. 1V:7. 1842.
Typo: melanoleucus
1 14. Pituophis lineaticollis (Cope)
jJ r, 'ona lineaticollis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:300.1S61.
' l uber lineaticollis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:64.1894.
Distribuição: México; Guatemala.
115. Pituophis pleurostictus (D. et B.)
r Pbis pleurostictus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI 1:244. 1854.
jtu be r deppii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. Ii:66.IS94.
Distribuição: México centro-meridional.
33
cm
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
XXXV. Gen. Leptodrymus Amaral
in Buli. Antiv. Inst. America I < 1 ) :28 . 1 927.
Typo: clarki (monotypico)
116. Leptodrymus clarki Amaral
Leptodrymus clarki Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(1) :28. 1 927.
Distribuição: Tela (Honduras).
XXXVI. Gen. Phrydops Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:453. 1905.
Typo: melas (monotypico)
117. Phrydops melas Boulenger
Phrydops melas Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist.(7)XV:453.1905.
Distribuição: Costa Rica.
XXXVII. Gen. Synchalinus Cope
in Proc. Amer. Philos. Soc. XXXI :345. 1893.
Typo: corallioides (monotypico)
118. Synchalinus corallioides Cope
Synchalinus corallioides Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XXXI :345. 1893.
Synchalinus corallioides Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:70.1894.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
XXXVIII. Gen. Chironius Fitzinger
in N. Class. Amph.:31 . 1826.
Typo: carinatus
119. Chironius carinatus (L.)
Coluber carinatus Linneu - Syst. Nat. 1:223.1758.
Herpetodryas carinatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:73.1894.
Hcrpctodryas sexcarinatus, var. B, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:72-1^
Distribuição: America meridional tropical, inclusive Trindade, Guadeluf*
São Vicente.
34
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 161
120. Chironius fuscus (L.)
^°luber fuscus Linneu - Syst. Nat. 1:222.1758.
^trpetodryas fuscus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:75.1894.
H trpetodryas melas Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:76.1894.
H trpetodryas grandisquamis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:76.1894.
H er P*todryas schlütteri Wemer - Zool. Anzeiger XX 11:1 15. 1 899 .
^trpetodryas vicinus Boulenger - Proc. Zool. Soc.:660. 1915.
Chironius vicinus Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVlI(art. 24) :4. 1925.
Distribuição: Brasil equatorial; Perú; Equador; Guianas; Venezuela; Co-
*°mbia ; Panamá.
■''Vr,
121. Chironius sexcarinatus (Wagler)
'tt sexcarinata Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:35.tab.XU. 1824.
tr petodryas sexcarinatus, var. A, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:72.1894.
Distribuição: Paraguay; Bolivia; Brasil meridional até Argentina septen-
^onal.
XXXIX. Gen. Leptophis Wagler
"* S >-st. Amph.: 183. 1830.
Typo: ahactulla
122. Leptophis ahaetulla (L.)
^°laber ahactulla Linneu - Syst. Nat. 1:225.1758.
ftophis liocercus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:113.1894.
'Ptophis bocourti Boulenger - Proc. Zool. Soc.: 116.1898.
*Ftophi s rostralis Lfinnberg * Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X:458.1902.
'Ptophis vertebralis Wemer - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :221 . 1909.
*J*°phis riveti Despax - Buli. Mus. Hist. Nat. Paris:368.1910.
Wo Phis brevior Boulenger - Proc. Zool. Soc. 815. tab. 11:1. 1914.
Distribuição: Zona cis-andina da America Meridional, com penetração na
^a
a ndina de Equador e Colombia.
123. Leptophis mexicanus D. et B.
*M°phis mexicanus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :536. 1854.
H°phis mexicanus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:108.1894.
. Distribuição: Zona trans-andina da America Meridional (Equador c Colom-
1 *té México meridional.
^ ^ota: as especies L. aeruginosus Cope, 1875, L. bilineatus (Günther, 1872),
-, de P r *ssirostris (Cope, 1860), L. diplotropis (Günther, 1872), L. modestas
*4*
nt ^er, 1872), L. saturatus Cope, 1875 e L. ultramarinas Cope, 1894, regis-
**e r .
no Catalogo de Boulenger, devem passar para a synonymia de L. mexi-
que me parece subdivisivel em raças, de accordo com a revisão que estou
35
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
162
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
124. Leptophis occidentalis occidentalis (Günther)
Ahaetulla occidentalis Günther - Proc. Zool. Soc.:4I2. 1859.
Leptophis occidentalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:111 .tab.III :2. 1894.
Leptophis flagellum Andersson - Bih. Sv. Vet. Akad. Handl. (4)XXVII.5:13.I9®I-
Distribuição: Zona trans-andina da America Meridional e America Central
até México meridional.
124 a. Leptophis occidentalis nigromarginatus (Günther)
Ahaetulla nigromarginata Günther - Aon. & Mag. Nat. Hist. ( 3 )XVIU :28. 1866.
Leptophis nigromarginatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:1 12.tab. 111:3. iSíM-
Leptophis argentinus Wemer - Abhand. Bayer Akad. Wiss. XXIl(2) :3S4. 19^"
Leptophis cupreus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:109.1894.
Leptophis ortonii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:114.1894.
Drymobius affinis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:14.1894.
Distribuição: Bacias do Alto Amazonas e Paraguay (zona cis-andina da Am* -
rica Meridional).
125. Leptophis urostictus (Peters)
Ahaetulla urosticta Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin :606.1873.
Leptophis urostictus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:114. 1894.
Distribuição: Bogotá (Colombia).
Nota: A validez desta especie carece de confirmação.
XL. Gen. Uromacerina Amaral
in Mcm. Inst. Butantan IV: .1929.
Typo: ricardinii (monotypico)
126. Uromacerina ricardinii (Peracca)
Uromacer ricardinii Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII(282) :1 • I®® ’
Uromacerina ricardinii Amaral - Mem. Inst. Butantan IV:
Distribuição: São Paulo (Brasil).
1929.
XLI. Gen. Uromacer Duméril et Bibron
in Mém. Acad. Sc. XXI1I:478. 1853.
Typo: catesbyi
127. Uromacer catesbyi (Schlegel)
Dendrophis catesbyi Schlegel - Physion. Serp. 11:226.1837.
Uromacer catesbyi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:115.1894.
Distribuição: São Domingos.
36
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 163
128. Uromacer dorsalis Dunn
Ur omacer dorsalis Dunn - Proc. New England Zool. Club VII:43.I920.
Distribuição: Ilha Gonaives (Antilhas).
129. Uromacer frenatus (GOnther)
* h aetulla frenata Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)XV:94.tab.lI:B. 1865.
omacer frenatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:116.1894.
Distribuição: São Domingos.
130. 1’romaeer oxyrhynchus D. et B.
°macer oxyrhynchus Duméril et Bibron - Erp. Gén. Vll:722.tab.LXXXIIl:1.1854.
omacer oxyrhynchus Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 11:116.1894.
Distribuição: São Domingos.
Ur,
Ur i
131. Uromacer scandax Dunn
omacer scandax Dunn - Proc. New England Zool. Qub VII :43. 1920.
Distribuição: Ilha Tortuga (Antilhas).
XLII. Gen. Hypsirhynehus Günther
C«t. Cot. Sn.:48. 1858.
Typo: ferox (monotypico)
132. Hypsirhynehus ferox Günther
b
y Psir hynchus ferox Günther - Cat. Col. Sn.:49.1858.
jp *irhynchus ferox Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:11 7.tab.VI : 1 .1894.
Distribuição: São Domingos.
XLIII. Gen. Leimadophis Fitz'Nger
** W Rept.:26. 1843.
Typo: almadensis
^’®ta: Sob esta designação estão incluídas as serpentes que Boulenger, em
Catalogo, separou nos generos Dromicus e Liophis, que são indistinguíveis
.^Phologicamente.
133. Leimadophis almadensis (Wagler)
dmadensis Wagler • in Spix — Serp. brasil, spp. novae:30.tab.X:3.1824.
almadensis Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 11:134.1894.
Distribuição: Brasil; Paraguay; Argentina; Uruguay.
37
cm
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164
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
134. Leimadophis andreae (R. et L.)
Liophis andreae Reinhardt et Lütken - Vid. Meddel. naturh. for. Kjõb.:214. 1862-
Liophis andreae Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:140.1894.
Distribuição: Cuba.
Nota: Esta forma tem sido desmembrada, por Barbour e outros, em algum » 5
raças dependentes de revisão.
135. Leimadophis angulifer (Bibron)
Dromicus angulifer Bibron - in R. de la Sagra — Hist. Cuba, Rept. :222.tab.XXVU-
1840.
Dromicus angulifer Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:120.1894.
Distribuição: Cuba, Bahamas e Caymans (Antilhas).
Nota: Parece-me razoavel conservar Alsophis brooksi Barbour, 1914 (Pequen*
Cayman), A. caymanus Garman, 1887 (Grande Cayman), A. fuscicauda Garm»® 1
1888 (Cayman Brac) e A. budii Cope, 1862 (Bahamas» na synonymia de angU’
lifer, emquanto não se faz uma revisão meticulosa desta especie.
136. Leimadophis anomalus (Peters)
Zamenis anomalus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Bcrlin:282. 1863.
Dromicus anomalus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:125.1894.
Distribuição: São Domingos (inclusive Haiti).
137. Leimadophis antillensis antillensis (Schlegel)
Psammophis antillensis Schlegel - Physion. Serp. 11:214.1837.
Dromicus antillensis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:123.1894.
Distribuição: Martinica, Dominica, Guadelupe, Ancgada, São Thomaz, S»°
João, Culebra e Vieques (Antilhas).
137 a. Leimadophis antillensis sancticrucis (Cope)
Alsophis sancticrucis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia:76. 1862.
Dromicus sanctae-crucis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:122.1894.
Distribuição: Santa Cruz, Porto Rico, Mona e São Domingos (Antilhas).
Nota: Parece-me razoavel conservar Alsophis melanichnus Cope, 1862 (Si°
Domingos), A. portoricensis R. et L., 1862 (Porto Rico) e D. variegatus Schtnid* 1
1926 (Mona) na synonymia desta raça, dependente de revisão.
138. Leimadophis ater (Gosse)
Natrix atra Gosse - Nat. Soj. Jamaica :228. 1851.
Dromicus ater Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:121.1894.
Distribuição: Jamaica (Antilhas).
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139. Leimadophis himaculatus (Cope)
Liophis bimaculatLs Cope - Buli. Philadelphia Mus. 1:1 1 ,tab.lV:2. 1899.
Distribuição: Bogotá (Colombia*.
140. Leimadophis callilaemus (Gossei
^atrix caUilaema Gosse - Nat. Soj. Jamaica:384.1851.
Liophis callilaemus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 142. tab.Vl:3. 1894.
Distribuição: Jamaica.
141. Leimadophis chamissonis (Wiegmann)
Coronclla chamissonis Wiegmann - N. Acta. Acad. Leop. Carol. XVII. 1:246.
*»b. XIX. 1835.
b'omicus chamissonis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:119.1894.
Distribuição: Chile; Peru: Galapagos.
Nota :* Parece-me razoavcl collocar também na synonymia desta cspecic, dc-
F^ndcntes de revisão, as innumeras formas de Dromicus descriptas ou re-
^scriptas para Galapagos. por VanDenburgh: biserialis (Günther), biscrialis hoo-
dtnsiS' chiloensis (Werner), dorsalis (Steindachner), occidcntalis, o. hcllcri, slc-
v ' ní e steindachneri.
142. Leimadophis cursor (Lacépède)
C°luber cursor Lacépède • Serp. 11:281 tab.XIV:2. 1789.
L‘ophis cursor Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 11:139.1894.
leimadophis boulengeri Barbour - Mem. Mus. comp. Zool. XLIV:339. 1914.
Distribuição: Santa Lucia. Martinica, Guadclupe e Granada ( Pequenas An-
chas).
Nota: Parece-me indicado conservar por cmquanto L. boulengeri Barbour,
(— D. ornatus Garman) na synonymia de L. cursor (Lacép.).
143. Leimadophis epinephelus (Cope)
Liophix epinephelus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :78. 1862.
Liophis epinephelus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:137.1894.
Distribuição: Colombia; Panamá; Costa Rica.
144. Leimadophis exiguus (Copej
L* r omicus exiguus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :79. 1862.
L* r omicus exiguus Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 11:126.1894.
Leimadophis exiguus Stejneger - Rept. U. S. Nat. Mus. :69S.figs. 167- 169. 1904
(1902).
Distribuição: São João, São Thomaz, Culcbra e Vicques (Antilhas).
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145. Leimadophis flavitorques (Cope)
Liophis flavitorques Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:307.I868.
Drepanodon? flavitorques Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:639.1896.
Distribuição: Região do Rio Magdalena (Colombia).
146. Leimadophis fraseri (Boulenger)
Liophis fraseri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:131 .tab.VI :2. 1 894.
Distribuição: Equador.
147. Leimadophis juliae (Cope)
Aporophis juliae Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XVI11:274. 1879.
Liophis juliae Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:139.1894.
Distribuição: Dominica e Maria Galante (Pequenas Antilhas).
148. Leimadophis leucomelas (D. et B.)
Dromicus leucomelas Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :666.1854.
Dromicus leucomelas Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:123.1894.
Distribuição: Dominica, Maria Galante, Guadelupe, Mont-serrat e Antig u *
(Pequenas Antilhas).
Nota: Parece-me razoavel conservar Alsophis sibonius Cope, 1879 (Dot» 1 '
nica) na synonymia desta especie, dependente de revisão.
149. Leimadophis melanostigma (Wagler)
Natrix melanostigma Wagler - in bpix — Serp. brasil, spp. novae: 17.tab.IV:2.1^'
Liophis melanostigma Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:142.1894.
Distribuição: Brasil.
150. Leimadophis melanotus (Shaw)
Coluber melanotus Shaw - Zool. 111:534.1802.
Liophis melanotus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:134.1894.
Distribuição: Colombia; Venezuela; Trindade; Tobago e Granada.
151. Leimadophis nebulatus Barbour
Leimadophis nebulatus Barbour - Mem. Camegie Mus. X:305.tab.XXVlII:l.l9*®’
Distribuição: Ilha dos Pinos (Cuba).
152. Leimadophis oligolepis (Boulenger)
Liophis oligolepis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:455. 1905.
Distribuição: Pará (Brasil).
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153. Leimadophis parvifrons (Cope)
bromicus parvifrons Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:79. 1862.
Liophis parvifrons Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:141.1894.
Distribuição: São Domingos.
Nota: Esta forma foi desmembrada por Dunn em raças, cuja acceitaçào de-
pende de revisão; para sua synonymia devem entrar, até novos estudos, L. alleni
'Ilha La Gonave) e L. tortuganus (Ilha Tortuga), registadas por Dunn em 1920.
154. Leimadophis perfuscus (Cope)
Li °phis perfuscus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:77. 1862.
Liophis perfuscus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:133.1894.
Distribuição: Barbados.
155. Leimadophis poecilogyrus (Wied)
Coluber poecilogyrus Wied - Bcitr. Naturgesch. Brasil. 1 :37 1 . Abbildung. 1825.
üophis poecilogyrus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:131.1894.
^hadinaea praeornata Wemcr - Jahr. Ver. Naturk. Stuttgart LXV:58.1909.
Distribuição: Brasil; Bolivia; Paraguay; Argentina; Uruguay.
Nota: Em sua extensa distribuição, esta especie parece representada por
v *rias raças, que já ha algum tempo venho estudando. Parker recentemente
< * Cs creveu uma raça para a Bolivia.
156. Leimadophis pseudocobella (Peracca)
t‘°phis pseudocobella Peracca - Mém. Soc. Neuchâtel V:99.I914.
Distribuição: Colombia.
157. Leimadophis pygmaeus (Cope)
^°Phis pygmaeus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:103.I86S.
°Fhis pygmaeus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:129.1894.
Distribuição: Alto Amazonas até Colombia.
158. Leimadophis reginae (L.)
Coluber reginae Linneu - Syst. Nat. 1:219.1758.
^*°Phis reginae Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:137.1894.
Distribuição: Brasil; Peni oriental: Equador; Guianas; Trindade; Colom-
Panamá.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
159. Leimadophis nifiventris (D. et B.)
Dromicus rufiventris Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :668.!854.
Dromicus rufiventris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:124.1894.
Distribuição: Nevis, St. Kitts, Sto. Eustacio, S. Bartholomeu, S. Marti®.
Anguilla e Saba (Pequenas Antilhas).
Nota: Parece-me indicado conservar A. rijgersmaei Cope. 1869 (S. Marti®)
e A. cinereus Garman, 1887 (S. Bartholomeu e Anguilla) na synonymia dest*
especie.
160. Leimadophis sagittifer (Jan)
Liopeltis sagittifer Jan - Elenco Sist. :82 . 1 863.
Rhadinaea sagittifera Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:165.1894.
Rhadinaea modesta Koslowsky - Rev. Mus. La Plata VII :453. 1896.
Leimadophis sagittifer Amaral - Rev. Mus. Paulista XIV: 19. 1926.
Distribuição: Argentina; Brasil meridional.
161. leimadophis stahli Stejnecer
Leimadophis stahli Stejneger - Rept. U. S. Nat. Mus.:695.figs.l6l-166.l904 (1902)-
Distribuição: Porto Rico.
162. leimadophis temporalis (Cope)
Dromicus temporalis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia:370.I860.
Liophis temporalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:143.1894.
Distribuição: Cuba.
t
163. Leimadophis tríscalis (L.)
Coluber triscalis Linneu - Syst. Nat. 1:224.1758.
Liophis triscalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:129.1894.
Distribuição: Guiana Hollandesa; Venezuela e Curaçáo.
164. Leimadophis typhlus (L.)
Coluber typhlus Linneu - Syst. Nat. 11:218.1758.
Liophis typhlus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11.136.1894.
Liophis gucntheri Peracca. - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII (274) :
1 1 . 1897.
Liophis elacoides Griffin - Mem. Camegie Mus. VII (3) :187. 1915.
Liophis macrops Wemer - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXIV(l) :57. 1925.
Leimadophis typhius Amaral - Ann. Camegie Mus. XVI(2) :321 . 1926.
Distribuição: Zona cis-andina da America Meridional, inclusive Paraguay.
Argentina, Uruguay, Bolivia, Perú e Guianas, até altiplano andino de Colombi*-
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165. Leimadophis viridis (Günther)
Li °Phis viridis Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)IX:58.tab.lX:2. 1862.
Liophis viridis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:135.1894.
Distribuição: Brasil e Argentina oriental.
XLIV. Gen. Lygophis Fitzinger
Syst. Rept.:26. 1843.
Typo: lineatus
Nota: Embora não haja distincçáo bem nítida entre o typo de dentição de
Lygophis e o de Liophis, retenho estes dois generos. á espera de uma revisão
Meticulosa.
166. Lygophis amoenus (Jan)
Liicognathus amoenus Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:270.1863.
^PQTophis amoenus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:160.1894.
Distribuição: Serra do Mar, Rio de Janeiro (Brasil).
167. Lygophis coralliventris (Boulenger)
Aporophis coralliventris Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (6)XIl:346.1894;
^ Cat. Sn. Brit. Mus. 11:159. tab.VII:2. 1894.
Distribuição: Paraguay.
168. Lygophis flavifrenatus Cope
lygophis flavifrenatus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. PhiIadelphia:80.1S62.
^ Porophis flavifrenatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:158.1894.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina.
169. Lygophis lineatus (L.)
Loluber lineatus Linncu * Syst. Nat. 1:221.1758.
^ Porophis lineatus Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 11:158.1894.
Distribuição: Guianas; Venezuela; Colombia; Brasil; Paraguay; Argentina.
Nota: Em que pese a opinião de Peracca (Boi. Mus. Torino X. 195:15. 1895)
e de Boulenger (Cat. Sn. Brit. Mus. 111:634.1896), penso que sc deve conservar
L' dilepis Cope na synonymia de lineatus.
170. Lygophis taeniurus taeniurus (Tschudi)
L io phis taeniurus Tschudi - Fauna Peruv., Hcrp.:51 .tab.V. 1845.
L* ophis taeniurus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:130.1894.
^ Porophis taeniurus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)1:115.1908.
lygophis taeniurus taeniurus Amaral - Mcm. Inst. Butantan 1V:20.1929.
Distribuição: Perú e Equador.
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170 a. Lygophis taeniurus albiventris (Jas)
Liophis reginae , vars. albiventris et quadrilineata, Jan - Elenco Sist.:53.l863-
Liophis albiventris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:130.1894.
Aporophis taeniurus Boulenger - Ann. & Mag. Hist. Nat. (8)1:115.1903.
Lygophis taeniurus albiventris Amaral - Mem. Inst. Butantan IV:20.1929.
Distribuição: Equador e Colombia sul-occidental até Panamá.
170 b. Lygophis taeniurus bipraeocularis (Boulenger)
Liophis bipraeocularis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7) XII :35 1 . 1 903.
Liophis opisthotaenia Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)1:114.1908.
Lygophis taeniurus bipraeocularis Amaral - Mem. Inst. Butantan IV :2 1 .1929.
Distribuição: Zona andina desde Venezuela Occidental até Colombia centr**
XLV. Gen. Liophis Wagler
in Syst. Amph.: 187. 1830 ( pro parte).
Typo: cobella
171. Liophis affinis (Günther)
Dromicas affinis Günther - Cat. Col. Sn.: 128.1858 ( pro parte).
Rhadinaea affinis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:172.1894.
Distribuição: Brasil.
172. Liophis albiceps (Amaral)
Rhadinaea albiceps Amaral - J. Acad. Sc. Washington XIV(9) :200. 1924.
Distribuição: Equador (?).
173. Liophis amarali Wettstein
Liophis amarali Wettstein - Zool. Anzeiger LXXXVIII(M) :93.1930.
Distribuição: Typo procedente de Minas Geraes (Brasil).
174. Liophis anomalus (Günther)
Coronclla anômala Günther - Cat. Col. Sn.:37.1858.
Rhadinaea anômala Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:165.1894.
Rhadinaea elegantíssima Koslowsky - Rev. Mus. La Plata VI 1:1 55 . 1 895.
Liophis anômala Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII(art. 24» :7. 1925.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina; Paraguay.
Nota: Em alguns exemplares desta especie, os 2 dentes maxillares po5 ,e *
riores, alem de maiores, são sulcados.
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175. Liophis brazili (Amaral)
r Rhadinaea frenata Werner - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :224. 1909.
Rhadinaea brazili Amaral - Proc. New England Zool. Club VII :87. 1923.
Liophis brazili Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio. XXVI :9.tab.I:4-6. 1926.
Distribuição: São Paulo (Brasil).
176. Liophis breviceps Cope
LtophU breviceps Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:252.I860.
Rhadinaea breviceps Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:164.1894.
Distribuição: Equador; Guiana Hollandesa.
177. Liophis calligaster (Cope)
Contia calligaster Cope • J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia VIII: 146. tab.XXVIII:
'2. 1875.
Rhadinaea calligaster Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:164.1894.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
178. Liophis clavatus (Peters)
omicus clavatus Peters - Monatsch. Akad. VTiss. Berlin:388.l864.
Rhadinaea clavata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:177.1894.
Distribuição: México.
179. Liophis cobella (L.)
Coluber cobella Linncu - Syst. Nat. 1:218.1758.
Rhadinaea cobella Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:166.1894.
^°Phi» cobella Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII(art. 24) :7. 1925.
Distribuição: Brasil; Guianas; Trindade; Colombia.
180. Liophis decoratus (Günther)
Coronella decorata Günther - Cat. Col. Sn.:35.I858.
Rhadinaea decorata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:176.1894.
Ihrolamprus longicaudus M’cmer - Abh. Bayer Akad. M’iss. XXII (2) :348.1903.
Distribuição: Colombia; America Central e México.
Rhad,
181. Liophis festae (Peracca)
inaca fcstac Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII(300) :I6. 1897.
Distribuição : Equador.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
182. Liophis fulviceps (Cope)
Rhadinaea fulviceps Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XXIII :279. 1886.
Distribuição: Panamá.
183. Liophis genimaculatus Boettger
Liophis genimaculata Boettger - Zeitsch. ges. Naturw. LVIII :229.1885.
Rhadinaca genimaculata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:170.1894.
Distribuição: Argentina, Paraguay, Bolivia e Brasil (valles do Paraguay e
Amazonas).
184. Liophis godmani (Günther)
Dromicus godmani Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)XV:94. 1865.
Rhadinaea godmani Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:179.1894.
Distribuição: Guatemala.
185. Liophis insignissimus Amaral
Liophis insignissimus Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio XXVI:9.tab.I:7-9. 19-°
Liophis insignissimus Mcrtens - Foi. zool. et hydrobiol. 1(2) : 165 . 1930.
Distribuição: São Paulo c Espirito Santo (Brasil).
186. Liophis jaegeri (Güsther)
Coronclla jaegeri Günther - Cat. Col. Sn.:37.1858.
Rhadinaca jaegeri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II : 1 70 . tab.VI 1 :3 . 1 894.
Rhadinaca dichroa Werner - Zool. Anzciger XXII : 1 1 5 . 1 899.
Rhadinaea lineata Jensen - Vid. Meddel. naturh. for. Kjôb.: 105. 1900.
Distribuição: Brasil; Uruguay; Paraguay: Argentina.
187. Liophis kinkelini (Boettger)
Rhadinaca kinkelini Boettger - Hat. Senckenb. Rept. Sammlung 11:68.1898.
Distribuição: Nicaragua.
188. Liophis lachrymans (Cope)
Lygophis lachrymans Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XI: 164.1869; et Rept. U. ^
Nat. Mus. :758. 1898.
Rhadinaca lachrymans Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:174.1894.
Distribuição: Orizaba (México).
189. Liophis laureatus (Günther)
Dromicus laureatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)1:419. tab.XlX:E.
Rhadinaea laureata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:179.1894.
Distribuição: México.
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 173
190. Liophis leucogaster Jan
Liophis leucogaster Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:289.1863.
^hodinaea leucogaster Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:163.1894.
Distribuição: Procedência desconhecida.
191. Liophis longiventris Amaral
phis longiventris Amaral - Comm. L.T.E. Matto Grosso - Amazonas. Publ. S4:16.
***>•: 1-3. 1925.
Distribuição: Matto Grosso (Brasil).
192. Liophis melanauchen (Jan)
^ n icognathus melanauchen Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:267.1863.
^tudinaea melanauchen Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:175.1894.
Distribuição: Bahia (Brasil).
^ota: Esta especie é conhecida apenas pelo typo, que talvez fosse baseado
**• exemplar anomalo de L. occipitalis (Jan).
193. Liophis miliaris miliaris (L.)
°kber miliaris Linncu - Syst. Nat. 1:220.1758.
J^dinaea merremii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:168.1894.
^Qdinaea orina Griffin - Mcm. Camcgie Mus. V1I:195. 1915.
^Phis mUiaria Amaral - Ann. Camcgie Mus. XVl(2) :322.1926.
Distribuição: Brasil; Paraguay; Bolivia; Argentina septentrional.
<>rt
193 a. Liophis miliaris semiaureus (Cope)
e omorphus merremii, var. semiaureus, Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:
**•1862.
dinaea fusca Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:1 69. 1 894.
^Phis semiaurea Amaral • Proc. U. S. Nat. Mus. LXVIl (art.24) :7. 1 925.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina.
194. Liophis mimus (Cope)
^he ornorphus mimus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Phi!adclphia:307.1868.
maca mimus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:164.1894.
Distribuição: Zona andina do Equador ou Colombia.
195. Liophis obtusus (Cope)
^ vnaea obtusa Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:IOI.I863.
^dinaca obtusa Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:171.1894.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina; Paraguay.
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■Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
196. Liophis occipitalis (Jan)
Enicognathus occipitalis Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:267.1863.
Rhadinaea occipitalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 11:175.1894.
Distribuição: Brasil; Uruguay; Argentina; Paraguay; Bolivia; Perü oriental-
197. Liophis poecilopogon (Cope)
Rhadinaca poecilopogon Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia: 100.1863.
Rhadinaea poecilopogon Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:173.1894.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina; Paraguay.
198. Liophis purpurans (D. et B.)
Ablabes purpurans Duméril et Bibron - Erp. Gén. Vil :312. 1854.
Rhadinaea purpurans Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:167.1894.
Distribuição: Desde Guianas até Alto Amazonas (Peru).
199. Liophis pulveriventris (Boulenger)
Rhadinaea pulveriventris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:635.1896.
Distribuição: Costa Rica.
200. Liophis serperastra (Cope)
Rhadinaea serperastra Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :212.1S7 1.
Rhadinaea serperastra Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:172.1894.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
201. Liophis subocularis (Boulenger)
Rhadinaea subocularis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7 ) IX :56 . 1902.
Distribuição: Equador.
202. Liophis steinbachi (Boulenger)
Rhadinaca steinbachi Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:455.1905.
Aporopkis melanocephalus Griffin - Mem. Carnegie Mus. VII (3) : 17 1 . 1915.
Rhadinaca steinbachi Dunn - Proc. Biol. Soc. Washington XXXV :220. 1922.
Distribuição: Bolivia oriental.
203. Liophis undulatus (Wied)
Coluber undulatus Wied - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1 :329. Abbildung. 1825.
Rhadinaca undulata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:174.1894.
Taeniophallus nicagus Cope - Trans. Amer. Philos. Soc. XVIII:2I7. 1895.
Liophis atahualpac Steindachner - Ann. Akad. Wiss. Wien:195. 1901.
Rhadinaea binotata Wemer - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVl:223-l-
Dromicus amazonicus Dunn - Proc. Biol. Soc. Washington XXXV :219. 1922-
Distribuição: Brasil, Equador c Guianas.
48
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral -- Ophidios Neotropicos
175
204. Liophis vermimaculaticeps (Cope)
T°* niophis vermimaculaticeps Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:249. 1860.
Rhadinaea vermimaculaticeps Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:177.1894.
Distribuição: Costa Rica.
205. Liophis vittatus (Jan)
Eaicognathus vittatus Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:271.1863 ( pro parte).
^ t ^adinaea vittata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:178.1894.
Distribuição: México.
XLV1. Gen. Ophis Wagler
tn Spix — Serp. brasil, spp. novae:47. 1824.
Typo: severus (— saurocephalus)
206. Ophis colubrinus (Günther)
tr >odon colubrinus Günther - Cat. Col. Sn. :55.1858.
Xenodon colubrinus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:146.1894.
Distribuição: Brasil septentrional e Occidental; Bolivia; Perü, Colombia at6
''lírica Central e México meridional.
207. Ophis guentheri (Boulenger)
^'nodon guentheri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II : 147.tab.VIl : 1.1894.
Distribuição: Brasil meridional.
208. Ophis merremii Wagler
merremii Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:47.tab.XVII.1824.
tn odon merremii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:150.1894.
Distribuição: Guianas; Brasil; Bolivia; Paraguay; Argentina.
209. Ophis neuwiedii (Günther)
V
' n °don neuuiedii Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3>XlI:354.tab.V:C. IS6i
.' rn °don neuuiedii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:148.1894.
n odon hemileucurus Lutz et Mello - Folha Medica 1(3) :4. 1920.
Distribuição: Brasil central e meridional; Argentina septentrional.
210. Ophis severus (L.)
^°ber severus Linneu - Syst. Nat. 1:219.1758.
tr, °don severus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:149.1894.
Distribuição: Colombia; Venezuela; Guianas; Brasil; Equador; Perü.
49
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
176
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
211. Ophis suspectus (Cope)
Xenodon suspectus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia: 133. 1868.
Xenodon suspectus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:147.1894.
Distribuição: Perú oriental.
XLVII. Gen. Lystrophis Cope
in Proc. Anier. Philos. Soc. XXII :193. 1885.
Typo: dorbignyi
212. Lystrophis dorbignyi (D. et B.)
Hetcrodon dorbignyi Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :772.1854.
Lystrophis dorbignyi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:151.1894.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Paraguay; Argentina; Chile t°
ridional.
213. Lystrophis histricus (Jan)
Hetcrodon histricus Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:224.1863.
Lystrophis histricus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:152.1894.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina septentrional.
214. Lystrophis semicinctus (D. et B.)
Heterodon semicinctus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :774. 1854.
Lystrophis semicinctus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:153.1894.
Distribuição: Brasil sul-occidental; Paraguay; Uruguay; Argentina.
XLV1II. Gen. Sordellina Procter
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (9)XI:228. 1923.
Typo: brandon-jonesii
215. Sordellina brandon-jonesii Procter
? Liophis rehi Wemer - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :223. 1909.
Sordellina brandon-jonesii Procter - Ann. & Mag. Nat. Hist. (9)XI:228.1923.
Distribuição: Paraná (Brasil).
216. Sordellina pauloensis Amaral
Sordellina pauloensis Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :88. 192-3-
Distribuição: São Paulo (Brasil).
50
cm
SciELO
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
XLIX. Gen. Cyclagras Cope
^ Proc. Amer. Philos. Soc. XXII: 185. 1885 (pro parte).
Typo: gigas (monotypico)
217. Cyclagras gigas (D. et B.)
Xenodon gigas Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI 1:76 1.1 854.
Cyclagras gigas Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:144.1894.
Distribuição: Brasil; Bolivia; Paraguay; Argentina.
L. Gen. Leiosophis Jan
** Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:320.1863 ( pro parte).
Typo: bicinctus (monotypico)
218. Leiosophis bidnctus (Hermann)
Coluber bicinctus Hermann - Obs. Zool.:276. 1S04.
^ e i°sophis bicinctus Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:321.1863.
^ r °theca bicincta Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:184.1894.
Distribuição: Guianas; Brasil (valles do Amazonas e Paraguay).
177
LI. Gen. Urotheca Bibron
*** de la Sagra — Hist. Cuba. Rept.:2I7. 1840.
Typo: dumerilii
219. Urotheca dumerilii Bibron
^ r °theca dumerilii Bibron - in R. de la Sagra — Hist. Cuba. Rept.:218.tab.XXVL
' 840 .
^ r °theca dumerilii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:181.1894.
Distribuição: Cuba.
220. Urotheca elapoides elapoides (Cope)
^^'rcus elapoides Cope - Proc. Acad. Nat. Sc Philadelphia:253. 1860.
' ot heca elapoides Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:182.1894.
Distribuição: Panamá até México.
Pli
lj^- er cus euryzona Cope • Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:72. 1862.
^ e ca euryzona Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:182.1894.
Distribuição: Colombia; Equador; Brasil equatorial.
220 a. Urotheca elapoides euryzona (Cope)
51
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
178
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
221. Urotheca lateristriga (Berthold)
Liophis lateristriga Berthold - Gõttingen Anzeiger 111:180.1859.
Urotheca lateristriga Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:181.1894.
Distribuição: Costa Rica até Colombia, Equador e Venezuela.
L1I. Gen. Trimetopon Cope
in Proc. Amer. Philos. Soc. XXII:177. 1885.
Typo: gracile (monotypico)
222. Trimetopon gracile (Günther)
Ablabes gracilis Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4> IX : 18 . tab.l 1 1 :D . 1872.
Trimetopon gracile Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:184.1894.
Trimetopon pliolepis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:201.1894.
Trimetopon pliolepis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:636.1896.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
LI II. Gen. Hydromorphus Peters
in Monatsch. Akad. M’iss. Berlin:276. 1859.
Typo: concolor (monotypico)
223. Hydromorphus concolor Peters
Hydromorphus concolor Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:277. fig.3. 1 859-
Hydromorphus concolor Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:185.1894.
Distribuição: Costa Rica.
in Cat. Sn.:76. 1849.
L1V. Gen. Dimades Gray
Typo: plicatilis (monotypico)
224. Dimades plicatilis (L.)
Coluber plicatilis Linneu - Syst. Nat. 1:217.1758.
Dimades plicatilis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:186.1894.
Dimades mimeticas Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:637.1896.
Distribuição: Guianas; Brasil (valles do Amazonas e Paraguay) ; Boli***'
Paraguay; Argentina septentrional.
52
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A- do Amaral — Ophidios Neotropicos
179
,n Syst. Amph.: 170. 1830.
LV. Gen. Hydrops Wagler
Typo: triangular is (monotypico)
225. Hydrops triangularis triangularis (Wagler)
^ la P* triangularis Wagler - ia Spix — Serp. brasil, spp. novae:5.tab.H*:2. 1824.
Hydrops triangularis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:187.1894.
Distribuição: Guianas e Brasil (valle do Amazonas).
225 a. Hydrops triangularis martii (Wagler)
martii Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:3.tab.U:2. 1824.
Hydrops martii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:187.1894.
Distribuição: Perú oriental e Brasil (valle do Amazonas).
LVI. Gen. Sympholis Cope
p roc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:524. 1861.
Typo: lippicns (monotypico)
226. Sympholis lippiens Cope
Sympholis lippiens Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia:524. 1861.
Sympholis lippiens Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:188.1894.
Distribuição: México.
LV1I. Gen. I.ampropcltis Fitzinger
tn Syst. Rept.:25. 1843.
Typo: gctulus
227. Lampropeltis leonis (Günther)
^ 0r °nella leonis Günther - Biol. Centrali - Amer.. Rept.:l 10.tab.XXXlX:A. 1893.
^ Or onclla leonis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:199.1894.
Lan *propeltis leonis Blanchard - Buli. U. S. Nat. Mus. 114:138.1921.
Distribuição: Nuevo Leon (México).
228. Lampropeltis mexicana (Garman)
rj Ph ibolus triangulus, var. mexicanus, Garman - Mem. Mus. Comp. Zool. VII (3):
**•1883.
Co,
0r
r onella mexicana Günther - Biol. Centrali-Amer.. Rept.:1 10.1893.
ÍQm
e °phis boulengeri Dugès - Proc. Zool. Soc.:284. 1897.
Propeltis mexicana Blanchard - Buli. U. S. Nat. Mus. 1 14:245. fig.77. 1921.
Distribuição: México central.
53
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
180
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
229. lampropeltis micropholis Cope
Lampropeltis micropholis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:257. 1860.
Coronella micropholis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:203.1894 ( pro parte)-
Lampropeltis micropholis Blanchard - Buli. U. S. Nat. Mus. 114:1 49 . fíg.70 . 1921-
Distribuição: Panamá; Colombia; Equador.
Nota: Boulenger assignala (Cat. Sn. Brit. Mus. 11:204) um exemplar pr°"
cedente do Pará, o que carece de confirmação.
230. Lampropeltis polyzona Cope
Lampropeltis polyzona Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:258. 1860.
Lampropeltis polyzona Blanchard - Buli. U. S. Nat. Mus. 1 14:139. fig.64. 1921-
Distribuição: México meridional até Costa Rica.
Nota: Morenoa orizabensis Dugès. 1905, parece-me synonyma de L. polyzonA-
23 1. Lampropeltis ruthveni Blanchard
Lampropeltis ruthveni Blanchard - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 81:8- tab-*
2.1920.
Lampropeltis ruthveni Blanchard - Buli. U. S. Nat. Mus. 114:221 . fig.74. 192**
Distribuição: México meridional.
232. Lampropeltis thayeri Lo\tridce
Lampropeltis thayeri Loveridge - O. P. Boston Soc. Nat. Hist. V:137.1924.
Distribuição: Tamaulipas (México).
233. Lampropeltis triangulus nelsoni Blanchard
Lampropeltis triangulum nelsoni Blanchard - O. P. Mus. Zool. Univ. Michig* 0
81 :6.tab.:l . 1920.
Lampropeltis triangulum nelsoni Blanchard - Buli. U. S. Nat. Mus. 1 1 4 : 1^5 •
fig. 65.1921.
Distribuição: México Occidental.
LVIII. Gen. Diadophis Baird et Girard
in Cat. N. A. Rept. 1:112.1853.
Typo: punctatus
234. Diadophis punctatus laetus (Jan)
Diadophis punctatus, var. laetus, Jan * Elenco Sist.:49. 1863; et Icon. Gén. XV*
tab.VI:6. 1866.
Coronella regalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:208.1894 (pro parte).
Distribuição: México central.
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
181 1
LIX. Gen. Drepanoides Dunn
in Buli. Antiv. Inst. America 11(1) :22. 1928.
Drepanodon Peracca)
tn Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XI(23I) :3. 1896.
Typo: anomalus
235. Drepanoides anomalus (Jan) 1
Clelia anômala Jan - Elenco Sist.:92. 1863. 1
^ r cpanodon anomalus Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XI (23 1 ) : 1
3- 1896. 1
drepanodon anomalus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. III :639. 1S96. 1
Distribuição: Alto Amazonas (Perú oriental). 1
236. Drepanoides eatoni (Ruthven) 1
drepanodon eatoni Ruthven - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:506.tab.XVII : 1
1 * 2 - >913.
Distribuição: Cuzco (Perú).
LX. Gen. Contia Baird et Girard
C at. N. Amer. Rept. 1:110.1853.
Typo: tcnuis (— mitis)
237. Contia pachyura Core
Contia pachyura Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadclphia VIII: 145. 1875.
Contia pachyura Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:267.1894.
Distribuição: Costa Rica.
1 LXI. Gen. Rhinocheilus Baird et Girard
Cat. N. Amer. Rept. 1:120.1853.
1 Typo: lecontei
1 238. Rhinocheilus antonii Dlcès
1 rnocheilus antonii Dugès - Proc. Amer. Philos. Soc.:290.fig. . 18S6.
1 ^ diochilus antonii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:213.1894. ,
1 Distribuição: México.
1 239. Rhinocheilus thominotii Bocolrt
1 ochcilus thominotii Bocourt * Le Naturaliste (2il:45.figs.. 1887.
1 ^ n °chilus thominotii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:213.1894.
1 Distribuição: Venezuela.
55
cm
SciELO
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182
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
LXII. Gen. Conopsis Günther
in Cat. Col. Sn. :6. 1858.
Typo: nasus
240. Conopsis frontalis (Cope)
Toluca frontalis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:167. 1864.
Contia frontalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:270.1894.
Distribuição: México.
241. Conopsis nasus Günther
Conopsis nasus Günther - Cat. Col. Sn. :6. 1858.
Contia nasus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:268.1896.
Distribuição: México.
LXI1I. Gen. Simophis Peters
in Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:521 . 1860.
Typo: rhinostoma (monotypico)
242. Simophis rhinostoma rhinostoma (Schlegel)
Heterodon rhinostoma Schlegel • Physion. Serp. 11:100. tab.III : 17-19. 1837.
Simophis rhinostoma Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:253.1894.
Simophis rhinostoma Brazil - La Défense contre 1'Ophidisme (Butantan)
VIII :2. 1914
Distribuição: Brasil.
242 a. Simophis rhinostoma rohdei (Bofttger)
Rhinaspis rohdei Boettger - Zeitsch. Naturw. (4)IV:231 . 1885.
Simophis rohdei Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:254.1894.
Distribuição: Paraguay.
in Cat. Sn.:80. 1849.
LX1V. Gen. Ficimia Gray
Typo: olivacea
243. Ficimia olivacea Gray
Ficimia olivacea Gray - Cat. Sn.:80.l849.
Ficimia olivacea Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:271.1894.
Distribuição: México.
56
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios-Neotropicos
183
24-4. Firimia quadrangularis Güsther
Ficirnia quadr angular is Günther - Biol. Centrali - Amer., Rept.:99.tab.XXXV:A.
«893.
Ficimia quadrangularis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:272.1894.
Distribuição: México Occidental.
LXV. Gen. Hypsiglena Cope
"i Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:246. 1860.
Typo: ochrorhynchus
245. Hypsiglena discolor (Günther)
ptodcira discolor Günther - Proc. Zool. Soc.:317. 1860.
Ypsiglcna discolor Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:211.1894.
Distribuição: México.
246. Hypsiglena latifasciata Günther
^ ypsiglcna latifasciata Günther - Biol. Centrali - Amer., Rcpt.:138.tab.XLlX:2.1S94.
Hypsigicna latifasciata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:21 1 . 1894.
Distribuição: México meridional.
247. Hypaiglena torquata (Günther)
^ptodcira torquata Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)V:170.tab.X:A. 1860.
H ypsiglcna torquata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:210.1894.
^ ypsiglcna affinis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:210. tab.Vlll : 1 . 189-4.
^ ypsiglcna ornata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:211.1894.
Distribuição: México até Venezuela.
LXVI. Gen. Leptocalamus Günther
"* Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)IX:16. 1872.
Typo: torquatus
0
248. Leptocalamus sclateri Boulenger
Piocalamus sclateri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:251 . tab.Xll : 1 . 1894.
Distribuição: Costa Rica; Panamá.
Nota: Boulenger regista a America do Sul como habitat desta especic, de
’ üe o Museu de Zoologia Comparada da Universidade de Harvard possue um
^cmplar. por mim identificado e procedente de Gatun, Panamá.
57
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
164
Memórias do Instituto Butaman — Tomo IV
249. Leptocalamus torquatus Günther
Leptocalamus torquatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4) IX : 1 7.tab.I II : A. 1 S72-
Leptocalamas torquatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 11:250.1894.
Leptocalamus sumichrasti Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:250.1894.
Distribuição: México meridional até Colombia.
LXVII. Gen. Arrhyton Günther
in Cat. Col. Sn.:244. 1858.
Typo: taeniatum
250. Arrhyton redimitum (Core)
Colorhogia redimita Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:81 . 1862.
Arrhyton redimitum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:252.1894.
Distribuição: Cuba.
251. Arrhyton taeniatum Günther
Arrhyton taeniatum Günther - Cat. Col. Sn.:244. 1858.
Arrhyton taeniatum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:252. tab.Xll:2. 1894.
Distribuição: Cuba.
252. Arrhyton vittatum (G. et P.)
Cryptodacus vittatus Gundlach et Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:1002. IS6I«
Arrhyton vittatum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:252.1894.
Distribuição: Cuba.
LXVIII. Gen. Symphimus Cope
in Proc. Amer. Philos. Soc. XI: 150. 1869.
Typo: leucostomus (monotypico)
253. Symphimus leucostomus Cope
Symphimus leucostomus Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XI:150.!869.
Symphimus leucostomus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:642.1896.
Distribuição: Tehuantepec (México).
58
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
** kis: 741.1828.
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
LXIX. Gen. Atractus Wagler
T ypo: trilineatus
185
Nota: Em falta de uma revisão completa, registo aqui as especies attri-
^uidas por Boulenger a este genero heterogeneo e bem assim a maioria das des-
^'ptas após 1896. Tratando-se de formas subterrâneas e, pois, susceptíveis de
frandes variações, é provável que futuramente certo numero delias fique na
^onymia.
254. Atractus badius (Boie)
achyorrhos badius Boie - Isis:540. 1827.
Atractus badius Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:308.1894.
Atractus multicinctus (Jan) Boulenger - Proc. Zool. Soc.:l 16. 1898.
Atractopsis paucidcns Despax - Buli. Mus. Hist. Nat. Paris:372. 1910.
Distribuição: Guianas; Colombia; Equador; Perú; Brasil; Paraguay; Argcn-
tina.
255. Atractus balzani Boulenger
Atractus balzani Boulenger - Ann. Mus. Gênova (2) XIX: 129. 1898.
Distribuição: Misiones Mosetcnes (Bolivia).
256. Atractus bocourti Boulenger
Atractus bocourti Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:306.1894; et 111:645.1896.
Distribuição: Perú e Equador.
257. Atractus boettgeri Boulenger
Atractus boettgeri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:645.1896.
Distribuição : Bolivia.
258. Atractus boulengeri Peracca
Atractus boulengeri Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XI(252):1.
"8-1896.
Distribuição: America meridional (sic).
259. Atractus ? carrioni Parker
A, '<*ctus carrioni Parker - Ann. & Mag. Nat. Hist. (10) VII :207. Tig. . 1930.
Distribuição: Loja, Equador meridional.
59
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
186
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV’
260. Atractus collaris Peracca
Atractus collaris Peracca - Boi. .Mus. Zool. Anat. comp. Torino Xll (284 ) :4.fig.. 1 897-
Distribuiçào: Perü.
261. Atractus crassicaudatus (D. et B.)
Rabdosoma crassicaudatum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII: 103. 1854.
Atractus crassicaudatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:310.1894.
Distribuição: Colombia e Venezuela.
262. Atractus duboisi (Boulenger)
Rabdosoma duboisi Boulenger - Buli. Soc. Zool. France:44. 1880; et Cat. Sn. Bfl**
Mus. 11:310.1894.
Distribuição: Equador.
263. Atractus elaps (Günther)
Rhabdosoma elaps Günther - Cat. Col. Sn.:241 . 1858.
Atractus claps Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:302.1894.
Distribuição: Brasil e Equador.
264. Atractus cmmeli (Boettger)
Geophis cmmcli Boettger - Ber. Naturgcsch. Ges. Scnckenberg:192.fig.. I88S-
Atractus cmmcli Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:311.1894; et 111 :645 . 1 S9®*
Distribuição: Bolivia c Brasil scptcntrional (vallc do Amazonas).
265. Atractus erythromelas Boulenger
Atractus erythromelas Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X1 :483. 1903.
Distribuição: Mérida (Venezuela).
266. Atractus fuhrmanni Peracca
Atractus fuhrmanni Peracca - Mém. Soc. Neuchàtel V:100.1914.
Distribuição: Colombia.
267. Atractus guentheri (Wucherer)
Geophis guentheri Wucherer - Proc. Zool. Soc. : 1 1 5 . tab.XIX : 1 . 1861.
Atractus guentheri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:305.1894.
Distribuição: Venezuela e Brasil.
V.
60
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropieos
187
268 . Atractus iridescens Peracca
Atractus iridescens Peracca - Boi. Mus. Anat. comp. Torino Xl(252) :2.fig.. 1896.
Atractus iridescens Ruthven - M. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 8:66.1922.
Distribuição: Colombia.
269. Atractus Iatifrons (Günther)
Geophís Iatifrons Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)1:415. tab.XlX:B. 1868.
Atractus Iatifrons Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:303.1894.
^• l *ps hertae Ahl - Zool. Anzeiger:252. 1927.
Distribuição: Brasil e Perú.
270. Atractus latifrontalis (Garman)
Ge °phis latifrontalis Garman - N. Amer. Rcpt.: 103. 1883.
Atractus latifrontalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:304.1894.
^ eo phis multitorques yucatanicus Barbour et Cole - Buli. Mus. Comp. Zool.
L: I53.1906.
Distribuição: México central.
271. Atractus lehmanni Boettger
^ ,r actus lehmanni Boettger - Katal. Rcpt. Mus. Senckcnberg 11:80.1898.
Distribuição: Cuenca (Equador).
272. Atractus Ionpiceps (Cope)
^a bdosoma longiceps Cope - Proc. U. S. Nat. Mus. IX: 189. 1886.
Atractus longiceps Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:305.1894.
Distribuição: México oriental.
273. Atractus loveridgei Amaral
Atractus loveridgei Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IV (2) :28. 1930.
Distribuição: Jericó (Colombia).
V
At
21 4. Atractus maculatus (Günther)
tc *lis maculata Günther - Cat. Col. Sn.:204. 1858.
r <*ctus maculatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:306. tab.XIV:3. 1894; et
,: ®45. 1896.
Distribuição: Brasil; Bolivia e Colombia.
Air,
275. Atractus major Boulenger
ac tus major Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:307.1894.
distribuição: Brasil; Equador; Colombia.
61
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
183
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
276. Atractus melanogaster Werner
Atractus melanogaster Vfemer - Zool. Anzeiger XLVII :309. 1916.
Distribuição: Canon dei Tolima (Colombia).
277. Atractus melas Boulenger
Atractus melas Boulenger - Ann. & .Mag. Nat. Hist. (8)1:114.1908.
Distribuição: Los Mangos (Colombia).
278. Atractus micheli Mocquard
Atractus micheli Mocquard - Buli. Mus. Hist. Nat. Paris :30 1 . 1 904.
Distribuição: Guiana Francesa.
279. Atractus modestus Boulenger
Atractus modestus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II :304.tab.XV:l . 1894.
Atractus bocki Werner - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXVI :228. 1909.
Distribuição: Equador e Bolívia.
280 . Atractus nicefori Amaral
Atractus nicefori Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IV(2) :28. 1930.
Distribuição: Jericó (Colombia).
281 . Atractus obtusirostris Werner
Atractus obtusirostris Werner - Zool. Anzeiger XLVII :308. 1916; et S’B. A^'
Wiss. Wicn CXXXIII :39. 1924.
Distribuição: Canon dei Tolima (Colombia).
282. Atractus ocdpitoalbus (Jan)
Rabdosoma occipitoalbum Jan • Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:16.1862.
Atractus ocdpitoalbus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus.ll :310. 1S94.
Distribuição: Equador.
283. Atractus peruvianus (Jan)
Rabdosoma peruvianum Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:12.1862.
Atractus peruvianus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:305.1894.
Distribuição: Perii.
62
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 189
284. Atractus quadrivirgatus (Jan)
^delphicos quadrivirgatum Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:19.1862.
Atractus quadrivirgatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:312.1894.
Distribuição: America Central e México.
285. Atractus reticulatus reticulatus (Bollenger)
ophis reticulatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (5)XVI:87. 1885.
Atractus reticulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:311. tab.X\ r :3 . 1 894.
Distribuição: Brasil e Colombia.
285 a. Atractus reticulatus paraguayensis (Werner)
Atractus paraguayensis Werner - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXII1:40. 1924.
Distribuição: Paragqay.
%
286. Atractus roulei Despax
Atractus roulei Despax - Buli. Mus. Hist. Nat. Paris :370. 1910.
Distribuição: Alausi (Equador).
287. Atractus taeniatus Griffin
' ,íra cliij taeniatus Griffin - Mcm. Camegie Mus. VII : 173. tab.XXVIll : 1-3. 1915.
Distribuição: Santa Cruz de la Sicrra (Bolívia).
288. Atractus torquatus (D. et B.)
'^dosoma torquatum Duméril et Bibron . Erp. Gén. VII : 101 . 1854.
r< tctus torquatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:309.1894.
Distribuição: Guianas.
Air,
289. Atractus trihedrurus Amaral
^ns trihedrurus Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio XXVI :1 1 . tab.ll : I -4 . 1926.
Distribuição: Santa Catharina e Paraná (Brasil).
Air
290. Atractus trilineatus Wagler
4t r <lCiUi trilineatus Wagler - Isis:742.tab.X: 1-4. 1828.
'Qctus trilineatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:312.1894.
distribuição: Guianas e Trindade.
63
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
190
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
291. Atractus ventrimaculatus Boulenger
Atractus ventrimaculatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:455.1^
Distribuição: Venezuela.
292. Atractus vertebralis Boulenger
Atractus vertebralis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X1U :451 . 1904.
Distribuição: Santo Domingo, Carabaya (Andes do Perú).
293. Atractus vittatus Boulenger
Atractus vittatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. Il:304.tab.XV:2. 1894.
Distribuição: Venezuela.
294. Atractus wemeri Peracca
Atractus werneri Peracca - Mém. Soc. Neuchâtel VM02.1914.
Distribuição: Cqlombia.
295. Atractus zebrinus (Bocourt)
Rabdosoma zebrinum Bocourt - Miss. Sc. Mex & Amer. Centr., Rept.:539-**^
XXXIV:!. 1883.
Atractus isthmicus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:307.1894.
Distribuição : México.
LXX. Gen. Geatractus Dugès
in La Naturaleza (2)11:455.1897.
Typo: tecpanicus (monotypico)
296. Geatractus tecpanicus Dugès
Geatractus tecpanicus Dugès - La Naturaleza (2)11:455.1897.
Distribuição: Tecpan (México).
LXXI. Gen. Catostoma Wagler
in Syst. Amph.: 194. 1830.
Typo: chalybaeum
Nota: Este genero também ainda não foi revisto convenientemente.
297. Catostoma anoculare (Dunn)
Geophis anocularis Dunn - Proc. Biol. Soc. Washington XXXIII : 1 27 . 1920.
Distribuição: Oaxaca (México).
64
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Õphidios Neotropicos 191
298. Catostoma bicolor (Günther)
^ e °phis bicolor Günther - Ann. & Mag. Hist. Nat. (4)1:416.1868.
^ lr osema bicolor Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. Il:298.tab.XlV:2. 1894.
^tophis bicolor Dunn - Amer. Mus. Novit. 314:2.1928.
Distribuição: México.
299. Catostoma brachycephalum (Cope) '
£°lobognalhus brachycephalus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :21 1 . 1871
r °sema brachycephalum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:299.1894.
^ eo Phis brachycephalus Dunn * Amer. Mus. Novit. 314:2.1928.
Distribuição: Costa Rica.
300. Catostoma chalybaeum Wagler
t-Gtosioma chalybaeum VTaglcr • Syst. Amph.:194. 1830.
^ e °phis chalybaeus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:318.1894.
Distribuição: México e Guatemala.
301. Catostoma championi (Boulenger)
^ *°phis championi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:321 .tab.XVI:3. 1894.
Distribuição: Panamá.
302. Catostoma dolichocephalum (Cope)
' r,l °bognathus dolichoccphalus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :2 1 1 . 1871.
to phis dolichoccphalus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:320.1894.
Distribuição: Costa Rica.
303. Catostoma dubium (Peters)
Q
1 c °Phidium dubium Peters * Monatsch. Akad. Wiss. Berlin :923. 1861.
J '°Phis dubius Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:322.1894.
Distribuição: México.
Ce,
304. Catostoma dugesii (Bocourt)
°Phis dugesii Bocourt - Miss. Sc. Mex & Amer. Centr., Rcpt.:573.tab.XXXVll:
'•'883.
Ç
Jt0 Phis dugesii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:317.1894.
Distribuição: México.
65
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
192
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
305. Catostoma godmani (Boulengek)
Geophis godmani Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. II:322.tab.XVI:4. 1894.
Distribuição: Costa Rica.
306. Catostoma hoffmanni (Peters)
Colobognathus hoffmanni Peters - Monatsctf. Akad. Wiss. Berlin:276.fig.2. 1^'
Geophis hoffmanni Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:319.1894.
Distribuição: Costa Rica.
307. Catostoma nigroalbum (Boulenger)
Geophis nigroalbus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)11:522. 190S.
Distribuição: Pavas (Colombia).
308. Catostoma omiltemanum (Günther)
Geophis omiltemana Günther - Biol. Centrali - Anicr., Rept.:92.tab.XXXIII:A.l 8 ^'
Dirosema omiltemanum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:299.1894.
Geophis omiltemanum Dunn - Amer. Mus. Novit. 314:2.1928.
Distribuição: México.
309. Catostoma petersii < Boulenger)
Geophis petersii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:321 ,tab.XVI:2. 1894.
Distribuição: México.
310. Catostoma poppigi (Jan)
Rabdosoma poppigi Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:11.1862.
Geophis poeppigii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:316.1894.
Distribuição: Brasil e Colombia.
311. Catostoma rhodogaster (Cope)
Colophrys rhodogaster Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:130.rig--
Geophis rhodogaster Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:317.1894.
Distribuição: México até Costa Rica.
312. Catostoma rostrale (Jan;
Elapoides rostralis Jan - leon. Gén. XII. tab.II :2. 1865.
Geophis rostralis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II :323 . 1 S94.
Distribuição: México.
66
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
193
313. Catostoma ruthveni (Werneri
Ct °phis ruthveni Werner - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXX1V:60. 1925.
Distribuição: Amazonas (Brasil).
314. Catostoma sallaei (Boulenger)
°phis sallaei Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:318. tab.XVl:! . 1894.
Distribuição: México.
315. Catostoma semidoliatum (D. et B.)
^‘Uxlosoma semidoliatum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :93. 1854.
°phis semidoliatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:316.1894.
Distribuição: México.
LXXII. Gen. Geagras Cope
J- Acad. Nat. Sc. Philadelphia (2) VIII : 141 . 1875.
Typo: redimitus tmonotypico)
316. Geagras redimitus Cope
Q
* ta gras redimitus Cope • J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia <2) VIII : 1 4 1 . 1875.
ta 8'as redimitus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:326. 1894.
Distribuição: México.
LXXIII. Gen. Tropidodipsas Günther
** Col. Sn.: 180. 1858.
Typo: fasciata
Nota:
Apezar de serem notavelmente affins entre si. as especies assigna-
n o Catalogo de Boulenger ficam aqui registadas, á espera de revisão,
c FI ° /. annulifera, que não me parece congenerica e cuja procedência 6 des
decida
e anthracops, que deve passar para o genero Sibynomorphus.
317. Tropidodipsas annulata (Bocourt)
annulatum Bocourt - Le Naturaliste:132. 1892.
pid °dipsas fischeri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:296. IS94.
distribuição: Guatemala.
, Bidoclonium
67
194
Memórias do Instiiuto Butantan — Tomo IV
318. Tropidodipsas fasciata Günther
Tropidodipsas fasciata Günther - Cat. Col. Sn.:18l.l858 (pro parte).
Tropidodipsas fasciata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:295.1894.
Cochliophagus tornieri Müller - Mitteil. Zool. Mus. Berlin XI ( 1 ) :92. 1923.
Distribuição: México.
319. Tropidodipsas leucomelas Werner
Tropidodipsas leucomelas Werner - Zool. Anzeiger XLVII :309. 1916.
Distribuição: Canon dei Tolima (Colombia).
320. Tropidodipsas philippii (Jan)
Leptognathus philippii Jan - Elenco Sist. : 101 . 1863.
Tropidodipsas philippii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:295.1894.
Distribuição: México.
321. Tropidodipsas polylepis (Boulenger)
Leptognathus polylepis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)X:422. 1912.
Distribuição: Huancabamba (Peni).
322. Tropidodipsas sartorii Cope
Tropidodipsas sartorii Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philade!phia:100. 1863.
Tropidodipsas sartorii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:296.1894.
Distribuição: México e Guatemala.
LXXIV. Gen. Sibon Fitzinger
ifl N. Classif. Rept.:31 . 1826 ( pro parte).
Typo: sibon (— nebulatus > (monotypico)
323. Sibon sibon (L.)
Coluber sibon Linneu - Syst. Nat. 1:222.1758 (N.° 264).
Coluber nebulatus Linneu - Syst. Nat. 1:222.1758 (N.° 265).
Petalognathus nebulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:292.1894.
Leptognathus leucomelas Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. IIl:453.tab.XXlV:l *®^
Leptognathus temporalis Werner - Zool. Jahrb. XXVIII :283. 1909.
Distribuição: México; America Central; Colombia; Venezuela; Trindad e e
Tobago; Guianas; Equador; Brasil subequatorial.
68
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
195
c) Sub-fam. DIPSADINAE
LXXV. Gen. Heterorhachis Amaral
* n Proc. New England Zool. Club VI1I:94. 1923.
Typo: poecilolepis (monotypico)
324. Heterorhachis poecilolepis Amaral
Heterorhachis poecilolepis Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :94.1923.
Heterorhachis poecilolepis Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio XXVI :l3.tab.I 1:5-8.
*926.
Distribuição: São Paulo (Brasil).
Nota: Na publicação original, o nome especifico appareceu cscripto "pocci-
l °lepsis'\ por erro typographico.
LXXVI. Gen. Sibynomorphus Fitzinger
1,1 Syst. Rept.:27. 1843.
Typo: mikanii
325. Sibynomorphus altemans (Fischer)
Ptognathus altemans Fischcr - Jahrb. Wiss. Anst. Hamburg II : 105 . tab.IV:
S -I885.
^'Ptognathus altemans Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:456.1894.
r -°chliophagus altemans lhering - Rev. Mus. Paulista VIU :334. 1910.
Distribuição: Brasil sul-oriental.
326. Sibynomorphus andianus (Boulenger)
Ptognathus andianus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:452. tab.XXIII:2. 1896.
Distribuição: Quito (Equador).
327. Sibynomorphus annulatus (Günther)
Ptognathus annulatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)IX:30. 1872.
l f Ptognathus annulata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:457.1896.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
328. Sibynomorphus anthracops (Cope)
^ Ptognathus anthracops Cope - Proc. Acad. tfat. Sc. PhiIadelphia:108,I36. 1868.
r °pidodipsas anthracops Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:297.1894.
Distribuição: Nicaragua.
69
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
196
Memórias do Instituto Butaman — Tomo IV
329. Sibynomorphus argus (Cope)
Leptognathus argus Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia (2) VIII : 130. 1875.
Leptognathus argus Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:458.1896.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
330. Sibynomorphus articulatus (Cope)
Leptognathus articulata Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:107,!35. iSõS-
Leptognathus articulata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:458.1896.
Distribuição: Costa Rica e Panamá.
331. Sibynomorphus barbouri Amaral
Sibynomorphus barbouri Amaral - Proc. New England Zool. Club V r IlI :92 . 1923*
et Arch. Mus. Nacional Rio XXVl:16.tab.III:l-3. 1926.
Distribuição: Minas Geraes (Brasil).
332. Sibynomorphus bicolor (Günther)
Neopareas bicolor Günther - Biol. Centrali - Amer., Rept.:178.tab.LVI:C. lS^'
Leptognathus bicolor Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:460.1896.
Distribuição: Nicaragua até Panamá.
333. Sibynomorphus brevifacies (Cope)
Tropidodipsas brevifacies Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia: 127.1866.
Leptognathus brevifacies Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:452.1896.
Distribuição: Yucatan (México).
334. Sibynomorphus catesbyei (Sentzen)
Coluber catesbyei Sentzen - Meyers Zool. Arch. 11:66.1796.
Leptognathus catcsbyi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:449.1896.
Cochliophagus catesbyi Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII:329.19I0.
Distribuição: Guianas; Brasil equatorial; Colombia; Equador; Peru até A r *
gentina septentrional.
335. Sibynomorphus dimidiatus (Günther)
Leptognathus dimidiatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. <4) IX :31 - 1872.
Leptognathus dimidiata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:459.1896.
Distribuição: México e America Central.
70
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Ncotropicos
197
336. Sibynomorphus elegans (Boulenger)
Lcptognathus elcgans Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111 :452.tab.XXIU:3. 1896.
Ltptognathus maxillaris VTemer - Zool. Jahrb. XXVIll(3) :279. 1909.
Distribuição: Isthmo de Tehuamepec (México).
337. Sibynomorphus ellipsifer <Boulenger>
^•'ptognathus ellipsifera Boulenger - Proc. Zoo». Soc.:l 17. tab.X 11:2. 1898.
Distribuição: Ibarra (Equador).
338. Sibynomorphus garbei Amaral
binomorphus garbei Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :93. 1923; et
^h. Mus. Nacional Rio XXVl:7.tab.llI:4-6. 1926.
Distribuição: Santa Catharina (Brasil).
339. Sibynomorphus gracilis (Boulenger)
^'Plognathus gracilis Boulenger - Ann. &: Mag. Nat. Hist. (7)1X:57. 1902.
Distribuição: San Javier (Equador).
340. Sibynomorphus hammondi (Boulenger)
^'Plognathus hammondi Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (9) VI : 1 10.1920.
Distribuição: Guatea (Equador).
341. Sibynomorphus inacquifasciatus (D. ct B.)
p
j^filiophagus inacquifasciatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. V1I:480.1854.
^Ptognathus inaequifasciaía Boulenger - Cat. Sn. Sn. Brit. »Mus. 111:455.1896.
° c Miophagus inacquifasciatus lhering • Rev. Mus. Paulista VIII :334.!910.
Distribuição: America »Meridional (loc. ?).
342. Sibynomorphus incertus (Jan)
^^ognathus incertus Jan - Elenco Sist.: 101 . 1863.
'Rognathus incerta Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:458.1896 ( pro parte).
'Ptognatfms praeornata M emer - Zool. Jahrb. XXVIII (3) :282. 1909.
Distribuição: Guianas.
343. Sibynomorphus latifrontalis (Boulenger)
n °gnathas latifrontalis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:181 . 1905.
distribuição: Aricaqua (Venezuela).
71
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198
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
344. Sibynomorphus longifrenis (Stejneger)
Mesopeltis longifrenis Stejneger - Proc. U. S. Nat. Mus. XXXVI :457.1909.
Distribuição: Panamá.
345. Sibynomorphus macrostomus Amaral
Sibynomorphus macrostomus Amaral - J. Washington Acad. Sc. XIV(9) :200. 19-'*'
Distribuição: Equador.
346. Sibynomorphus mikanii mikanii (Schlegel)
Dipsas mikanii Schlegel - Physion. Serp. 11:277.1837.
Leptognathus mikani, var. A, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:454.1896.
Cochliophagus mikani lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :332.19I0 {pro parte*'
Sibynomorphus mikanii mikanii Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IV (2) :28.193®*
Distribuição: Brasil meridional e Occidental.
346 a. Sibynomorphus mikanii fasciatus Amaral
Leptognathus mikani, var. B, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:454.1896.
Cochliophagus mikani lhering - Rev. Mus. Paulista VIU:332. 1910 ( pro parle*'
Sibynomorphus mikanii fasciatus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1 V( 2 )^
1930.
Distribuição: Brasil septentrional, oriental c central.
346 b. Sibynomorphus mikanii oreas (Cope)
Leptognathus oreas Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia: 108 , 109 . 1863.
Leptognathus mikani, var. C, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:454.1896.
Leptognathus robusta Müller - Zool. Anzeiger LVII: 155. 1923.
Sibynomorphus mikanii oreas Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IV(2):2S. 19 ^
( pro parte).
Distribuição: Equador até Panamá.
346 c. Sibynomorphus mikanii peruanus (Boettger)
Leptognathus peruanus Boettger - Kat. Rept. Mus. Senckenberg 11 : 128 . 189®*
Leptognathus boettgcri Wemer - Abh. Mus. Dresden IX (2) : 1 1 . 1 90 1 .
Leptognathus schunkii Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)1:115.1908.
Leptognathus boliviana Werner - Zool. Jahrb. XXVIII (3) :282. 1 909.
Leptognathus sancti-joannis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8) VII :24-
Leptognathus latifasciatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8) XII :72- 1;,1 ‘
I fl jv
Sibynomorphus mikanii oreas Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IV(2):2S.' *
( pro parte).
Distribuição: Bolívia, Andes de Perú, Equador e Colombia.
72
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 199
347. Sibynomorphus palmeri (Boulenger)
Ltptognathus palmeri Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)X:422. 1912.
Distribuição: El Topo (Equador oriental).
348. Sibynomorphus pavoninus (Schlegel)
Qipsas pavonina Schlegel - Physion. Serp. 11:280.1837.
^'Ptognathus pavonina Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:450.1896.
Distribuição: Guianas; Brasil septentrional; Equador; Bolivia.
349. Sibynomorphus ruthveni Barrou r et Dunn
^‘bynomorphus ruthveni Barbour et Dunn - Proc. Biol. Soc. W ashington XXXI V:
'58.1921.
Distribuição: Costa Rica.
350. Sibynomorphus sanniolus (Cope)
'^rsopeltis sanniolus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia:3l8. 1866.
^'Ptognathus sanniola Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:459.1896.
Distribuição: Yucatan (México).
351. Sibynomorphus spurrellii (Boulenger)
Ptognathus spurrellii Boulenger - Proc. Zool. Soc.: 1036. tab. CV111 :3.1913.
Distribuição: Colombia.
352. Sibynomorphus triseriatus (Cope)
^'Ptognathus triseriata Cope - Buli. Mus. Philadelphia 1 :13.tab.IV:3. 1899.
Distribuição: Colombia.
353. Sibynomorphus turgidus (Cope)
^'Ptognathus túrgida Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia: 108, 136. 1868.
^'Ptognathus túrgida Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:456.1896.
,c ° dopar eas atypicus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. III :463. 1896.
'Ptognathus intermedia Steindachner - S’B. Akad. Wiss. Wicn CX1I(I) :16. 1903.
*' ° cfl liophagus turgidus Ihering - Rev. Paulista VIU :330. 1910.
1 °Fidodipsas spilogaster Griffin - Mem. Carnegie Mus. VII: 197.1915.
1 hnomorphus turgidus Amaral * Ann. Carnegie Mus. XVI(2) :322. 1926.
Distribuição: Brasil; Argentina septentrional; Paraguay; Bolivia; Perú.
73
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
354. Sibynomorphus ventrimaculatus (Boulenger)
Leptognathus ventrimaculatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (5)XVI :37. 1 S5-*
et Cat. Sn. Brit. Mus. III: 454. tab.XXlV:2. 1396.
Distribuição: Brasil meridional; Paraguay; Misiones (Argentina).
355. Sibynomorphus viguieri (Bocourt i
Leptognathus viguieri Bocourt - Buli. Soc. Philomath. (7) VIII :136. 1884.
Leptognathus viguieri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:457.1896.
Distribuição: Panamá.
LXXVII. Gen. Dipsas Laurentius
in Syn. Rept.: 89.1768.
Typo: indica
356. Dipsas albifrons (Sauvage)
Dipsadomorus albifrons Sauvage - Buli. Soc. Philomath. (7 > VIII : 1 45 . 1884.
Leptognathus albifrons Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:451.1896.
Cochliophagus albifrons Ihcring - Rev. Mus. Paulista VIII :331 . 1910.
Dipsas albifrons Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mcx. & Amer. Centr., R c ? t-
II :897. tab.LXXIII :4.4 a-b.1908.
Distribuição: Brasil e Paraguay.
357. Dipsas indica Laurentius
Dipsas indica Laurentius - Syn. Rept. :90. 1768.
Dipsas bucephala Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:461.1896.
Dipsas indica Ihcring - Rev. Mus. Paulista VIII :336. 1910.
Distribuição: Brasil; Guianas;' Equador; Peru; Bolivia; Paraguay; Mis* 00 ^
(Argentina).
358. Dipsas neivai Amaral
Dipsas neivai Amaral - Arch. Mus. Nacional Rio XXVI : 1 4 . tab.II :9- 1 1 . 1 926 -
Distribuição: Bahia e Minas Geraes (Brasil).
359. Dipsas pratti (Boulenger)
Leptognathus pratti Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (6)XX:523. 1897.
Distribuição: Medellin (Colombia).
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
360. Dipsas trinitatis Parker
^‘F*as trinitatis Parker - Ann. & Mag. Nat. Hist. (9)XV1II:205. 1926.
Distribuição: Trindade.
361. Dipsas variegata (D. et B.)
e Ptognathus variegatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :477 . 1 854.
^ e Ptognathus variegatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:451.1896.
^ e Ptognathus nigriceps Werner - Zool. Anzeiger XLVH :309. 1916.
Qipsas variegata Gomes - Rev. Mus. Paulista X:526.I9I8.
Distribuição: Guianas; Brasil septentrional e Occidental.
201
LXXVIII. Gen. Pseudopareas Boulenger
** Cat. Sn. Brit. Mus. 111:462.1896.
Typo: vagus (monotypico)
362. Pseudopareas vagus vagus (Jan)
^'Ptognathus vagus Jan - Elenco Sist. : 100. 1863.
,f udopareas vagus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:462.1896.
Distribuição: Perü Occidental.
362 a. Pseudopareas vagus vagrans (Dunn)
P
lfD dopareas vagrans Dunn - Proc. Biol. Soc. Washington XXXVI : 187. 1923.
Distribuição: Peru oriental.
Serie opisthoglypha
d) Sub-fam. BOIGINAE
LXX1X. Gen. Tritnorphodon Cope
^ P roc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:297. 1861.
Typo: lyrophanes
363. Trimorphodon biscutatus (D. et B.)
D,-.
biscutata Duméril et Bibron • Erp. Gén. VII : 1 153. 1854.
m ° r phodon biscutatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:54.1896.
Distribuição: México e America Central.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
364. Trimorphodon tau Cope
Trimorphodon tau Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia XI:152.1S69.
Trimorphodon tau Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:56.1896.
Distribuição: México.
365. Trimorphodon upsilon Cope
Trimorphodon upsilon Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia XIM52.1869.
Trimorphodon upsilon Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:55.1896.
Distribuição: México.
LXXX. Gen. Siphlophis Fitzinger
in Syst. Rept.:27. 1843.
Typo: audax (— cervinus) (monotypico)
366. Siphlophis cervinus cervinus (Laurentius)
Coronella ccrvina Laurentius - Syn. Rept.:88. 1768.
Lycognathus cervinus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:57.1896 ( pro parU' u
Tropidodipsas longicaudata Andersson - Bih. Sv. Akad. Handl. XXVI (4)5:17- li^ 1 '
Clelia euprepa Griffin - Mcm. Carnegie Mus. VII:203. 1915.
Adiastcma ccrvinum VTemer - S’B. Akad. Uiss. Wien CXXXIV(l) :55. 1925.
Lycognathus cervinus Amaral - Ann. Carnegie Mus. XV1(2) :322. 1926.
Distribuição: Brasil Occidental e central; Bolivia; Guianas; Trindade.
366 a. Siphlophis cervinus geminatus (D. et B.)
Lycognathus geminatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :922. 1854.
Lycognathus rhombeatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:58.1896.
Lycognathus geminatus Müller - Mitteil. Zool. Mus. Berlin XII :87. 1923.
Distribuição: Brasil oriental e septentrional até Colombia e Panamá.
Nota: Examinei recentemente 2 exemplares, procedentes do Panamá: »'•
50113. U.S.M.N. (Boca de Cupe) c N.“ 25086, M.C.Z. (Ilha Barro Colorado»-
LXXXI. Gen. Tripanurgos Fitzinger
in Syst. Rept.:27. 1843.
Typo: compressus (= leucocephalus) (monotypico)
367. Tripanurgos compressus (Daudin)
Coluber compressus Daudin - Hist. Nat. Rept. VI:247.1803.
Trypanurgos compressus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:58.1896.
Distribuição: Brasil; Bolivia; Colombia; Guianas; Trindade.
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A. do Amaral — Òphidios Neotropicos
203
LXXXII. Gen. Rhinobothryum Wagler
,n Syst. Amph: 186. 1830.
Typo: lentiginosum (— macrorhinum) (monotypico)
368. Rhinobothryum lentiginosum (Scopoli)
Co luber lentiginosus Scopoli - Del. Flor. Faun. Insubr. 111:41 . tab.XX :2 . 1 785.
Rhinobothryum lentiginosum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:82.1896.
Distribuição: Brasil; Colombia; Guianas; Perú oriental; Bolivia.
LXXX11I. Gen. Imantodes Duméril et Bibron
Mém. Acad. Sc. XX111:507. 1853.
Typo: cenchoa (— weigelii )
369. Imantodes cenchoa (L.)
Co luber cenchoa Linncu - Syst. Nat. 1:226.1758.
^imantodes cenchoa Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:84.1896.
^imantodes elegans Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:85.1896.
Hinumtodcs gemmistratus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:86.1896.
Hiniantodes gracillimus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:87.1896.
Hiniantodcs inornatus Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 111 :88. tab.V: 1 . 1896.
u-
ll nantodcs hemigenius Cope - Buli. Mus. Philadelphia 1:16.1899.
^ ,T nantodes platyccphalus Cope - Buli. Mus. Philadelphia 1:17. tab.lV:4. 1899.
Distribuição: México; America Central; Colombia; Venezuela; Trindade;
Q.
U| *nas; Perú oriental; Bolivia; Paraguay; Argentina septentrional ; Brasil.
Nota: Esta especie carece de revisão que lhe esclareça prováveis differen-
ci *Çòes raciaes.
370. Imantodes lentiferus Cope
rnantodes lentiferus Cope - Amer. Naturalist:6lá. 1894.
,n tantodes lentiferus Peracca - Boi. Mus. Zool. Ana:, comp. Torino XII (300):
*8.1897.
b '
,r nantodes lentiferus Gomes - Rev. Mus. Paulista X:517. 1918.
Distribuição: Equador; Amazonas (Brasil).
77
204
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
LXXXIV. Gen. Leptodeira Fitzinger
in Syst. Rept.:27. 1843.
Typo: annulata (monotypico)
371. Leptodeira annulata annulata (L.)
Coluber annulatus Linneu - Syst. Nat. 1:224.1758.
Mcgalops maculatus Hallowell - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:4S3. 1860.
Leptodira annulata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:97.1896.
Leptodira albofusca Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:95.1896 (pro parte)-
Leptodira dunckcri Wemer - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXX:28.19I3-
Leptodira ueiseri Müller - Zool. Anzeiger LVII : 152. 1923.
Leptodeira annulata Stejneger - Proc. U. S. Nat. Mus. LXIX(art. 16 ) : 3 . 1926.
Distribuição: Districto andino e cis-andino da America Meridional, desd f
Colombia, Venezuela e Trindade até norte de Argentina.
371 a. Leptodeira annulata personata (Cope)
Leptodira personata Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:310. 1868.
Leptodira personata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:93.1896.
Leptodira frenata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:92.1896.
Leptodira guilleni Boulenger - Proc. Zool. Soc.:247.tab.VIl:2. 1905.
Distribuição: America Central até centro de México.
371 b. Leptodeira annulata punctata (Peters)
Crotaphopcltis punctata Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:93. 1866.
Leptodira punctata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:91.1896.
Leptodira nigrofasciata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. III :92.tab.V:2. 1896.
Distribuição: Oeste de México até Nicaragua.
371 c. Leptodeira annulata septentrionalis (Kennicott)
Dipsas septentrionalis Kennicott - Rep. U. S. - Mex. Bound. Survey II. R e P f
16. tab.VIII :1 . 1859.
Leptodira septentrionalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:93.1896.
Distribuição: Limite da região nearctica (nordeste de México até Texas )•
LXXXV. Gen. Barbourina Amaral
in J. Washington Acad. Sc. X1V:201 . 1924.
Typo: equatoriana tmonotypico)
372. Barbourina equatoriana Amaral
Barbourina equatoriana Amaral - J. Washington Acad. Sc. XIV:201 . 1924.
Distribuição: Guayaquil (Equador).
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 205
LXXXVI. Gen. Pseudoboa Schneider
*° Hist. Amph. 11:281.180! (pro parte).
Typo: cor o nata
373. Pseudoboa bitorquata (Günther)
^Qchymenis bitorquata Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4) IX : 19 . 1872.
Oxyrhopus bitorquatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:104. tab.VIM . 1896.
Distribuição: Brasil; Peru; Bolivia; Colombia oriental.
374. Pseudoboa cloelia (Daudin)
t-oluber cloelia Daudin - Hist. Nat. Rept. VI:330.tab.LXXVIU. 1803.
rhopus cloelia Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:108.1896.
^ xyrhopus proximus Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr., Rept. ll:856.tab.
L XVl!:3-4.I897.
^h^chidelus brazili Brazil - A Defesa contra o Ophidistno (Butantan) :31 .tabs.
'Hl. 1907.
® tyrhopus cloelia Brazil - La Défense contre 1'Ophidisme (Butantan) :59,200.
** h *JOCVI-XXVIII. 1914.
Distribuição: México, America Central c America Meridional (inclusive Trin-
Santa Lucia e Dominica) até Perú. Argentina e Uruguay.
375. Pseudoboa coronata Schneider
doboa coronata Schneider - Hist. Amph. 11:286.1801.
r>x yrhopus coronatus Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 111:111.1896.
1 mophis coronata Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr.. Rept. 11:850.1897.
Distribuição: Brasil; Guianas; Trindade.
376. Pseudoboa doliata (D. et B.)
tyrhopus doliatus Duméril et Bibron * Erp. Gén. VII:I020. 1854.
yrhopus doliatus Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 111:106.1896.
^ r 'Pranodon erdisii Barbour - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia LXV:506.tab.
^' 1 : 34 . 1913 .
Distribuição: Brasil e Perú.
377. Pseudoboa fitzinReri (Tschudi)
^Phlophis fitzingeri Tschudi - Fauna Peruv., Herp.:56.tab.VIII. 1846.
J *) r hopu$ fitzingeri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:108.1896.
Distribuição: Perú.
79
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
378. Pseudoboa formosa formosa (Wied)
Coluber formosus Wied - N. Acta Acad. Leop. Carol. X(I ) : 109 . 1820.
Oxyrhopus formosus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:106.1896.
Distribuição: Brasil orienta! e central.
378 a. Pseudoboa formosa clathrata (D. et B.)
Oxyrhopus clathratus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI 1 : 1 026 . 1854.
Oxyrhopus clathratus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:107.1896.
Distribuição: Brasil meridional.
378 b. Pseudoboa formosa iridescens (Werner)
Oxyrhopus iridescens Werner - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXV:248. 1927.
Distribuição: Peni.
379. Pseudoboa Ruerini (D. et B.)
Rhinosimus gucrini Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:99I .tab.LXXII. 1854.
Oxyrhopus guerini Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:113.1896.
Rhinostoma scytaloidcs Werner - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXX :31. 1913-
Rhinosimus amarali Mello - Mem. Inst. Oswaldo Cruz XIX(1 ) :128.tab.XXVlI :
1-3. XXVIII :4-7 et XXIX: II. 1926.
Distribuição: Brasil; Paraguay; Argentina.
380. Pseudoboa haasi (Boettger)
Oxyrhopus haasi Boettger - Zool. Anzciger XXIX:374. 1906.
Distribuição: Brasil meridional.
381. Pseudoboa labialis (Jan)
? Oxyrhopus leucocephalus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :103S. 1854.
Oxyrhopus labialis Jan - Elenco Sist.:93. 1863.
Oxyrhopus labialis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:107.1896.
Distribuição: Brasil Occidental; Paraguay; Argentina.
3S2. Pseudoboa maculata (Boulenger)
Oxyrhopus maculatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:110. tab.VI :2. 1896-
Distribuição: Uruguay; Argentina.
383. Pseudoboa melanogenys (Tschudi)
Sphenocephalus melanogenys Tschudi - Fauna Peruv., Herp.:49.tab.IV. 1846.
Oxyrhopus melanogenys Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:105.1896.
Distribuição: Perú.
80
cm
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384. Pseudoboa neuwiedii (D. et B.)
Scytale neuwiedii Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII: 1001.1854 ( pro parte).
Oxyrhopus neuwiedii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:112.1896.
Pseudoboa robinsoni Stejneger - Proc. U. S. Nat. Mus. XXIV: 190. 1902.
Pseudoboa albimaculata Mello - Mem. Inst. Oswaldo Cruz XIX(l) :129.tab.
XXVIII :8-IO et XXIXM2. 1926.
Distribuição: Costa Rica; Panamá; Colombia; Venezuela; Trindade; Guianas;
Brasil.
385. Pseudoboa ocdpitolutea (D. et B.)
Brachyruton occipitoluteum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII: 1009. 1854.
Oxyrhopus occipitoluteus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:110.1896.
Distribuição: Brasil Occidental; Paraguay; Argentina septentrional.
386. Pseudoboa petola (L.)
Colubcr petola Linneu - Syst. Nat. 1:225.1758.
Oxyrhopus petolarius Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:101.1896.
Oxyrhopus intermedias Wcmcr * Zool. Anzcigcr XXII :481 . 1899.
Oxyrhopus rhombifer, var. inacquifasciata, Wemer - Mitteil. Naturhist. Mus.
Hamburg XXVI :230. 1909.
Clclia peruviana Griffin - Mem. Camegie Mus. VII :204. 1915.
Brepanodon attenuatus Barbour et Noble - Proc. U. S. Nat. Mus. LVIII :619. 1920.
Pseudoboa petola Amaral - Rev. Mus. Paulista XIV:!4.1926; et Ann. Camegie
Mus. XVI (2) :323. 1926.
Clclia cornelii Müllcr * Zool. Anzeigcr LXXVII :76. 1928.
Distribuição: México, America Central e America Meridional até Peru, Bo-
lívia, Paraguay e Argentina.
387. Pseudoboa rhombifera (D. et B.)
Oxyrhopus rhombifer Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:1018. 1854.
Oxyrhopus rhombifer Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:103.1896.
Oxyrhopus undulatus Jensen - Vid. Meddel. naturhist. for. Kjõb.: 106. fig.2. 1900.
Oxyrhopus rhombifer Brazil - La Défense contre 1'Ophidisme (Butantan) tab.
Vll;2. 1914-
Distribuição: Brasil; Bolivia; Paraguay; Uruguay; Argentina.
388. Pseudoboa rústica (Cope)
Oxyrhopus rusticus Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XVII :92. 1877.
Oxyrhopus rusticus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:111.1896.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina.
81
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
389. Pseudoboa submarginata (Peters)
Oxyrhopus submarginatus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:401 . 1871.
Oxyrhopus submarginatus Boulenger - Ann. Mus. Gênova (2lXIX:130. 1898.
Pseudoboa submarginata Gomes - Rev. Mus. Paulista X:520.!918.
Distribuição: Valle do Amazonas (Brasil e Bolivia).
390. Pseudoboa trigemina (D. et B.)
Oxyrhopus irigcminus Duméril et Bibron - Erp. Gén. Vil : 1 0 1 3 . 1854.
Oxyrhopus trigeminus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:104.1896.
Erythroxyrhopus trigeminus Thompson - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia LXV:
80. 1913.
Oxyrhopus trigeminus Brazil - La Défense contre 1'Ophidisme ( Butantan) :59-
tab.VII : 1 . 1914.
Distribuição: Guianas; Brasil; Paraguay; Uruguay; Argentina.
LXXXV1I. Gen. Paroxyrhopus Schenkel
in Verhandl. naturf. Ges. Basel XII1(1) : 168. 1900.
Typo: rcticulatus
391. Paroxyrhopus latifrontalis (Werner)
Oxyrhopus latifrontalis - Mitteil. Naturhist. Mus. Hamburg XXX:39.1913.
Paroxyrhopus atropurpurcus Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :90-
1923; et Arch. Mus. Nacional Rio XXVI : 18. tab.HI:7-9. 1926.
Distribuição: Minas Geraes (Brasil).
392. Paroxyrhopus reticulatus Schenkel
Paroxyrhopus reticulatus Schenkel - Verhandl. naturf. Ges. Basel XIII ( I ) : 169-
1900.
Distribuição: Belmacue (Paraguay).
LXXXVIII. Gen. Rhachidelus Boulenger
in Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)11:31.1908.
Typo: brazili (monotypico)
a
393. Rhachidelus brazili Boulenger
Rhachidelus brazili Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)11:31.1908.
Distribuição: Brasil meridional e Misiones (Argentina).
82
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 209
LXXXIX. Gen. Rhinostoma Duméril et Bibron
•n Erp. Gén. VII :992. 1854.
Typo: guianense
394. Rhinostoma guianense (Troschel)
Hetcrodon guiancnsis Troschel - in Schomburgk — Reise Brit. Guyana 111:653.1848.
Rhinostoma guianense Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:114.1896.
Distribuição: Colombia; Panamá; Venezuela; Guianas; Brasil; Bolívia; Pa-
r *guay; Argentina septentrional.
395. Rhinostoma iglesiasi Gomes
Rhinostoma iglesiasi Gomes - Ann. Paulistas Med. & Cirurgia IV (6) :126.tab.
ÍVtl-S. 1915.
Rhinostoma bimaculatum Lutz et Mello - Folha Medica 1V( 1) :3. 1923.
Rhinostoma iglesiasi Amaral - Rev. Mus. Paulista XIV :29. 1926.
Distribuição: Piauhy central até Minas Geraes (Brasil).
396. Rhinostoma vittatum Boulenger
Rhinostoma vittatum Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 1 1 1 : 1 15. tab.V :3 . 1 896.
Distribuição: Argentina.
XC. Gen. IMychophis Gomes
' n Ann. Paulistas Med. & Cirurgia IV (6) : 1 27 . 1915.
Typo: flavovirgatus (monotypico)
397. IMychophis flavovirgatus Gomes
Rtychophis flavovirgatus Gomes - Ann. Paulistas Med. & Cirurgia IV(6) :128.tab.
lV *-6.1915.
Distribuição: Sania Catharina e Paraná (Brasil).
XC1. Gen. Tachymenis Wiegmann
N. Acta Acad. Leop. Carol. XVII (1 1 :251 . 1835.
Typo: peru viana
393. Tachymenis affinis Boulenger
^ Qc hymenis affinis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:119. tab.VII : 1 . 1896.
Distribuição: Muna (Peru).
399. Tachymenis brasiliensis Gomes
Qc Rymenis brasiliensis Gomes * Mem. Inst. Butantan 1(1) :78 . tab.XIV : 1 . 1918.
Distribuição: São Paulo e Paraná (Brasil).
83
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
400. Tachymenis elongata Despax
Tachymenis elongata Despax - Buli. Mus. Hist. Nat. Paris :373. 1910.
Distribuição: Tablazo de Paita (Equador).
401. Tachymenis peruviana Wiegmann
Tachymenis peruviana Wiegmann - N. Acta Acad. Leop. Carol. XVII ( 1 ) :252.tab.
XX: 1.1835.
Tachymenis peruviana Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:118.1896.
Leimadophis andicolus Barbour - Proc. Biol. Soc. Washington XXVIII:150. 1915-
Distribuição: Perú; Bolivia; Paraguay; Argentina; Chile.
XCII. Gen. Dryophylax Wagler
in Syst. Amph.: 181 . 1830.
Typo: pallidus (— nattereri ) (monotypico)
Nota: Este nome generico tem prioridade sobre Thamnodynastes, por P rC "
cedencia de pagina.
402. Dryophylax pallidus pallidus (L.)
Coluber pallidus Linneu - Syst. Nat. 1:221.1758.
Thamnodynastes punctatissimus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:117.1896.
Distribuição: Brasil oriental e septentrional até Guianas e Colombia oriental-
402 a. Dryophylax pallidus strigilis (Thunberg)
Coluber strigilis Thunberg - Mus. Acad. Upsal. 1:22.1787.
Thamnodynastes nattereri Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 111:116.1896.
Distribuição: Brasil centro-occidental e meridional; Paraguay; Urugu*y*
Argentina.
Nota: Os exemplares oriundos de Matto Grosso são geralmente intermedia*
rios ás duas raças. A respeito, veja-se meu artigo in Rev. Mus. Paulista XlV:-'"
1926.
XCIII. Gen. Manolepis Cope
in Proc. Amer. Philos. Soc. XXI1:176. 1885.
Typo: putnami (monotypico)
403. Manolepis putnami (Jan)
Dromicus putnami Jan - Elenco Sist.:67. 1863.
Manolepis putnami Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:120.1896.
Distribuição: México.
84
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 21 1
XCIV. Gen. Tcmodon Duméril et Bsbron
Mém. Acad. Sc. XXI 1 1 :495. 1853 ( pro parte).
Typo: dorsatus
404. Tomodon dorsatus D. et B.
Tomodon dorsatum Duméril et Bibron - Erp. Gén. Vll:934. 1854.
Tomodon dorsatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:121.1896.
Distribuição: Brasil centro-meridional e Argentina septentrional.
405. Tomodon ocellatus ocellatus (D. et B.)
Tomodon ocellatum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :938. 1854.
Tomodon ocellatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:121.1896.
Distribuição: Rio Grande do Sul (Brasil); Uruguay; Paraguay; Argentina
°riental.
405 a. Tomodon ocellatus trigonatus (Leybold;
Pelias trigonatus Leybold - Escurs. Pamp. Argent.:82. 1873.
Tomodon ocellatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:121.1896.
Pseudotomodon mendozinus Koslowsky - Rev. Mus. La Plata VII :455.tab.IV. 1896.
Pseudotomodon crivellii Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII (278) :
1-1897.
Pteudotomodon trigonatus Berg - Anal. Mus. Nacional Buenos Aires VI:24.1898.
Distribuição: Argentina Occidental.
XCV. Gen. IMatyinion Amaral
"* Proc. New England Zool. Club VIII :91 . 1923.
Typo: lividum (monotypicol
406. Platyinion lividum Amaral
Platyinion lividum Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :91 . 1923; et Arch.
Mus. Nacional Rio XXVI : 19- tab.III : 10-12. 1926.
distribuição: Matto Grosso (Brasil).
XCV1. Gen. Conophis Peters
"* Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:519. 1860.
Typo: vittatus
407. Conophis lineatus (D. et B.)
l°modon lincatum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :936.tab.LXXIU. 1854.
Conophis lineatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:122.1896.
Distribuição: México e America Central.
85
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
408. Conophis taeniatus (Hensel)
Philodryas taeniatus Hensel - Arch. Naturf.:331 . 1868.
Conophis taeniatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:124.1896.
Distribuição: Brasil meridional.
409. Conophis vittatus Peters
Conophis vittatus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:519. fig.3. 1860.
Conophis vittatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:123.1896.
Distribuição: México meridional.
XCVII. Gen. Pseudahlabes Boulenger
in Cat. Sn. Brit. Mus. 111:126.1896.
Typo: agassizii (monotypico)
410. Pseudahlabes agassizii (Jan)
Eirenis agassizii Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:260.1863.
Contia agassizii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:259.1894.
Pseudablabcs agassizii Boulenger - Cat. Sn. Brit Mus. 111:126.1896.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina.
XCVI1I. Gen. Chlorosoma Wagler
in Syst. Amph.:185. 1830.
Typo: viridissimum
Nota: Este nome generico tem prioridade sobre Philodryas, por precedenci*
na pagina.
Dryophylax aestivus Dumérif et Bibron - Erp. Gén. VII : 1 1 11 . 1854.
Philodryas aestivus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:128.1896.
Philodryas campicola Jensen - Vid. Meddel. naturhist. for. Kjõb.:108.fig.3.l9^‘
Philodryas subcarinatus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)IX:287. 1902.
Pseuduromacer lugubris Wemer - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXHI:52.fig.6. 1 92-*
Philodryas aestivus Amaral - Rev. Mus. Paulista XV:85.1927.
Distribuição: Brasil centro-meridional e Occidental; Bolivia; Paraguay; Af'
gentina; Uruguay.
Philodryas baroni Berg - Ann. Mus. Nacional Buenos Aires IV: 189. fig. . 1895.
Philodryas baroni Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:136.1896.
Rhinodryas konigi Wemer - Abh. Bayer Akad. Wiss. XXXI(2) :384 . fig-4 . 1903.
Distribuição: Argentina.
411. Chlorosoma aestivum (D. et B.)
412. Chlorosoma baroni (Berg)
86
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
413. Chlorosoma burmeisteri (Jan)
213
bryophylax burmeisteri Jan - Elenco Sist.:84. 1863.
Philodryas burmeisteri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:135. 1896.
Philodryas arenarius Anderson - Ofv. Kgl. Vet. Akad. Fõrh. Stockolm Vll:458.
1898.
Distribuição: Argentina norte-occidental.
414. Chlorosoma elegans (Tschudi)
Lygophis elegans Tschudi - Fauna Peruv.. Herp.:53.tab.VI. 1S45.
Philodryas elegans Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:133.1896.
Philodryas simonsii Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7) VI : 185. 1900.
Distribuição: Equador; Perü; Chile.
415. Chlorosoma mattogrossense (Koslozsky)
Philodryas mattogrossensis Koslowsky - Rcv. Mus. La Plata Vlll:29.fig.. 1898.
Philodryas ternctzii Schenkcl - Verh. naturf. Ges. Bascl XIII(1) : 170 . 1900.
Philodryas erlandi Lõnnbcrg - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X:460. 1902.
Philodryas boulengeri Werner - Mitteil. naturhist. Mus. Hamburg XXVI :232. 1909.
Philodryas ternctzii ternctzii, Philodryas ternctzii erlandi, Philodryas ternctzii bou-
lengcri Mtiller - Zool. Anzeiger LXXVII:79-81 . 1928.
Distribuição: Brasil sul-occidental; Paraguay; Bolivia.
416. Chlorosoma nattereri (Steindachner)
Philodryas nattercri Steindachncr - S'B. Akad. Wiss. Wien LXI 1 :345 . tab.VII :
'-3.1870.
Philodryas nattereri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:134.1896.
Distribuição: Brasil; Paraguay.
417. Chlorosoma olfersii (Lichtenstein)
Colubcr olfersii Lichtenstein - Vcrz. Doubl.:104. 1823.
Philodryas olfersii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:129.1896.
Philodryas laticeps Werner - Zool. Anzeiger XX III: 198. 1900.
Philodryas argentinus Müller - Mitteil. zool. Mus. Berlin XI ( l) :90. 1923.
Distribuição: Brasil; Bolivia; Peni oriental; Paraguay; Argentina; Uruguay.
418. Chlorosoma oligolepis (Gomes)
Philodryas oligolepis Gomes • in Amaral — Ann. Paulistas Med. & Cirurgia IX
<7):4.tab.A:l-3.I92l.
Distribuição: Minas Geraes (Brasil).
87
cm
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
419. Chlorosoma psammophideum (Günther)
Philodryas psammophideus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4) IX:23.tab.lV'-
A. 1872.
Philodryas psammophideus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:132.1896.
Philodryas bolivianus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:132. tab.lX:! . 1896.
Philodryas borellii Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XII(274) : 14. 189".
Liophis trifasciatus Temer - Zool. Anzeiger XX 11:1 14. 1 899.
Liophis bolivianus Temer - Mitteil. naturhist. Mus. Hatnburg XXVI: 222. 1909.
Philodryas lineatus Temer - Mitteil. naturhist. Mus. Hamburg XXVI :233. 1909-
Philodryas nerneri Müller - Mitteil. zool. Mus. Berlin XII ( I > : 103. 1 924.
Philodryas pallidus Temer - S’B. Akad. Tiss. Tien CXXXV:247.I927.
Distribuição: Brasil sul-occidental; Bolívia; Paraguay; Argentina; Uruguav-
420. Chlorosoma schottii (Schlegel)
Xenodon schottii Schlegel - Physion. Serp. II :9 1 .tab.1 11:8-9. 1837.
Philodryas schotti Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:130.1896.
Distribuição; Brasil; Paraguay; Bolívia; Argentina; Uruguay.
421. Chlorosoma serra (Schlegel)
Herpetodryas serra Schlegel - Physion. Serp. II : I80.tab.VII : 1-2.1837.
Philodryas serra Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:134.1896.
Distribuição: Brasil.
422. Chlorosoma viridissimum <L.)
Coluber viridissimum Linneu - Syst. Nat. 1:226.1758.
Philodryas viridissimus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:129.1896.
Philodryas affinis Müller - Zool. Anzeiger LXXVII :77.1928.
Distribuição: Guianas; valles do Amazonas e Paraguay (Brasil, Equador
oriental, Peru oriental e Bolivia).
423. Chlorosoma vitellinum (Cope)
Dryophylax vitellinus Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XVII :33.1878.
Philodryas vitellinus Boulenger • Cat. Sn. Brit. Mus. 111:133.1896.
Distribuição: Perü.
R8
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 215
XC1X. Gen. Ialtris Cope
mi Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:73.1862.
Typo: dorsal is (— vultuosa) (monotypico)
424. Ialtris dorsalis (Günther)
Philodryas dorsalis Günther - Cat. Col. Sn.: 126.1858.
Ialtris dorsalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. III : 137 - tab.VH :2 . 1896.
Oromicus w-nigrum Wemer - Mitteil. naturhist. Mus. Hamburg XXVI :222. 1909.
Ialtris dorsalis Cochran - Proc. Biol. Soc. Washington XLI: 127.1928.
Distribuição: São Domingos e Haiti.
C. Gen. Oxyfcelis Wagler
mi Syst. Amph.: 183. 1830.
Typo: acuminatus (— aencus )
425. Oxybelis acuminatus (Wied)
Coluber acuminatus Wied - Abbildung. Naturgesch. Brasil. 1822.
Oxybelis acuminatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:192.1896.
Distribuição: México; America Central; Colombia; Venezuela; Trindade;
Equador; Brasil; Bolivia.
426. Oxybelis argenteus (Daudin)
C oluber argenteus Daudin - Hist. Nat. Rept. V1:336.I803.
Oxybelis argenteus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:190.1896.
Oxybelis boulengeri Procter • Proc. Zool. Soc. : 1062. fig.. 1923.
Distribuição: Guianas; valles do Amazonas e Paraguay (Equador e Perü
°rientaes, Bolivia e Brasil».
427. Oxybelis brevirostris (Cope»
Oryophis brevirostris Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:555.1860.
Oxybelis brevirostris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:190.1896.
Distribuição: America Central; Colombia; Equador.
428. Oxybelis fuljridus (Daudin)
C oluber fulgidus Daudin - Hist. Nat. Rept. VI :352.tab.LXXX.1803.
Oxybelis fulgidus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:191.1896.
Distribuição: México; America Central; Colombia; Brasil; Bolivia; Argen-
l, na septentrional.
89
cm
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10 11 12 13 14 15 16
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
429. Oxybelis microphthalmus Barbour et Amaral
Oxybelis microphthalmus Barbour et Amaral - Proc. New England Zool. Club
1X:80.1926.
Distribuição: Esta especie, cujo typo é oriundo de Arizona, America do
Norte, está aqui registada, porque provavelmente occorre no México central, on-
de talvez tenha sido até agora confundida com O. acuminatus.
Cl. Gen. Erythrolamprus Wagler
in Syst. Amph.: 187. 1830 (pro parte).
Typo: aesculapii (— agilis) (monotypico)
430. Erythrolamprus aesculapii (L.)
Coluber aesculapii Linneu - Syst. Nat. 1:220.1758.
Erythrolamprus aesculapii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:200.1896.
Erythrolamprus aesculapii Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) :60
tab.VllI: 1.1914.
Distribuição: México meridional; America Central; Colombia; Venezuela:
Guianas; Equador; Peru; Brasil; Bolivia.
Nota: Em sua extensa distribuição, esta forma parece subdivisivel cm va-
riedades, ou raças.
CU. Gen. Coniophanes Cope
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:248.1860.
Typo: punctigularis (— fissidens)
431. Coniophanes bipunctatus (Günther)
Coronella bipunctata Günther - Cat. Col. Sn.:36.1858.
Erythrolamprus bipunctatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:208.1896.
Distribuição: Honduras.
432. Coniophanes dedpiens (Günther)
Tachymenis decipiens Günther - Biol. Centrali-Amer., Rept.:163.tab.LIll:A.lS95-
Erythrolamprus decipiens Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:204.1896.
Distribuição: Costa Rica.
433. Coniophanes dromiciformis (Peters)
Tachymenis dromiciformis Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:273.1863.
Erythrolamprus dromiciformis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111.205.1896.
Distribuição: Equador.
90
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
434. Coniophanes fjrammophrjs (Dugès)
217
Crythrolamprus grammophrys Dugès - Proc. Amer. Philos. Soc. XXV:181.fig..l8SS.
Erythrolamprus grammophrys Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:204.1896.
Distribuição: México.
435. Coniophanes imperialis (B. et G.)
Taeniophis imperialis Baird et Girard - Rep. U. S. - Mex. Bound. Survey Il.Rept.:
23.tab.XlX: 1.1859.
Erythrolamprus imperialis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:206.1896.
Distribuição: America Central e México até sul de Texas.
436. Coniophanes labialis (Werner)
Crythrolamprus labialis Werner * Mitteil. naturhist. Mus. Hamburg XXVI :237.
>909.
Distribuição: Equador.
437. Coniophanes lateritius Cope
Coniophanes lateritius Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:524. 1861.
Erythrolamprus lateritius Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:205.1896.
Distribuição: México.
438. Coniophanes mentalis (Werner)
Crythrolamprus mentalis Werner - Mitteil. naturhist. Mus. Hamburg XXVI :239.
>909.
Distribuição: Coban (Guatemala).
439. Coniophanes piceivitis Cope
Coniophanes piceivitis Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XI: 149. 1869.
Crythrolamprus piceivitis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:209.1896.
Distribuição: México.
440. Coniophanes punctigularis Cope
Coniophanes punctigularis Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:248.1860.
Crythrlomprus fissidens Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:207.1896.
Distribuição: America Central, desde Panamá até México.
91
cm
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10 11 12 13 14 15 16
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
CIII. Gen. Hydrocalamus Cope
in Proc. Amer. Philos. Soc. XXII: 176.1885.
Typo: quinquevittatus (monotypico)
441. Hydrocalamus quinquevittatus (D. et B.»
Homalopsis quinquevittatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII :975. 1854.
Hydrocalamus quinquevittatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:210.1896.
Distribuição: México e Guatemala.
CIV. Gen. Scolecophis Fitzinger
m Syst. Rept.:25.1S43.
Typo : atrocinctus
442. Scolecophis aemulus (Cope)
Procinura acmula Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XVII1:262.1879.
Scolecophis aemulus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:212.1896.
Distribuição: México.
443. Scolecophis atrocinctus (Schlegel)
Calamaria atrocincta Schlegel - Physion. Serp. 11:47.1837.
Scolecophis atrocinctus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:211.1896.
Distribuição: Guatemala.
444. Scolecophis michoacanensis (Cope)
Contia michoacanensis Cope • Proc. Amer. Philos. Soc. XXII: 178.1885.
Scolecophis michoacanensis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:211.1896.
Distribuição: México.
CV. Gen. Amastridium Cope
in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:370.l860.
Typo: veliferum (monotypico)
445. Amastridium veliferum Cope
Amastridium veliferum Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:370.1860.
Flcischmannia obscura Boettger - Katal. Rept. Mus. Senckenberg 11:69.1898.
M imometopon sapperi Wemer - Abh. Bayer Akad. Wiss. XXII (2) :349.1903.
Distribuição: Colombia e America Central.
92
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 219
CV1. Gen. Tantilla Baird et Girard
w Cat. N. Amer. Rept. 1:131.1853.
Typo: coro nata
Nota: Tratando-se de formas subterrâneas e. pois, susceptíveis de grandes va-
riações, é provável que muitas das especies aqui registadas passem para a syno-
n >mia, quando se fizer uma revisão cuidadosa do genero.
446. Tantilla albiceps Barbolr
tantilla albiceps Barbour - O. P. Boston Soc. Nat. Hist. V: 156.1925.
Distribuição: Ilha Barro Colorado (Panamá).
447. Tantilla alticola (Boulenger)
Homalocranium alticola Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7) XI 1:353. 1903.
Homalocranium corallivcntrc Boulenger - Proc. Zool. Soc.: 1035. tab.CVIII:! . 1913.
Distribuição: Colombia.
448. Tantilla annulata Boettger
Tantilla annulata Boettger - Zool. Anzeiger:419. 1892.
Hornalocranium annulatum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:217.1896.
Distribuição: Nicaragua.
449. Tantilla atriceps (Günther)
Homalocranium atriceps Günthcr - Biol. Centrali-Amer., Rept. : 1 46.tab.Ll l :B. 1895.
Homalocranium atriceps Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:226.1896.
Distribuição: México.
450. Tantilla bocourti (Günther)
f1o ’nalocranium bocourti Günther - Biol. Centrali-Amer., Rept. : 1 49 . 1895.
H°malocranium bocourti Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:224.1896.
Distribuição: México.
451. Tantilla boulengeri (Günther)
li
0, nalocranium boulengcri Günther - Biol. Centrali-Amer.. Rcpt.:148.tab.LII:F.
•895.
u
0, nalocranium boulengeri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:221.1896.
Distribuição: México.
93
cm
SciELO
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220
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
452. Tantilia brevis (Gü.nther;
Homalocranium breve Günther - Biol. Centrali-Amer., Rept.:150. 1895.
Homalocranium breve Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:225.1896.
Distribuição: Honduras Britannica.
453. Tantilia calamarina Cope
Tantilia calamarina Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:320.1866.
Homalocranium calamarinum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:227.1896.
Distribuição: México.
454. Tantilia canula Cope
Tantilia canula Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia (2) VIII : 144.1875.
Homalocranium canula Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:222.1896.
Distribuição: México.
455. Tantilia depressa Dunn
Tantilia depressa Dunn - Amer. Mus. Novitat. 314:4.1928.
Distribuição: Oaxaca (México).
456. Tantilia deviatrix Barbou r
Tantilia deviatrix Barbour - Proc. Biol. Soc. Washington XXIX:94. 1916.
Distribuição: San Luis Potosi (México).
457. Tantilia fusca (Bocourt)
Homalocranion melanocephalum, var. fuscum, Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Ame r -
Centr. 11:589.1883.
Homalocranium fuscum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:220.1896.
Distribuição: Nicaragua e Guatemala.
458. Tantilia longifrontalis (Boulenger)
Homalocranium longifrontalc Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (6)XVII:1"*
1896; et Cat. Sn. Brit. Mus. III :2l8.tab.lX:3. 1896.
Distribuição: Colombia.
459. Tantilia marcapatae (Boulenger)
Homalocranium marcapatae Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X:401 . 1902-
Distribuiçáo: Valle Marcapata (Perü oriental).
94
A. do Amaral — Ophidios Neorropicos
221
460. Tantilla melanocephala (L.)
Coluber melanocephalus Linneu - Syst. Nat. 1:218.1758.
Hornalocranion melanocephalum Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:S55. 1854.
Homalocranium melanocephalum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:215.1896.
Tantilla pallida Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XXIV:56. 1887.
Homalocranium hoffmanni Werner - Mitteil. naturhist. Mus. Hamburg XXVI:
239.1909.
Elapomorphus nuchalis Barbour - Proc. Biol. Soc. Washington XXVIl:199. 1914.
Distribuição: America Central c America Meridional (inclusive Trindade)
®té Argentina.
461. Tantilla miniata Cope
TantiUa miniata Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia: 100. 1863.
Homalocranium miniatum Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:222.1896.
Distribuição: México.
462. Tantilla moesta (Günther)
Tiomalocranium moestum Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)X11:352. 1863.
Homalocranium moestum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:225.1895.
Distribuição: Guatemala.
463. Tantilla nigra (Boulenger»
Homalocranium nigrum Boulenger - Proc. Zool. Soc.:816. tab.ll :2,2a.l914.
Distribuição: Chocó (Colombia).
464. Tantilla reticulata Cope
Tantilla reticulata Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :77. 1860.
Homalocranium reticulatum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:224.1896.
Distribuição: Panamá.
465. Tantilla rubra Cope
Tantilla rubra Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia (2) VIII : 144 . 1875.
Homalocranium rubrum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:219.1896.
Distribuição: México.
466. Tantilla ruficeps (Cope)
Pagonaspis ruficeps Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :204. 1894.
Homalocranium ruficeps Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:223.1896.
Distribuição: Costa Rica.
95
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
467. Tantilla schistosa (Bocoi.rt)
Homalocranion schistosum Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr. 1 1 :5S4 . tab-
XXXVI:10. 1883.
Homalocranium schistosum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:221.1896.
Distribuição: México até Nicaragua.
468. Tantilla semicincta (D. et B.)
Homalocranion semicinctum Duméril et Bibron - Erp. Gén. V1I:862. 1854.
Homalocranium semicinctum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:219.1896.
Distribuição: Venezuela; Colombia; Equador; Panamá.
469. Tantilla striata Dunn
Tantilla striata Dunn - Amer. Mus. Novitat. 314:3.1928.
Distribuição: Oaxaca (México).
470. Tantilla trilineata (Peters)
Lcptocalamus trilineatus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:221 -fig.2. ISSO.
Homalocranium trilincatum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:217.1896.
Distribuição: Honduras c Guatemala.
471. Tantilla vermiformis (Hallovell)
Lioninia vermiformis Hallowell - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:484. 1860.
Homalocranium vermiforme Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:225.1896.
Distribuição: Nicaragua.
472. Tantilla virgata (Günther)
Microdromus virgatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)lX:17.tab.lV:B.lS72-
Homalocranium virgatum Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:223.1896.
Distribuição: Costa Rica.
CVII. Gen. Ogmius Cope
in Proc. Amer. Philos. Soc. XI:162.1869.
Typo: acutus (monotypico)
473. Ogmius acutus Cope
Ogmius acutus Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XI: 162. 1869.
Ogmius acutus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:229.1896.
Distribuição: México.
96
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 223
XVIII. Gen. Stenorhina Duméril et Bibron
in Mém. Acad. Sc. XXI1I:490. 1853.
Typo: degenhardtii (— ventralis ) (monotypico)
474. Stenorhina degenhardtii (Berthold)
Ealamaria degenhardtii Berthold - Abh. Ges. Wiss. Góttingen III :8.tab.1 :3-4. 1846.
Stenorhina degenhardtii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:229.1896.
Distribuição: México; America Central; Colombia; Equador.
CIX. Gen. Xenopholis Peters
"i Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:440. 1869.
Typo: scalaris (monotypico)
475. Xenopholis scalaris Wlcherer
Xenopholis scalaris Wucherer - Proc. Zool. Soc.:325. 1861.
Xenopholis scalaris Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:232.1896.
Sympeltophis ungalioides Wemer - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXIV(l) :52.fig.l.
1925.
Distribuição: Brasil, Equador oriental e Bolivia.
CX. Gen. Elapomorphus Wiecmann
"i Fitzinger — Syst. Rept.:25. 1843.
Typo: blumii
476. Elapomorphus bilineatus D. et B.
Elapomorphus bilineatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:839. 1854.
Elapomorphus bilineatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:243.1896.
Elapomorphus lemniscatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:242.1896.
Elapomorphus trilineatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:243. tab.X:3. 1896.
Elapomorphus spegaczinii Boulenger - Ann. Mus. Gênova (3) VI :49. 1913.
Elapomorphus suspectus Amaral - J. Washington Acad. Sc. XIV(9) :202. 1924.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Paraguay; Argentina.
477. Elapomorphus blumii (Schlegel)
Ealamaria blumii Schlegel - Physion. Serp. 11:45.1837.
Elapomorphus blumii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:239.1896.
Distribuição: Guianas e Brasil.
97
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224
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
478. Elapomorphus lepidus Reinhardt
Elapomorphus lepidus Reinhardt - Vid. Meddel. Naturh. for. Kjdb.: 239 .tab.lV •
6-9.1860.
Elapomorphus lepidus Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:241.1896.
Elapomorphus uuchereri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:240.1896.
Distribuição: Brasil.
479. Elapomorphus nasutus Gomes
Elapomorphus nasutus Gomes - Ann. Paulistas Med. & Cir. 1V(6) :121 .tab.M :
1-3.1915.
Distribuição: Brasil.
480. Elapomorphus tricolor D. et B.
Elapomorphus tricolor Duméril et Bibron - Erp. Gén. Vll:837. 1854.
Elapomorphus tricolor Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:241.1896.
Elapomorphus tricolor Brazil - La Défense contre 1'Ophidisme (Butantan) tab.VlI* :
3.1914.
Distribuição: Brasil sul-occidental ; Bolívia; Paraguay; Argentina; Uruguay-
CXI. Gen. Elapomojus Jan
in Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:42.1862.
Typo: dimidiatu j (monotypico)
/
481. Elapomojus dimidiatus Jan
Elapomojus dimidiatus Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:47.1862.
Elapomoius dimidiatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:238.1896.
Elapohomocus dimidiatus Berg - Anal. Mus. Nacional Buenos Aires Vl:28.lS l1 -'
Distribuição: Brasil.
Nota: Especie conhecida apenas pelo typo, que parece anomalo.
CXII. Gen. Apostolepis Cope
m Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:524. 1861.
Typo: flavotorquata
482. Apostolepis ambinigra (Peters)
Rhynchonyx ambiniger Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:438.fig.2. 1869-
Rhynchonyx ambiniger vittatus Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XXIV :56. IS 1 *”'
Apostolepis ambinigra Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:237.1896.
Apostolepis tenuis Ruthven - O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 188:1.1927.
Distribuição: Brasil Occidental; Paraguay; Bolívia.
98
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
225
483. Apostolepis assimilis (Reinhardt)
Elapomorphus assimilis Reinhardt - Vid. Meddel. Naturh. for. Kjõb.:235.tab.lV:
1-5.1860.
Apostolepis assimilis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:234.1896.
Distribuição: Brasil central e sul-occidental ; Chaco (Argentina).
484. Apostolepis cearensis Gomes
Apostolepis cearensis Gomes - Ann. Paulistas Med. & Cir. 1V(6) : 1 22 . tab.l 1 1 :
4-8.1915.
Apostolepis amarali Wemer - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXIV:62. 1925.
Apostolepis cearensis Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII(art. 24) :16. 1925.
Distribuição: Brasil oriental.
485. Apostolepis coronata (Sauvage)
Elapomorphus coronatus Sauvage - Buli. Soc. Philomath. (7)1:110.1877.
Apostolepis coronata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:233. 1896.
Apostolepis quinquelineata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:235. tab.X:l . 1896.
Apostolepis pymi Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XII:353. 1903.
Distribuição: Guiana Britannica; Pará (Brasil).
486. Apostolepis dorbifmyi (Schlegel)
Ealamaria (fOrbignyi Schlegel - Physion. Scrp. 11:30.1837.
Apostolepis dorbignyi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:236.1896.
Distribuição: Brasil sul-occidental; Paraguay; Bolívia.
487. Apostolepis erythronota (Peters)
Elapomorphus erythronotus Peters - Monatsch. Akad. \X'iss. Berlin:222. 1880.
Apostolepis erythronotus lincatus Cope - Proc. Amer. Philos. Soc. XXIV:56. 1887.
Apostolepis erythronota Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:236.1896.
Apostolepis nigriceps Vterner - S'B. Akad. Wiss. Münchcn :207. 1897.
Distribuição: Brasil sul-occidental; Paraguay; Argentina septentrional.
488. Apostolepis flavotorquata (D. et B.)
Elapomorphus flavotorquatus Duméril et Bibron • Erp. Gén. VII :836. 1854.
Apostolepis flavitorquata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:234.1896.
Apostolepis nigrolineata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:235.1896.
Apostolepis sanctac-ritae Werner - S'B. Akad. Wiss. VTien CXXXI11 :43. 1924.
Distribuição: Brasil central.
99
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
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.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
489. Apostolepis intermedia Kosloysky
Apostolcpis intermedia Koslowsky - Rev. Mus. La Plata VIII :30 . tab.1 :4-7 . 1 S93-
Distribuição: Matto Grosso (Brasil).
490. Apostolepis Iongicaudata Gomes
Apostolepis longicaudata Gomes - in Amaral — Ann. Paulistas Med. & Cir. I*
(7-8) :3-4 . tab.A :4-7 .1921.
Distribuição: Piauhy (Brasil).
491. Apostolepis nigroterminata Boulenger
Apostolepis nigroterminata Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111 :235.tab.X:2. 1896-
Apostolepis borellii Peracca - Boi. Mus. Zool. Anat. comp. Torino X1X(460»:9-
1904.
Distribuição: Perú oriental; Brasil Occidental.
492. Apostolepis rondoni Amaral
Apostolepis rondoni Amaral - Comm. L. T. E. Matto Grosso - Amazonas 84:25-
figs.4-6. 1925.
Distribuição: Matto Grosso (Brasil).
CXII1. Gcn. Parapostolepis Amaral
in Mem. Inst. Butantan 1V:5I.I929.
Typo: polylepis (monotypico)
493. Parapostolepis polylepis (Amaral)
Apostolepis polylepis Amaral - Anex. Mem. Inst. Butantan (Ofiologia) I ( I > : 1
57. tab. 1:5-8. 1921.
Parapostolepis polylepis Amaral - Mem. Inst. Butantan IV :5 1.1929.
Distribuição: Piauhy (Brasil).
100
2 3 4 5 6
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. co Amaral — Ophidios Neotropicos 227
Serie proteroglypha
F. Fam. HYDROPHIIDAE
Sub-fam. HYDROPHUNAE
CXIV. Gen. Pelamis Daudin
« Hist. Nat. Rept. VII :361. 1803 ( pro parte).
Typo: platurus (monotypico)
494. Pelamis platurus (L.)
Anguis platura Linneu - Syst. Nat. 1:391.1766.
Hydrus platurus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:267.1896.
Pelamydrus platurus Stejneger - Proc. U. S. Nat. Mus. XXXVIII :1 1 1 . 1910.
Pelamis platurus Smith - Monogr. Sea - snakes: 1 16. 1926.
Distribuição: Oceanos Pacifico c Indico; costa Occidental de Equador, Co-
lombia, America Central e México até Golfo da Califórnia.
G. Fam. E L A P I D A E
Sub-fam. ELAP1NAE
CXV. Gen. Micrurus Wagler
ln Spix — Serp. brasil, spp. novae:48. 1824.
Typo: spixii
Nota: Genero representado por muitas especies terrestres ou subterrâneas,
sujeitas a grandes variações e ainda não revistas satisfactoriamente.
495. Micrurus albicinctus Amaral
Micrurus albicinctus Amaral - Comm. L. T. E. Matto Grosso - Amazonas 84:26.
ttg.7-I0.1925.
Distribuição: Matto Grosso e Bahia (Brasil).
496. Micrurus ancoralis (Jan)
Elaps maregravi , var. ancoralis, Jan - Icon. Gén.:XLII .tab.lV:2. 1872.
Elaps ancoralis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:432.1896.
Micrurus ancoralis Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(2) :46. 1927.
Distribuição: Equador e Colombia.
101
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10 11 12 13 14 15 16
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
497. Micrurus annellatus (Peters)
Elaps annellatus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:402. 1871.
Elaps annellatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:418.1896.
Distribuição: Peru oriental e Colombia.
493. Micrurus anomalus (Boulenger)
Elaps anomalus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. III :4 1 7 . tab.XXII :2 . 1S96.
Distribuição: Colombia.
499. Micrurus buckleyi (Boulenger)
Elaps buckleyi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:416. tab.XXH:l . 1896.
Elaps buckleyi lhering - Rev. Mus. Paulista V1II:371 . 1910.
Distribuição: Valle do Amazonas (Brasil e Equador).
500. Micrurus corallinus corallinus (Wied)
Elaps corallinus Wied. - N. Acta Acad. Leop. Carol. X ( 1 ) : 108. tab.1V. 1820.
Elaps corallinus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:420.1896 ( pro parte).
Elaps balzani Boulenger - Ann. Mus. Gênova (2)XIX:130. 1898.
Elaps rcgularis Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X:402. 1902.
Elaps corallinus lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :371 . 1910.
Elaps corallinus Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) :60.tab.I^‘
2.1914.
Micrurus corallinus corallinus Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII(art. 24) :33-
1925; et Rev. Mus. Paulista XV:23.1927.
Distribuição: Brasil; Uruguay; Argentina; Paraguay; Perü; Bolivia.
500 a. Micrurus corallinus dumerilii (Jan)
Elaps dumerili Jan - Rev. & Mag. Zool.:522. 1858.
Elaps dumerilii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:419.1896.
Elaps steindachncri Wemer - Verh. zool.-bot. Ges. Wien LI :599. 1901.
Elaps alienus Wemer - Zool. Anzeiger XXVI :249. 1903.
Elaps colombianus Griffin - Mem. Camegie Mus. VII :216. 1915.
Micrurus corallinus dumerilii Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVIIÍart. 24) *
24.1925; Ann. Camegie Mus. XVI (2) :323.1926; et Rev. Mus. Paulista XV:24.l9 27 ‘
Elaps fasslii Wemer - S’B. Akad. Wiss. Wien CXXXV:249. 1927.
Distribuição: Colombia e Equador.
Nota: Esta raça é provavelmente idêntica a Micrurus psychcs (Daudi°)’
originaria das Guianas.
102
cm
SciELO
LO 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
500 b. Micrurus corallinus riisei (Jan)
229
Blaps riisei Jan - Rev. & Mag. Zool.:525.tab.B.1858.
Blaps corallinus Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:420.1896 ( pro parle).
Micrurus corallinus riisei Amaral - Proc. U. S. Nat. .Mus. LXVIl(art. 24) :24.
1925; et Rev. Mus. Paulista XV:24.1927.
Distribuição: Trindade e Venezuela.
501. Micrurus decoratus (Jan)
Blaps decoratus Jan - Rev. & Mag. Zool.:525. 1858.
Blaps decoratus Boulenger - Cat. Sn. Brit. .Mus. 111:419.1896.
Blaps decoratus Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :374 . 1910.
Blaps decoratus Brazil - La Défense contre 1'Ophidisme (Butantan) tab.X:3.!914.
Blaps ezequieli Lutz et Mello • Folha Medica IV ( 1 ) :2. 1923.
Micrurus decoratus Amaral • Rev. Mus. Paulista X1V:32.1926.
Distribuição: Brasil centro-oriental.
502. Micrurus dissoleucus (Cope)
Blaps dissoleucus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:345. 1859.
Blaps dissoleucus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:422.1896.
Micrurus dissoleucus Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVII(art. 24) : 18 . 1925.
Distribuição: Venezuela.
503. Micrurus dunni Barbour
Micrurus dunni Barbour - O. P. Mus. Univ. Michigan CXXIX:15. 1923.
Micrurus dunni Barbour et Amaral - O. P. Boston Soc. Nat. Hist. V:132.1924.
Distribuição: Zona do Canal (Panamá).
504. Micrurus elegans (Jan)
^kps elegans Jan - Rev. & Mag. Zool.:524. 1858.
elegans Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:418.1896.
Distribuição: México e America Central.
505. Micrurus filifomis (Günther)
^ la Ps filiformis Günther - Proc. Zool. Soc.:86.tab.XVIIl :B.1859.
^°Ps filiformis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:430.1896.
J a Ps rosenbcrgii Boulenger - Proc. Zool. Soc.: 1 1 7 . tab.XI II . 1898.
kps filiformis Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :377. 1910.
Distribuição: Colombia; Equador; Brasil septentrional.
103
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
230
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV'
506. Micrums fischeri Amaral
Micrurus fischeri Amaral - Anex. Mem. Inst. Butantan (Ofiologia) 1(1) :59 . tab-
11:1-5.1921.
Distribuição: Serra da Bocaina (Brasil).
507. Micrurus frontalis (D. et B.)
Elaps frontalis Duméril et Bibron - Erp. Gén. VI1:1223. 1854 (pro parte).
Elaps frontalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:427.1896.
Elaps simonsii Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)IX:338. 1902.
Elaps frontalis Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :375 .1910 ( pro parte).
Elaps frontalis Brazil - La Défcnse contre l’Ophidisme(Butantan) :60.tab.IX:l.l9 |- *-
Micrurus frontalis Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVIl(art. 24) :19. 1925.
Distribuição: Brasil sul-occidental; Uruguay; Argentina; Paraguay.
508. Micrurus hemprichii (Jan)
Elaps hemprichii Jan - Rev. & Mag. Zool.:523. 1858.
Elaps hemprichii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:421.1896.
Distribuição: Valle do Amazonas, desde Guianas e Pará até Colombia e Perd-
509. Micrurus heterozonus (Peters)
Elaps heterozonus Peters - S'B. Ges. Naturf. Fre. Berlin:52. 1881.
Elaps heterozonus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:417.1896.
Distribuição: Bolívia; Peru e Equador orientaes.
510. Micrurus hollandi (Griffin)
Elaps hollandi Griffin - Mem. Camegie Mus. VI 1 :2 1 8 . tab.XXVIII : 10- 1 2 . 1915-
Micrurus hollandi Ruthven - M. P. Mus. Zool. Univ. Michigan 8:69.1922.
Distribuição: Colombia septentrional.
511. Micrurus langsdorffi (Wagler)
Elaps langsdorffi Wagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novaeMO. tab.ll:l • 1^'
Elaps langsdorffi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:416.1896.
Elaps langsdorffi Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :370. 1910.
Distribuição: Valle do Amazonas (Brasil e Perú).
104
cm
SciELO
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
512. Micrurus lemniscatus (L.)
231
Coluber lemniscatus Linneu - Syst. Nat. 1:224.1758.
Blaps lemniscatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:430.1896.
Blaps hcterochilus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:414.1896.
Elaps gravenhorstii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:415.1896.
Blaps marcgravii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:428.1896.
Blaps princeps Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XV:456. 1905.
Blaps marcgravi lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :376 . 1910.
Blaps lemniscatus lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :377. 1910.
Blaps marcgravii Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) tab.X : 1 . 1 9 1 4.
Blaps lemniscatus Brazil - La Défense contre 1'Ophidisme (Butantan) tab.X:2.1914.
Blaps omissus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (9)VI: 109. 1920.
Micrurus lemniscatus Amaral - Proc. U. S. Nat. Mus. LXVlI(art. 24) :27. 1925;
« Rev. Mus. Paulista XV:39.1927.
Micrurus hclleri Schmidt - Field Mus. Nat. Hist., Zool. XII < 10) : 1 29 . 1925.
Blaps ehrhardti Müller - Zool. Anzeigcr LXV:19S. 1926.
Blaps frontifasciatus Temer - S'B. Akad. Wiss. Tien CXXXV:250. 1927.
Distribuição: Venezuela; Trindade; Guianas; Brasil tropical; Colombia:
Equador; Perú; Bolivia; Paraguay; Argentina scptentrional.
513. Micrurus mipartitus (D. et B.)
Blaps mipartitus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII : 1 220 . 1 854.
Blaps mipartitus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:431.1896.
Efaps frascri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. III :432.tab.XXU:3. 1896.
£laps mentalis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:432. tab.XXII:4. 1896.
Blaps hertwigii Temer - S’B. Akad. Tiss. München:208. 1897.
Blaps calamus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)IX:57. 1902.
Blaps acquicinctus Temer - Zool. Anzeiger XXVI :249. 1903.
E/aps microps Boulenger - Proc. Zool. Soc.:1036.tab.CVIll:2. 1913.
Blaps spurrellii Boulenger * Proc. Zool. Soc.:817.tab.lI :3,3a. 1914.
Micrurus mipartitus Amaral - Proc. New England Zool. Club IX:66.1926.
Blaps decipiens Temer - S’B. Akad. Tiss. Wien CXXXV:250. 1927.
Distribuição: America Central; Colombia; Venezuela; Equador; Perú.
514. Micrurus narduccii (Jan)
Efaps narduccii Jan - Arch. Zool. Anat. Fisiol. 11:222.1863.
Etops narduccii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:433.1896.
Blaps narduccii Gomes - Rev. Mus. Paulista X:524.1918.
Distribuição: Bolivia; Perú e Equador orientaes; Brasil septentrional.
105
cm
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232
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
515. Micrurus nigrocinctus (Girard)
Elaps nigrocinctus Girard - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:226. 1854.
Elaps fulvias Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:423.1896 (pro parte).
Micrurus nigrocinctus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(2) :34.fig.7. 1927.
Elaps guatemalensis Ahl - Zool. Anzeiger LXX:251 . 1927.
Micrurus nigrocinctus Schmidt - Buli. Antiv. Inst. America 11(3) :64. 1928.
Distribuição: America Central.
516. Micrurus psyches (Daudin)
Vipera psyches Daudin - Hist. Nat. Rept. VIII :320. tab.C: 1 . 1803.
Elaps psyches Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:426.1896.
Distribuição: Guianas.
Nota: Especie provavelmente idêntica a M. corallinus dumerilii (Jan).
517. Micrurus spixii Wagler
Micrurus spixii VCagler - in Spix — Serp. brasil, spp. novae:4S.tab.XVIII. 1324-
Elaps spixii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:427.1896.
Elaps spixii lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :373. 1910.
Distribuição: Venezuela e Brasil septentrional.
518. Micrurus stewarti Barbolr et Amaral
Micrurus stcu-arti Barbour et Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(4) :!00. 1925-
Distribuição: Serrania de la Bruja (Panamá).
519. Micrurus surinamensis (Cuvier)
Elaps surinamensis Cuvier • R. Anim. 11:84.1817.
Elaps surinamensis Boulenger * Cat. Sn. Brit. Mus. 111:414.1896.
Elaps surinamensis lhering - Rev. Mus. Paulista VIIl:369. 1910.
Distribuição: Venezuela; Guianas; Perú oriental; Bolivia; Brasil equatorial-
520. Micrurus tschudii (Jan)
Elaps tschudii Jan - Rev. & Mag. Zool. :524. 1858.
Elaps tschudii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:422.1896.
Micrurus olssoni Schmidt - Field Mus. Nat. Hist., Zool. X1I(10) :1 32 . 1925.
Distribuição: Perú.
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
233
Serie solenoglypha
H. Fam. CROTALIDAE
a) Sub-fam. LACHESINAE
CXVI. Gen. Lachesis Daudin
*« Hist. Nat. Rept. V:349.1803.
Typo: muta (monotypico)
521. Lachesis muta (L.)
Crotalus mutus Linneu - Syst. Nat. 1:373.1766.
Lachesis mutus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:534.1896.
Lachesis mutus lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :348. 1910.
Lachesis mutus Brazil - La Défense contre l’Ophidisme (Butantan) :72.tab.XI.1914.
Distribuição: Brasil tropical; Bolívia; Pcrú oriental; Equador; Guianas; Trin-
dade; Venezuela; Colombia; Panamá.
CXVII. Gen. Bothrops Wagler
"i Spix — Serp. brasil, spp. novae:50. 1824.
Typo: atrox (— lanceolata >
522. Bothrops altemata D. et B.
Bothrops alternatus Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII:1512.tab.LXXXII:l . 1854.
Lachesis alternatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:541.1896.
Lachesis alternatus lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :357. 1910.
Lachesis alternatus Brazil - La Défense contre l'Ophidisnie (Butantan) :95.tab.
XV.1914.
Lachesis inaequalis Magalhães - Mem. Inst. Oswaldo Cruz XVIII ( 1 ) :153.tabs.
V U-XII.l925.
Bothrops altemata Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & Med. 11:55.
t *b.XII:6-7.1925.
Distribuição: Brasil meridional; Uruguay; Argentina; Paraguay.
523. Bothrops ammodytoides Leybold
Bothrops ammodytoides Leybold - Escurs. Pamp. Argent.:80. 1873.
Lachesis ammodytoides Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:543.1896.
Distribuição: Argentina.
107
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234
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
524. Bothrops andiana Amaral
Bothrops andiana Amaral - Proc. New England Zool. Club V 1 1 1 : 1 03 . 1 923.
Distribuição: Cuzco (Perú).
525. Bothrops atrox (L.)
Coluber atrox Linneu - Syst. Nat. 1:222.1758.
Lachesis lanceolatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:535.1896 ( pro parte)-
Lachesis atrox Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:537.1896 ( pro parte).
Lachesis atrox lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :35 1 . 1910 ( pro parte).
Lachesis atrox Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) :84.tab.XlH-
1914.
Bothrops atrox Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & Med. 11:41 . tabs.
I,1V:1, V:l-4, VI:I-4, VIa:l, VII :1 . 1925.
Distribuição: Brasil tropical; Bolívia; Perú; Equador; Guianas; Venezuela:
Trindade, Tobago, Santa Lucia e Martinica; Colombia; America Central até Mc*
xico.
526. Bothrops barbouri Dunn
Bothrops barbouri Dunn - Proc. Biol. Soc. Washington XXXI1:213. 1919.
Distribuição: Guerrero (México).
527. Bothrops bicolor Bocourt
Bothrops bicolor Bocourt - Ann. Sc. Nat. (5)X:201 . 1868.
Lachesis bicolor Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:566.1896.
Trimeresurus bicolor Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mcx. & Amer. Centr. H*
948. tab.LXXVI :1,1a. 1908.
Distribuição: Guatemala.
528. Bothrops bilineata (Wied)
Cophias bilincatus Wied - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1 :483. Abbildung.1825.
Lachesis bilincatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:565.1896.
Lachesis bilincatus lhering - Rev. Mus. Paulista Vlll:350. 1910.
Distribuição: Brasil; Bolivia; Perú; Equador.
529. Bothrops castelnaudi D. et B.
Bothrops castelnaudi Duméril et Bibron - Erp. Gén. VII : 1 5 1 1 . 1854.
Lachesis castelnaudi Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:544.1896.
Lachesis castelnaudi lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :36 1 . 1910.
Distribuição: Brasil septentrional e centro-occidental; Equador e P cr ^
orientaes.
108
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos 235
530. Bothrops chloromelas (Boulenger)
Lachesis chloromelas Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (8)X:423. 1912.
Distribuição: Huancabamba (Perú).
531. Bothrops cotiara (Gomes)
Lachcsis cotiara Gomes - Ann. Paulistas Med. & Cir. I (3) :65 . tab.Vlll . 1913.
Lachesis cotiara Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) :107.tab.
XVIII. 1914.
Distribuição: Brasil sul-oriental.
532. Bothrops erythromelas Amaral
Lachcsis ncun-icdii itapctiningac lhering • Rev. Mus. Paulista VIII :360. 1910
(pro parte).
bothrops erythromelas Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :96. 1923;
et Arch. Mus. Nacional Rio XXVI:20.tab.IV:l-3. 1926.
Distribuição: Sertão da Bahia e Ceará (Brasil).
533. Bothrops godmani (Günther)
Bothricchis godmani Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)XU:364.tab.VI:G.I863.
Lachesis godmani Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:545.1896.
Distribuição: Guatemala c Honduras.
534. Bothrops iglesiasi Amaral
Bothrops iglesiasi Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :97. 1923; et Arch.
‘"us. Nacional Rio XXVI :22.tab.lV:4-6. 1926.
Distribuição: Piauhy (Brasil).
535. Bothrops insularis (Amaral)
t-Qchcsis insularis Amaral - Anex. Mem. Inst. Butantan (Ofiologia) 1(1) :18,62.tabs.
Hl, IV. 1921.
Distribuição: Ilha Queimada Grande, São Paulo (Brasil).
536. Bothrops itapetiningae (Boulenger)
Lochcsis itapctiningac Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)XX:338. 1907.
t-Qchesis ncuuicdi itapctiningac lhering - Rev. Mus. Paulista VIII :360. 1910 ( pro
Parte).
Lachesis itapctiningac Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) : 104.
*ab.XVII. 1914.
Distribuição: São Paulo (Brasil).
109
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
537. Bothrops jararaca (Wied)
Cophias jararaca Vfied - Isis 11:1 103 . tab.VI . 1824.
Lachesis lanceolatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:535.1896 (pro parte)-
Lachesis atrox lanceolatus Ihering - Rev. Mus. Paulista VII1:352. 1910 (pro parte)-
Lachesis lanceolatus Brazil - La Défense contre 1’Ophidistne (Butantan) :78.tab-
XII. 1914.
Bothrops jararaca Amaral - Contrib.Harvard Inst. Trop. Biol. & Med.ll :42.tabs-
II,IV:2, VI :2, VII :2. 1925.
Distribuição: Brasil; Argentina; Paraguay.
538. Bothrops jararacussu Lacerda
Bothrops jararacussu Lacerda - L. Ven. Serp. Brésil :8. tab.lll . 1884.
Lachesis lanceolatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:535.1896 ( pro parte)-
Lachesis atrox jararacussu Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :356 . 1910.
Lachesis jararacuçu Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) :88-tab-
XIV. 1914.
Bothrops jararacussu Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & Med. 11:43-
tabs.III.IV :3, VI:3, VII:3. 1925.
Distribuição: Brasil; Bolivia; Paraguay; Argentina.
539. Bothrops lansbergii (Schlegel)
Trigonocephalus lansbcrgii Schlegel - Mag. ZooL, Rept. : 1-3. tab.l. 1841.
Lachesis lansbergii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:546.1896 ( pro parte).
Bothrops lansbergii Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 111(1) :23. tab.l. 1929.
Distribuição: Districtos áridos desde a costa N. e N.O. da America Me n '
dional, pelo centro da America Central até sul de México.
540. Bothrops lateralis (Peters)
Bothriechis lateralis Peters - Monatsch. Akad. Viss. Berlin:674. 1852.
Lachesis lateralis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:566.1896.
Distribuição: Costa Rica.
541. Bothrops medusa (Sternfeld)
Lachesis medusa Sternfeld - Senckenbergiana 11:180.1920.
Distribuição: Caracas (Venezuela).
542. Bothrops melanura (Müller)
Trimercsurus mclanurus Müller - Mitteil. zool. Mus. Berlin Xl:92.1924.
Distribuição: México.
110
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
237
543. Bothrops microphthalma Cope
Bothrops microphthalmus Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia (2>VIII:1S2. 1875.
Lachcsis microphthalmus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:540.1896.
Lachesis pleuroxanthus Boulenger - Ann. St Mag. Nat. Hist. (8)X:423. 1912.
Distribuição: Equador e Peru.
544. Bothrops monticellii (Peracca)
• 5 Lachesis punctatus Garcia - Ofid. ven. Cauca:31 .fig.. 1892.
I achesis monticellii Peracca - Ann. Mus. Napoli 111(12) :2. 1910.
Bothrops leptura Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII : 102 . 1923; Proc.
U. S. Nat. Mus. LXVII(art. 241 :29.1925; et Buli. Antiv. Inst. America 1(2) :47.!927.
Distribuição: Darien (Panamá), Colombia e Equador occidentaes.
Nota: Segundo informação recebida do Rev. Nicéforo Maria, do Instituto
de La Salle. de Bogotá (Colombia), o typo de L. punctatus pode-se considerar
Perdido, de sorte que é impossível apurar-se o valor exacto dessa especic.
545. Bothrops nasuta Bocourt
Bothrops nasuta Bocourt - Ann. Sc. Nat. (5)X:202. 1868.
L°chesis brachystoma Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:547.1896 ( pro parte).
Bothrops nasuta Amaral - Buli. Antiv. Inst. America III(l) :26.tab. III ;fig.7. 1929.
Distribuição: Districtos húmidos da costa Occidental de Equador c Colombia,
•través de Darien até a costa oriental da America Central.
546. Bothrops neglecta Amaral
bothrops negleeta Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII: 100.1923; et Arch.
^us. Nacional Rio XXVI :24.tab.IV:7. 1926.
Distribuição: Bahia (Brasil).
547. Bothrops neuwiedii neuwiedii (Wagler)
bothrops neuwiedii VTaglcr-in Spix — Serp. brasil, spp. novae:56.tab.XXII :1.1824.
^hesis neuwiedii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:542.1896 (pro parte),
bothrops neuwiedii neuwiedii Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & Med.
,,: 57. 1925.
Distribuição: Reconcavo da Bahia (Brasil).
547 a. Bothrops neuw iedii boliviana Amaral
bothrops neuwiedii boliviana Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(1) :6.fig.2. 1927.
Distribuição: Santa Cruz de la Sierra (Bolívia).
111
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.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
547 b. Bothrops neuwiedii goyazensis Amaral
Bothrops neuwiedii goyazensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & Mcd-
II :58 . tabs.XIV :3,XV :3 . 1925.
Distribuição: Goyaz (Brasil).
547 c. Bothrops neuwiedii lutzi (Ribeiro)
Lachesis lutzi Ribeiro - Arch. Mus. Nacional Rio XVII :4.fig.. 1915.
Bothrops neuwiedii bahiensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & M^*
11:57. tabs.XIV: 1, XV: 1. 1925.
Distribuição: Sertão da Bahia (Brasil).
547 d. Bothrops neuwiedii mattogrossensis Amaral
Bothrops neuwiedii mattogrossensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol*
& Med. 11:60. tabs.XIV:6,XV:6. 1925.
Distribuição: Matto Grosso meridional (Brasil).
547 e. Bothrops neuwiedii meridionalis Amaral
Bothrops neuwiedii meridionalis Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1V|3):
1930.
Distribuição: Paraguay e Argentina centro-septentrional.
547 f. Bothrops neuwiedii minasensis Amaral
Bothrops neuwiedii minasensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & Med*
11:59. tabs.XIV :4.XV:4. 1925.
Distribuição: Minas Geraes e norte de São Paulo (Brasil).
547 g. Bothrops neuwiedii paranaensis Amaral
Bothrops neuwiedii paranaensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. *
Med. II :61 . tabs.XIV :7,XV :7. 1925.
Distribuição: Paraná (Brasil).
547 h. Bothrops neuwiedii pauloensis Amaral
Lachesis neuwiedii Brazil - La Défensc contre TOphidisme (Butantan) MOO.tab-
XVI. 1914.
Bothrops neuwiedii pauloensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. & Med-
11:59. tabs.XIV:5,XV:5. 1925.
Distribuição: Centro e sudoeste de São Paulo (Brasil).
112
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A. do Amaral — ^ Ophidios Neotropicos
239
547 i. Bothrops neuwiedii piauhyensis Amaral
Bothrops neuuiedii piauhyensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. &
Med. ll:58.tabs.XlV:2,XV:2. 1925.
Distribuição: Piauhy (Brasil).
547 j. Bothrops neuwiedii riograndensis Amaral
bothrops neuwiedii riograndensis Amaral - Contrib. Harvard Inst. Trop. Biol. &
Med. 11:61 .tabs.X!V:8,XV:8. 1925.
Distribuição: Rio Grade do Sul (Brasil).
548. Bothrops nigroviridis nigroviridis (Peters)
Bothriechis nigroviridis Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:278. fig.4. 1859.
Lachesis nigroviridis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:568.1896.
Bothrops nigroviridis nigroviridis Barbour et Loveridge - Buli. Antiv. Inst. America
Hl(l):2.l929.
Distribuição: Costa Rica.
548 a. Bothrops nigroviridis aurífera (Salvin)
Thamnocenchris aurifer Salvin - Proc. Zool. Soc.:459.tab.XXXU :! . 1860.
Lachesis aurifer Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:568.1896.
Bothrops nigroviridis aurífera Barbour et Loveridge - Buli. Antiv. Inst. Amer.
Ul(l) ;2. 1929.
Distribuição: Guatemala.
548 b. Bothrops nigroviridis marchi Barbour et Loveridge
Bothrops nigroviridis marchi Barbour et Loveridge - Buli. Antiv. Inst. America
111(1) :2.fig.l. 1929.
Distribuição: Santa Barbara (Honduras).
549. Bothrops nummifera (Rüppell)
Atropos nummifer Rüppell - Verz. Senckcnberg Mus., Amph.:21 . 1845.
Lachesis nummifer Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:544.1896.
Bothrops nummifera March. * Buli. Antiv. Inst. America III(l) :27.figs.9-I0.1929.
Distribuição: México e America Central.
550. Bothrops ophryomegas Bocourt
Bothrops ophryomegas Bocourt - Ann. Sc. Nat. (5)X:201 . 1868.
l-Qchcsis lansbergii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:546.1896 ( pro parte).
Bothrops ophryomegas Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IIl(I) :24 . tab.II . 1929.
Distribuição: Districtos áridos da America Central Occidental.
113
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
240
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
551. Bothrops peruviana (Boulenger)
Lachesis peruvianus Boulenger - Ann. & Mag. Nat. Hist. (7)X1I:354. 1903.
Distribuição: Carabaya (Perú sul-oriental).
552. Bothrops picta (Tschudi)
Lachesis picta Tschudi - Fauna Peruv., Herp.:61 .tab.X.1845.
Lachesis pictus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:540.1896.
Distribuição: Perú.
553. Bothrops pirajai Amaral
Bothrops pirajai Amaral - Proc. New England Zool. Club VIII :99.1923; et Arch-
Mus. Nacional Rio XXVl:26.tab.IV:8. 1926.
Distribuição: Bahia (Brasil).
554. Bothrops pulchra (Peters)
Trigonocephalus pulchcr Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin:672. 1862.
Lachesis pulcher Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:539.1896.
Distribuição: Equador.
555. Bothrops schlegelii (Berthold)
Trigonocephalus schlegelii Berthold - Abh. Ges. Wiss. Gõttingen III : 1 3. tab.1 :5-6-
1846.
Lachesis schlegelii Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:567.1896.
Trimcrcsurus schlegelii Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr-
11:948. tab.LXXV :5,5a . 1 908.
Bothrops schlegelii Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(2) :34.fig.3. 1927.
Distribuição: Districtos húmidos do Equador, Colombia e America Centr*!-
556. Bothrops undulata (Jan)
Trigonocephalus undulatus Jan - Rev. & Mag. Zool.: 157. 1859.
Lachesis undulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:565.1896.
Trimcrcsurus undulatus Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mex. & Amer. Ccntf-
11:946. tab.LXXVII :1,1a. 1908.
Distribuição: México.
114
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
241
557. Bothrops xanthopramma (Cope)
Trigonocephalas xanthogrammus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia : 1 10.
1868.
i-achesis xanthogrammus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:543.1896.
Distribuição: Equador e Colombia.
CXVII1. Gen. Agkistrodon Beauvois
« Trans. Amer. Philos. Soc. IV:381.1799.
Typo: mokasen
558. Agkistrodon bilineatus Günther
Ancistrodon bilineatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)X1I:364. 1863.
Ancistrodon bilineatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:521.1896.
Ancistrodon bilineatus Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr.
H:935.tab.XXVl 1.1908.
Distribuição: México; Guatemala; Honduras.
b) Sub-fam. CROTAL1NAE
CX1X. Gen. Sistrurus Gar.man
1,1 Mem. Mus. Comp. Zool. Vlll (3> :1 10. 1883.
Typo: miliarius
559. Sistrurus ravus (Cope)
Crotalus ravus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia : 1 9 1 . 1865.
Sistrurus ravus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:571.1896.
Sistrurus ravus Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr. 11:935.
,a b.LXXVI:2.1908.
Distribuição: México oriental.
115
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
242
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
in Syst. Nat. 1:214.1758.
CXX. Gen. Crotalus Linneu
Typo: hórridas
560. Crotalus lepidus (Kennicott)
Caudisona lépida Kennicott - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia:206. 1S6I.
Crotalus lepidus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:582.1896.
Crotalus lepidus Stejneger & Barbour - Check List N. Amer. Amph. & Rept.:l2*-
1923.
Crotalus lepidus Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr. 11:962-
tab.LXXVI :5,5a-b. 1 908.
Crotalus lepidus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(3) :70.fig.20. 1927.
Distribuição: México centro-septentrional até districtos confins da região
nearctica.
561. Crotalus molossus B. et G.
Crotalus molossus Baird et Girard - Cat. N. Amer. Rept. 1:10.1853.
Crotalus terrificus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:574.1896 ( pro parte)-
Crotalus molossus Stejneger et Barbour - Check List N. Amer. Amph. & Rept- :
125.1923.
Crotalus molossus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(3) :68. fig.17. 1927.
Distribuição: México centro-septentrional até districtos confins da regi* 0
nearctica.
562. Crotalus polystictus (Cope)
Caudisona polysticta Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia : 191 . 1865.
Crotalus polystictus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:582.1896.
Crotalus polystictus Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr. H :
965 . tab.LXXVI 1 1 :2,2a-b. 1 908.
Distribuição: México central.
563. Crotalus stejnegeri Dunn
Crotalus stejncgeri Dunn - Proc. Biol. Soc. Washington XXX11:2I4. 1919.
Distribuição: Sinaloa e Durango (México).
564. Crotalus terrificus terrificus (Laur.)
Caudisona terrífica Laurentius - Syn. Rept.:93. 1768.
Crotalus terrificus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:573.1896 ( pro parte)-
Crotalus terrificus Ihering - Rev. Mus. Paulista VIII :343 . 1910.
Crotalus terrificus Brazil - La Défense contre 1’Ophidisme (Butantan) :1 1 4 -
XIX. 1914.
Crotalus terrificus terrificus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America III(l) :5. 192$-
Distribuição: Uruguay; Argentina; Brasil; Paraguay; Bolivia; Perú; Eq u *'
dor; Guianas; Venezuela.
116
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
243
564 a. Crotalus terrificus basiliscus (Cope)
Caudisona basilisca Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia: 166. 1864.
Crotalus terrificus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:573.1896 (pro parte).
Crotalus terrificus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(2) :34.fig.6. 1927.
Crotalus terrificus basiliscus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 111(1)5.1929.
Distribuição: México centro-occidental.
564 b. Crotalus terrificus durissus (Cope)
Caudisona durissa Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :308. 1866.
Crotalus terrificus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:573.1896 ( pro parte).
Crotalus pulvis Ditmars - Rep. New York Zool. Soc.: 199. 1905.
Crotalus terrificus March - Buli. Antiv. Inst. America 11(3) :55.figs.4-5. 1928.
Crotalus terrificus durissus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America IIl(l) :5. 1929.
Distribuição: Venezuela; Colombia; America Central até México sul-oriental.
565. Crotalus triseriatus (Wagler)
Cropsophus triseriatus Wagler - Syst. Amph.: 176. 1830.
Crotalus triseriatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 111:581.1896.
Crotalus triseriatus Mocquard - in Bocourt — Miss. Sc. Mcx. & Amer. Centr. II :
1 . tab.LXXVI :4,4a-b. 1 908.
Crotalus pricei Stejneger et Barbour - Check-List N. Amer. Amph. & Rcpt.:125.
•923.
Crotalus triseriatus Amaral - Buli. Antiv. Inst. America 1(2) :4S-54.figs.lO-l 1.1927.
Distribuição: México centro-septentrional até districtos confins da região
n *arctica.
(Trabalho da Secção de Ophiologia do Ins-
tituto Butantan, terminado em Maio de 1930).
117
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
ÍNDICE ALPHABETICO (*)
labes gracilis, 52.
Aklabcs purpurans, 48.
^uminatus ( Coluber ), 89.
*** tninatus (Oxybelis) , 89, 90.
(Ogmius), 96.
ykelophis copei, 24.
"dclphicos quadrhirgatum, 63.
44‘astema cervinum, 76.
ae nu la (Procinura), 92.
ar mulus ( Scolecophis ), 92.
ar< )uicinctus ( Elaps ), 105.
aer aginosus ( Leptophis ), 35.
ar *culapii (Coluber), 90.
af *eulapii ( Erylhrolamrrus) , 90.
a, «irum ( Chlorosoma ), 86.
tte * tivus (Dryophylax), 86 .
at *tif US (Philodryas) , 86.
( Stenostoma ), 12.
a ffinis ( Dromicus ), 44.
a W«£* (Drymobias), 36.
,'. n * s ( Glauconia ), 12.
a if‘nis (Hypsiglena) , 57.
,‘. n ‘ s ( Leptotyphlops ) , 12 .
9 t tinis (Liophis), 44.
a 1finis ( Nothopsis ), 20.
a ffinis (Philodryas), 88.
a t tinis (Rhadinaea), 44.
a f tinis ( Tachymenis ), 83.
9 Kossizii (Contia), 86.
“tassizii (Eirenis), 86.
a *assizii (Pseudablabes) , 86.
jftisfrodon, 115.
^ Kkistrodon bilineatus. 115.
Retalia (Coluber), 35.
*nactulla frenata, 37.
a kaetalia (Leptophis), 35.
^kaetulla nigromarginata, 36.
* kaetalla occidentalis, 35.
^Jartoüa polylepis, 30.
*naetulla urosticta, 36.
(Liophis), 44.
,, (Rhadinaea), 44.
*{««*/>* (Tantilla), 93.
•Wcfnrtnj ( Mierurus ), 101.
aíí- ,r0ni iCochliophagus) . 74.
Jt^frons ( Dipsadomorus) , 74.
'frons (Dipsas), 74.
*** 4 paginaclo deste índice correaponde 4 d»
albifrons (Glauconia), 12.
albifrons (Leptognathus) , 74.
albifrons (Leptotyphlops), 12.
albifrons (Stenostoma), 12.
albimaculata (Pseudoboa 1,81.
albirostris ( Helminthophis I, 9.
albirostris (Rhinotyphlops), 9.
albiventris (Liophis), 44.
albiventris (Lygophis taeniurus), 44.
albiventris et quadrilineata (Liophis reginae,
vars.l, 44.
albofusca (Leptodira), 78.
alienus (Elaps), 102.
oí/cTii (Liophis), 41.
a'madensis (Leimadophis), 37.
almadensis (Liophis), 37.
almadensis (Natrix), 37.
Alsophis brooksi, 38.
Alsophis bruesi, 28.
Alsophis budii, 38.
Alsophis caymanus, 38.
Alsophis cinereus, 42.
Alsophis fuscicauda, 38.
Alsophis melanichnus, 38.
Alsophis portoricensis, 38.
Alsophis rijgersmaei, 42.
Alsophis sancticrucis, 38.
Alsophis sibonius, 40.
alternans (Cochliophagus), 69.
alternans (Leptognathus), 69.
alternans (Sibynomorphus) , 69.
alter nata (Bothrops), 107.
alter natus (Bothrops), 107.
alternatus ) Lachesis) , 107.
alticola (Homalocranium) , 93.
alticola (Tantilla), 93.
amarali (Apostolepis) , 99.
amarali (Liophis), 44.
amarali (Rhinosimas), 80.
Amastridium, 92.
Amastridium veliferum. 92.
amazonicus (Dromicus), 48.
ambiniger (Rhynchonyx), 98.
ambinigra (Apostolepis) , 98.
ammodytoidcs (Bothrops), 107.
ammodytoides (Lachesis) , 107.
amoenus (Aporophis), 43.
i. a qual >e encontra era balao década pagina do texto.
119
246
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
amoenas ( Enicognathus », 43.
amocnus ( Lygophis ), 43.
Ancistrodon bilineatus, 115.
ancoralis ( Elaps ), 101.
ancoralis ( Elaps marcgravi, var.), 101.
ancoralis ( Micrurus ), 101.
andiana ( Bothrops ), 108.
andianus (Leptognathus) , 69.
andianus (Sibynomorphus) , 69.
andicolas (Leimadophis), 84.
andreac (Leimadophis) , 3S.
andreae (Liophis), 38.
Anguis lumbricalis, 11.
Anguis platura, 101.
Anguis reticulata, 11.
Anguis scytale, 19.
angu lata ( Helicops ), 22.
angulatus ( Coluber ), 22.
angulatus (Helicops), 22.
angulifer ( D ro micas ), 38.
angulifer (Epicrates), 14.
angulifer (Leimadophis), 38.
angulifer (Phrynonax) , 32.
Anilius, 19.
Anilius scytale, 19.
annellatus (Elaps), 102.
anncllatus (Micrurus), 102.
annulata annulata (Leptodeira) , 78.
annulata (Boa), 16.
annulata (Leptodeira) , 78.
annulata (Leptodira), 78.
annulata (Lcptognathus), 69.
annulata per sonata (Leptodeira), 78.
annulata punctata (Leptodeira) , 78.
annulata septentrionalis (Leptodeira), 78.
annulata (Tantilla), 93.
annulata (Tropidodipsas) , 67.
annulatum (Homalocranium) , 93.
annulatum (Tropidoclonium), 67.
annulatum (Xiphosoma), 16.
annulatus (Coluber), 78.
annulatus (Corallus), 16.
annulatus (Leptognathus) , 69.
annulatus (Sibynomorphus), 69.
annulifera (Tropidodipsas) , 67.
anoculare (Catostoma), 64.
anocularis (Geophis), 64.
anômala (Clelia), 55.
anômala (Coronella), 44.
anômala (Liophis), 44.
anômala (Rhadinaea) , 44.
Anomalepis, 12.
Anomalepis mexicana, 12.
anomalepis (Spilotes pullatus), 31.
anomalepis ( Spilotes pullatus, var. anomale-
pis), 31.
anômalas (Drepanodon) , 55.
anomalus (Drepanoidcs), 55.
anomalus (Dromicus) , 39.
anomalus (Elaps), 102.
anomalus (Leimadophis), 38.
anomalus (Liophis), 44.
anomalus (Micrurus), 102.
anomalus iZamenis) , 38.
anops (Helminthophis) , 9.
anoscopus (Natrix), 22.
anoscopus (Tropidonotus), 22.
anthracops (Leptognathus), 69.
anthracops (Sibynomorphus), 67, 69.
anthracops (Tropidodipsas), 69.
antillensis antillensis (Leimadophis) , 38.
antillensis (Dromicus), 38.
antillensis (Psammophis) , 38.
antillensis sancticrucis (Leimadophis), 38-
antonii (Rhinocheilus), 55.
Aporophis amoenas, 43.
Aporophis coralliventris, 43.
Aporophis flavifrenatus, 43.
Aporophis juliae, 40.
Aporophis lineatus, 43.
Aporophis melanocephalus, 48.
Aporophis taeniurus, 43, 44.
Apostolepis, 98.
Apostole pis amarali, 99.
Apostolepis ambinigra, 98.
Apostolepis assimilis, 99.
Apostolepis borellii, 100.
Apostolepis cearensis, 99.
Apostolepis coronata, 99.
Apostolepis dorbignyi, 99.
Apostolepis erythronota, 99.
Apostolepis erythronotus lineatus, 99.
Apostolepis flavitorquata, 99.
Apostolepis flavotorquata, 99.
Apostolepis intermedia. 100.
Apostolepis longicaudata, 100.
Apostolepis nigriceps, 99.
Apostolepis nigrolineata, 99.
Apostolepis nigroterminata, 100.
Apostolepis polylepis, 100.
Apostolepis pymi, 99.
Apostolepis quinquelineata, 99.
Apostolepis rondoni, 100.
Apostolepis sanctae-ritae, 99.
Apostolepis tenuis, 98.
arenarius ( Philodryas) , 87.
argênteas (Coluber). 89.
argenteus (Oxybelis), 89.
argentinus (Leptophis), 36.
argentinus (Philodryas), 87.
argus (Leptognathus), 70.
argus ( Phrynonax poecilonotus) , 30.
argus (Sibynomorphus) , 70.
argus (Spilotes). 30.
argusiformis (Spilotes pullatus), 32
Arizona lineaticollis, 33.
Arrhyton, 58.
Arrhyton redimitum, 58.
Arrhyton taeniatum. 58.
Arrhyton vittatum, 58.
articulata {Leptognathus) , 70.
articulatus (Sibynomorphus), 70.
assimilis (Apostolepis), 99.
assimilis ( Elapomorphus) , 99.
atahualpae (Liophis), 48.
ater (Dromicus) , 38.
120
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
247
** er ( Lcimadophis ), 3S.
(N atrix), 3S.
yractopsis paucidens, 59.
Atractus, 59.
Atractus badius, 59.
yractus balzani, 59.
yr actus bocki, 62.
y 'actus bocourti, 59.
yractus boettgeri, 59.
yractus boulengeri, 59.
jactas carrioni, 59.
jactas collaris, 60.
yractus crassicaudatus, 60.
yractus duboisi, 60.
yractus elaps, 60.
yractus em me li, 60.
yractus crythromelas, 60.
yractus fuhrmanni, 60.
yractus guentheri, 60.
yractus iridescens, 61.
yractus isthmicus, 64.
yractus latifrons, 61.
''actus latifrontalis, 61.
yractus lehmanni, 61.
b-actus longiceps, 61.
''actus lovcridgci, 61.
y'actus maculata, 61.
yractus maculatus, 61.
*bactus maior, 61.
''actus melanogaster, 62.
yractus melas, 62.
'J" a «U5 micheli, 62.
baetas modestus, 62.
'actus multicinctus, 59.
jactas niccfori. 62.
baetas obtasirostris. 62.
'actas oceipitoalbas, 62.
'actas paraguayensis, 63.
'actus peruvianus, 62.
'actus quadrivir gatas. 63.
^ 'actus reticulãtus, 63.
'actus reticulãtus paraguayensis, 63.
'actus reticulãtus reticulãtus, 63.
y' a 'tus roulei, 63.
'actus taeniatus, 63.
. 'actus torquatus, 63.
Ah >Ctus bihedrurus, 63.
. actus trilineatus, 63.
'actus ventrimaculatus, 64.
'actus vertebralis, 64.
. '■‘'fim vittatus, 64.
' actus werncri, 64.
'actus zebrinus, 64.
'«a atrata (Ninia), 25.
lya (A Unia), 25.
' a ‘a sebae (Ninia), 25.
( Coluber ), 25.
ttr J,Us < vars. A et B ( Streptophorus 1, I
Vf V as < vars. C et D ( Streptophorus ), 1
„ ‘ Ce Ps (Homalocranium) , 93.
'\ Ce ps ( Phrynonax ), 30.
Zr e P* ( Tantilla ), 93.
°cincta (Calamaria), 92.
atrocinctus (Scolecophis) , 92.
Atropos nummifcr, 113.
atropurpureus (Paroxyrhopus) , 82.
atrox ( Bothrops ), 108.
atrox (Coluber), 108.
atrox jararacussu < Lachesis ), 110.
atrox ) Lachesis), 108.
atrox lanceolatus (Lachesis), 110.
attenuatus (Drepanodon), 81.
atypicus ( Pseudo par eas ), 73.
aurifer ( Lachesis t, 113.
aurifer (Thamnocentris), 113.
aurífera (Bothrops nigroviridis) , 113.
badius (Atractus), 59.
badius ( Brachyorrhos i , 59.
bahiensis ( Bothrops neuwiedii), 112.
bairdi ( Salvadora ), 27.
balzani (Atractus), 59.
balzani (Elaps), 102.
barbouri (Bothrops), 108.
barbouri (Sibynomorphus), 70.
Barbourina, 78.
Barbourina equatoriana, 78.
baroni (Chlorosoma) , 86.
baroni (Philodryas) , 86.
Bascanion lineatus, 27.
basilisca (Caudisona), 117.
basiliscus (Crotalus terrificus), 117.
beui (Hclminthophis) , 10.
bicincta (Urotheca), 51.
bicinctus (Coluber), 51.
bicinctus ( Leiosophis ), 51.
bicolor (Bothrops), 108.
bicolor (Catostoma), 65.
bicolor (Dirosema), 65.
bicolor ( Geophis ), 65.
bicolor (Lachesis), 108.
bicolor (LeptognathusK 70.
bicolor (Loxocemus), 19.
bicolor ( Neopareas ). 70.
bicolor (Sibynomorphus), 70.
bicolor ( Synophis ) ,
bicolor (Trimeresurus ) . 10S.
bifossatus (Coluber), 28.
bifossatus (Drymobius), 28.
bilineata (Bothrops), 108.
bilineata (Glauconia), 13.
bilineata (Leptotyphlops) , 13.
bilineatus ( Agkistrodon), 115.
bilineatus (Ancistrodon). 115.
bilineatus ( Cophias ), 108.
bilineatus ( Elapomorphus) , 97.
bilineatus (Lachesis), 108.
bilineatus (Leptophis), 35.
bilineatus (Typhlops), 13.
bimaculatum (Rhinostoma), 83.
bimaculatus (Lcimadophis), 39.
bimaculatus (Liophis), 39.
binotata (Rhadinaea), 4S.
bipraeocularis ( Liophis ), 44.
bipraeocularis (Lygophis taeniurus), 44.
bipunctata (Coronella), 90.
bipunctatus (Coniophanes) , 90.
121
248
Memórias do Instituto Butaman — Tomo IV
bipunctatus (Erythrolamprus) , 90.
biscutata ( Dipsas ) , 75.
biscutatus (Trimor phodon) , 75.
biscrialis (Dromicus) , 39.
biscrialis hoodcnsis ( Dromicus ), 39.
bitaeniatas (Masticophis) , 27.
bitaeniatus ( Zamenis ), 27.
bitorquata (Pseudoboa) , 79.
bitorquata ( Tachymenis ), 79.
bitorquatus ( Oxyrhopus ), 79.
bivittatus ( Drymobius ), 28.
bivittatus (Lcptophis ) , 28.
blumii (Calamaria) , 97.
blumii (Elapomorphus ) , 97.
Boa, 16.
Boa annulata , 16.
Boa canina, 16.
Boa ccnchria, 14.
Bca constrictor, 15.
Boa diviniloqua , 16.
Boa grenadcnsis, 17.
Boa hortulana , 16.
Boa hortulana cookii, 17.
Boa hortulana hortulana , 16.
Boa impcrator, 15.
Boa inomata, 15.
Boa melanura, 18.
Boa mexicana , 16.
Boa murina, 15.
Boa occidentalis. 16.
Boa orophias, 16.
Boa pardalis, 18.
5ocJti (/líractusl, 62.
bocourti (Atractus), 59.
bocourti ( Homatocranium) , 93.
bocourti ( Lcptophis 1, 35.
bocourti ( Tantilla ), 93.
boddaertii (Coluber), 28.
boddaertii (Drymobius), 28.
boettgeri (Atractus). 59.
boettgeri ( l.eptognathus ), 72.
boliviana ( Bothrops neuwiedii ) . 111.
boliviana (Leptognathus), 72.
bolivianas (Liophis), 88.
bolivianus ( Philodryas) . 88.
bondcnsis (Helminthophis), 9.
borellii ( A postolepis) , IOO.
borellii ( Philodryas ), 88.
borrichiana (Glauconia ) . 13.
borrichiana (Leptotyphlops ) , 13.
Bothriechis godmaní, 109.
Rothriechis lateralis, 110
Bothriechis nigroviridis, 113.
Bothrops, 107.
Bothrops alter nata, 107.
Bothrops alternatas, 107.
Bothrops ammodytoides, 107.
Bothrops andiana, 108.
Bothrops atrox, 108.
Bothrops barboari, 108.
Bothrops bicolor, 108.
Bothrops bilineata. 108.
Bothrops castelnaudi, 108.
Bothrops chloromelas, 109.
Bothrops cotiara, 109.
Bothrops erythromelas, 109.
Bothrops godmaní, 109.
Bothrops iglesiasi, 109.
Bothrops insularis, 109.
Bothrops itapetiningae , 109.
Bothrops jararaca, 110.
Bothrops jararacussu, 1 10.
Bothrops lansbergii, 110.
Bothrops lateralis, 110.
Bothrops leptura, 111.
Bothrops medusa, 110.
Bothrops melanura, 110.
Bothrops microphthalma, 1 1 1
Bothrops microphthalmus, 1]
Bothrops monticellii, 111.
Bothrops nasuta, 111.
Bothrops neglccta, 111.
Bothrops neuwiedii, 111.
Bothrops neuwiedii bahiensis, 11 2.
Bothrops neuwiedii boliviana, 111.
Bothrops neuwiedii goyazensis, 1 12.
Bothrops neuwiedii lutzi, 1 12.
Bothrops neuwiedii mattogrossensis, 1 12-
Bothrops neuwiedii meridionalis, 112.
Bothrops neuwiedii minasensis, 112.
Bothrops neuwiedii neuwiedii, 111.
Bothrops neuwiedii paranaensis, 112.
Bothrops neuwiedii pauloensis, 112.
Bothrops neuwiedii piauhyensis, 113.
Bothrops neuwiedii riograndensis, 113
Bothrops nigroviridis aurífera, 113.
Bothrops nigroviridis marchi, 113.
Bothrops nigroviridis nigroviridis, 113.
Bothrops nummifera, 113.
Bothrops ophryomegas, 113.
Bothrops peruviana, 114.
Bothrops picta, 114.
Bothrops pirajai, 114.
Bothrops pulchra, 114.
Bothrops schlegelii, 114.
Bothrops undulata, 114.
Bothrops xanthogramma, 115.
boulengeri (Atractus), 59.
boulengeri (Homalocranium), 93.
boulengeri ( Leimadophis ), 39.
boulengeri (Oreophis), 53.
boulengeri (Oxybelis), 89.
boulengeri (Philodryas), 87.
boulengeri (Philodryas ternetzii), 87.
boulengeri (Tantilla), 93.
boulengeri (Trachyboa). 17.
brachycephalum ( Catostoma ), 65.
brachycephalum (Dirosema). 65.
brachycephalus (Colobognathus), 65.
brachycephalus (Geophis), 65.
Brachyorrhos badius, 59.
Brachyruton occipitoluteum, 81.
brachystoma ( Lachesis ) . 111.
brandon-jonesii (Sordellina), 50.
brasiliensis (Tachymenis) , 83.
brasiliensis (Ungalia), 18.
122
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
249
bazili ( Drymobias ), 2S.
( Liophis ), 45.
(Rhachidelus) , 79, 82.
"«*££» ( Rhadinaea ), 45.
(Homalocranium) , 94.
ytviceps (Liophis), 45.
ytviceps ( Rhadinaea ), 45.
ynifades ( Leptognathus ), 70.
y*vi fácies iSibynomorphus) , 70.
yn-i fades ( Tropidodipsas ), 70.
/ n '‘ or (Leptophis), 35.
yfvirostris (Dryophis), 89.
yevirostris (Oxybelis), 89.
( Tantilla ) , 94.
(A/sop/ui), 38.
7 r “ e *« (Alsophis), 28.
ycephala (Dipsas), 74.
(Ela ps), 102.
‘‘ckleyi (Micrurus), 102.
T n< fcí M/sopWs), 38.
a 'meisteri (Chlorosoma), 87.
.“'meisteri (Dryophylax), 87.
grmeisteri (Philodryas) , 87.
Jdamaria atrocincta, 92.
^‘amaria blumii, 97.
gamaria de genhardtii, 97.
'-«lamaria d‘Orbignyi, 99.
Wamarina (Tantilla), 94.
JUamarinum (Homalocraniam) , 94.
?*“*#* (Ela ps), 105.
l v ‘igaster (Contia), 45.
ylligaster (Liophis), 45.
yjytaster (Rhadinaea). 45.
yUilaema (Natrix), 39.
^Efaemus < Leimadophis) , 39.
çEjlaemus (Liophis), 39.
a ‘opisma septemvitattum, 23.
y^picola (Philodryas), 86.
( Vngalia ) , 18.
yPellei ( Helminthophis), 9.
«Wna (Boa), 16.
( Corallas ), 16.
J^ula ( Homalocranium) , 94.
****** (Tantilla), 94.
Qrinatas (Chironius) , 34.
1^‘natus (Colaber), 34.
^‘^tus ( H erpctodryas ) , 34.
'ynicauda ( Helicops ), 22.
ar, nicaudus (Colaber), 22.
J*" ioni ( Atractas), 59.
«Uelnaudi (Bothrops), 108.
r* te, naudi (Lachesis), 108.
c Ve *byei (Colaber), 70.
_ ale *byei (Sibynomorphas) , 70.
lle *byi (Cochliophagas), 70.
( <Ues byi (Dendrophis) 36.
9le *byi (Leptognathus) , 70.
p e sbyi (Uromacer), 36.
ç a, °*toma. 64.
a, ostoma anoculare, 64.
ç al °stoma bicolor, 65.
* 8 *oj toma brachycephalum, 65.
at °stoma chalybaeum, 65.
Catostoma championi, 65.
Catostoma dolichocephalam, 65.
Catostoma dubium, 65.
Catostoma dagesii , 65.
Catostoma godmani, 66.
Catostoma hoffmanni, 66.
Catostoma nigroalbum, 66.
Catostoma omiltemanum, 66.
Catostoma petersii, 66.
Catostoma põppigi, 66.
Catostoma psephotum, 25.
Catostoma rhodogaster, 66.
Catostoma rostrale, 66.
Catostoma ruthveni, 67.
Catostoma sallaei, 67.
Catostoma semidoliatum, 67.
Caudisona basitisca, 117.
Caudisona durissa, 117.
Caudisona lépida, 116.
Caudisona polysticta, 116.
Caudisona terrífica, 116.
caymanus (Alsophis), 38.
cearensis ( Apostole pis ), 99.
cenchoa (Coluber), 77.
cenchoa (Himantodes), 77.
cenchoa (Imantodes), 77.
cenchria (Boa), 14.
cenchria cenchria (Epicrates), 14.
cenchria crassas (Epicrates), 14.
cenchria (Epicrates) , 14.
cenchris (Epicrates), 14.
Cerastes mexicanas, 32.
cervina (Coronella), 76.
ccrvinum ( Adiaste ma ), 76.
cervinus cervinus (Siphlophis) , 76.
cervinus geminatus (Siphlophis), 76.
cervinus (Lycognathus), 76.
chalybaeum (Catostoma), 65.
chalybaeus (Geophis), 65.
chamissonis (Coronella), 39.
chamissonis (Dromicus) , 39.
chamissonis (Leimadophis), 39.
championi (Catostoma), 65.
championi (Geophis), 65.
Chersodromus, 26.
Chersodromus liebmanni, 26.
Chilabothrus gracilis, 14.
chiloensis (Dromicus), 39.
Chironius, 34.
Chironius carinatas. 34.
Chironius fuscas, 35.
Chironius sexcarinatas, 35.
Chironius vicinus, 35.
chloromelas (Bothrops), 109.
chloromelas (Lachesis), 109.
Chlorosoma, 86.
Chlorosoma aestivum, 86.
Chlorosoma baroni, 86.
Chlorosoma burmeisteri, 87.
chlorosoma (Elaphe), 33.
Chlorosoma elegans, 87.
Chlorosoma mattogrossense, 87.
Chlorosoma nattereri, 87.
123
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
250
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Chlorosoma olfersü, 87.
Chlorosoma oli gole pis, 87.
Chlorosoma psammophidcum, 8S.
Chlorosoma schotlii , 88.
Chlorosoma serra, 88.
Chlorosoma viridissimum, 88.
Chlorosoma vitellinum, 8S.
chloroticas ( Drymobius ), 28.
chrysobranchus ( Spilotes ), 30.
chrysobronchas ( Phrynonax ), 30.
ehrysobronehus ( Phrynonax poecilonotus),
ehrysobronehus (Spilotes), 30.
chrysocephala ( Eutaenia i, 20.
ehrysocephalus (Thamnophis), 20.
ehrysocephalus (Tropidonotus) 20
emereus (Alsophis), 42.
clarki (Leptodrymus) , 34.
clathrata ( Pseudoboa formosa) 80
elathratus ( Oxyrhopus ), 80.
clavata (Rhadinaea », 45.
clavatus ( Dromicus I. 45.
clavatus ( Liophis ), 45.
Clelia anômala, 55.
Clelia cornelü, 81.
Clelia euprepa, 76.
Clelia peruviana, 81.
cloelia (Coluber i, 79.
cloelia ( Oxyrhopus ), 79.
cloelia (Pseudoboa) , 79.
cobella (Coluber), 45.
cobclla (Uophis), 45.
cobella ( /? hadinaea ) , 45.
Cochliophagus albifrons, 74.
Cochliophagus alter nans, 69.
Cochliophagus catesbyi, 70.
Cochliophagus inaequifasciatus, 71
Cochliophagus mikani, 72.
Cochliophagus tornieri, 68.
Cochliophagus turgidus, 73.
collarc (Dirosema), 26.
collaris ( Atractus ), 60.
collaris (Gcoptyas), 33.
collenettei ( Helminthophis ), 10.
Colobognathus brachycephalus, 65.
Colobognathus dolichoccphalus, 65.
Colobognathus hoffmanni, 66.
colombianus (Elaps), 102.
Colophrys rhodogaster, 66.
Colorhogia redimita, 58.
Coluber, 26.
Coluber acuminatus, 89.
Coluber aesculapii, 90.
Coluber ahaetulla, 35.
Coluber angulatus, 22.
Coluber annulatus, 78.
Coluber argenteus. 89.
Coluber atractus, 25.
Coluber atrox, 108.
Coluber bicinctus, 51.
Coluber bifossatus, 28.
Coluber boddaertii, 28.
Coluber carinatus, 34.
Coluber carinicaudus, 22.
Coluber catesbyei, 70.
Coluber cenchoa, 77.
Coluber cloelia, 79.
Coluber cobella, 45.
Coluber compressus, 76.
Coluber corais, 32.
Coluber corais, var. A, 32.
Coluber corais, var. B. 33.
Coluber corais, var. C, 32.
Coluber couperi, 32.
Coluber cursor, 39.
Coluber deppii, 33.
Coluber dichrous, 29.
Coluber eques, 21.
Coluber fasciatus, 28.
Coluber flavirufus, 33.
Coluber formosus, 80.
Coluber fulgidus, 89.
Coluber fuscus, 35.
Coluber lemniscatus, 105.
Coluber lentiginosus, 77.
Coluber lineaticollis, 33.
Coluber lineatus, 43.
Coluber melanocephalus, 95.
Coluber melanotropis, 28.
Coluber melanotus. 40.
Coluber miliaris, 47.
Coluber nebulatus, 68.
Coluber novae-hispaniae, 32.
Coluber oaxacae, 26.
Coluber olfersii, 87.
Coluber pallidus, 84.
Coluber petola, 81.
Coluber poecilogyrus, 81.
Coluber poecilostoma, 31.
Coluber plicatilis, 52.
Coluber proximus, 21.
Coluber pullatus, 31.
Coluber reginac, 41.
Coluber severus, 49.
Coluber sibon, 6S.
Coluber sipedon, 22.
Coluber strigilis, 84.
Coluber triaspis, 33.
Coluber triscalis, 42.
Coluber typhlus, 42.
Coluber undulatus, 48.
Coluber viridissimum, 88
colubrinus (Ophis), 49.
colubrinus (Xenodon), 49
compressus (Coluber I, 76.
compressus (Tripanurgos), 76.
compressus (Trypanurgos) , 76.
concolor (Hydromorphus) , 52
Coniophanes, 90.
Coniophanes bipunctatus, 90.
Coniophanes dccipiens, 90.
Coniophanes dromiciformis, 90.
Coniophanes grammophrys, 91.
Coniophanes imperialis, 91.
Coniophanes labialis, 91.
Coniophanes lateritius, 91.
124
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
251
Coniophanes mcntalis, 91.
'-°niophanes piceivitis, 91.
'•oniophanes punctigularis, 91.
'Qnjuncta ( Ungalia ), 17.
'•onophis, 85.
Conophis lineatus, 85.
'-onophis taeniatus, 86.
^onophis vittatus, 86.
'-°nopsis, 56.
^°nopsis frontalis , 56.
'•onopsis nasus, 56.
%**rictor ( Boa ), 15.
'fOnstrictor, 15.
'•onstrictor constrictor, 15.
c °istrictor ( Constrictor ), 15.
°nstrictor constrictor constrictor, 15.
°Kstrictor constrictor ( Constrictor >, 15.
°<J strictor constrictor impcrator, 15.
°nstrictor constrictor mexicana, 16.
°nstrictor constrictor occidentalis, 16.
°nstrictor constrictor orophias, 16.
O istrictor impcrator ( Constrictor I, 15.
~ 0n *trictor mexicana ( Constrictor ), 16.
°«J trictor occidentalis {Constrictor >, 16.
y^txtrictor orophias ( Constrictor ), 16.
jOntia, 55.
A ° n, ia agassizii, 86.
r ° ni a calligaster, 45.
frontalis, 56.
P° nt ‘ a michoacanensis, 92.
p° nl ‘a nasus, 56.
°ltia pachyura, 55.
rJ' t ‘?. en,a l‘ s ( Vngaliophis ), 19.
. (Boa hortulana), 17.
ooti,' ( Corallus ), 17.
(Adelophis), 24.
_ Pei ( t ropidoclonion ) , 24.
ç°Phias Ulineatus, 108.
r? f> !}‘ as i^araca, 110.
P‘i ( Ischnognathus ), 24.
t ! ra/ * (Colubcr), 32.
var. A (Coluber), 32.
f Or, '
r Or
*Or
f ° ra ‘ s couperi (Drymarchon), 32.
r 0,5 melanurus (Drymarchon), 33.
(o ?W corallinus ( Micrurus ), 102.
. ra,, inus dumerilii (Micrurus), 102.
co/‘’ n “ 4 102. 103.
tn a . us r ‘‘ sc ‘ (Micrurus), 103.
®«íoWh (Synchalinus), .34.
a «íi’en tre ( Homalocranium ), 93.
r ' aI, ‘ l ’cntris ( Aporophis ). 43.
ç a,l <ventris (Lygophis), 43.
p 0r allus annulatus, 16.
Zj" alias caninus, 16.
coo*,/, |7.
. 0r alias hortulanus, 16.
( Clclia ) , 81.
e '° nata ( Apostole pis ), 99.
co ° na,a ( Phimophis ), 79.
r anata (Pseudoboa) , 79.
var. B (Coluber), 33.
var. C (Co/utcr). 32.
aji rora/i ( Drymarchon ). 32.
coronatus ( Elapomorphus >, 99.
coronatus (Oxyrhopus) , 79.
Coronella anômala, 44.
Coronella bipunctata, 90.
Coronella cervina, 76.
Coronella chamissonis, 39.
Coronella decorata, 45.
Coronella jaegeri, 46.
Coronella leonis, 53.
Coronella mexicana, 53.
Coronella micropholis, 54.
Coronella regalis, 54.
Coryphodon mentovarius, 27.
Coryphodon oaxacae, 26.
Coryphodon rhombifer, 29.
cotiara (Bothrops), Í09.
cotiara ( Lachesis ), 109.
couperi (Coluber), 32.
couperi (Drymarchon corais), 32.
crassicaudatum (Rabdosoma), 60.
crassicaudatus M/rac/us), 60.
crassas (Epicrates), 14.
crassus ( Epicrates cenchria), 14.
crivellii (Pseudotomodon) , 85.
Crotalus, 116.
Crotalus lépidas, 116.
Crotalus molossus, 116.
Crotalus mutus, 107.
Crotalus polystictus, 116.
Crotalus pricei, 117.
Crotalus pulvis, 117.
Crotalus ravus, 115.
Crotalus stejnegeri. 116.
Crotalus terrificus basiliscos, 117.
Crotalus terrificus, 116, 117.
Crotalus terrificus durissus, 117.
Crotalus terrificus terrificus, 116.
Crotalus triseriatus, 117.
Crotaphopeltis punctata, 78.
Cryptodacus vittatus, 58.
cupreus (Leptophis). 36.
enrior (Coluber), 39.
cursor (Leimadophis), 39.
cursor t Liophis ), 39.
Cyclagras, 51.
Cyclagras gigas. 51.
decipicns (Coniophanes), 90.
decipiens (Ela ps), 105.
decipiens (Erythrolamprus) , 90.
decipiens (Tachymenis), 90.
decorata (Coronella) , 45.
decorata (Rhadinaea), 45.
decoratus (Ela ps), 103.
decoratus (Liophis), 45.
decoratus (Micrurus), 103.
degenhardtii (Calamaria) , 97.
dcgcnhardtii ( Stcnorhina ), 97.
dckayi (Ischnognathus), 24.
dekayi (Storeria), 24.
dckayi ( Tropidonotus ), 24.
Dendrophis catesbyi, 36.
dcndrophis (Drymobius), 28.
dendrophis (Herpetodryas), 28.
125
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
252
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
dcppii (Coluber), 33.
depressa ( Tantilla ), 94.
depressirostris ( Leptophis ), 35.
deviatrix (Tantilla), 94.
diadcmata diademata ( Ninia ), 25.
diademata labiosa (Ni/iia), 25.
diademata (Ninia), 25.
diadematus (Streptophorus), 25.
Diadophis, 54.
Diadophis panctatus laetus, 54.
Diadophis panctatus, var. laetus, 54.
Diaphorolepis, 26.
Diaphorolepis laevis, 26.
Diaphorolepis miops, 26.
Diaphorolepis wagneri, 26.
dichroa (Rhadinaea), 46.
dichrous (Coluber), 29.
dichrous (Drymoluber), 29.
dichrous (Hcrpetcdryas) , 29.
dilepis (Lygophis), 43.
Dimades, 52.
Dimades mimeticus, 52.
Dimades plicatilis, 52.
dimidiata (Clauconia), 13.
dimidiata (Leptognathus), 70.
dimidiata (Lcptotyphlops) , 13.
dimidiatum (Stenostoma). 13.
dimidiatus ( Elapohomoeus) , 9S.
dimidiatus ( Elapomoius) , 98.
dimidiatus (Elapomoius) , 98.
dimidiatus (Leptognathus), 70.
dimidiatus (Sibynomorphus) , 70.
diplotropis (Leptophis), 35.
Dipsadomorus albifrons, 74.
Dipsas, 74.
Dipsas albifrons, 74.
Dipsas biscutata, 75.
Dipsas bucephala, 74.
Dipsas indica, 74.
Dipsas mikanii, 72.
Dipsas neivai, 74.
Dipsas pavonina, 73.
Dipsas pratti, 74.
Dipsas septentrionalis, 78.
Dipsas trinitatis, 75.
Dipsas variegata, 75.
Dirosema bicolor, 65.
Dirosema brachycephalum, 65.
Dirosema collare, 26.
Dirosema omiltemanum, 66.
Dirosema psephotum, 25.
disc olor (Hypsiglena), 57.
discolor (Leptodeira) , 57.
dissoleucus (Etaps), 103.
dissolcucus ( Micrurus ) , 103.
diviniloqua (Boa), 16.
doliata (Pseadoboa), 79.
doliatus (Oxyrhopus), 79.
dolichocephalum (Catostoma), 65.
dolichocephalus (Colobognathus), 65.
dolichocephalus (Geophis), 65.
dorbignyi (Apostolepis) , 99.
d’Orbignyi (Calamaria ), 99.
dorbignyi (Heterodon), 50.
dorbignyi (Lystrophis) , 50.
dorsalis ( Dromicus ), 39.
dorsalis (Ialtris), 89.
dorsalis (Philodryas) , 89.
dorsalis (Uromacer) , 37.
dorsatum (Tomodon), 85.
dorsatus (Tomodon) , 85.
Drepanodon, 55.
Drepanodon anomalus, 55.
Drepanodon attenuatus, 81.
Drepanodon eatoni, 55.
Drepanodon erdisii, 79.
Drepanodon? flavitorques, 40.
Drepanoides, 55.
Drepanoides anomalus, 55.
Drepanoides eatoni, 55.
dromiciformis (Coniophanes) , 90.
dromiciformis (Erythrolamprus) , 90.
dromiciformis (Tachymenis) , 90.
Dromicus affinis, 90.
Dromicus angulifer, 38.
Dromicus amazonicus, 48.
Dromicus anomalus, 38.
Dromicus antillensis, 38.
Dromicus ater, 38.
Dromicus biscrialis, 39.
Dromicus biserialis hoodensis, 39.
Dromicus chamissonis, 39.
Dromicus chiloensis, 39.
Dromicus clavatus, 45.
Dromicus dorsalis, 39.
Dromicus exiguus. 39.
Dromicus godmani, 46.
Dromicus laureatus, 46.
Dromicus leucomelas, 40.
Dromicus occidentalis, 39.
Dromicus occidentalis helleri, 39.
Dromicus ornatas, 39.
Dromicus parvifrons, 41.
Dromicus putnami, 84.
Dromicus rufiventris, 42.
Dromicus sanctae-crucis, 38.
Dromicus slevini, 39.
Dromicus steindachneri, 39.
Dromicus temporalis, 42.
Dromicus variegatus, 38.
Dromicus w-nigrum, 89.
Drymarchon, 32.
Drymarchon corais corais, 32.
Drymarchon corais couperi, 32.
Drymarchon corais melanurus, 33.
Drymobius, 28.
Drymobias affinis, 36.
Drymobius bifossatus, 28.
Drymobius bivittatus. 28.
Drymobius boddaertii, 28.
Drymobius brazili, 28.
Drymobius chloroticus, 28.
Drymobius dendrophis, 28.
Drymobius margaritifcrus, 29.
Drymobius rhombifer, 29.
Drymobius rubriceps, 29.
cm
SciELO
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A. do Amaral - — Ophidios Neotropicos
253
^Himolubcr, 29.
uptmoluber dichrous. 29.
yophis brrrirostris, 89.
Dryophylax, 84.
~! r yophylax aestivus, 86.
~ r yophylax burmeisteri, 87.
jP ' ophylax pallidus pallidus , 84.
rfyophylax pallidus strigilis, 84.
“O 'ophylax vitellinus, 88.
yibium (Catostoma) , 65.
“Oiium ( Geophidium ), 65.
“"Wui ( Ceophis ), 65.
yiboisi ( Atractus ), 60.
* u boisi (Rabdosoma) , 60.
~ a gesii ( Catostoma ), 65.
y , gtsii ( Geophis ), 65.
‘“nerili (Ela ps), 102.
ynerilii ( Elaps ), 102.
yimerilii ( Micrurus corallinus), 102.
“meriUi ( Urotheca ), 51.
ynckeri (Leptodira), 78.
~, ann ‘ (Micraras) , 103.
ar {ssa ( Caudisona ), 117.
~° r ‘ssus ( Crotalus terríficas), 117.
tat °ni ( Drepanoides (, 55.
*p t0n * ( Drepanodon ), £5.
t , r 'nis agassizii, 86.
prhardti (Elaps), 105.
'^toldes (Liophis), 42.
33.
~‘ a pA«" chlorosoma, 33.
77 Phe flavirufa, 33.
ZfPhe laeta, 33.
pfPhe triaspis, 33.
-pphis pleurostictus, 33.
• ppohomoeus dimidiatus, 98.
tla Poides elapoides (Urotheca), 51.
tla Poides euryzona (Urotheca), 51.
Jf P°‘des (Pliocercus), 51.
■ppoides rostralis, 66.
fraldes (Urotheca), 51.
J a Pomoius dimidiatus, 98.
yfpomoius, 98.
p a Pomojus dimidiatus, 98.
g a Pomorphus, 97.
P^Pomorphus assimilis, 99.
p J Pomorphus bilineatus, 97.
p^Pomorphus blumil, 97.
JfPomorphus coronatus, 99.
^Pomorphus erythronotus, 99.
P^Pomorphus flavotorquatus, 99.
1, Pomorphus lemniscatus, 97.
ã
eia
'Pomorphus lépidas, 98.
'Pomorphus nasutus, 98.
Pomorphus nuchalis. 95.
Pomorphus spegazzinii, 97.
Pomorphus suspectus, 97.
Pomorphus tricolor, 98.
Pomorphus trilineatus, 97.
a Pomorphus wuchereri, 98.
,. a P* aequicinctus, 105.
J a P* alie nus, 102.
<a P* ancoralis, 101.
Elaps annellatus, 102.
Elaps anomatus, 102.
elaps (Atractus), 60.
Elaps balzani, 102.
Elaps bukleyi, 102.
Elaps calamus, 105.
Elaps colombianus, 102.
Elaps corallinus, 103.
Elaps decipiens, 105.
Elaps decoratus, 103.
Elaps dissoleucus, 103.
Elaps dumerili, 102.
Elaps dumerilii, 102.
Elaps ehrhardti, 105.
Elaps elegans, 103.
Elaps ezequieli, 103.
Elaps fasslii, 102.
Elaps filiformis, 103.
Elaps fraseri, 105.
Elaps frontalis, 104.
Elaps frontifasciatus, 105.
Elaps fulvius, 106.
Elaps gravenhorstii, 105.
Elaps guatemalensis, 106.
Elaps hemprichii, 104.
Elaps hertae, 61.
Elaps hcrtwigii, 105.
Elaps hcterochilus, 105.
Elaps heterozonus, 104.
Elaps hollandi, 104.
Elaps langsdorffi, 104.
Elaps lemniscatus, 105.
Elaps marcgravi, 105.
Elaps marcgrari, var. ancoralis, 101.
Elaps marcgravii, 105.
Elaps martii, 53.
Elaps mentalis, 105.
Elaps microps, 105.
Elaps mipartitus, 105.
Elaps narduccii, 105.
Elaps nigrocinctus, 106.
Elaps omissus, 105.
Elaps princeps, 105.
Elaps psyches, 106.
Elaps rcgularis, 102.
elaps ( Rhabdosoma ), 60.
Elaps riisei, 103.
Elaps rosenbergii, 103.
Elaps simonsii, 104.
Elaps spixii, 106.
Elaps spurrellü, 105.
Elaps steindachneri, 102.
Elaps surinamensis, 106.
Elaps triangularis, 53.
Elaps tschudii, 106.
elegans (Chlorosoma), 87.
elegans (Elaps), 103.
elegans (Himantodes), 77.
elegans (Leptognathus), 71.
elegans (Lygophis), 87.
elegans (Micrurus), 103.
elegans (Philodryas), 87.
elegans (Sibynomorphus) , 71.
127
cm
SciELO
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254
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
elengantissima ( Rhadinaea ), 44.
ellipsifer ( Sibynomorphus I, 71.
ellipsifera (Leptognathus) , 71.
clongata (Tachymcnis) , 84.
emmcli (Atractus) , 60.
cmmeli ( Geophis ), 60.
emunctus (Helminthophis), 9.
cmunctus ( Typhlops ), 9.
Enicognathus amoenus, 43.
Enicognathus melanauchen, 47.
Enicognathus occipitalis, 48.
Enicognathus vi t tatus. 49.
Epicrates , 14.
Epicratcs angulifcr , 14.
Epicrates cenchria, 14.
Epicrates cenchria cenchria, 14.
Epicrates cenchria crassus, 14.
Epicrates cenchris, 14.
Epicrates crassus, 14.
Epicrates fordii, 14.
Epicrates gracilis, 14.
Epicrates inornatus, 15.
Epicrates monensis, 14.
Epicrates sabogae, 15.
Epicrates striatus, 14.
Epicrates subflavus, 15.
Epicrates wieningeri, 15.
cpinephelus ( Leimadophis ), 39.
epinephelus ( Liophis ). 39.
equatoriana (Barbourina), 78.
eques (Coluber), 21.
eques ( Thamnophis sirtaiis ). 21.
eques ( Tropidonotus ordinatus, var.) 21.
erdisii ( Drcpanodon), 79.
erlandi ( Philodryas ), 87.
er landi ( Philodryas ternctzii ), 87.
Erythrolamprus, 90.
Erythrolamprus aesculapii, 90.
Erythrolamprus bipunctatus, 90.
Erythrolamprus decipiens, 90.
Erythrolamprus dromiciformis, 90.
Erythrolamprus fissidens, 91.
Erythrolamprus grammophrys, 91.
Erythrolamprus imperialis, 91.
Erythrolamprus labialis, 91.
Erythrolamprus lateritius, 91.
Erythrolamprus tongicaudus, 45.
Erythrolamprus mentalis, 91.
Erythrolamprus piceivitis, 91.
erythromelas ( Atractus ) 60.
crythromelas ( Bothrops ), 109.
erythronota (Apostole pis), 99.
erythronotus (Elapomorphus), 99.
erythronotus lineatus ( Apostolepis ), 99.
Erythroxyrhopus trigeminus, 82.
Euncctes, 15.
Eunectcs m urina, 15.
Euncctes murinus, 15.
Eunectes notaeus, 15.
cuprepa ( Clclia ), 76.
euryzona (Pliocercus) , 51.
euryzona ( Urothcca ), 51.
euryzona (Urothcca elapoides), 51.
Eutaenia chrysocephala, 20.
Eutaenia praeocularis, 21.
cutropis ( Phrynonax ), 30.
exiguus ( Dromicus ), 39.
exiguus (Leimadophis) . 39.
ezequieli l Elaps ), 103.
fasciata (Tropidodipsas), 68.
fasciatus (Coluber), 28.
fasciatus ( Phrynonax l , 30.
fasciatus, var. rhombifer (Tropidonotus),
fasciatus iSibynomorphus mikanii), 72.
fasciatus (S pilotes), 30.
fasciatus ( Tropidonotus ), 22.
fasslii (Elaps), 102.
faucheri (Phrynonax), 31.
ferox (Hypsirhynchus), 37.
festae (Liophis), 45.
festae < Rhadinaea 1 , 45.
Ficimia, 56.
Ficimia olivacea, 56.
Ficimia quadrangularis, 57.
filiformis (Elaps), 103.
filiformis ( Micrurus ), 103.
fischeri (Micrurus), 104.
fischeri ( Tropidodipsas ), 67.
fissidens (Erythrolamprus), 91.
fitzingeri (Oxyrhopus), 79.
fitzingeri iPseudoboa), 79.
fitzingeri (Siphlophis), 79.
flagellum (Leptophis), 36.
flavifrenatus (Aporophis), 43.
flavifrcnatus (Lygophis), 43.
flavirufa (Elaphe), 33.
flavirufus (Coluber), 33.
flavitorquata ( Apostolepis) . 99.
flavitorqucs (Drcpanodon? ) , 40.
flavitorques (Leimadophis), 40.
flavitorqucs (Liophis), 40.
flaviventris ( Geoptyas ). 32.
flavotcrminatus IHelminthophis), 10.
flaroterminatus (Typhlops), 10.
flavotorquata (Apostolepis), 99.
ftavotorquatus (Elapomorphus), 99.
flavovirgatus < Ptychophis l, 83.
Fleischmannia obscura, 92.
fordii (Epicrates) , 14.
fordii (Pelophilus). 14.
formosa clathrata (Pseudoboa) , 80.
formosa formosa (Pseudoboa) , 80.
formosa iridescens (Pseudoboa) , 80.
formosas (Coluber), 80.
formosus (Oxyrhopus), 80.
frascri (Elaps), 105.
fraseri (Leimadophis), 40.
fraseri (Liophis), 40.
frenata (Ahaetulla), 37.
frenata (Leptodira), 78.
frenata (Rhadinaea) , 45.
frenata s (Uromacer), 37.
frontalis (Elaps), 104.
frontalis (Conopsis), 56.
frontalis (Contia), 56.
frontalis (Helminthophis), 10.
128
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
255
frontalis ( Micrurus i , 104.
“ r ontalis (Toluca), 56.
f' ontalis ( Typhlops ) , 10.
1'ontifasciatus ( Elaps ), 105.
fuhrmanni (Atractus ) , 60.
fulgidus ( Coluber ), 89.
fulgidas (Oxybelis ), 89.
fulviceps (Liophis), 46.
fulviceps ( Rhadinaea i , 46.
fulvius (Ela ps), 106.
fusca ( Rhadinaea », 47.
fusca ( Tantilla ) , 94.
fuscicauda (Alsophis) , 38.
uscam (Homalocranion melanocephalum,
var.), 94.
luscum (Homalocranium ) . 94.
fuscus (Coluber), 35.
“Ucuj ( Chironius ), 35.
' uscus ( Herpetodryas ), 35.
turbei (Sibxnomorphus) , 71.
67.
í/agras redimiius, 67.
'ifutractas, 64.
Geatractus tecpanicus, 64.
t e minatus ( Lycognaihus ), 76.
* e minatus (Siphlophis cerrinus) , 76.
* er nmistratas (Himanlodes), 77.
* e nimaculata ( Liophis 1, 46.
* e nimaculata (Rhadinaea) , 46.
^uimaculatas (Liophis), 46.
^ e °phidium dubiam, 65.
liophis anocularis, 64.
' fo phis bicolor, 65.
f ophis brachycephalus. 65.
r e °phis chalybaeus, 65.
fophis championi, 65.
i*ophis dolichocephalus, 65.
fophis dúbias, 65.
e ophis dagesii, 65.
* r °phis emmeli, 60.
‘ e ophis godmani, 66.
fophis gaeniheri, 60.
fophis hoffmanni, 66.
fophis latifrons, 61.
q r °Phis latifrontalis, 61.
À r °Phis multitorques yucatanicus. 61.
^'°Phis nigroalbus, 66.
ç'°Phis omillemana. 66.
r r °phis omiltemanam, 66.
fophis petersii, 66.
fophis pocppigii, 66
fophis reticulatus, 63.
"°phis rhodogaster. 66.
^ r °Phis rostralis, 66.
ruthveni, 67.
r'°Phis sallaei, 67.
^, f °Phis semidoliatus. 67.
Q t0 Ptyas collaris, 33.
‘:°ptyas flaviventris, 32
' fa> (Cyclagras), 51.
Cjf Ji ( Xenodon ), 51.
fUUconia affinis 12.
1 au conia albifrons, 12.
Glauconia bilineata, 13
Glauconia borrichiana, 13.
Glauconia dimidiata, 13.
Glauconia goudotti, 13.
Glauconia macrolepis, 13.
Glauconia myopica, 13.
Glauconia septemstr.ata, 13.
Glauconia unguirostris, 13.
godmani (Bothriechis) , 109.
godmani ( Bothrops ), 109.
godmani ( Catostoma ), 66.
godmani ( Dromicus ), 46.
godmani ( G eophis ), 66.
godmani (Lachesis), 109.
godmani (Liophis), 46.
godmani (Rhadinaea), 46.
godmani (Thamnophis) , 20.
godmani (Tropidonotus) , 20.
gomesi (Helicops), 22.
goudotii (Glauconia), 13.
goudotii (Leptotyphlops), 13.
goudotii (Stenostoma), 13.
goyaçensis (Bothrops neuwiedii), 112.
gracile (Trimetopon), 52.
gracillimus (Himanlodes), Ti.
gracilis (Ablabes), 52.
gracilis ( Chilabothrus ), 14.
gracilis (Epicrates), 14.
gracilis (Leptognathus) , 71.
gracilis (Sibynomorphus), 71.
grahami (Zamenis), 27.
grammophrys (Coniophanes) , 91.
grammophrys (Erythrolamprus) , 91.
grandisquamis (Herpetodrxas) , 35.
gravenhorstii (Ela ps), 105.
grenadensis (Boa), 17.
guatemalensis (Ela ps), 106.
guentheri (Atractus), 60.
guentheri (G eophis), 60.
guentheri ( Helminthophis) , 10.
guentheri (Liophis), 42.
guentheri (Ophis), 49.
guentheri (Phrynonax) , 30.
guentheri (Xenodon), 49.
guerini (Oxyrhopus), 80.
guerini (Pseudo boa), 80.
guerini (Rhinosimus) , 80.
guianense (Rhinostoma), 83.
guianensis (Heterodon), 83.
gailleni (Leptodira), 78.
gularis (Trachyboa) , 17.
haasi (Oxyrhopus), 80.
haasi (Pseudoboa), 80.
hagmanni (Helicops), 23.
hammondi (Leptognathus), 71.
hammondi (Sibynomorphus) , 71.
Helicops, 22.
Helicops angulata, 22.
Helicops angulatus, 22.
Helicops carinicauda, 22.
Helicops gomesi, 22.
Helicops hagmanni. 23.
Helicops leopardina, 23.
129
cm
SciELO
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236
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Hclicops leopardinus, 23.
Helicops modesta, 23.
Hclicops pictiventris, 23.
Helicops polylepis, 23.
Helicops scalaris, 23.
Helicops septemvittata, 23.
Helicops septemvittatus, 23.
Helicops trivittata, 23.
Helicops trivittatus, 23.
Helicops wettsteini, 24.
helleri (Dromicus occidentalis) , 39.
hellcri (Micrurus), 105.
Helminthophis, 9.
Hclminthophis albirostris, 9.
Helminthophis anops, 9.
Helminthophis beui, 10.
Helminthophis bondensis, 9.
Helminthophis canellei, 9.
Helminthophis collenettei, 10.
Hclminthophis emunctas, 9.
Hclminthophis flavotcrminatus, 10.
Helminthophis frontalis, 10.
Helminthophis guentheri, 10.
Hclminthophis incertus, 10.
Hclminthophis petersii, 9.
Helminthophis praeocularis, 10.
Helminthophis ternetzii, 10.
Helminthophis mlderi, 10.
hemigenius (Himantodes), 77.
Hemigenius variabilis, 21.
hcmileucurus ( Xenodon ), 49.
hemprichii (Elaps), 104.
hemprichii (Micrurus), 104.
Herpctodryas car inatas, 34.
H erpetodryas dendrophis, 28.
Herpctodryas dichroas, 29.
Herpctodryas fuscas, 35.
Herpctodryas grandisquamis, 35.
Herpctodryas margaritiferas, 29.
Herpctodryas melas, 35.
Herpctodryas schlãtteri, 35.
Herpctodryas serra, 88.
Herpctodryas scxcarinatus, var. A, 35.
Herpctodryas sexcarinatus, var. B, 34.
Herpctodryas vicinus, 35.
hcrtae (Elaps), 61.
hcrtivigii (Elaps), 105.
hctcrochilus (Elaps), 105.
Heterodon dorbignyi, 50.
Hetcrodon guianensis, 83.
Heterodon histricus, 50.
Hetcrodon rhinostoma, 56.
Heterodon semicinctas, 50.
Hcterorhachis, 69.
Heterorhachis poecilolepis, 69.
Hcterorhachis poccilolepsis, 69.
Heterozonus (Elaps), 104.
heterozonus (Micrurus), 104.
Himantodes cenchoa, 77.
Himantodes elegans, 77.
Himantodes gemmistratus, 77.
Himantodes gracillimus, 77.
Himantodes hemigenius, 77.
Himantodes inornatus, 77.
Himantodes lentiferus, 77.
Himantodes platycephalus, 77.
histricus (Heterodon), 50.
histricus (Lystrophis), 50.
hoffmanni (Catostoma), 66.
hoffmanni (Colobognathus) , 66.
hoffmanni (Geophis), 66.
hoffmanni ( Homalocranium) , 95
hollandi (Elaps), 104.
hollandi ( Micrurus}, 104.
Homalochtlus striatus, 14.
Homalocranion melanocephalum, 95.
H omalocranion melanocephalum, var. }us~
cum, 94.
Homalocranion schistosum, 96.
Homalocranion semicinctum, 96.
Homalocranium alticola, 93.
Homalocranium annulatum, 93.
Homalocranium atriceps, 93.
Homalocranium bocourti, 93.
Homalocranium boulengcri, 93.
Homalocranium breve, 94.
Homalocranium calamarinum, 94.
Homalocranium canula, 94.
Homalocranium cor alliv entre, 93.
Homalocranium fuscum, 94.
Homalocranium hoffmanni, 95.
Homalocranium longifrontale, 94.
Homalocranium marcapatae, 94.
Homalocranium melanocephalum, 95.
Homalocranium miniatum, 95.
Homalocranium moestum, 95.
Homalocranium nigrum, 95.
Homalocranium reticulatum, 95.
Homalocranium rubrum, 95.
Homalocranium ruficeps, 95.
Homalocranium schistosum, 96.
Homalocranium semicinctum, 96.
Homalocranium trilineatum, 96.
Homalocranium verviforme. 96.
Homalocranium virgatum, 96.
Homalopsis leopardina, 23.
Homalopsis quinqueiittatus, 92.
hoodensis i Dromicus biserialis), 39.
hortulana (Boa), 16.
hortulana cookii (Boa), 17.
hortulana hortulana (Boa), 16.
hortulanus (Corallus), 16.
Hydroealamus, 92.
Hydrocalamus quinqueiittatus, 92.
Hydromorphus, 52.
Hydromorphus concolor, 52.
Hydrops, 53.
Hydrops martii, 53.
Hydrops triangularis, 53.
Hydrops triangularis martii, 53.
Hydrops triangularis triangularis, 53.
Hydrus platurus, 101.
Hypsiglena, 57.
Hypsiglena affinis, 57.
Hypsiglena discolor, 57.
Hypsiglena latifasciata, 57.
130
cm
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A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
257
Hypsiglena ornata, 57.
Hypsiglena torquata, 57.
Hypsirhynchas, 31.
Hypsirhynchus ferox, 31.
laltris, 89.
[altris dorsalis, 89.
[gtesiasi ( Bothrops) , 109.
‘glesiasi (Rhinostoma) , 83.
%í/a scytale, 19.
•'nartlodcs, 77.
,r nantodes ccnchoa, 77.
lr nantodes lentiferus, 77.
lrn per ator (Boa), 15.
l piperator ( Constrictor constrictor), 15.
[fiperialis (Coniophanes), 91.
‘toperialis (Erythrolamprus), 91.
‘jnperialis (Taeniophis) , 91.
(natqualis ( Lachesis ), 107.
‘gaequifasciata (Leptognathas) , 71.
"‘zequifasciata ( Oxyrhopus rhombifer, var.)
‘/i acquifasciatus ( Cochliophagus ), 71.
['‘acqaifasciatas (Sibynomorphus ) , 71.
‘Acerta ( Leptognathas ), 71.
[Certas ( Helminthophis) , 10.
[ n certus ( Leptognathas ), 71.
[neertus (Sibynomorphus), 71.
ytdica ( Dipsas ), 74.
\ n ornata (Boa), 15.
‘porrtatus (Epicrates), 15.
. 0 'tatus (Himantodcs I, 77.
[ n *ignissimus ( Liophis ). 46.
lrt 'ulae-pinorum (Tretanorhinas). 24.
‘ n *ularis (Bothrops), 109.
paturis (Lachesis), 109.
, nt cr media ( Apostole pis) , 100.
, nt er media (Leptognathus), 73.
n, frntcdius (Oxyrhopus), 81.
Wtrmedius (Tretanorhinas), 24.
[descens (Atractus), 61.
£r-j fí7w * Oxyrhopus ). 80.
‘uescens ( Pseudoboa formosa), 80.
,' € hnognathus copii, 24.
.^hnognathus dekayi, 24.
íc hnognathus storerioides. 25.
'oscelis maculata, 61.
,,f >micus (Atractus), 64.
3 rctiningae (Bothrops), 109.
. a Petiningae (Lachesis), 109.
. a Petiningae (Lachesis neuwiedii), 109.
(Coronella), 46.
(Liophis), 46.
. ae geri ( Rhadinaea ). 46.
Ia 'araca (Bothrops). 110.
,aT araca (Cophias), 110.
9r oracuç ú (Lachesis), 110.
Iar «racussu (Bothrops), 110.
. a 'aracussu (Lachesis atrox), 110.
iVi‘ ae ^porophis), 40.
• lu> e ( Leimadophis ), 40.
(Liophis), 40.
n «elini (Liophis), 46.
n kelini (Rhadinaea) , 46.
kõnigi (Rhinodryas) , 86.
labialis ( Coniophanes ), 91.
labialis (Erythrolamprus) , 91.
labialis (Oxyrhopus), 80.
labialis (Pseudoboa), 80.
labiosa ( Sinia diademata), 25.
labiosus (Streptophorus), 25.
Lachesis, 107.
Lachesis alter natas, 107.
Lachesis ammodytoides, 107.
Lachesis atrox, 108.
Lachesis atrox jararacussu, 110.
Lachesis atrox lanceolatus, 110.
Lachesis aurifer, 1 13.
Lachesis bicolor, 108.
Lachesis bilineatus, 108.
Lachesis brachystoma, 111.
Lachesis castelnaudi, 108.
Lachesis chloromelas, 109.
Lachesis cotiara, 109.
Lachesis godmani, 109.
Lachesis inaequalis, 107.
Lachesis insularis, 109.
Lachesis itapetiningae, 109.
Lachesis jararacupú, 1 10.
Lachesis lanceolatus, 108, 110.
Lachesis lansbergii, 110, 113.
Lachesis lateralis, 110.
Lachesis lutei, 112.
Lachesis medusa, 110.
Lachesis microphtalmus, 111.
Lachesis monticellii, 111.
Lachesis mata, 107.
Lachesis mutus, 107.
Lachesis neuwiedii, 111, 112.
Lachesis neutriedii itapetiningae, 109.
Lachesis nigroviridis, 1 13.
Lachesis nummifer, 113.
Lachesis peruvianus, 114.
lachesis picta, 114.
Lachesis pictus, 114.
Lachesis pleuroxanthus, 111.
Lachesis pulcher, 114.
Lachesis punctatus, 111.
Lachesis schlegelii, 114.
Lachesis undulatus, 1 1 4.
Lachesis xanthogrammus, 115.
lachrymans (Liophis), 46.
lachrymans (Lygophis), 46.
lachrymans (Rhadinaea), 46.
laeta (Elaphe), 33.
laetus (Diadophis punctatus). 54.
laetus (Diadophis punctatus, var.), 54.
laceis (Diaphorolepis), 26.
Lampropeltis, 53.
Lampropeltis leonis, 53.
Lampropeltis mexicana, 53.
Lampropeltis micropholis, 54.
Lampropeltis polycona, 54.
Lampropeltis ruthveni, 54.
lampropeltis thayeri, 54.
Lampropeltis triangulum nelsoni, 54.
Lampropeltis triângulos nelsoni, 54.
131
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
258
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
lanceolatus ( Lachesis ), 108, 110.
lanceolatus < Lachesis atrox I, 110.
langsdorffi {Ela ps), 104.
langsdorffi (Micrurus), 104.
lansbergii ( Bothrops ), 110.
lansbergii (Lachesis), 110, 113.
lansbergii (Trigonocephalus), 110.
lateralis (Bothriechis), 110.
lateralis (Bothrops), 110.
lateralis (Lachesis), 110.
lateristriga (Liophis), 52.
lateristriga (Urotheca), 52.
lateritius (Coniophanes) , 91.
,'ateritius (Erythrolamprus) , 91.
laticeps ( Philodryas ), 87.
latifasciata (Hypsigiena) , 57.
latifasciatus (Leptognathus), 72.
latifrons (Atractas), 61.
latifrons (Geophis), 61.
latifrontalis ( Atractus ), 61.
latifrontalis (Geophis), 61.
latifrontalis (Leptognathus) , 71.
latifrontalis (Oxyrhopus), 82.
latifrontalis (Paroxyrhopus) , 82.
latifrontalis (Sibynomorphus) , 71.
laureata (Rhadinaea) , 46.
laureatus (Dromicus), 46.
laureatus (Liophis), 46.
lehmanni (Atractas), 61.
Leimadophis, 37.
Leimadophis almadensis, 37.
Leimadophis andicolus, 84.
Leimadophis andreae, 38.
Leimadophis angulifer, 38.
Leimadophis anomalus, 38.
Leimadophis antillensis antillensis, 38.
Leimadophis antillensis sancticrucis, 38.
Leimadophis ater, 38.
Leimadophis bimaculatas, 39.
Leimadophis boulengeri, 39.
Leimadophis callilaemus, 39.
Leimadophis chamissonis, 39.
Leimadophis cursor, 39.
Leimadophis epinephelus, 39.
Leimadophis exíguas, 39.
Leimadophis flavitorqaes, 40.
Leimadophis fraseri, 40.
Leimadophis juliae, 40.
Leimadophis leucomclas, 40.
Leimadophis melanostigma, 40.
Leimadophis melanotus, 40.
Leimadophis nebulatus, 40.
Leimadophis otigolepis, 40.
Leimadophis parvifrons, 41.
Leimadophis perfuscas, 41.
Leimadophis poecilogyras, 41.
Leimadophis pseadocobella, 41.
Leimadophis pygmaeas, 41.
Leimadophis reginae, 41.
Leimadophis rufiventris, 42.
Leimadophis sagittifer, 42.
Leimadophis stahli, 42.
Leimadophis temporalis, 42.
Leimadophis triscalis, 42.
Leimadophis typhlus, 42.
Leimadophis viridis, 43.
Leionotus macalatus, 17.
Leiosophis, 51.
Leiosophis bicinctus, 51.
lemniscatus (Coluber), 105.
lemniscatus (Elapomorphus) , 97.
lemniscatus (Ela ps), 105.
lemniscatus (Micrurus), 105.
lentiferus (Himantodes), 77.
lentiferus ( Imantodes ), 77.
lentiginosum (Rhinobothryum), 77.
lentiginosus (Coluber), 77.
leonis ( Coronella ), 53.
leonis (Lampropeltis), 53.
leopardina ( Helicops ), 23.
leopardina ( Homalopsis ), 23.
leopardinus (Helicops), 23.
lépida (Caudisona), 116.
lepidus (Crotalus), 116.
lepidus ( Elapomorphus ), 98.
Leptocalamus, 57.
Leptocalamus sclateri, 57.
Leptocalamus sumichrasti, 58.
Leptocalamus torquatus, 58.
Leptocalamus trilineatus, 96.
Leptodeira, 78.
Leptodeira annulata, 78.
Leptodeira annulata annulata, 78.
Leptodeira annulata per sonata, 78.
Leptodeira annulata punctata, 78.
Leptodeira annulata septentrionalis, 78.
Leptodeira discolor, 57.
Leptodeira torquata, 57.
Leptodira albofusca, 78.
Leptodira annulata, 78.
Leptodira dunckeri, 78.
Leptodira frenata, 78.
Leptodira guilleni, 78.
Leptodira nigrofasciata, 78.
Leptodira personata, 78.
Leptodira punctata, 78.
Leptodira septentrionalis, 78.
Leptodira u-eiseri, 78.
Leptodrymus, 34.
Leptodrymus clarki, 34.
Leptognathus albifrons, 74.
Leptognathus alternans, 69.
Leptognathus andianus, 69.
Leptognathus annulata, 69.
Leptognathus annulatus, 69.
Leptognathus anthracops, 69.
Leptognathus argus, 70.
Leptognathus articulata, 70.
Leptognathus bicolor, 70.
Leptognathus boettgeri, 72.
Leptognathus boliviana, 72.
Leptognathus brevifacies, 70.
Leptognathus catesbyi, 70.
Leptognathus dimidiata, 70.
Leptognathus dimidiatus, 70.
Leptognathus elegans, 71.
132
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral • —
Ptognathus ellipsifera, 71.
‘-‘Ptognathus gracihs, 71.
Jj Ptognathus nammondi, 71.
I Ptognathus inaequifasciata , 71.
‘-‘Ptognathus incerta, 71.
I Ptognathus incertas, 71.
I Ptognathus intermedia, 73.
‘Ptognathus latifasciatus, 72.
Ptognathus latifrontalis, 71.
^Ptognathus leucomelas, 68 .
jytognathus maxillaris, 71.
~‘Ptognathus mikani, var. A, 72.
7* Ptognathus mikani, var. B, 72.
‘Ptognathus mikani, var. C, 72.
Ptognathus nigriceps, 75.
ytptognathus oreas, 12.
7* Ptognathus palmeri, 13.
j * Ptognathus pavonina, 13.
‘Ptognathus peruanas, 72.
j* Ptognathus philippii, 68.
7* [Ptognathus polylepis, 68.
, Ptognathus praeornata, 71.
7*Ptognathus pratti, 74.
^Ptognathus robusta, 12.
Ptognathus sancti-joannis, 12.
£ Ptognathus sanniola, 13.
jf Ptognathus schunkii, 72.
, Ptognathus spurrellü, 13.
, Ptognathus temporalis, 68.
Y [Ptognathus triseriata, 13.
i ■ Ptognathus túrgida, 13.
, Ptognathus vagus, 75.
^Ptognathus variegatus, 75.
^Ptognathus ventrimaculatus, 74.
. Ptognathus viguieri, 74.
35.
, Ptophis aeruginosus, 35.
j*Ptophis ahaetulla, 35.
I Ptophis argentinus, 36.
, Ptophis bilineatus, 35.
.Ptophis bivittatus, 28.
.Ptophis bocourti, 35.
, Ptophis brevior, 35.
(^Ptophis cupreus, 36.
l/’ 0 P his depressirostris, 35.
i Ptophis diplotropis, 35.
y Ptophis flagellum, 36.
I Ptophis liocercus, 35.
lJ‘ ophis mexicanas, 35.
Upf pf, ‘ s modestas, 35.
len* Sfomarginatus , 36.
/^Ptophis occidentalis, 36.
if Pt0p,l \ s occidentalis occidentalis, 36.
l'° pfl ‘* occidentalis nigromarginatas, 36.
i Ptophis ortonii, 39.
Ptophis riveti, 35.
£ Ptophis rostralis, 35.
y ptophis saturatus, 35.
l*pt >P>l . X Pertebralis, 35.
to Phis ultramarinas, 35.
l/tophis urostictas, 36.
, pt °typhlops, 12.
p, °typhlops affinis, 12.
Ophidios Neotropicos
Leptotyphlops albifrons, 12.
Leptotyphlops bilineata, 13.
Leptotyphlops borrichiana, 13.
Leptotyphlops dimidiata, 13.
Leptotyphlops goudotii, 13.
Leptotyphlops macrolepis, 13.
Leptotyphlops myopica, 13.
Leptotyphlops septemstriata, 13.
Leptotyphlops unguirostris, 13.
leptura (Bothrops), 111.
leucocephalus ( Oxyrhopus ), 80.
leucogaster [Liophis), 47.
leucogaster (Rhadinaea), 47.
leucomelas (Dromicus), 40.
leucomelas ( Leimadophis ), 40.
leucomelas (Leptognathus), 68.
leucomelas (Tropidodipsas) , 68.
leucostomus (Symphimus), 58.
hebmanni ( Chersodromus ), 26.
lineata (Rhadinaea) , 46.
lineaticollis (Arizona), 33.
lineaticollis (Coluber), 33.
lineaticollis (Pituophis), 33.
lineatum ( Tomodon ), 85.
lineatus (Aporophis), 43.
lineatus (Apostole pis erythronotus) , 99
lineatus (Bascanion), 27.
lineatus (Coluber), 43.
lineatus (Conophis), 85.
lineatus ( Lygophis ), 43.
lineatus (Masticophis) , 27.
lineatus (Philodryas), 88.
lineatus ( Zamenis ), 27.
liocercus (Le ptophis), 35.
Lioninia rermiformis, 96.
Liopeltis sagittifer, 42.
Liophis, 43, 44.
Liophis affinis, 44.
Liophis albiceps, 44.
Liophis albiventris, 44.
Uophis alleni. 41.
Liophis almadensis, 31.
Liophis amarali, 44.
Liophis andreaea, 38.
Liophis anômala, 44.
Liophis anômalas, 44.
Liophis atahualpae, 48.
Liophis bimaculatas, 39.
Liophis bipraeocularis, 44.
Liophis bolivianus, 88.
Liophis brazili, 45.
Liophis breviceps, 45.
Liophis calligaster, 45.
Liophis callilaemus, 39.
Liophis clavatus, 45.
Liophis cobella, 45.
Liophis cursor, 39.
Liophis decoratus, 45.
Liophis elaeoides, 42.
Liophis epinephelus, 39.
Uophis festae, 45.
Liophis fraseri, 40.
Uophis fulviceps, 46.
133
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
261
masticophis mcntovarius, 27.
«Osticophis mexicanas , 27.
•Masticophis pulcherrimus, 27.
"* attogrossense (Chlorosoma i , 87.
“attogrossensis (Bothrops ncuuiedii), 112.
m< tttogrossensis < Philodryas 1 . 87.
"'zxillaris ( Lcptognathus l, 71.
"‘fdusa (Bothrops), 110.
"tfdusa < Lachesis), 110.
? e galolepis (Spilotes), 31.
megalops maculatus, 78.
^'lanauchen (Enicognathus) , 47.
R la naachen ( Liophis ), 47.
' 'lanauchen (Rhadinaea), 47.
n,f lanichnus (Alsophis) , 38.
Rlanocephala (Tantilla f . 95.
r lanocephalum, var. f use um ( Homalocra •
nion), 94.
Rlanocephalum ( Homalocranion 1 , 95.
Rlanocephalum (Homalocranium) , 95.
Rlanocephalus ( Aporophis ), 48.
Rlanocephalus (Coluber), 95.
Rlanogaster ( Atractus I, 02.
Rlanogaster (Thamnophis) , 20.
Rlanogaster (Tropidonotus) , 20.
Rlanogenys (Oxyrhopus), 80.
Rlanogenys ( Pseudoboa >, 80.
Rlanogenys (Sphcnocephalus) , 80.
Rlanostigma < Leimadophis ) , 40.
Rlanostigma (Liophis), 40.
Rlanostigma (Xatrix), 40.
Rlanotropis (Coluber ? I, 28.
(Co/utcY), 40.
Rlanotus (Leimadophis), 40.
Rlanotus (Liophis), 40.
Rlanura (Boa ), 18.
Rlanura (Bothrops), 110.
Rlanura ( Ungalia ), 18.
Rlanurus (Drvmarchon corais), 33.
^'a/iurns (S pilotes), 33.
Rlanurus (Trimcrcsurus), 110.
Rlanurus (Tropidophis), 18.
(Atractus), 62.
Rias (Herpetodryas) , 35.
Ra 1 ( Phrydops ), 34.
Rtdodnus (Pseudotomodon). 91.
'Wa/ij (Co/uopfta/jfs), 91.
(Ela ps), 105.
R^lalis ( Erythrolamprus) , 91.
R^tofarius (Coryphodon) , 27.
RRtovarius < Masticophis ) . 27.
^ r *to var ius (Zamenis), 27.
R r ‘donalis (Bothrops neuwiedii), 112.
RR emii (Ophis), 49.
RR em ii (Rhadinaea), 47.
eTTr mii, var. semiaurcus (Opheomorphus) ,
„ 47 '
j? rr *mii (Xenodon), 49.
R*opeUis longifrenis, 72.
R lo Pcltis sanniolus, 73.
R*‘cana (Anomalepis), 12.
RRrana (Boa), 16.
x, cana ( Constrictor constriclor), 16.
mexicana (Coronella), 53.
mexicana (Lampropeltis), 53.
mexicanus (Cerastes), 32.
mexicanus (Leptophis), 35.
mexicanus ( Masticophis ) , 27.
mexicanus < Ophiobolus triangularis, var.) 53.
mexicanus (Spilotes pullatus), 32.
mexicanus (Zamenis), 27.
micheli (Atractus), 62.
michcacanensis (Contia), 92.
micb.oacanensis (Scolecophis ) , 92.
Micrcdromus virgatus, 90.
microlepis (Spilotes), 31.
micropholis (Coronella), 54.
micropholis (Lampropeltis), 54.
microphthalma (Bothrops), 111.
microphthalm us ( Bothrops » , III.
microphthalmus (Lachesis), 111.
microphthalmus (Oxybelis), 90.
microps (Ela ps), 105.
Micrurus, 101.
Micrurus aJbicinctus, 101.
Micrurus ancoralis, 101.
Micrurus annellatus, 102.
Micrurus anomalus, 102.
Micrurus buckleyi, 102.
Micrurus corallinus corallinus, 102.
Micrurus corallinus dumerilii, 102.
Micrurus corallinus riisei, 103.
Micrurus decorai us, 103.
Micrurus dissoleucus, 103.
Micrurus dunni, 103.
Micrurus elegans, 103.
Micrurus filiformis, 103.
Micrurus fischeri, 104.
Micrurus frontalis, 104.
Micrurus helleri, 105.
Micrurus hemprichii, 104.
Micrurus hctcroconus, 104.
Micrurus hollandi, 104.
Micrurus langsdorffi, 104.
Micrurus lemniscatus, 105.
Micrurus mipartitus, 105.
Micrurus narduccii, 105.
Micrurus nigrocinctus, 106.
Micrurus olssoni, 106.
Micrurus psyches, 102. 106.
Micrurus spixii, 106.
Micrurus slctrarti. 106.
Micrurus surinamensis, 106.
Micrurus tschudii, 106.
mikani ( Cochliophagus * , 72.
mikani, var. A (Lcptognathus), 72.
mikani, var. B ( Lcptognathus ), 72.
mikani, var. C (Lcptognathus). 72.
mikanii (Dipsas), 72.
mikanii fasciatus (Sibynomorphus), 72.
mikanii mikanii (Sibynomorphus) , 72.
mikanii oreas (Sibynomorphus) , 72.
mikanii peruanus (Sibynomorphus) , 72.
miliaria (Liophis), 47.
miliaris (Coluber). 47.
miliaris miliaris (Liophis), 47.
135
262
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
miliaris se miar cus ( Liophis ), 47.
mimcticus (Dimades) , 52.
MimomctoFon sapperi, 92.
mimus (Liophis), 47.
mimas ( Opheomorphus ), 47.
mimus (Rhadinaea), 47.
minasensis ( Bothrops neuwiedii ), 112.
miniata (Taníilla), 95.
miniatum ( Homalocranium ) , 95.
miops ( Diapkorolepis ), 26.
mio ps ( Synophis ), 26.
mipartitus ( Elaps ), 105.
mipartitus (Micrurus) , 105.
mocquardi (Trctanorhinus) , 24.
modesta ( Helicops ), 23.
modesta (Rhadinaea), 42.
modestas ( Atractus ), 62.
modestus (Helicops), 23.
modestas (Leptophis), 35.
moesta (Tantilla), 95.
moestum (Homalocranium ) , 95.
molossus (Crotalus), 116.
monensis (Epicrates), 14.
monensis (Typhlops), 11.
monticellii I Bothrops) , 111.
monticellii ( Lachesis ) , 111.
morcletii (Tropidophis), 18.
multicinctas (Atractus), 59.
multitorques yucatanicus (Ceophis), 61.
murina (Boa), 15.
marina (Eanectes), 15.
marinus (Eanectes), 15.
mu ta (Lachesis), 107.
mutus (Crotalus), 107.
mutus (Lachesis), 107.
myopica (Glauconia), 13.
myopica (Leptotyphlops), 13.
myopica ( Stenostoma ), 13.
Myron trivittatus, 23.
narduccii (Elaps), 105.
narduccii (Micrurus), 105.
nasus (Conophis), 56.
nasas (Contia), 56.
nasuta ( Bothrops ), 111.
nasutus (Elapomorphus) , 98.
Natrix, 22.
Natrix almadensis, 37.
Natrix anoscopus, 22.
Natrix atra, 38.
Natrix callilaema, 39.
Natrix melanostigma. 40.
Natrix rhombifera, 22.
Natrix sexcarinata, 35.
Natrix sipedon, 22.
Natrix sulpharca, 31.
nattereri (Chlorosoma) , 87.
nattereri (Philodryas) , 87.
nattereri (Thamnodynastes) , 84.
nehalatus (Coluber), 68.
nebulatus (Leimadophis) , 40.
nebulatas (Petalognathus), 68.
negleeta (Bothrops), 111.
neivai (Dipsas), 74.
nelsoni ( Lampropeltis triangulum), 54.
nelsoni (Lampropeltis triangulus) , 54.
Neopareas bicolor, 70.
neuwiedii bahiensis (Bothrops), 112.
neuwiedii boliviana (Bothrops), 111.
neuwiedii [Bothrops), 111.
neuwiedii goyaxensis (Bothrops), 112.
neuwiedii itapetiningae (Lachesis), 109.
neuwiedii (Lachesis), 111, 112.
neuwiedii lutei (Bothrops), 112.
neuwiedii mattogrosensis (Bothrops), 1 12.
neuwiedii meridionalis (Bothrops) 1 12.
neuwiedii minasensis (Bothrops), 112.
neuwiedii neuwiedii (Bothrops), 111.
neuwiedii (Ophis), 49.
neuwiedii (Oxyrhopus), 81.
neuwiedii paranaensis (Bothrops), 112.
neuwiedii pauloensis (Bothrops), 112.
neuwiedii piauhyensis (Bothrops), 113.
neuwiedii (Pseudoboa), 81.
neuwiedii riograndensis (Bothrops), 1 13.
neuwiedii I Scytale) 81.
neuwiedii (Xenodon), 49.
nicagus (Taeniophallus) , 4S.
nicefori (Atractus), 62.
nigra (Tantilla), 95.
ni gr ice ps (Apostole pis), 99.
nigriceps (Leptognathus) , 75.
nigroalbum (Catostoma), 66.
nigroalbus (Geophis), 66.
nigrocinctus (Elaps), 106.
nigrocinctus (Micrurus), 106.
nigrofasciata ( Leptodira ), 78.
nigrolineata ( Apostole pis ), 99.
nigroluteus (Trctanorhinus), 24.
nigromarginata ( Ahaetulla ), 36.
nigromarginatus (Leptophis), 36. A
nigromarginatus ( Leptophis occidentalis K 3 *
nigroterminata (Apostole pis) , 100.
nigroviridis aurífera (Bothrops), 113.
nigroviridís (Bothriechis) , 113.
nigroviridis (Lachesis), 113.
nigroviridis marchi (Bothrops), 113.
nigroviridis nigroviridis (Bothrops), H 3 -
nigrum (Homalocranium) , 95.
Ninia, 25.
Ninia atrata, 25.
Ninia atrata atrata, 25.
Ninia atrata sebae, 25.
Ninia diademata, 25.
Ninia diademata diademata, 25.
Ninia diademata labiosa, 25.
Ninia psephota, 25.
Ninia psephotum, 25.
notaeus (Eunectes), 15.
Nothopsis, 20.
Nothopsis affinis, 20.
Nothopsis rugosa, 20.
Nothopsis rugosus, 20.
novae-hispaniae (Coluber), 32.
nuchalis (Elapomorphus) , 95.
nummifer (Atropos), 113.
nummifer (Lachesis), 113.
136
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotroplcos
263
9 Ommifera I Bothrops ), 113.
°*xacae ( Colubcr ), 26.
ooxacac (Coryphodon) , 26.
°uxacae (Zamenis) , 26.
iscara ( Fleischmannia ), 92.
obtusa (Rhadtnaea ) , 47.
obtusus ( Liophis ), 47.
obtusirostris (Atractus), 62.
Occidentalis ( Akactulla ), 36.
Occidentalis (Boa), 16.
occidentalis (Constrictor constrictor 1 , 16.
occidentalis (Dromicus ) , 39.
occidentalis helleri (Dromicus), 39.
occidentalis (Leptophis), 36.
Occidentalis occidentalis ( Leptophis ), 36.
Occidentalis nigromarginatus (Leptophis) , 36.
occipitalis ( Enicognathus ), 48.
Occipitalis (Liophis), 48.
Occipitalis ( Rhadinaea t, 48.
occipitoalbum ( Rabdosoma ) , 62.
Occipitoalbus (Atractus), 62.
Occipitolutca (Pseudoboa), 81.
Occipitoluteum ( Brachyruton ), 81.
occipitoluteus (Oxyrhopns), 81.
ocellatum (Tomodon), 85.
ocellatus ocellatus (Tomodon), 85.
occllatus (Tomodon), 85.
ocellatus trigonatus (Tomodon), 85.
96.
Otmius acutus, 96.
olfcrsii (Chlorosoma), 87.
0'fersii (Coluber), 87.
Oyersii (Philodryas), 87.
0\‘Kolepis ( Chlorosoma ), 87.
o^tolepis (Leimadophis), 40.
°[‘golepis (Liophis). 40.
otfgolepis (Philodryas), 87.
ohvacea (Fiei mia), 56.
° l **oni (Micrurus), 106.
0ni >ltemana ( Gcophis ), 66.
Itemanum (Catostoma), 66.
n, i}temanum (Dirosema), 66.
0rn ‘ltcmanum (Gcophis), 66.
o^iissus (Ela ps), 105.
jfoichocephalus unilincatus, 11.
Pheomorphus merremii, var. semiaureus, 47.
Jbheomorphus mimus, 47.
Phibolus triangularis. var. mexicanas, 53
■'PAís, 49.
2bbis colubrinus, 49.
Jbhis guentheri. 49.
n r b‘s merremii, 49.
~ p bt' s neuwiedii, 49.
f.bbis severas, 49.
Phis suspectas, 50.
ophryomegas (Bothrops), 113.
^bisthotacnia (Liophis), 44.
'dinatus, var. eques (Tropidonotus), 21.
^cos (Leptognathus) , 72.
(Sibynomorphus mikanii), 12.
'Çophis boulengeri, 53.
Ocjna ( Rhadinaea ), 47.
O' nata (Hypsiglena) , 57.
ornatus (Dromicus), 36.
orophias (Boa), 16.
orophias (Constrictor constrictor), 16.
ortonii (Leptophis), 39.
Oxybelis, 89.
Oxybelis acuminatus, 89, 90.
Oxybelis argenteus, 89.
Oxybelis boulengeri, 89.
Oxybelis brevirostris, 89.
Oxybelis fulgidus, 89.
Oxybelis microphthalmas, 90.
oxynotus (Streptophorus), 25.
Oxyrhopns bitorquatus, 79.
Oxyrhopus clathratus, 80.
Oxyrhopns cloelia, 79.
Oxyrhopus coronatus, 79.
Oxyrhopus doliatus, 79.
Oxyrhopus fitzingeri, 79.
Oxyrhopus formosus, 80.
Oxyrhopus guerini, 80.
Oxyrhopus haasi, 80.
Oxyrhopus intermedius. 81.
Oxyrhopus iridescens, 80.
Oxyrhopus labialis, 80.
Oxyrhopus latifrontalis, 82.
Oxyrhopus leucocephalus, 80.
Oxyrhopus maculatus, 80.
Oxyrhopus melanogenys, 80.
Oxyrhopus neuwiedii, 81.
Oxyrhopus occipitoluteus, 81.
Oxyrhopus petolarius, 81.
Oxyrhopus proximus, 79.
Oxyrhopus rhombifer, 81.
Oxyrhopus rhombifer, var. inaequifasciata,
81.
Oxyrhopus rusticus, 81.
Oxyrhopus submarginatus, 82.
Oxyrhopus trigeminus, 82.
Oxyrhopus undulatus, 81.
oxyrhynchus (Uromacer), 37.
pachyura (Contia), 55.
Pagonaspis ruficeps, 95.
pallida (Tantilla), 95.
palldus (Coluber), 84.
pallidus pallidus (Dryophylax), 84.
pallidus (Philodryas), 88.
pallidus strigilis (Dryophylax) , 84.
palmeri (Leptognathus), 73.
palmeri (Sibynomorphus) , 73.
paraguayensis (Atractus), 63.
paraguayensis (Atractus reticulatus), 63.
raranaensis (Bothrops neuwiedii), 112
Paraphrynonax versicolor, 31.
Parapostolepis, 100.
Parapostolepis polylepis, 100.
pardalis (Boa), 18.
pardalis ( Tropidophis ), 18.
pardalis (Ungalia), 18.
Paroxyrhopus, 82.
Paroxyrhopus atropurpureus. 82.
Paroxyrhopus latifrontalis, 82.
Paroxyrhopus reticulatus, 82.
parvifrons (Dromicus), 41.
137
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
2ô-l
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
parvifrons ( Leimadophis ) , 41.
parvifrons (Liophis), 41.
paucidens ( Atractopsis i , 59.
paucisquamis ( Tropidophis ), 18.
paucisquamis < Ungalia ), 18.
pauloensis (Bothrops neuwiedii) , 112.
pauloensis (Sordellina), 50.
pavonina ( Dipsas ) , 73.
pavonina ( Leptognathus) , 7 3.-
pavoninus ( Sibynomorphus ) , 73.
Pela mis, 101.
Pclamis platurus, 101.
Pelamydrus platurus, 101.
Pelias trigonatus, 85.
Pelophilus fordii, 14.
perfuscus (Leimadopkis) , 41.
perfuscus I Liophis), 41.
personata ( Leptodira >, 78.
personata ( Leptodeira an nu lata) , 78.
peruanus ( Leptognathus ), 72.
peruanus (Sibynomorphus mileanii > . 72.
peruviana (Bothrops), 114.
peruviana (Cie lia), 81.
peruviana (Tachymcnis), 84.
peruvianum (Rabdosoma), 62.
peruvianus (Atractus), 62.
peruvianus ( Lachess ), 114 .
Petalognathus nebulatus, 68.
petersii (Catostomai, 66.
petersii (Geophis), 66.
petersii ( Helminthophis), 9.
petola ( Coluber ), 81.
petola (Pseudoboa), 81.
petolarius (Oxyrhopus), Sl.
philippii ( Leptognathus », 68.
philippii (Tropidodipsas) , 68.
Philodryas aestivus, 86.
Philodryas affinis, 88.
Philodryas arenarius, 87.
Philodryas argentinas , 87.
Philodryas bareni, 86.
Philodryas bolivianas, 88.
Philodryas borellii, 88.
Philodryas boulengeri, 87.
Philodryas burmeisteri, 87.
Philodryas eampicola, 86.
Philodryas dorsalis, 89.
Philodryas etegans, 87.
Philodryas erlandi, 87.
Philodryas laticeps, 87.
Philodryas lineatus, 88.
Philodryas mattogrossensis, 87.
Philodryas nattereri, 87.
Philodryas oligolepis, 87.
Philodryas olfersii, 87.
Philodryas pallidus, 88.
Philodryas psammophideus, 88.
Philodryas schotti, 88.
Philodryas serra, 88.
Philodryas simonsii, 87.
Philodryas subcarinatus, 86.
Philodryas taeniatus. 86.
Philodryas ternetzii, 87.
Philodryas ternetzii boulengeri, 87.
Philodryas ternetzii erlandi, 87.
Philodryas ternetzii ternetzii, 87.
Philodryas viridissimus, 88.
Philodryas vitellinus, 88.
Philodryas werneri, 88.
Phimophis coronata, 79.
Phrydops, 34.
Phrydops melas, 34.
Phrynonax, 29.
Phrynonax angulifer, 32.
Phrynonax atriceps, 30.
Phrynonax chrysobronchus, 30.
Phrynonax eutropis, 30.
Phrynonax fasciatus, 30.
Phrynonax faucheri, 31.
Phrynonax guenther , 30.
Phrynonax lunulatus, 30.
Phrynonax lyoni, 30.
Phrynonax poecilonotus, 30.
Phrynonax poecilonotus argus, 30.
Phrynonax poecilonotus chrysobronchus.
Phrynonax poecilonotus poecilonotus, 29. ^
Phrynonax poecilonotus polylcpis, 30.
Phrynonax poecilonotus shropshirci, 30.
Phrynonax shropshirci, 30.
Phrynonax sulphureus, 31.
Phrynonax sulphureus poecilostoma, 3 1 ■
Phrynonax sulphureus sulphureus, 31.
piauhyensis ( Bothrops neuwicdii), 113.
pieeivitis (Coniophanes) , 91.
piceivitis (Erythrolamprus), 91.
picta < Bothrops), 114.
picta (Lachesis), 114.
pictiventris (Helicops), 23.
pictus (Lachesis), 114.
pirajai ( Bothrops), 114.
Pituophis, 33.
Pituophis lineaticollis, 33.
Pituophis pleurostictus. 33.
platycephala (Typhlops), II.
platycephalus < Himantodes > , 77.
platycephalus (Typhlops), 11.
platura (Angus), 101.
platurus (Hydrus), 101.
platurus (Pelamis), 101.
platurus ( Pelamydrus ), 101.
Platyinion, 85.
Platyinion lividum, 85.
pleurostictus ( Elaphis ), 33.
pleurostictus (Pituophis), 33.
plearoxanthus (Lachesis), 111.
plicatilis (Coluber), 52.
plieatilis (Dimades), 52.
Pliocercus elapoides, 51.
Pliocercus euryzona, 51.
pliolepis (Trimepodon), 52.
poecilogyrus (Coluber). 41.
poccilogyrus ( Leimadophis) , 41.
poecilogyrus (Liophis), 41.
poecilolepis I Heterorhachis ), 69.
poecilolepsis (Heterorhachis), 69.
poecilonotus argus (Phrynonax) , 30
138
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
265
Poecilonotus chrysobronchus ( Phrynonax ),
30.
Poecilonotus ( Phryr.cnax) , 30.
Poecilonotus poecilonotus (Phrynonax) , 29,
30.
Poecilonotus polylcpis ( Phrynonax) , 30.
Poecilonotus shropshirei ( Phrynonax), 30.
Poecilonotus ( Spilotes ), 29.
Poecilopogon ( Uophis 1 , 48.
Poecilopogon ( Rhadinaca >, 48.
Poecilostoma (Coluber), 31.
Poecilostoma ( Phrynonax sulphurcus) , 31.
Poecilostoma [Spilotes ), 31.
Poeppigii ( Geophis ), 66.
Polylepis ( Ahactulla ) , 30.
Polylcpis ( Apostole pis ), 100.
Polylepis ( Helicops ), 23.
Polylepis (Leptognathus), 68.
Polylepis (Parapostolepis), 100.
Polylepis ( Phrynonax poecilonotus) , 30.
Polylepis ( Tropidodipsas ), 68.
Polysticta ( Caudisona ), 116 .
Polystictus (Crotalus), 116.
Polycona ( Lampropeltis I, 54.
Z Ppi P (Catostomat, 66.
Poppigi (Rabdosoma i , 66.
Pocloricensis (Alsophis). 38.
''“eocularis ( Eutaenia ), 21.
"'oeocularis ( Helminthophis) , 10.
Joeocularis (Thamnophis) , 21.
Pjococularis ( Tropidonotus ), 21.
'ocornata ( Leptognathus 1, 71.
oeornata ( Rhadinaca >, 41.
r ' att { (Dipsas), 74.
( Leptognathus ), 74.
[Crotalus) , 117.
"•nceps [Elaps), 105.
' ocinura acmula, 92.
**Oxirnus ( Coluber >. 21.
'°ximus (Oxyrhopus), 79.
‘joximus [Thamnophis) , 21.
Jotnmophideum I Chlorosoma ), 88.
p Jr >mophideus ( Phlodryas), 88.
*0 timophis antillensis, 38.
yephota ( Ninia ) . 25.
,tir Photum (Catostoma), 25.
e Photum [ Dirosema) , 25.
Jephotum (Ninia), 25.
Jeudablabes, 86.
dablabes agassizii, 86.
p ru doboa, 79.
p' c udoboa albimaculata, 81.
p e udoboa bitorquata, 79.
p ,T udoboa cloelia, 79.
peudoboa coronata. 79.
p e udoboa doiata. 79.
peudoboa fitzingcri, 79.
peudoboa formosa clathrata, 80.
p C udoboa formosa formosa, 80.
peudoboa formosa iridescens, 80.
peudoboa guerini, 80.
peudoboa haasi. 80.
>e udoboa labialis, 80.
Pseudoboa maculata, 80.
Pseudoboa melanogenys, 80.
Pseudoboa neutviedii, 81.
Pseudoboa occipitolutea, 81.
Pseudoboa petola, 81.
Pseudoboa rhombifera, 81.
Pseudoboa robinsoni, 81.
Pseudoboa rústica, 81.
Pseudoboa submarginata, 82.
Pseudoboa trigemina, 82.
pseudocobella ( Leimadophis ), 41.
pseudocobella ( Uophis ) , 41.
Pseudopareas, 75.
Pseudopareas atypicus, 73.
Pseudopareas vagrans, 75.
Pseudopareas vagus, 75.
Pseudopareas vagus vagrans, 75.
Pseudopareas vagus vagus, 75.
Pseudotomodon crivellii, 85.
Pseudotomodon mendozinus. 85.
Pseudotomodon trigonatus, 85.
Pseuduromacer lugubris. 86.
psittacus ( Typhlops ) , II.
psyches (Elaps), 106.
psyches ( Micrurus t, 102, 106.
psyches (Vipera), 106.
Ptychophis, 83.
Ptychophis flavovirgatus, 83.
pulcher ( Lachesis ) , 114.
pulcher [Trigonocephalus) , 114.
pulcherrimus (Masticophis), 27.
pulcherrimus (Zamenis), 27.
pulchra ( Bothrops ) , 114.
pullatus anomalepis (Spilotes), 31.
pullatus, var. anomalepis (Spilotes), 31.
pullatus argusiform s (Spilotes), 32.
pullatus (Coluber), 31.
pullatus maculai us (Spilotes), 32.
pullatus mexicanus (S pilotes), 32.
pullatus pullatus (Spilotes), 31.
pullatus (Spilotes), 31.
putverivcntris (Uophis), 48.
pulveriventris ( Rhadinaea ), 48.
pulvis (Crotalus), 117.
punctata (Crotaphopeltis) , 78.
punctata ( Leptodeira annulata), 78.
punctata (l.eptodira), 78.
punctatus (Lachesis), 111.
punctatus laetus (Diadophis). 54.
punctatus, var. laetus (Diadophis), 54.
punctatissimus (Thamnodynastes) , 84.
punctigularis (Coniophanes) , 91.
purpurans (Ablabes), 48.
purpurans (Uophis), 48.
purpurans (Rhadinaea), 48.
putnami (Dromicus), 84.
putnami (Manolepis), 84.
pygmaeus (Leimadophis), 41.
pygmaeus (Uophis), 41.
pymi (Apostolepis), 99.
quadrangularis (Ficimia), 57.
quadrilineata ( Uophis reginae, vars. albiven-
ventris ctl, 44.
139
266
Memórias do Instituto Butaman — Tomo IV
quadrivirgatum (Adelphicos), 63.
quadrivirgatus ( Alractas ), 63.
quinquelineata ( Apostole pis) , 99.
quinqueidttatus (Homalopsis) , 92.
q uinqucvittatus (Hydrocalamus) , 92.
Rabdosoma crassicaudatum, 60.
Rabdosoma duboisi, 60.
Rabdosoma occipitoalbum, 62.
Rabdosoma peruvianum, 62.
Rabdosoma põppigi, 66.
Rabdosoma semidoliatuni, 67.
Rabdosoma torquatam, 63.
Rabdosoma zebrinum, 64.
ravus ( Crotalus ), 115.
ravus (Sistrarus), 115.
redimita (Colorhogia), 58.
redimitum ( Arrhyton ), 58.
redimitus < Geagras ), 67.
regalis ( Coronelia ), 54.
reginae , vars. albiventris et quadrilineata (Lio-
phis), 44.
reginae ( Coluber ), 41.
reginae (Leimadophis) , 41.
reginae (Lio phis), 41.
regularis (Elaps), 102.
rehi (Liophis?), 50.
reticulata (Anguis), 11.
reticulata ( Tantilla ), 95.
reticulata ( Typhlops ), II.
rcticulatum ( Homalocranium ), 95.
reticulatus (Atractus), 63.
reticulatus (Geophis), 63.
reticulatus paraguayensis (Atractus), 63.
reticulatus ( Paroxyrhopus ) , 82.
reticulatus reticulatus (Atractus), 63.
reticulatus (Typhlops), 11.
Rhabdosoma elaps, 60.
Rhabdosoma longiceps, 61.
Rhachidelus, 82.
Rhachidelus brazili, 79, 82.
Rhadinaea affinis, 44.
Rhadinaca albiceps, 44.
Rhadinaea anômala, 44.
Rhadinaea binotata, 48.
Rhadinaea brazili, 45.
Rhadinaea breviceps, 45.
Rhadinaea calligaster, 45.
Rhadinaea clavata, 45.
Rhadinaca cobella, 45.
Rhadinaca decorata, 45.
Rhadinaea dichroa. 46.
Rhadinaea elegantíssima, 44.
Rhadinaea festae, 45.
Rhadinaea frenata, 45.
Rhadinaea fulviceps, 46.
Rhadinaea fusca, 47.
Rhadinaea genimaculata, 46.
Rhadinaca godmani, 46.
Rhadinaea faegeri, 46.
Rhadinaea kinkelini, 46.
Rhadinaea lachrymans, 46.
Rhadinaea laureata, 46.
Rhadinaca leucogaster, 47.
Rhadinaea lineata, 46.
Rhadinaea melanauchen, 47.
Rhadinaea merremii, 47.
Rhadinaea mimus, 47.
Rhadinaea modesta, 42.
Rhadinaea obtusa, 47.
Rhadinaea occipitalis, 48.
Rhadinaea orina, 47.
Rhadinaea poecilopcgon, 48.
Rhadinaea praeornata, 41.
Rhadinaea pulveriventris, 48.
Rhadinaea purpurans, 48.
Rhadinaea sagittifera, 42.
Rhadinaea serperastra, 48.
Rhadinaea steinbachi, 48.
Rhadinaca subocularis, 48.
Rhadinaea undulata, 48.
Rhadinaea vermimaculaticeps, 49.
Rhadinaea vittata, 49.
Rhinaspis rohdei, 56.
Rhinobothryum, 77.
Rhinobothryum lentiginosum, 77.
Rhinocheilus, 55.
Rhinocheilus antonii, 55.
Rhinocheilus thominotii, 55.
Rhinochilus thominotii, 55.
Rhinodryas kõnigi, 86.
Rhinosimus amarali, 80.
Rhinosimus guerini, 80.
Rhinostoma, 83.
Rhinostoma bimaculatum, 83.
Rhinostoma guianense, 83.
rhinostoma (Heterodon), 56.
Rhinostoma iglesiasi, 83.
rhinostoma rhinostoma (Simophis) , 56.
rhinostoma rohdei (Simophis), 56.
Rhinostoma scytaloides, 80.
rhinostoma (Simophis), 56.
Rhinostoma vittatum, 83.
Rhinotyphlops albirostris, 9.
rhodogaster (Catostoma), 66.
rhodogaster (Colophrys), 66.
rhodogaster ( Geophis l. 66.
rhombeatus (Lycognathus), 76.
rhombifer (Coryphodon) , 29.
rhombifer ( Drymobius 1, 29.
rhombifer, var. inaequifasciata (Oxyrhop»s u
81 .
rhombifer (Oxyrhopus), 81.
rhombifer (Tropidonotus), 22. -
rhombifer ( Tropidonotus fasciatus, var.). *"■
rhombifera ( Natrix ), 22.
rhombifer a ( Pseudoboa ), 81.
Rhynchonyx ambiniger, 98.
ricardinii (Uromacer), 36.
ricardinii (Vromacerina) , 36.
riisei (Elaps), 103.
riisei (Micrurus corallinus), 103.
rijgcrsmaei (Alsophis), 42.
riograndensis (Bothrops ncuwicdii),
riveti (Leptophis), 35.
robinsoni (Pseudoboa), 81.
robusta (Leptognathus), 72.
140
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral' — Ophidios Neotropicos
267
' °hdei ( R hinos pis ), 56.
'ohdci ( Simophis ), 56.
' ohdci ( Simophis rhinostoma), 56.
'ondoni (Apostole pis), 100.
' osenbergii l Ela ps ) , 103.
' ostrale ( Caiostoma ), 66.
'ostralis ( Elapoides ), 66.
'ostralis ( Geophis ), 66.
'ostralis ( Leptophis ), 35.
'oulei (Atractus), 63.
'abra (Tantilla), 95.
'abriceps ( Drymobias ), 29.
'abrum ( Homalocranium ) , 95.
'aficeps (Homalocranium), 95.
'aficeps ( Pagonaspis) , 95.
'aficeps (Tantilla), 95.
'afiventris (Dromicus), 42.
'afiventris ( Leimadophis ), 42.
'agosa (Sothopsis) , 20.
'agosus (Nothopsis), 20.
'Bsticj (Pseudoboa) , 81.
'asticus (Oxyrhopus) , 81.
'athveni ( Catostoma ), 67.
'athveni (Geophis), 67.
'athveni (Lampropeltis) , 54.
'athveni (Sibynomorphus), 73.
*abogae (Epicrates), 15.
t3 gittifer (Leimadophis), 42.
,a gittifer (Uopeltis), 42.
*® K‘t ti fera (Rhadinaea). 42.
*ailaei (Catostoma) , 67.
*Uaci (Geophis), 67.
~alvadora, 27.
Salvadora bairdi, 27.
"etae-crucis (Dromicus), 38.
*aactae-ritae ( Apostole pis) , 99.
* a acticrucis (Alsophis), 38.
x *tcticrucis (Leimadophis antillensis) , 38.
*® n 'ti.ioannis (Leptognathus), 72.
*anniola (Leptognathus), 73.
‘anniolus (Mesopeltis), 73.
*fnniolus < Sibynomorphus ), 73.
(Mimometopon) . 92.
,a 'torii (Tropidodipsas), 68.
(Leptophis), 35.
•GoW/a (Tropidonotus). 21.
'falar is ( Helicops ), 23.
falar is (Thamnophis), 21.
fflaris (Tropidonotus). 21.
*f a larís (Xenopholis), 97.
ffüger (Thamnophis), 21.
aliger (Tropidonotus). 21.
f andax (Uromacer), 37.
(Tantilla), 96.
^aistosum I Homalocranion) , 96.
f aistosum (Homalocranium) , 96.
hlegelii (Bothrops), 114.
fflegelii (Lachesis), 114.
kgelii (Trigonocephalus) , 114.
falegelii (Trimeresurus), 114.
falütteri (Herpetodryas) , 35.
(Philodryas), 88.
(Chloro soma), 88.
schottii (Xenodon), 88.
schunkii (Leptognathus), 72.
sclateri (Leptocalamus), 57.
Scolecophis, 92.
Scolecophis aemulus, 92.
Scolecophis atrocinctus, 92.
Scolecophis michoacanensis, 92.
scytale (Anguis), 19.
scytalc (Anil ias), 19.
scytale (llysia), 19.
Scytale neuwiedii, 81.
scytaloides (Rhinostoma), 80.
sebae (Ninia atraía), 25.
sebac (Streptophorus), 25.
semiaurea ( Liophis ), 47.
semiaurcus (Liophis miliaris ), 47.
semiaureus (Opheomorphus merremii, var.),
47.
semicincta (Tantilla), 96.
semicincta (Tropidophis), 18.
semicincta (Ungalia), 18.
semicincta (Ungalia maculata, var.), 18.
semicinctum (Homalocranion), 96.
semicinctum (Homalocranium), 96.
semicinctus (Heterodon), 50.
semicinctus (Lystrophis), 50.
semicinctus (Tropidophis), 18.
semidoliatum (Catostoma), 67.
semidoliatum (Rabdosoma), 67.
semidoliatus (Geophis), 67.
septemstriata (Glauconia), 13.
septemstriata (Leptotyphlops), 13.
septemstriatus (Typhlops), 13.
septcmvittata (Helicops), 23.
septemvittatum (Calopisma) , 23.
septemvittatus (Helicops), 23.
septentrionalis (Dipsas), 78.
septentrionalis (Leptodeira annulata), 78.
septentrionalis (Leptodira), 78.
serperastra (Liophis), 48.
serperastra (Rhadinaea), 48.
serra (Chlorosoma) , 88.
serra (Herpetodryas), 88.
serra (Philodryas), 88.
severus (Coluber), 49.
severas (Ophis), 49.
severus (Xenodon), 49.
sexear inata (fiatrix), 35.
sexearinatus (Chironius) , 35.
sexearinatus, var. A (Herpetodryas), 35.
sexearinatus. var. B (Herpetodryas), 34.
shropshirei (Phrynonax), 30.
shropshirei (Phrynonax poecilonotus) , 30.
Sibon, 68.
sibon (Coluber), 68.
sibon (Sibon), 68.
Sibon sibon, 68.
sibonius (Alsophis), 40.
Sibynomorphus, 69.
Sibynomorphus alternans, 69.
Sibynomorphus andianus, 69.
S bynomorphus annulatus, 69.
Sibynomorphus anthracops, 67, 69.
141
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
268
.Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Sibynomorphus argus, 70.
Sibynomorphus articulatus, 70.
Sibynomorphus barbouri , 70.
Sibynomorphus bicolor, 70.
Sibynomorphus brevifacics, 70.
Sibynomorphus catesbyci, 70.
Sibynomorphus dimidiatus, 70.
Sibynomorphus elcgans, 71.
Sibynomorphus ellipsifer, 71.
Sibynomorphus garbei, 71.
Sibynomorphus gracilis, 71.
Sibynomorphus hammondi, 71.
Sibynomorphus inaequifasciatus, 71.
Sibynomorphus incertus, 71.
Sibynomorphus latifrontalis, 71.
Sibynomorphus longifrenis, 72.
Sibynomorphus macrostomus, 72.
Sibynomorphus mikanii fasciatus, 72.
Sibynomorphus mikanii mikanii, 72.
Sibynomorphus mikanii orcas, 72.
Sibynomorphus mikanii peruanus, 72.
Sibynomorphus palmcri, 73.
Sibynomorphus pavoninus, 73.
Sibynomorphus ruthveni, 73.
Sibynomorphus sannioius, 73.
Sibynomorphus spurrellii, 73.
Sibynomorphus triseriatus, 73.
Sibynomorphus túrgidas, 73.
Sibynomorphus vcntrimaculatus, 74.
Sibynomorphus viguieri, 74.
simonsii ( Ela ps), 104.
simonsii (Philodryas), 87.
Simophis, 56.
Simophis rhinostoma, 56.
Simophis rhinostoma rohdei, 56.
Simophis rhinostoma rhinostoma, 56.
Simophis rohdei, 56.
sipedon ( Coluber ), 22.
sipedon ( Natrix ), 22.
Siphlophis, 76.
Siphlophis cervinus cervinus, 76.
Siphlophis cervinus geminatus. 76.
Siphlophis fitzingeri, 79.
sirtalis eques (Thamnophis) , 21.
Sistrurus, 1 1 5.
Sistrarus ravus, 1 1 5.
slevini (Dromicus) , 39.
Sordeltina, 50.
Sordellina bradon-ioncsii, 50.
Sordeltina pauloensis, 50.
spegazzinii (Elapomorphus), 97.
Sphenocephalas melanogenys. 80.
spilogaster ( Tropidodipsas) , 73.
S pilotes, 31.
Spilotes argus, 30.
Spilotes chrysobranchus, 30.
Spilotes chrysobronchus, 30.
Spilotes fasciatus, 30.
Spilotes lunulatus, 29. 30.
Spilotes megalolepis, 31.
Spilotes melanurus, 33.
Spilotes microlepis, 31.
Spilotes poecilonotus, 29.
Spilotes poecilostoma, 31.
Spilotes pullatus, 31.
Spilotes pullatus anomalepis, 31.
Spilotes pullatus, var. anomalepis, 31.
Spilotes pullatus argusiformis, 32.
Spilotes pullatus maculatus, 32.
Spilotes pullatus mexicanus, 32.
Spilotes pullatus pullatus, 31.
spixii (Elaps), 106.
spixii ( Micrurus ), 106.
spurrellii t Elaps), 105.
spurrellii ( Leptognathus ), 73.
spurrellii ( Sibynomorphus ), 73.
squamosus (Typhlophis) , 12.
squamosas ( Typhlops ), 12.
stahli i Leimadophis) , 42.
steinbachi ( Liophis ), 48.
steinbachi ( Rhadinaea ), 48.
steindachneri (Dromicus) , 39.
steindachneri (Elaps), 102.
stejnegeri (Crotalus), 116.
stejnegcri ( Thamnophis ), 21.
Stenorhina, 97.
Stenorhina degenhardtii, 97.
Stenostoma affine, 12.
Stenostoma albifrons, 12.
Stenostoma dimidiatum, 13.
Stenostoma goudotii, 13.
Stenostoma macrolepis, 13.
Stenostoma myopica, 13.
stewarti (Micrurus) , 106.
Storeria, 24.
Storeria dekayi, 24.
storerioides (Ischnognathus), 25.
stererioides (Tropidoclonion) , 25.
Streptophorus atratus, vars. A ct B. 25.
Streptophorus atratus, vars. C et U, 25.
Streptophorus diadematus, 25.
Streptophorus labiosus, 25.
Streptophorus oxynotus, 25.
Streptophorus sebae, 25.
Streptophorus subtesselatus, 25.
striata ( Tantilla ), 96.
striatus (Epicrates), 14.
striatus ( H omalochilas ) , 14.
strigilis (Coluber), 84.
strigilis (Dryophvlax pallidus), 84.
subcarinatus (Philodryas), 86.
subflavus ( Epicrates ), 15.
submarginata (Pseudoboa), 82.
submarginatus (Oxyrhopus), 82.
subocularis (Uophis), 48.
subocularis (Rhadinaea), 48.
subtesselatus (Streptophorus), 25.
sulphurea (Natrix), 31.
sulphureus (Phrynonax), 31. .
sulphureus poecilostoma (Phrynonax),
sulphureus sulphureus ( Phrynonax) , 31-
sumichrasti (Lertocalamus) , 58.
surinamensis (Elaps), 106.
surinamensis (Micrurus), 106.
suspectus (Elapomorphus), 97.
suspectus (Ophis), 50.
suspectus (Xcnodon), 50.
Sympeltophis ungalioides, 97.
142
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
269
Symphimus, 58.
fymphimus leucostomus, 5 S.
pmpholis, 53.
Sympholis lippiens, 53.
Synchalinus, 34.
Synchalinus corallioides, 34.
vynophis bicolor, 26.
Synophis miops, 26.
[“chymenis, 83.
I a chymenis affinis, 83.
[“chymenis bitorquata, 79.
I a chymenis brasiliensis, 83.
[“chymenis decipiens, 90.
‘‘chymenis dromiciformis, 90.
‘“chymenis elongata, 84.
a chymenis peruviana, 84.
a czanou-skyi < Tropidophis) , 18.
'“czanowskyi ( Ungalia ), 18.
•“cniatum ( Arrhyton ), 58.
Mírac/os), 63.
“eniatus ( Conophis ), 86.
“eniatus ( Philodryas ), 86.
“eniatus ( Trctanorhinus 1 , 24.
a eniophallus nicagus, 48.
a cniopk.s imperialis, 91.
a cniophis vermimaculaticeps, 49.
eniurus albiventris ( Lygophis I, 44.
“cníurus (Aporophis), 43,44.
eniurus bipracocularis ( Lvgophis ) , 44.
J a <7iiurui (Uophis), 43.
3 cnitirus taeniurus ) Lvgophis 1 , 43.
[“'Uilla, 93.
““tilla albiceps, 93.
“ntilia alticola, 93.
a ntilla annulata, 93.
“ntilla atriccps, 93.
» a ntilla bocourti, 93.
“ntilia boulengeri, 93.
j“nt:lla brevis, 94.
9 ntiii a calamarina, 94.
a ntilla canula, 94.
“ntilla depressa, 94.
Jtntilla deviatrix, 94.
y“ntili a fusca, 94.
Ta' lt,l,a lon S‘f r °ntalis, 94.
p 1 ntilla marcapatae, 94.
> ntilla melanocephala, 95.
p a ntilla miniata, 95.
“ntilla moesta, 95.
T “nt:lla nigra, 95.
T “ntilla pallida, 95.
f ntilla reticulata, 95.
•fintilla rubra, 95.
/'“[Ha ruficeps, 95.
T ~ ntí . l,a schistosa, 96.
T a nl,lla semicincta, 96.
f“ntill a striata, 9*3.
■j- ntiii a trilineata, 96.
T a nt ,la vermiformis, 96.
vir gata, 96.
(- 1 Irimorphodon), 76.
uS an ‘ cus í Gcatractus ), 64.
tr2 roral ‘s ( Dromicus), 42.
foralis ( Leimadophis), 42.
temporalis (Leptognathus) , 68.
temporalis ( Liophis ), 42.
tenuis (Apostolepis), 98.
tenuis ( Typhlops ) , 11.
ternetzii boulengeri < Philodryas ), 87.
ternetzii erlandi ( Philodryas ), 87.
ternetzii ( llelminthophis ) , 10.
ternetzii ( Philodryas ), 87.
ternetzii ternetzii ( Philodryas ), 87.
terrífica (Caudisona), 116.
terrificus basiliscus (Crotalus), 117.
terrificus (Crotalus), 116, 117.
terrificus durissus (Crotalus t, 117.
terrificus terrificus (Crotalus), 116.
Thamnocentris aurifer, 113.
T hamnodynastes nattereri, 84.
Thamnodynastes punctatissimus, 84.
Thamnophis, 20.
Thamnophis chrysocephalus, 20.
Thamnophis godmani, 20.
Thamnophis melanogaster, 20.
Thamnophis praeoeularis, 21.
Thamnophis proximus, 21.
Thamnophis scalaris, 21.
Thamnophis scaliger, 21.
Thamnophis sirtalis eques, 21.
Thamnophis stejnegeri, 21.
Thamnophis variabilis, 21.
thayeri (Lampropeltis), 54.
thominotii (Rhinocheilus). 55.
thominotii < Rinochilus), 55.
Toluca frontalis, 55.
Tomodon, 85.
Tomodon dorsatum, 85.
Tomodon dorsatus, 85.
Tomodon lincatum, 85.
Tomodon ocellatum, 85.
Tomodon ocellatus, 85.
Tomodon ocellatus ocellatus, 85.
Tomodon ocellatus trigonatus, 85.
tornieri (Cochliophagus) , 68.
torquata ( Hypsiglena ), 57.
torquata (Leptodeira) , 57.
torquatum (Rabdosoma), 63.
torquatus (Atractus), 63.
torquatus (Lectocalamus) , 58.
tortuganus (Liophis), 41.
Trachyboa, 17.
Trachyboa boulengeri, 17.
Trachyboa gularis, 17.
Trctanorhinus, 24.
Trctanorhinus insulae-pinorum, 24.
Trctanorhinus intermedius, 24.
Trctanorhinus moequardi, 24.
Trctanorhinus nigroluteus, 24.
Trctanorhinus taeniatus, 24.
Trctanorhinus variabilis, 24.
triangularis (Ela ps), 53.
triangularis (Hydrops), 53.
trian gularis martii (Hydrops), 53.
triangularis, var. mcxicanus (Ophibolus), 53.
triangularis triangularis (Hydrops) , 53.
triangulum nelsoni (Lamrropeltis), 54.
trian gulus nelsoni (Lampropeltis) , 54.
143
270
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
triaspis ( Coluber ), 33.
triaspis ( Elaphe ), 33.
tricolor (Elapomorphus) , 98.
tri fasciatus { Liophis ), 88.
trigcmina ( Pseudoboa ), 82.
trigeminus ( Erythroxyrhopus ), 82.
trigeminus ( Oxyrhopus I, 82.
trigonatas (Peitas), 85.
trigonatus ( Pseudotomodon ), 85.
trigonatus (Tomodon ocellatus) , 85.
Trigonocephalus lansbergii, 110.
Trigonocephalas palcher, 114.
Trigonocephalus schlegelii , 114.
Trigonocephalus undulatus, 114.
Trigonocephalus xanthogrammus, 115.
trihedrurus ( Atractus ), 63.
trilineata ( Tantilla ), 96.
trilineatum ( Homalocranium ) , 96.
trilineatus (Atractus), 63.
trilineatus (Elapomorphus), 97.
trilineatus (Leptocalamus) , 96.
Trimeresurus bicolor, 108.
Trimeresurus melamurus, 1 10.
Trimeresurus schlegelii, 114.
Trimeresurus undulatus, 114.
Trimetopon, 52.
Trimetopon gracile, 52.
Trimetopon pliolepis, 52.
Trimorphodon, 75.
Trimorphodon biscutatus, 75.
Trimorphodon tau, 76.
Trimorphodon upsilon, 76.
trinitatis (Dipsas), 75.
Tripanurgos, 76.
Tripanurgos compressus, 76.
triscalis (Coluber), 42.
triscalis (Leimadophis), 42.
triscalis (Liophis), 42.
triseriata (Lcptognathus) . 73.
triscriatus (Crotalus), 117.
triseriatus (Sibynomorphus), 73.
triscriatus (Uropsophus) , 117.
trivittata (H clico ps), 23.
trivit tatus (Helicops), 23.
trivittatus (Myron), 23.
Tropidoclonion, 24.
Tropidoclonion annulatum, 67.
Tropidoclonion copei, 24.
Tropidoclonion storerioides, 25.
Tropidodipsas, 67.
Tropidodipsas annulata, 67.
Tropidodipsas annulifera, 67.
Tropidodipsas anthracops, 69.
Tropidodipsas brevifacies, 70.
Tropidodipsas fasciata, 68.
Tropidodipsas fischeri, 67.
Tropidodipsas leucomelas, 68 .
Tropidodipsas longicaudata , 76.
Tropidodipsas lunulata, 29.
Tropidodipsas philippii. 68.
Tropidodipsas polylepis, 68 .
Tropidodipsas sartorii, 68.
Tropidodipsas spilogaster, 73.
Tropidonotus anoscopus, 22.
Tropidonotus chrysocephalus, 20.
Tropidonotus dekayi, 24.
Tropidonotus fasciatus, 22.
Tropidonotus fasciatus, var. rhombifer, 22.
Tropidonotus godmani, 20.
Tropidonotus melanogaster, 20.
Tropidonotus ordinatus, var. eques, 21.
Tropidonotus praeocularis, 21.
Tropidonotus rhombifer, 22.
Tropidonotus saurita, 21.
Tropidonotus scalaris, 21.
Tropidonotus scaliger, 21.
Tropidonotus variabilis, 21.
Tropidophis, 17.
Tropidophis maculatus, 17.
Tropidophis melanurus, 18.
Tropidophis morcletii, 18.
Tropidophis pardalis, 18.
Tropidophis paucisquamis, 18.
Tropidophis semicincta, 18.
Tropidophis semicinctus, 18.
Tropidophis taczanou-slcyi, 18.
Tropidophis wrightii, 18.
Trypanurgus compressus, 76.
tschudii ( Elaps ), 106.
tschudii (Micrurus), 106.
túrgida (Lcptognathus), 73.
turgidus (Cochliophagus), 73.
turgidus (Sibynomorphus), 73.
Typhlophis, 12.
Typhlophis squamosus, 12.
Typhlops, 11.
Typhlops bilincatus, 13.
Typhlops emunctus, 9.
Typhlops flavoterminatus, 10.
Typhlops frontalis, 10.
Typhlops lumbricalis, II.
Typhlops monensis, 11.
Typhlops platycephala, 11.
Typhlops platycephalus, 1 1.
Typhlops psittacus, II.
Typhlops reticulata, 1 1 .
Typhlops reticulatus, 11.
Typhlops septemstriatus, 13.
Typhlops squamosus, 12.
Typhlops tcnuis, 11.
Typhlops unilineata, 11.
Typhlops unilineatus, 11.
Typhlops wilderi, 10.
typhlus (Coluber), 42.
typhlus (Leimadophis) , 42.
typhlus (Liophis), 42.
ultramarinas (Leptophis) , 35.
undulata ( Bothrops ) , 114.
undulata (Rhadinaea), 48.
undulatus (Coluber), 48.
undulatus (Lachesis), 114.
undulatus (Liophis), 48.
undulatus (Oxyrhopus) , 81.
undulatus (Trigonocephalus), 114.
undulatus (Trimeresurus), 114.
Ungalia brasiliensis, 18.
Ungalia cana, 18.
Ungalia conjuncta, 17.
144
cm
SciELO
10 11 12 13 14 15 16
A. do Amaral — Ophidios Neotropicos
271
Lngalia maculata, 17.
ingalia maculatã , var. semicincta , 18.
yngalia mclanura, 18.
yngalia pardalis, 18.
yngalia paucisquamis , 18.
yngalia semicincta, 18.
Engolia taczanowskyi, 18.
BB galioides ( Sympeltophis ), 97.
yfigaliophis, 19.
l ngaliophis continentalis, 19.
Un guirostris ( CUuuonia ), 13.
Urt guirostris (Leptotyphlops) , 13.
B nilineata ( Typhlops ), 11.
BB Uineatus (Onychocephalus), 11.
Un ‘lincatus (Typhlops), 11.
fPsilon ( Trimorphodon ), 76.
yromacer, 36.
y romaccr catesbyi, 36.
j-^omacer dorsalis, 37.
yfomacer frenatus, 37.
yfomacer oxyrhynchus, 37.
^/■onjacfr ricardinii, 36.
yfornacer scandax, 37.
yfomacerina, 36.
yfomacerina ricardinii, 36.
^'opsophus triseriatus, 117.
Br osticta (Ahactnlla), 36.
yostictus ( Leptophis ), 36.
y'cthcca, 51.
yfotheca bicincta, 51.
'yfothcca dumerilii, 51.
y/otheca elapoides, 51.
y/otheca elapoides elapoides, 51.
y/otheca elapoides eurycona, 51.
f, r ° theca eurycona, 51.
r otheca lateristriga, 52.
v 3 g'ans (Pseudopareas), 75.
9 grans (Pseudopareas vagas), 75.
“tus (Leptognathus), 75.
t 3 Kus (Pseudopareas), 75.
x 3gus vagrans (Pseudopareas) , 75.
, agBS vagus (Pseudopareas), 75.
9 'iabilis (Hcmigenius), 21.
, ar ‘ a bilis (Thamnophis) , 21.
3r ‘a bilis (Trctanorhinus), 24.
3r ia bilis (Tropidonotas), 21.
9r [egata (Dipsas), 75.
egatus (Dromicus) , 38.
^iegatus (Leptognathus), 75.
J lt ferum (Amastridium) , 92.
x rnt rimaculatus (Atractus), 64.
> tr,l rimaculatus (Leptognathus) , 74.
^irimaculatus (Sibynomorphus), 74.
^"ni forme (Homalocranium) , 96.
> y m ‘f°rmis (Lioninia), 96.
Vf rm ‘/°rmis (Tantilla), 96.
Y J m Í m aculaticeps (Liophis), 49.
v J nx [ r naculaticeps (Rhadinaea), 49.
>r " n ‘ r naculaticcps (Taeniophis), 49.
» ticolor (Paraphrynonax), 31.
r, *bralis (Atractus), 64.
r, tbralis (Leptophis), 35.
vicinus ( Ch.ronius ), 35.
vicinus I H erpctodryas ) , 35.
viguieri (Leptognathus), 74.
viguieri (Sibynomorphus) , 74.
Vipera psyches, 106.
vir gata (Tantilla), 96.
virgatum (Homalocranium) , 96.
virgatus (Microdromus), 96.
viridis ( Lcimadophis), 43.
viridis (Liophis), 43.
viridissimum (Chlorosoma), 8S.
viridissimum (Coluber), 88.
viridissimus (Philodryas) , 88.
vitellinum (Chlorosoma) , 88.
vitellinus (Dryophylax), 88.
vitellinus (Philodryas), 88.
vittata (Rhadinaea) , 49
vittatum (Arrhyton), 58.
vittatum (Rhinostoma) , 83.
vittatus (Atractus), 64.
vittatus (Conophis) , 86.
vittatus (Cryptodacus) , 58.
vittatus (Enicognathus), 49.
vittatus (Liophis), 49.
wagncr i (Diaphorolepis) , 26.
weiseri (Leptodira), 78.
werneri (Atractus), 64.
werneri (Philodryas), 88.
tvettsteini (Helicops), 24.
trieningeri (Epicrates), 15.
u-ilderi ( Helminthophis ), 10.
wilderi (Typhlops), 10.
w-nigrum (Dromicus), 89.
u-rightii (Tropidophis), 18.
tvuchereri (Elapomorphus), 98.
xanlhogramma (Bothrops), 115.
xanthogrammus (Lachesis), 115.
xanthogrammus (Trigonocephalus) , 115.
Xenodon colubrinus, 49.
Xenodon gigas, 51.
Xenodon guentheri, 49.
Xenodon hemileucurus, 49.
Xenodon merremii, 49.
Xenodon neuwiedii, 49.
Xenodon schottii, 88.
Xenodon severus, 49.
Xenodon suspectus, 50.
Xenopholis, 97.
Xenopholis scalaris, 97.
X iphosoma annulatum, 16.
yucatanicus (Geophis multitorques) , 61.
Zamenis anomalus, 38.
Zamenis bitaeniatus, 27.
Zamenis grahami, 27.
Zamenis lineatus, 27.
Zamenis mentovarius, 27.
Zamenis mexicanas, 27.
Zamenis oaxacae, 26.
Zamenis pulcherrimus, 27.
zebrinum (Rabdosoma), 64.
zebrinus (Atractus), 64.
145
ESTUDOS SOBRE OPHIDIOS NEOTROPICOS
XIX - REVISÃO DO GENERO SP/LOTES WAGLER, 1830
POR
AFRANIO DO AMARAL
I - INTRODUCÇÃO
No presente estudo retomo a serie de revisões, por mim iniciada em inglês,
sobre ophidios neotropicos, e passo a occupar-me do genero Spilotes Wagler,
1830, que me parece ter sido impropriamente subdividido e não ter recebido por
parte de muitos ophiologos a attenção a que faz jus, por sua extensa distribuição
na região tropical e subtropical americana.
II - SYSTEMATICA
Historico - O genero Spilotes foi creado, em 1830, por Wagler ( in Systema
Amphibiorum, pag. 179) para a especie pullatus de Linncu. Esta cspecie foi
descripta in Systema Naturae (10a. edição), Vol. I. pag. 225, 1758 e a Asia foi-lhe
designada como habitat.
L. G. Andersson, em seu estudo dos exemplares linneanos (in Bih. Sv. Vet.
Akad. HandI. XXIV(4)6:23. 1899), verificou que o typo era um jovem de 580 mm.
de comprimento e possuia 8 supralabiaes, das quaes a 4a. e a 5a. estavam conti-
Ruas á orbita, 16 series de escamas dorsaes, 208 ventraes e 109 subcaudaes.
De referencia á distribuição, cumpre-se accentuar que, em 1843, Fitzinger
(in Systema Reptilium, pag. 26), ao designar esta especie como typo do genero
Spilotes, lhe deu como patria a Asia e a America.
Günther, em 1865, tomou o genero bitypico, com a creação da especie me-
dalolepis (in Annals and Magazine of Natural History, Vol. XV, Serie 3, pag. 93),
9ue lhe pareceu distincta da especie original, por possuir duas series a menos
de escamas dorsaes e coloração mais escura. Inrelizmente, Boulenger, na afanosa
e excellente revisão geral que fez dos ophidios, para servir de base ao seu celebre
Catalogue of the Snakes in the British Museum, 1893-1896, considerou (vol. II,
Pag. 23-24) essas duas esperies como validas.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Este especialista, no entanto, andou com grande acerto quando ampliou a
distribuição geographica (loc. cit. 11:23) da especie pullatus para toda a região
cis-andina da America do Sul, tendo apenas deixado de registar o habitat para
a sua variedade B. Somente muitos annos depois de ter sido descripta a forma
megalolepis, conseguiu Boulenger verificar (i/z Proc. Zool. Soc.:l 16. 1898) que
a patria delia era o Equador.
Devo accentuar que Bocourt, em 1888 (in Atiss. Sc. Mex. et Amer. Centr.
Il:685.tab.XLIV,figs.3-4), criara para a especie pullatus a variedade anomnlepis,
dizendo apenas que ella era originaria do Brasil.
Wemer, em 1903, descreveu como nova a especie microlepis ( in Abhand.
Bayer. Akad. Wissensch. pag. 346), representada por um exemplar oriundo da
Guatemala e mais tarde (in Jahrbuch Hamburg. wissensch. Anstalten XXVI :220.
1909) adduziu um novo exemplar, oriundo de Honduras. Ainda em 1913 este
auctor (in Jahrbuch Hamburg. wissensch. Anstalten XXX :22) considerava a espe-
cie microlepis como valida, identificando com ella um exemplar, procedente do
Brasil (?), que apresentava 8 supralabiaes, l-}-2/l+l-f-2 temporaes, 14 series
de escamas dorsaes, 219 ventraes e 123 subcaudaes. De accordo com os tres exem-
plares existentes, esta forma caracterizava-se pela presença de 18 series de es-
camas dorsaes e 131 a 142 subcaudaes.
Stemfeld, ha poucos annos (in Senckenbergiana. Frankfurt a/M. 2:181-186-
1920), accrescentou ao genero a forma pullatus ater, representada por exemplares
de coloração escura, oriundos da ilha Tobago e mostrou não haver base para a
distincçáo entre as especies pullatus, megalolepis e microlepis, de accordo com
uma serie de exemplares, que examinara, de varias procedências. A meu ver, a
variedade ater, que Stemfeld considerou como característica, por possuir colora-
ção escura e ser de procedência insular, apenas representa uma variação indivi-
dual, sem duvida commum a exemplares provenientes de ilhas, mas susceptível
de occorrcr também em exemplares de habitat continental. Nestas condições,
parece-me que do estudo deste auctor só resta de util a fusão, por elle proposta,
das formas megalolepis e microlepis com pullatus, passando, dess'arte, o genero
Spilotes a ser considerado monotypico, do ponto de vista especifico.
Finalmente, por motivos de difficil comprehensão e em desaccordo evidente
com as regras de nomenclatura zoologica, Boulenger collocou no genero Coluber
e sob a designação especifica de novae-hispaniae (in Cat. Sn. Brit. Mus. II :33-
1894) a especie que Laurentius, em primeiro logar, chamára Corastes mcxicanus
á pag. 83 de sua Synopsis Reptilium (1768). Todavia, á luz dos proprios dados
bibliographicos citados pelo eminente especialista do Museu Britannico e do
exame comparativo das respectivas gravuras, com exemplares procedentes da
America Central e do México, não resta duvida de que a especie classificada
como Coluber novae-hispaniae deve passar, não somente para o genero SpiloU s >
sinão também para a synonymia da especie pullatus de Linneu.
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A. do Amaral — Revisão do genero S pilotes
277
Revisão - Nestes últimos annos eu tenho, de um lado, examinado, nas col-
iecções deste Instituto e de vários museus americanos, uma boa serie de exem-
plares de serpentes pertencentes ao genero Spilotes e, baseado, de outro lado,
na experiencia que adquiri com o estudo de grande numero de especimes vivos
recebidos pelo Butantan, adquiri a convicção de que, não somente as varias es-
Pecies até agora attribuidas a este genero devem ser fundidas em uma s<5, mas
ainda a especie remanescente deve ser desmembrada em varias raças a que cor-
respondem exactamente differentes distribuições geographicas.
Assim, a primeira raça é aquella que corresponde á forma typica e que, por
«so, se deve chamar Spilotes pullatus pullatus (Linneu, 1758).
I. Spilotes pullatus pullatus (Linneu, 1758)
IFig. I)
Coluber pullatus Linneu - Syst. Nat. 1:225.1758 (10a. ed.)
Synonymia
Cerastes coronatus Laurentius - Syn. Rept.:83. 1768.
Coluber coronatus (Linneu) Gmelin - Syst. Nat. 1:1088.1788 (12a. ed).
Coluber variabilis Merrcm - Beitr. Il:40(tab.XII) . 1790.
Coluber plutonius Daudin - Hist. Nat. Rept. V1:324.I803.
Üatrix caninana .Merrcm - Tent.:121 . 1820.
Coluber variabilis Wicd - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1:271.1825 et Abbildung XIV:
3-6.
'ia pullata Fitzinger - Neue Class. Rept. :60. 1826.
Spilotes pullatus Wagler - Syst. Amph.: 179. 1830.
Coluber variabilis Schlcgel - Physion. Serp. 11:1 49 . tab.VI : 1 -2 . 1 837.
Spilotes variabilis Duméril & Bibron - Erp. Gén. VII :220. 1854.
Spilotes variabilis Wucherer - Proc. Zool. Soc.:324. 1861.
Spilotes megalolepis Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. XV(3) :93. 1865.
Spilotes pullatus Bocourt - .Miss. Sc. Mex. & Amcr. Centr.:685.tab.XLIV:2. 1888.
Spilotes pullatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:23.1894 (pro parte).
Spilotes microlepis Wcmer - Abhand. Bayer. Akad. VFissensch. :346 . 1 903 ( pro
Krte).
Spilotes pullatus, var. ater, Stemfeld - Senckenbergiana 2 : 1 S 1 . 1 920.
Nota: Esta especie foi, pela primeira vez, registada como originaria da "Ilha
^°juquá, Rio da Prata”, in Seba — Loc. Rerum Nat. Thesaur. 11:1 1 2( tab. 105:4).
*735.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Distribuição geographica
De accordo com a serie de exemplares por mim examinada e á luz da l' te '
ratura acima citada, esta raça occorre nas regiões central, oriental e septentrioo»!
do Brasil, donde se extende para o sudoeste até o Paraguay e o norte da Argc°'
tina, para o oeste até a Bolivia, o Perú e o Equador, para o norte até as Guiana**
a Venezuela e dahi para as Ilhas de Trindade e Tobago e, através da Colombi**
até o Panamá e a Costa Rica. Nessa extensa zona de distribuição, a subespe»*
de que trato soffre algumas modificações e apresenta variações especialmente
no colorido e na pholidose cephalica. As variações do colorido são sobretudo P*"
tentes em exemplares insulares (Trindade e Tobago), os quaes apresentam um*
nitida tendencia ao melanismo. Essa tendencia, todavia, pode occorrer também
em exemplares procedentes da Venezuela e do Panamá e é relativamente com*
mum em exemplares velhos de outras procedências. As variações da pholido**
cephalica apparecem com frequência em especimes oriundos de zonas limitroph® 5
da distribuição geographica das outras raças e representam talvez o producto
hybridizaçáo que se observa nessas zonas entre a raça typica e as demais.
Material examinado
Desta raça foram examinados os 51 exemplares constantes do Quadro !•
Caracteres
A subespecie Spilotes pullatus pullatus caracteriza-se do seguinte modo:
Frenal presente (rarissimamente ausente). Supralabiaes 7 ou 8 (excepe^
nalmente 6 ou 9), a 3a. e a 4a., ou a 4a. e a 5a. (excepcionalmente a 3»- *
4a. e a 5a., a 4a., a 5a. e a 6a., ou a 5a. e a 6a.) contíguas á orbita. Tempo r ® eí
1+1 ou I-f-2 (excepcionalmente 2+1, 0+2, 0+1 ou 1+0). Ventraes 207 *
(o' d* :207 a 228; $ ? :2I5 a 241). Subcaudaes 102 a 129 (o’ a :10S a l29,
$ Ç : 102 a 122) pares. Escamas dorsaes: 16 ou 18 (excepcionalmente ‘
series ao meio do corpo e 16 a 20 (excepcionalmente 14) series ao nível
pescoço.
Coloração: dorso geralmente anegrado com faixas amarellas dirigidas ° b * 1
quamente para a frente e para o lado do ventre, desapparecendo mais ou me°
inteiramente do meio do corpo para trás (tendencia ao melanismo) ou fornt* 0 ^
anneis largos posteriormente até o fim da cauda (tendencia ao xanthismo) ; veflfr<
amarellado com manchas irregulares ou transversaes negras que, em individ^
melanisticos, chegam a cobrir toda a face ventral. Cabeça amarella com 01111
suturas tarjadas de negro.
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Lista dc exemplares conservados de S. pullltus pullatus
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282
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Nomes vulgares
Por sua abundancia, conspicuidade e aggressividade, esta serpente tem rece-
bido um grande numero de designações vulgares, em sua extensa distribuição
geographica.
No Brasil, ella é geralmente conhecida como Cainana, nome que em lingua
tupy significa “o que tem a cabeça pequena" e que bem exprime o tamanho
minusculo da cabeça em relação á grossura do pescoço, quando entumescido. Na
região amazônica, é ella conhecida pelo nome de Araboia, que significa ‘‘cobra
que salta” e bem exprime a feição irritadiça da serpente.
No Paraguay e no norte da Argentina, é conhecida por Nhacaninã-hú, Na-
caniná e Caniná, nomes guaranys correspondentes ao tupy Cainana.
Na Venezuela e Trindade, é vulgarmente chamada Tigro ou Tigre, nome qü®
lhe vem da semelhança do colorido (listado de preto e amarello) com o da onça-
Na Colombia e no Panamá, é chamada Toche voladora e também Zopilota,
nome local de urubú, com cujo colorido o povo, provavelmente, compara o dos
exemplares, sobretudo adultos, desta raça.
2. Spilotes pullatus mexicanus (Laurentius, 1768)
Fi*. 2)
Ccrastes mexicanus Laurentius - Syn. Rept.:83. 1768.
Synonymia
Coluber novac Hispaniae (Linneu) Gmelin - Syst. Nat. 1:1088. 1788(12a. ed.)-
Spilotes variabilis Günther - Cat. Col. Sn.:99.1858 (pro parte).
Spilotes pullatus auribundus Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia XHI:^'
1861.
Spilotes salvini Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (3)lX:l25(tab.IX:5) . 1862-
Spilotes variabilis ( non Duméril & Bibron) Sumichrast - Arch. Sc. Phys. Nat-
XLVI(2) :259. 1873.
Spilotes variabilis, var. auribundus, Garman - N. Amer. Rept.:50. 1883.
Spilotes auribundus Cope - Buli. U. S. Nat. Mus. 32:71.1887.
Spilotes auribundus Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr.:689.tab.XLlV:5-
1888.
Spilotes salvini Günther - Biol. Centrali - Amer., Rept. : 1 1 6 ( tab.XLIl > . 1894.
Coluber novac -hispaniae Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:33.1894.
Spilotes microlepis Wemer- Abhand. Bayer. Akad. Wissensch:346.1903 ( pro parte)-
Nota: Esta forma foi, pela primeira vez, registada como originaria do ‘‘Re' n °
Mexicano", in Seba — Loc. Rerum Nat. Thesaur. 11:21 .tab.XX:! . 1735.
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A. do Amaral — Revisão do genero Spilotes
283
Distribuição geographica
Esta raça é encontrada na zona montanhosa da America Central, desde o
centro de Honduras e da Guatemala até o sul do .México, onde deve ser frequente,
com irradiações, para o sul, até a Nicaragua e a divisa da Costa Rica, onde
e ncontra a raça pullatus pullatus e, para o nordeste, em direcção do Yucatan e
da Honduras Britannica, chegando para leste até as regiões baixas da Honduras
Espanhola, onde se confunde com a raça ali existente. Nessas regiões occorrem
exemplares indubitavelmente hybridos, segundo transparece de sua coloração e
caracteres anatômicos.
Material examinado
Desta forma occuparam-se especialmente Günther, Bocourt e Boulenger, cujas
descripções podem ser compulsadas com vantagem. Delia registarei aqui apenas
fres exemplares mais ou menos typicos, de que me servi para comparação com
*s demais formas. Os caracteres desses exemplares podem ser assim resumidos:
N.° 2839, M.C. Z„ procedente de Jalapa, México: Adultoo' Frenal presente.
Supralabiaes 8, a 4a. e a 5a. contíguas á orbita. Temporaes 1 + 1. Ventraes
207. Subcaudaes 93 p.+n. Distribuição das escamas dorsaes: 20-19 (pescoço)
'O-H-IS (meio do corpo) -17- 15-14-12 (nivel do anus). Escamas manchadas.
N.® 9578, M. C. Z., procedente de Quintana Roo, México: Adultoo’ . Frenal
Presente. Supralabiaes 8, a 4a. e a 5a. contíguas á orbita. Temporaes 1 + 1.
Ventraes 211. Subcaudaes 134 p. Distribuição das escamas dorsaes: 20-18 (pes-
<** 0 ) -15-17-18 (meio do corpo) -16-15-14-12 (nivel do anus). Escamas manchadas.
N.® 2765, I. Butantan. procedente do Presidio, México: Adulto <f. Frenal
Presente. Supralabiaes 8, a 4a. e a 5a. contiguas á orbita. Temporaes 1 + 1.
Ventraes 208. Subcaudaes 124 p. Distribuição das escamas dorsaes: 20-18 (pes-
c °ÇO) 17-19 (meio do corpo) -18-16-15-14-12 (nivel do anus). Escamas manchadas.
Caracteres
De accordo com os dados destes exemplares e á luz da bibliographia citada
na synonymia, esta raça pode ser caracterizada do seguinte modo:
Frenal presente. Supralabiaes 8, a 4a. e a 5a. contiguas á orbita. Tcmpo-
r *e$ |_^.| ou 1+2. Ventraes 204 a 222. Subcaudaes 115 (93+n.) a 138 pares.
Sarnas dorsaes em 19 ou 18 series ao meio do corpo e 18-20 ao pescoço.
Coloração: dorso amarellado com largas faixas negras, obliquas anterior-
^riite até transversaes posteriormente, onde são mais regulares e distinctas; es-
guias dos espaços amarellos com a ponta negra, excepto sobre a cauda onde po-
**•*1 ser immaculadas; ventre amarellado com raias mediano-lateraes ou manchas
'**eraes negras. Cabeça amarella com muitas suturas manchadas de negro.
11
284
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Nomes vulgares
Em virtude da belleza de seu colorido, matizado de preto e amarello,
indivíduos desta raça sáo vulgarmente conhecidos no sul do México como Suchü
(Xochitl), nome que, no dialecto azteca, significa flor. Nalguns pontos da Ame*
rica Central é esta serpente ainda chamada Culebra Mico, talvez devido á s uâ
agilidade e hábitos dendricolas, semelhantes aos dos macacos.
3. Spilotes pullatus anomalepis Bocourt, 1888.
(Flg. 3)
Spilotes pullatus, var. anomalepis, Bocourt - Miss. Sc. Mex & Amer. Centr.:6S5-
(tab.XLlV :4).1888.
Synonymia
Spilotes pullatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:33.1894 ( pro parte).
Distribuição geographica
Esta raça é a representante da especie em sua extensão para a zona subM -0 *
picai correspondente ao sudeste do Brasil, desde a Bahia até o Rio Grande d°
Sul. Em sua incursão através do planalto do Brasil, seus representantes deve 111
hybridizar-se extensamente com os da forma typica e com os de maculatus,
plicando-se por essa fusão a existência de exemplares os mais dispares, seja
colorido, seja na pholidose.
Material examinado
Esta forma tinha sido até agora assignalada apenas por Bocourt que a c° n
siderou como uma variedade "originaria do Brasil”. Delia examinei os 49 exe 111
piares constantes do Quadro 11 e contidos nas collecções do Instituto Butanta 0-
Museu Paulista e dos Museus norte-americanos.
Caracteres
A’ luz de minha revisão, esta raça caracteriza-se do seguinte modo: Fre°*'
ausente. Supralabiaes 6 ou 7 (excepcionalmente, por subdivisões, 8 ou 9 e. neS
caso, os escudos supplementares sáo pequenos), a 3a. e a 4a. (excepcionalm^*
u 3a., a 4a. e a 5a.) contíguas á orbita. Temporaes O-fl (excepcionalm en ^
0-f0 ou l-f-1 e, neste caso, a anterior é quasi sempre diminuta, em fornia
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Lista Jc exemplares conservados de S. pullatus anomalepis
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Lista de exemplares conservados de S. pullatus anomalepis
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NOTA: M. P. «• Museu Paulista.
Lista dc exemplares conservados, apparentemcnte intermediários: S. pullatus pullatus X S. pullatua anomalepis.
bibdWMo dc UbU««. V) » dolues
A. do Amaral — Revisáo do genero Spilotes
289
escama e contígua á penúltima supralabial). Ventraes 198 a 214 (^^:198 a
212; $ $:203 a 217). Subcaudaes 100 a 120 ( o ’d , :104 a 120; $ $ ;100 a 120)
Pares. Escamas dorsaes 16 (rarissimamente 14 ou 15) series ao meio do corpo
e 16 a 17 (excepcionalmente 18 ou 19) series ao nivel do pescoço.
Coloração; dorso anegrado com manchas ou faixas interrompidas, de colora-
ção amarellada até amarello-alaranjada, transversaes ou obliquas para a frente
e para o lado do ventre com cuja coloração se confundem e desapparecendo in-
teiramente na parte posterior do corpo; ventre amarellado com estrias negras
tiediano-lateraes, transformando-se em largas manchas que se tornam inteira-
niente confluentes na parte posterior que é toda negra em exemplares melanisticos;
em exemplares com tendencia ao xanthismo, as faixas dorsaes e manchas ven-
traes, ao invés de desapparecerem, transformam-se em anneis até a ponta da
eauda. Cabeça amarella com muitas suturas tarjadas de negro.
Nome vulgar
I*»- I Ji -Ti
Por todo o littoral do sudeste do Brasil, esta serpente é conhecida pelo nome
de Caninana, cuja significação é a mesma que a de Cainana, applicado á forma
9ue habita a região mais septentrional do pais.
4. Spilotes pullatus maculatus subsp. n.
me. 4>
Distribuição geocraphica
Ao comparar os muitos exemplares que me passaram pelas mãos no decurso
da presente revisáo, tive ensejo de verificar que aquelles que procediam das im-
ediações da região da Serra de Paranapiacaba e da Serra do Mar (Estado de
São Paulo, Brasil), embora apresentando uma pholidose semelhante á da raça
Pullatus anomalepis, delia facilmente se distinguiam pelo colorido e, assim, jus-
tiçavam a creaçáo de uma nova subespecie.
Material examinado
Desta raça foram por mim examinados 4 exemplares vivos e 3 conservados,
*°dos constantes do Quadro IV.
Caracteres
A' luz do meu estudo, a nova raça pode-se caracterizar do seguinte modo:
Frenal geralmente ausente. Supralabiaes 7 (ou 6 ou mesmo 8, por subdi-
^es repetidas), a 3a. e a 4a. (ou a 3a., a 4a. e a 5a.) contíguas á orbita. Tem-
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Lista de exemplares conservados de S. pullatus maculatus
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A. do Amaral — Revisão do genero Spilotes
291
poraes 1 — {- 1 ou O-f-0 ou 0-j-l ou I -4-0. Ventraes 198 a 209. Subcaudaes: 107
a 118 pares. Escamas dorsaes em 16 series ao meio do corpo e 16 a 18 ao nivel
do pescoço.
Coloração: dorso amarellado, com manchas transversaes sub-quadrangulares
e bastante regulares, conforme mostra a fig. 4. Ventre amarellado com curtas
estrias transversaes negras, fundindo-se na cauda, com as manchas dorsaes de
modo a formar anneis nos exemplares com tendencia ao xanthismo, ou com largas
manchas negras, confluentes do meio do corpo para trás, nos exemplares mela-
nisticos.
5. Spilotes pullatus argusiformis subsp. n.
(F>í- 5)
Distribuição geographica
Entre os exemplares colligidos pelo laboratorio da divisào neotropica do
Antivenin Institute of America, com séde na cidade de Tela, cm Honduras, e
enviados para identificação, directamente a mim, ou por intermédio do Museu
de Zoologia Comparada da Universidade de Harvard, muitos havia pertencentes
seguramente ao genero Spilotes, mas que de suas especies conhecidas se apar-
tavam pela coloração c por certas particularidades morphologicas. Taes ophidios
que considero representantes de uma raça nova, parecem ser communs na zona
da Republica de Honduras, adjacente ao mar dos Caraíbas. Apparentcmentc se
extendem, para o norte, através do leste da Guatemala e da Honduras Britan-
nica, até a península de Yucatan, onde provavelmente se hybridizam com os indi-
víduos da raça pullatus mcxicanus (fig. 6) e, para o sul, até a Nicaragua, onde
encontram representantes da raça typica. Essa fusão pode explicar a existência
de exemplares de colorido muito interessante e grande variabilidade de pholidose.
Material examinado
Alem de alguns exemplares observados intra vitam, foram por mim exami-
nados os constantes do Quadro VI, conservados na collecçào do Instituto Butantan
e do Museu de Zoologia Comparada.
Caracteres
De accordo com os dados acima exarados, pode-se caracterizar a nova raça,
do seguinte modo:
Frenal presente. Supralabiaes 8 (excepcionalmente 9), a 4a. c a 5a. (excep-
cionalmente a 5a. e a 6a.) contíguas á orbita. Temporaes l-f-2 ou 1 + 1. Ventraes
209 a 224. Subcaudaes: 128 a 134 pares. Escamas dorsaes em 18 ou mesmo 20
series ao meio do corpo e 18 a 20 ao nivel do pescoço.
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Lista de exemplares conservados de S. pullatus arjíusiformis
Lista de exemplares conservados, apparcntemcnte intermediários: S. pullatus mexicanus X S. puliatus argusiformis
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(2) Frenal contígua i orbita, i esquerda, e separada, 1 direita, por um» pequena preocular.
Lista de exemplares conservados, apparentementc intermediários: S. pullatus mexicanus X S. pullatus ar^usifurniis
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NOTAi U. S. N. M. ■■ United States National Museum.
A. do Amaral — Revisão do genero Spilotes
295
Coloração: dorso reticulado, devido ao facto de todas as escamas terem a
ponta negra; linha vertebral formada de 2 series de escamas mais claras com a
extremidade escura, de sorte a representar uma especie de estria longitudinal
claro e escura, margeada externamente, de cada lado, por uma linha negra mais
ou menos continua; uma linha negra continua e bem nitida sobre a sutura da 4a.
com a 5a. serie de escamas dorsaes, extendendo-se longitudinalmente do pescoço
até a extremidade posterior. Ventre amarellado até perto do meio do corpo, onde
gradativamente se torna escuro até preto ou manchado de preto na parte mediana
c com uma serie de pequenas manchas claras lateraes, acompanhando as duas ca-
fenas ventraes. Cabeça amarella com a maioria das suturas manchadas de negro.
Nome vulgar
Em Honduras, esta raça é geralmente chamada Culebra Mico, nome que,
como vimos, também se applica á raça pullatus mcxicanus.
As 4 raças cuja
modo:
III. - DIAGNOSE SUBESPECIF1CA
definição acabo de dar, distinguem-se entre si do seguinte
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Quadro diagnostico das raças de S. pullatus
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A. do Amaral — Revisão do gencro Spilotes
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IV. - REDESCRIPÇÃO DO GENERO
De accordo com os dados acima registados, o genero Spilotes Wagler, 1830,
passa a caracterizar-se do seguinte modo:
Cabeça pouco distincta do pescoço, excepto quando este está distendido; olho
moderado, com pupilla vertical; suboculares ausentes; frenal presente ou ausente.
Corpo alongado, ligeiramente comprimido; escamas dorsaes muito irregulares em
numero e disposição, especialmente nas duas series para-ventraes, bem imbri-
cadas, excepto no pescoço quando em distensão, pontudas, carinadas (excepto as
Para-ventraes), com fossetas apicilares. em 16 a 18 (excepcionalmente 14, 17,
19 ou 20) series. Ventraes distinctamcnte anguladas lateralmente (e não arre-
dondadas, conforme affirmou Boulenger). Anal inteira. Cauda longa; subcaudaes
cm duas filas.
Dentição: em uma serie de exemplares que examinei e procedentes do Me-
dico, Honduras, Nicaragua, Panamá, Colombia, Venezuela, Tobago, Peru e Brasil,
v crifiquei que ordinariamente os dentes maxillares são em numero de 20, todos
'guaes em tamanho, excepto algumas vezes o primeiro e o ultimo, que podem ser
ü m pouco menores; dentes mandibulares augmentando de tamanho anteriormente.
Hemipenis: examinando-o em uma serie de exemplares procedentes do Mc-
*ico, Honduras, Colombia, Trindade c Brasil, verifiquei que o hemipenis neste
Senero se caracteriza assim: não capitado, com cálices apicilares, profundos, pe-
quenos, muito numerosos e occupando dois quartos da extensão do orgão; sulco
n ào bífido ; espinhos pequenos, regulares, dispostos de 8 a II filas transversaes
**é a borda do sulco e occupando um quarto da extensão; base desnuda e corres-
pondente ao quarto restante (figs. 7-8).
Comprimento máximo verificado: 2,65 cm. (cauda 0,64 cm.).
Notas: De todos os ophidios neotropicos os representantes deste genero são
a quclles que se mostram capazes de maior expansão do pescoço. Effectivamentc,
cx$a capacidade de inflação é devida á grande extensão e elasticidade da membrana
9ue liga as extremidades dos anneis trachcaes, de sorte que, ao cxpellirem dos
Pulmões o ar sob pressão, de encontro á glottis fechada, essas serpentes conse-
distender enormemente a membrana tracheal e, com ella, os tecidos peri-
Phericos e tegumentos do pescoço e, assim, produzir o aspecto característico dos
re Presentantes deste genero, quando se acham excitados. As figuras annexas dão
idéa desta feição especial.
Geralmente em exemplar cujo numero de series de escamas ao nivel do pes-
**$0 é igual ou superior a 16, só se encontra 1 par de escudos guiares, ao passo
P ü e apparecem 2 pares de guiares quando a serie de escamas é inferior a 16.
^ s te phenomeno parece indicar certa compensação, aliás necessária á dilatação
garganta para ef feito da ingestão de alimentos.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
De referencia ao colorido, pode-se dizer que, nos jovens, predomina o pig‘
mento amarello que, com o avançar da idade, é invadido pelo pigmento negro,
de sorte que só nos velhos indivíduos se pode encontrar melanismo.
Ecologia e ethologia: Os indivíduos deste genero são dotados de grande
ubiquidade, embora prefiram logares sombrios e cobertos de vegetação alta par*
viver. A carena que se encontra de cada lado dos escudos ventraes e que Bou-
lenger omittiu inteiramente no seu Catalogo, indica claramente que estes oph'"
dios têm hábitos dendrophilos. Todavia, apezar de dendricolas, elles podetn
também ser encontrados em logares mais ou menos descampados e até em caW*
pos, sobretudo quando lhes escasseia o alimento nas mattas em que vivem.
Alimentam-se geralmente de pequenos roedores e de passaros, embora não
seja raro apanharem outros animaes, taes como lagartos e rãs, podendo, porisso,
ser considerados omni-carnivoros.
Lendas: A lenda unica que encontrei associada com estas serpentes, ali* 5
generalizada entre as classes ignorantes de grande numero de países latino-ame*
ricanos, foi a de que as Caninanas costumam ir á noite á procura de casas em q ue
ha bebês. Assim, no momento em que as mães, adormecidas, têm seus filhos *°
seio, as Cainanas tratam de os substituir no acto de mammar, tomando conta
peito e enfiando, como consolo, a ponta da cauda na bocca das criancinhas.
E’ obvio que esta lenda não tem fundamento algum e nasceu com a simpl* 5
imaginação popular. Para invalidal-a bastaria invocar apenas a inexistência, ^
qualquer grupo de ophidios, de musculos e conformação buccal adaptados á sucÇ*°-
Devo significar aqui o meu sincero reconhecimento ao eminente collega e
amigo Prof. Thomas Barbour, director do Museu de Zoologia Comparada da U n ’’
versidade de Harvard, pelos elementos que pôs á minha disposição no decurso &
presente revisão; e aos prezados collegas, Prof. Alexander Ruthven, então d>*
rector do Museu de Zoologia e ora presidente da Universidade de Michig* 0 '
Dr. G. Kingsley Noble, do Museu Americano de Historia Natural, Dr. LeonhafJ
Stejneger, do Museu Nacional dos Estados Unidos e Sr. M. Graham Netting.
Museu Camegie, pelo empréstimo dos exemplares existentes em suas respecti'* 4
collecções, o que facilitou o trabalho de revisão, não somente do genero SpH° tíS '
mas também dos outros grupos versados neste volume.
(Trabalho da Secção de Ophiologi*
Instituto Butantan, Maio de 1930).
do
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A. co Amaral — Spilotes
Mcm. Inst. Butantan
Vol. IV. 1
Spilotes pulliitus pullatus (L.)
cm sua altitude caraclerislica
do Amaral — Spilotes
Mem. Inst- But antan
Vol. IV. 1929
Fig. 2 - Spilotes pullatus mexicanus (Laur.)
«efundo GQnther
F:g. 3 - Spilotes pullatu* nionialepis BOOOURT
<E5pccm:e I. B n 29J4;
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A. do Amaral — Spilotes
Alem. inst. Butantan
Vol. IV. IV?_i
A. do Amaral — Spilotes
Mcm Inst. Butantan
Vol. IV. 1929
Fig. 4 - Spilotes pullatus maculatus Amaral
(Espccimc I. B. n. 1785)
SciELO
A. do Amaral — Spilotes
'
Vol. IV. 1929
Fig. 5 - Spilotes pullatus argusiformis Amaral
(Espcrimc I. B n. 2761)
A. do Amaral — Spilotes
Mcm. Inst. Butantan
Vol. |V. 1929
SciELO
Fig. i - Hemipenis de Spilotes pullatus. disseccado
Fig. 8 - Idem ex vivo, enturgescido com parafina
ESTUDOS SOBRE OPHIDIOS NEOTROPICOS
XX - REVISÃO DO GENERO PHRYNONAX COPE, 1862
PO lí
AFRANIO do AMARAL
I - H1STORICO
O genero Phtynonax foi creado, em 1862, por Cope (in Proc. Acad. Nat.
Sc. Philadelphia, pag. 34S) para a especie lunulatus, por elle descripta em 1860
(in loc. cit. pag. 517).
Fitzinger, em 1843 (in Syslema Reptilium, pag. 26), propusera o nome 77iam-
nobius para este genero, escolhendo-lhe como typo a especie poecilosioma de
Wied. Todavia, esse nome generico já estava, desde 1836, preoccupado por um
genero de insectos (Schoenherr - Gen. et sp. Curculionidum), de sorte que da
iniciativa de Fitzinger não deve ficar de pé nem a selecção do typo, á luz da
Recommendação a), constante do art. 28 das Regras de Nomenclatura Zoologica.
Na verdade, sendo o nome lunulatus de Cope um estricto synonymo de poe-
cilonotus de Günther (1858), deve-se usar este ultimo como typo do genero.
A especie sulphureus foi descripta e representada por Waglcr em 1824 (in
Spix — Serp. bras. sp. novae, pag. 26, tab. IX). O exemplar typo procedia das
florestas do rio Japurá, no Amazonas, e estava descorado. Possuia uma preocular,
8 supralabiaes, das quaes a 4a. e a 5a. contiguas á orbita; l-{-2 temporaes; 208
ventraes e 130 pares de subcaudaes.
O Príncipe de Wied assignalou no anno seguinte (in Beitr. Naturgesch.
Brasil., Vol. I, pag. 250, 1825) e figurou logo depois (in Abbildung. 1827) a
forma poecilosioma que, no sul da Bahia, Espirito Santo e norte do Rio de Ja-
neiro, regiões que percorreu em sua excursão, é principalmente conhecida pelos
nomes vulgares de Caninana de papo amarello e Caninana de papo vermelho,
havendo acreditado que esses nomes talvez se applicassem, o primeiro, a exem-
plares machos e o segundo, a femeas da especie. A pholidose dos exemplares
examinados pode ser assim resumida: 8 labiaes, das quaes a 4a. e a 5a. contiguas
á orbita; I-f-2 temporaes; 208-214 ventraes e 126-132 pares de subcaudaes.
Alguns annos mais tarde. Schlegel confirmou a especie wiedeana poecilos-
toma (in Physion. Serp. II, pag. 153, tab. VI. fig. 5-6.1837), dando-a como ori-
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302
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
ginaria do Brasil e da Guiana Hollandesa. Sua pholidose era a seguinte: 8
supralabiaes, das quaes a 4a. e a 5a. contíguas á orbita; 1 2 temporaes; 20S-226
ventraes e 126- 144 pares de subcaudaes. Nessa occasião, Schlegel ainda assignalou
(pag. 282) a especie Dieperinkii como originaria da Guiana Hollandesa e que
apresentava 21 series de escamas dorsaes, 224 ventraes e 150 pares de subcau-
daes. Este nome parece-me synonymo de sulphureus, o que se não pode com-
provar, por se ter perdido o typo de Schlegel.
Até o momento presente, Jan foi o unico auctor que figurou com exactidáo
a especie poecilostoma, conforme fez ver em sua monumental Iconographie Gé-
nérale:48, tab. V, fig.3, 1876, sendo originário da Bahia o exemplar por elle
registado, o qual apresentava 2 preoculares (1 placa preocular e 1 subpreocular
ou subocular).
Günther, em 1858, descreveu a especie poecilonotus ( in Cat. Colubr. Snakes,
pag. 100), baseada em 2 exemplares, procedentes, um, de Honduras e o outro,
do México. Aliás, pode-se pôr em duvida a procedência do 2.® exemplar, por-
quanto elle foi obtido do Snr. Hugo Finck, que lhe não determinou a localidade
certa. A especie guentheriana caracterizava-se pela presença de 2 postoculares
e 21 a 23 series de escamas dorsaes, das quaes as medianas eram fortemente
carinadas.
A partir de 1860 vários nomes foram creados para designar formas deste
genero, que os auctores consideravam validas. Assim é que Cope, em 1860, creou
a especie lunulatus (in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadclphia pag. 517), basead3
num exemplar jovem, procedente de Honduras.
Em 1867, Peters descreveu a especie polylepis; em 1869, descreveu a es-
pecie fasdatus (in Monatsch. Akad. VFiss. Berlin, pag. 443), segundo um exem-
plar jovem, adquirido pelo Museu de Berlim como originário de Maroni (Guiana
Francesa ?).
Cope, em 1875, registou a especie chrysobronchus (in J. Acad. Nat. Sc-
Philadelphia VIII (2) : 136 . tab.XXVHI : 1 1 ) . segundo um exemplar adulto, rece-
bido da Costa Rica.
Bocourt, em seu memorável trabalho Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr. Vol. U>
pp. 691-696, 1894, incluiu as especies poecilonotus de Günther, lunulatus de Cope
e chrysobranchus (sic) de Cope, tendo-as figurado, respectivamente, nas tabs-
XL1II:4, XLI1:1 e XLVI11:9. Este auctor descreveu, na mesma occasião (pag-
692), a especie argus, figurando-a na tab. XLVI11:10 e considerando-a affim de
poecilonotus. Finalmente, acreditou que a especie fasciata de Peters devia ser
assimilada á lunulatus de Cope.
Por seu lado, Günther, 1894, em sua preciosa monographia sobre Biol-
Centr.-Americana, pp. 1 17-1 19, reproduziu e completou as descripções de poeci-
lonotus, argus e chrysobronchus, havendo representado as duas primeiras in tab-
XL1II e tab. XLIV, respectivamente. Na opinião de Günther, a especie lunulatus
de Cope pareceria synonyma de poecilonotus e o exemplar typo de argus diff e *
riria ligeiramente do que fora descripto por Bocourt.
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A. do Amaral — Revisão do genero Phrynonax
303
Boulenger, por seu turno, em seu Cat. Sn. Brit. Mus. 11:22.1894, conservou
estas especies, subdividindo algumas ou dando-lhes novos nomes, taes como guen-
theri e e atro pis.
Todavia, Peracca, em 1896 (in Boll. Mus. Zool. Anat. comp. Torino XI, n.°
253, p.6), examinando 4 exemplares colhidos por Festa em Darien (Panamá),
verificou a difficuldade de sua identificação com qualquer das especies poecilo-
notus, lunulatus e fasciatus, que. assim, poderiam ser synonymas entre si. Esta
maneira de ver foi confirmada por Boulenger. conforme Peracca escreveu tex-
tualmente:
"I quattro esemplari portati dal Dr. Festa, pur ricordando mag-
giormente il Phryn. poecilonotus, Gthr. presentano tali variazioni, av-
vicinandosi ora piú ora meno alie diverse specie poste in sinonimia,
che la loro determinazione, sulla base delia chiave dicotômica, e del-
le diagnosi date dal Boulenger nel vol. II dei Catalogue of Snakes,
mi tornó affatto impossibile. Non avendo materiale di confronto, co-
municai gli esemplari alFegregio amico Dr. Boulenger, il quale, dopo
averli esaminati, mi confermó pienamente quanto giá avevo supposto,
che cioé Phyrn. poecilonotus, Gthr. Guenthcri, Blgr. lunulatus. Cope
fasciatus, Ptrs., devono venire riuniti, almeno provvisoriamente, in
una sola specie, il Phryn. poecilonotus, Gthr.”
Esta opinião Peracca teve occasiáo de reiterar logo depois (in loc. cit. vol.
XII,n.°300,p.4,1897), ao examinar um quinto exemplar, este procedente do Rio
Santiago, no Equador.
Em 1901. Stejneger descreveu em Proc. U. S. Nat. Mus. XXIV:185, como
nova, a especie lyoni, de conformidade com um exemplar procedente de Macuto,
na Venezuela.
Em 1909, Uemer (in Jahrb. Hamburg Wissensch. Anst. XXVI(l) :218-219),
registando um exemplar de Phrynonax poecilonotus , confirmou a verificação de
Peracca sobre a enorme variabilidade das especies e sua synonymia. Apezar
disto, em 1913, este mesmo auctor descrevia (in Jahrb. Hamburg Wissensch. Anst.
XXX(2):22) a especie atriceps, segundo um exemplar, de localidade indetermi-
nada, que apresentava 2-f-2/2-f-3 temporaes, 27 series de escamas dorsaes, das
quaes 9 carinadas, 204 ventraes e 133 pares de subcaudaes. Este mesmo herpe-
tologo, ainda recentcmentc (in Zool. Jahrb. LVII :77-78. 1929), registava, como va-
lidas, todas essas formas.
Finalmente em 1924, Barbour e eu descrevémos (in Occ. Pap. Boston Soc.
Nat. Hist. V : 1 3 1 ) a especie shropshirei, baseada em dois exemplares proceden-
tes da zona do canal do Panamá. Devo accentuar que, por falta de revisão, em
nosso artigo original sahiu publicado que o typo e o paratypo desta especie eram
ó j , quando na verdade são ° $ ; que os dentes maxillares eram em numero
de 16, quando eram 17 e que a formula das temporaes era 2-j-, quando era 2-f-2.
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Para terminar este capitulo, devo registar agora duas especies descriptas en-
tre 1903 e 1923, as quaes, todavia, representam apenas synonymos de sulphu-
reus, segundo demonstrarei mais adiante. Estas especies são as seguintes:
P. faucheri, descripta por Mocquard ti/z Buli. Mus. H. N. Paris :2 13. 1903)
e procedente da Guiana Hollandesa.
Paraphrynonax versicolor, creada por Lutz & Mello (i/z Folha Medica 1(3):
97.1920) para um especime, originário de Cataguazes, em Minas Geraes.
Nota: Phrynonax augulifer, definida por Werner, em 1923, in Ann. Natur-
hist. Mus. VTien XXXV1:162 e cujo typo, procedente de Joinville, em Santa Ca-
tharina, apresentava 2 postoculares, é synonyma de Drymarchon corais corais.
II - REVISÃO
Desde 1922 eu venho examinando, nos vários museus nacionaes e estran-
geiros, exemplares de serpentes attribuiveis a este genero e fazendo um estudo
critico e comparativo de seus caracteres afim de obter elementos para a revisão
que ora publico. A’ luz desse estudo e de accordo com algumas opiniões que
acabo de exarar na digressão histórica que se lè acima, não resta a menor duvida
de que o genero Phrynonax tem sido desnecessariamente desmembrado, a des-
peito de, ha já muitos annos, alguns auctores virem mostrando a enorme variabi-
lidade que apresentam algumas de suas especies constitutivas. De accordo com
a presente revisão, o genero Phrynonax deverá ficar resumido a duas especies
que se podem considerar quasi perfeitamente confinadas, uma, á região cis-andina
e outra, á região trans-andina. Qualquer dessas especies chega a ultrapassar os
limites de sua região, encontrando-se, nas zonas limitrophes, com exemplares da
outra forma. Isto acontece especialmente no Perú e Equador, de um lado e, de
outro lado, na zona das Guianas. Por sua parte, cada uma das duas especies
subdivide-se em raças ou variedades, representativas das varias zonas incluídas
em sua extensa distribuição geographica.
Desfarte, á luz de minha revisão, o genero Phrynonax passará a ser bitypico,
sendo sulphureus a especie cis-andina e poecilonotus a especie trans-andina. Em
sua extensa distribuição, a primeira é representada por duas raças, das quaes
uma é própria das florestas amazônicas e regiões vizinhas, com extensão até o
nordeste do Brasil, para um lado, e o centro do Perú, Equador, Guianas, e Trin-
dade, para outro lado; a outra habita as florestas orientaes ou mesmo as mattas
marítimas do Brasil sul-oriental, desde a Bahia até o Rio de Janeiro, infiltrando-se
até Minas Geraes e regiões vizinhas.
De seu lado, a especie poecilonotus parece ter como ponto de irradiação a
America Central, desde o Panamá até Honduras, donde provém o typo, apresen-
tando, em sua disseminação para o noroeste e para o sudeste, modificações tão
accentuadas, que também chegam a constituir raças.
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A. do Amaral — Revisão do genero Phrynonax
305
Gen. Phrynonax Cope, 1862
Este genero caracteriza-se do seguinte modo:
Cabeça ligeiramente distincta do pescoço; corpo alongado e comprimido;
cauda longa. Olho grande, com pupilla arredondada; subocular ás vezes presente;
escamas carinadas, mais ou menos fortemente de accordo com as especies e o
sexo, dispostas obliquamente sobre os lados, em 21 a 25, excepcionalmente 26
ou 27 series; ventraes um tanto anguladas lateralmente; subcaudaes divididas.
Dentes maxillares em numero de 15 a 21, augmentando gradualmente para
trás; dentes mandibulares augmentando de tamanho para diante.
Habitat: Região neotropica ou, mais estrictamente, America intertropical.
Nota: A’ synonymia deste genero, citada por Boulenger (Cat. Sn. Brit. Mus.
11:18.1894) deve-se juntar mais o seguinte nome:
Paraphrynonax Lutz & Mello - Folha Medica 1(3) :97. 1920.
Distincção especifica:
A. Dentes maxillares 15; escamas dorsaes em 21 filas (17 a
19 carinadas); subocular ás vezes presente sulphureus
B. Dentes maxillares 17 a 21; escamas dorsaes cm 23 a 25
filas, excepcionalmente 21 (?), 26 ou 27 (3 a 11 carina-
das) ; subocular ausente poedlonotus
1. Phrynonax salphureus (Wagler, 1824)
Natrix sulphurea Wagler - in Spix — Serp. brasil, sp. novae:26(tab.IX> . 1824.
Descripçâo: Rostral mais larga do que alta, visível de cima. Intemasaes tão
longas ou um pouco mais curtas do que as prefrontaes. Frontal tão longa ou ligei-
ramente mais longa do que larga, tão longa quanto a sua distancia da extremidade
do focinho e mais curta do que as parietaes. Frenal geralmente mais longa do
que alta. Preocular 1, separada da frontal. Subocular (sub-preocular) ás vezes
presente. Postoculares 3 (excepcionalmente 2), a mais baixa sempre em posição
subocular. Temporaes 1+2 (excepcionalmente 2+2). Supralabiaes 8 (excepcio-
nalmente 9 ou 10). a 4a. e a 5a. (excepcionalmente a 5a. e a 6a.) ou a 4a., a 5a.
e a 6a. contíguas á orbita. Mentaes anteriores quasi tão compridas quanto as
posteriores. Escamas dorsaes em 21 filas*, todas, menos as paraventraes, distinc-
tamente carinadas nas $ $ e fortemente carinadas nos 0 * d" • Ventraes 199-227,
anguladas lateralmente. Anal inteira. Subcaudaes 124-146 pares.
Comprimento máximo observado: 2.70 cm.; cauda 0,72 cm.
Distribuição geographica: Brasil tropical até o Peru, Equador, Guianas,
(Venezuela?) e Ilha Trindade.
Num exemplar examinado havia 23 filas, em um ponto ao meio do corpo.
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306 .Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Colorido: Dorso amarellado sulfureo até verde olivaceo, vermelho tijolo ou
pardo com estrias negras obliquas para baixo e para trás, irregulares, frequente-
mente apagadas; escamas manchadas de negro, com a carena e as fossetas apict-
lares também negras, estrias dorsaes ausentes posteriormente ou substituídas por
anneis claros e escuros; face ventral amarellada ou alaranjada, até olivacea ou
plúmbea, manchada de claro, tornando-se escura até negra posteriormente, on-
de ás vezes apparecem pintas amarellas lateraes; cabeça amarello-sulfurea, até
pardacenta ou vermelho cor de tijolo, sobretudo na face inferior, escudes quasi
sempre fartamente manchados ou tarjados de negro posteriormente, uma faixa
negra postocular ás vezes presente. Com a idade e á medida que a melanina se
vae concentrando na parte posterior do corpo, apagam-se as tarjas dos escudos
cephalicos.
He.mipenis: Não capitado; apice globuloso e deprimido; sulco não bif ido ;
cálices numerosos, largos e semi-fringidos, especialmente na porção distante do
sulco, occupando metade da extensão do orgão; espinhos pouco numerosos, em
8 a 10 filas e regularmente dispostas; base lisa, relativamente delgada (Fig- 5)-
Nota: Boulenger assignalou, por engano, 1-f-l temporaes para esta especie
e registou duas variedades, A e B, que, a meu ver, representam apenas variações
individuaes de colorido.
Em sua vasta zona de disseminação esta especie se differencia nas duas
subespecies seguintes :
1 a. 1’hrynonax sulphureus sulphureus (Wagler, 1824)
Natrix sulphurca Wagler - in Spix — Serp. brasil, sp. novae:26(tab.lX) . 1824.
Synonymia
Colubcr poccilostoma Schlegel - Physion. Serp. ll:153(tab.VI:5-6).1837 ( pro parte)-
Spilotes poccilostoma Dm. & Bibr. - Erp. Gén. VII : 22 1 . 1854 ( pro parte).
Spilotes poccilostoma Günther - Cat. Colub. Sn.:100.1858 ( pro parte).
Spilotcs poccilostoma Jan - Icon. Gén. XLVlII(tab.V:4) . 1876.
Phrynonax sulphureus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:19.1894 ( pro parte)-
Phrynonax faucheri Mocquard - Buli. Mus. N. H. Paris :2 13. 1903.
Esta raça, que corresponde ao typo de Wagler, procedente das florestas d o
Rio Japurá (Amazonas), caracteriza-se do seguinte modo:
Subocular ausente; mentaes anteriores tão longas quanto as posteriores; ven*
traes 205 a 227; subcaudaes 125 a 146.
Habitat: Florestas da região amazônica, com irradiações para o nordeste do
Brasil. Peru, Equador, Guianas e Trindade.
Material examinado
(Yidt Quadro I)
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Lista dc exemplares conservados de 1’hrynonax sulphnrcu.s Hiilpluirc
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
I b. Phrynonax sulphureus poecilostoma (Wied, 1825)
<Fig. o
Coluber poecilostoma Wied - Beitr. Naturgesch. Brasil. 1:250.1825 et Abbildung-
1827.
Synonymia
Spilotcs poecilostoma Dm. & Bibr. - Erp. Gén. VII :221. 1854 ( pro parte).
Spilotes poecilostoma Jan - Icon. Gén. XLVIlIttab.V:3) . 1876.
Phrynonax sulphureus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:19.1894 ( pro parte)-
Paraphrynonax versicolor Lutz & Mello - Folha Medica 1(3) :97. 1920.
Esta raça, que foi minuciosamente descripta como especie pelo Príncipe de
Wied, distingue-se da precedente do seguinte modo:
Subocular presente; mentaes anteriores um pouco mais curtas do que as p° s *
teriores (10:11); ventraes 199 a 215; subcaudaes 124 a 135.
Habitat: Região das florestas marítimas e mattas sul-meridionaes do Brasil,
desde a Bahia até o littoral do Rio de Janeiro, com infiltrações occasionaes par3
a região central.
Material examinado
( Vide Quadro II •
2. Phrynonax poecilonotus (Günther, 1858)
Spilotes poecilonotus Günther - Cat. Colub. Sn.MOO. 1858.
Descripção: Rostral mais larga do que alta, visível de cima. Internasaes
tão longas ou um pouco mais curtas do que as prefrontaes. Frontal um pouco
mais longa do que larga, tão longa quanto a sua distancia do focinho e quasi
tanto quanto as parietaes. Frenal geralmente um pouco mais longa do que alta
(excepcionalmente subdividida). Preocular 1, mais ou menos contígua ao angulo
da frontal. Subocular ausente. Postoculares 2. Temporaes 2-J-2 (excepcional-
mente l-(-2 ou 2-f3). Supralabiaes 8 a 9 (excepcionalmente 6, 7 ou 10), a 4a..
a 5a. e a 6a. (a 4a. e a 5a„ ou a 3a., a 4a. e a 5a., ou a 5a„ a 6a. e a 7»*»
ou a 6a. e a 7a.) contíguas á orbita. Mentaes anteriores mais curtas do que * s
posteriores (10:14). Escamas dorsaes em 23 ou 25 (excepcionalmente 21?, 2®
ou 27) filas, das quaes apenas de 3 a 5 nas ° $ e 7 a 13 nos 0 ' > medio-dorsaes.
carinadas. Ventraes 181-220, um tanto anguladas lateralmente. Anal inteira-
Subcaudaes 95 (90?) - 145 pares.
Comprimento máximo observado: 2,10 cm.; cauda 0,55 cm.
Distribuição geocraphica: Desde a America Central para o norte, até o ® u *
do México, e, para o sul. até a Colombia, Venezuela, Guianas e Trindade e 0
Equador, Perü, Bolívia e Alto Amazonas.
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Listn de exemplares conservados de 1’hrynonax siilpluircus poecilostoma
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Hemipenis: Não capitado, com cálices numerosos, fringidos e largos, occu-
rando pouco mais de um terço da extensão do orgão; sulco não bifido, espinhos
pequenos, dispostos em cerca de 5 a 6 filas transversaes e occupando cerca de
um quarto da extensão; base desnuda. (Fig. 6).
Systematica: Em sua zona de distribuição esta especie apresenta variações
muito importantes, seja no colorido, seja na pholidose. Até agora, os auctores
que delia se têm occupado, ou têm elevado essas variações á altura de differen-
ças especificas, ou, pelo contrario, as têm rebaixado ao nivel de caracteres indi*
viduaes. A mim, todavia, me parece que a razão não está. nem de um. nem d c
outro lado, pois acredito que taes modificações representam antes o resultado da
evolução ontogenetica e do processo de subdivisão racial que apparentemente se
está processando.
Assim é que, de um lado, os exemplares jovens apresentam, em via de re-
gra, o colorido pardacento com faixas transversaes escuras e, assim, têm recebi-
do as designações especificas de lunulatus (Cope) e fasciatus (Peters); essas fa>’
xas modificam-se mais ou menos completamente com o envelhecimento, passan-
do então os exemplares a receber novas designações especificas, taes como p°~
lylepis (Peters), eutropis (Boulenger) e argus (*=gucnthcri Boulenger).
D’outro lado, os exemplares procedentes da America Central e especialmen-
te de Honduras para o sul, até o Panamá, Darien, Colombia e Venezuela (l*a-
Guayra), e para o Norte, até o centro-sul do México, embora apresentem, quan-
do jovens, faixas transversaes sobre o dorso, ao envelhecerem começam a fi car
com o colorido mais ou menos reticulado, formado de escamas escuras mancha-
das de claro com faixas transversaes quasi sempre pouco perceptíveis. A evolu-
ção extrema desse colorido é apresentada pelos exemplares oriundos das matta*
do littoral de Vera Cruz, no México, os quaes apresentam, quando adultos, co-
lorido reticulado com uma faixa clara vertebral, margeada de cada lado por um- 1
linha negra, e com quatro faixas amarellas sobre a cauda, separadas por outra 5
tantas linhas escuras. Finalmente, os indivíduos que occorrem desde a região do
Alto Amazonas, isto é, da Bolivia, Perú e Equador, até as Guianas e Trindade, P 0 ^
suem igualmente, nas primeiras idades, as faixas transversaes escuras que, com
o envelhecimento, se apagam inteiramente, passando o colorido do dorso a ser
mais ou menos uniformemente escuro, embora se conserve algo mais claro o c ett '
tro das escamas.
E' bem verdade que se encontram muitos typos intermediários na coloração-
o que não é de admirar, dadas as enormes facilidades de cruzamento e hybrid*'
zaçào que serpentes, ageis e fortes como estas, devem encontrar em uma reg' a °
relativamente limitada como a America Central. De qualquer maneira, pode- 5C
dizer que, em geral, os jovens indivíduos desta raça são de coloração pardacenta
com faixas transversaes irregulares, em forma de crescente ou de zigue-zague c
tarjadas de negro; cabeça com manchas alongadas ou vermiculações, geralmen< c
em numero de tres, das quaes uma longitudinal, ao centro, e duas obliquas. *° s
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lados, logo acima de uma faixa postocular, escura, tarjada de negro; lábios e ven-
tre manchados de escuro. Com o avançar da idade, esse systema de manchas
começa a apagar-se á medida que o pigmento melanico invade, de mais a mais,
as escamas dorsaes e a xanthina, os escudos ventraes, excepto posteriormente,
cnde o predomínio da melanina cada vez se accentua mais. Ao ficarem adultos
isto é, depois que attingem 1 metro de comprimento, os exemplares começam a
differenciar-se mais ou menos definitivamente, de accordo com as raças a que
pertencem. Os representantes typicos das varias raças vèm a distinguir-se entre
si, no que toca ao chromatismo, pela distribuição relativa da melanina e da xan-
thina sobre o dorso.
De accordo com estas considerações, parece-me razoavel separar a especie
poecilonotus nas seguintes raças mais ou menos distinctas:
2 a. Phrynonax poecilonotus poecilonotus (Günther, 1858)
(Fií 2)
Spilotes poecilonotus Günther - Cat. Colub. Sn.MOO. 1858.
Synonymia
Tropidodipsas lunulata Cope - Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia :5 1 7 . 1860 et 348.
1862.
Spilotes lunulatus Cope - Buli. U. S. Nat. Mus. XXXI 1 :71 . 1887.
Spilotes poecilonotus Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr. 11:691 (tab.XLIII:
4). 1888.
Spilotes lunulatus Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr. II :694 (tab.XLII : 1 ) -
1888 ( pro parte).
Spilotes poecilonotus Günther - Biol. Centr.-Amer.:l 1 7 (tab.XLl II ) . 1894.
Phrynonax poecilonotus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:20.1894.
Phrynonax lunulatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:21.1894.
Caracteres
Esta raça, cujos representantes, quando jovens, correspondem ao typo de
lunulatus de Cope e. quando adultos, ao typo de poecilonotus de Günther, caracte-
riza-se do seguinte modo:
Dentes maxillares 17 a 19; supralabiaes 7 a 9 ou mesmo 10 (3a. e 4a., ou
3a„ 4a. e 5a., ou 4a. e 5a., ou 4a., 5a. e 6a., ou 5a., 6a. e 7a. contíguas á orbita) ;
escamas dorsaes em 23 a 25 (excepcionalmente 21?, 26 ou 27), das quaes 3 a
5 carinadas nas $ $e 7 a 13 nos 0 ’ o* 1 ventraes 201-214; subcaudaes 126-140.
Coloração: Jovens com faixas transversaes escuras obliquas, em forma de
crescente; adultos anegrados com escamas pintadas de amarello e com ligeiras
faixas obliquas lateraes e indicios de estrias longitudinaes paravertebraes.
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A. do Amaral — Revisão do genero Phrynonax
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Distribuição gecgraphica: Nordeste da America Central (Honduras) até
o centro-sul do México.
Material examinado
(Vide Quadro III)
2 b. Phrynonax poecilonotus argus (Bocourt, 1888)
(Ftf- 3)
Spilotes argus Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr.:692(tab.XLVlll:10).1888.
SvNONYMIA
Spilotes argus Günther - Biol. Centr. Amer.: 118(tab.XLlV) . 1894.
Phrynonax guentheri Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:20.1894.
Caracteres
Esta raça caracteriza-se do seguinte modo:
Dentes maxillares 20 a 21; supralabiaes 9 a 10 (4a., 5a. e 6a., ou 5a. , 6a.
e 7a., ou 6a. e 7a. contíguas á orbita) ; escamas dorsaes em 23 filas, das quaes
3 a 5 carinadas nas $ $ e 9 a 11 nos 0 ’ a '• ventracs 204-214; subcaudaes 95-130
pares.
Coloração: Adultos anegrados, escamas com manchas amarelladas tarjadas
de negro, mais claras na linha vertebral, que é margeada de cada lado por uma
faixa longitudinal negra, pouco clara anteriormente e accentuada posteriormente;
cauda com quatro faixas longitudinaes negras, alternadas com quatro faixas
amarellas.
Distribuição geographica: Regiões baixas do Estado de Vera Cruz, no México.
Material examinado
(Vide Quadro IV)
2 c. Phrynonax poecilonotus polylepis (Peters, 1867)
Ahaetulla polylepis Peters - Monatsch. Akad. VTiss. Berlin :709. 1867.
SVNONYMIA
Spilotes fasciatus Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin :443. 1869.
Spilotes fasciatus Günther - Ann. & Mag. Nat. Hist. (4)1X:20. 1872.
Spilotes lunulatus Bocourt - Miss. Sc. Mex. & Amer. Centr.:694. 1888 (pro parte).
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
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A. do Amaral' — Revisão do genero Phrynonax 315
Phrynonax fasciatus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:21 . 1894.
Phrynonax eutropis Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II:22(tab.I:l) . 1894.
Phrynonax lyoni Stejneger - Proc. U. S. Nat. Mus. XXIVM85. 1901.
Phrynonax airiceps Vemer - Hamburg Jahrb. Wiss. Anst. XXX:22.19I3.
Caracteres
Esta raça, cujos jovens correspondem, no colorido, ao typo de fasciatus de
Peters e cujos adultos correspondem á forma eutropis de Boulenger, caracteri-
za-se do seguinte modo:
Dentes maxillares 17 a 19; supralabiaes 6 a 9 (4a., 5a. e 6a., ou 3a. e 4a.,
ou 3a., 4a. e 5a„ ou 5a., 6a. e 7a. contíguas á orbita) ; escamas dorsaes em 23-25
(excepcionalmente 21?) series, das quaes 5 carinadas nas $ $ e7a 11 noSçTcf*;
ventraes 187 a 207 ( J J 187 a 201; ? $ 197 a 207); subcaudaes 109 (90?) a
129 ( d o- 109 a 126; $ ? 1 13 a 129).
Coloração: Adultos mais ou menos pardo-olivaceos, escuros no dorso e ama-
reliados pardacentos no ventre, tomando-se escuros na cauda; escamas dorsaes
ás vezes com o centro mais claro.
Nota: Os exemplares procedentes da Bolivia apresentam, algumas vezes, 2
frenaes, de sorte que é possível que, naquella região, se esteja processando a
formação de uma nova raça.
Distribuição geographica: Alto Amazonas, Guianas e Trindade, Equador,
Perú e Bolivia.
Material examinado
(Vide Quadro V>
2 d. Phrynonax poecilonotus chrysobronchus (Cope, 1876)
Spilotes chrysobronchus Cope - J. Acad. Nat. Sc. Philadelphia VIII (2) :136(tab.
XXVIII:! 1). 1875; et Buli. U. S. Nat. Mus. XXXII :7 1 . 1887.
Synonymia
Spilotes chrysobronchus Bocourt - Miss. Sc. Mex & Amer. Centr. II:695(tab.
XLVI 11:9). 1888.
Phrynonax chrysobronchus Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:22.1894.
• O facto de as escamas serem forte ou fracamente carinadas depende do estado
de conservação dos exemplares.
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A. do Amaral — Revisão do genero Phrynonax
317
Caracteres
Esta raça caracteriza-se do seguinte modo:
Dentes maxillares 17 a 18; supralabiaes 7 a 9 (3a„ 4a. e 5a., ou 4a., 5a.
e 6a. contíguas á orbita) ; escamas dorsaes em 25 (excepcionalmente 26) filas,
das quaes 5 carinadas nas $ $ e II a 13 nos <$ ; ventraes 201 a 220; subcau-
daes 117 a 145.
Coloração: Adultos pardacentos ou pardo-olivaceos no dorso, com pintas
claras correspondentes ao centro das escamas; cabeça escura, com os lábios e a
garganta amarellados; face ventral amarellada anteriormente, tomando-se escura
até negra posteriormente.
Distribuição geographica: Costa Rica e Nicaragua.
Material examinado
(Vide Quadro VI)
2e. Phrynonax poecilonotus shropshirei (Barbour & Amaral, 1924)
(Fie- o
Phrynonax shropshirei Barbour & Amaral - Occ. Pap. Boston Soc. Nat. Hist.
V: 131 . 1924.
Caracteres
Esta raça caracteriza-se do seguinte modo:
Dentes maxillares 17 a 19; supralabiaes 7 a 9 (4a., 5a. e 6a., ou 4a. e 5a.,
ou 5a. e 6a. contíguas á orbita) ; escamas dorsaes em 23 ou 25 filas, das quaes
3 a 5 carinadas nas $ $ e 7 a 11 nos £ ; ventraes 198 a 220 (198 a 209 nos
çf d" e 207 a 220 nas $ $ ); subcaudaes 115 a 138 pares.
Coloração: Adultos pardacentos, pardo alaranjados, pardo avermelhados ou
anegrados no dorso, que é regularmente listado de amarello, escamas pintadas ou
margeadas de preto; cabeça pardo avermelhada ou anegrada, com lábios e gar-
ganta mais claros; face ventral amarellada até avermelhada, mudando para cas-
tanho até negro posteriormente; algumas ventraes anteriores margeadas de negro.
Distribuição geographica: Panamá até o centro da Colombia.
Material examinado
(Vide Quadro VII)
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Lista de exemplares conservados de Phrynonax poccilonotus shropshirei
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
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Memórias do Instituto Butantan
Tomo IV
Notas addicionaes
O estudo critico deste genero parece indicar que a especie trans-andina se
originou na America Central e dali se irradiou, por um lado, até o México e, por
outro lado, até a America do Sul, havendo-se subdividido em raças, por influen-
cia de insulamento ou talvez de condições mesologicas diversas. Parece também
que a especie cis-andina teve como berço o valle do Amazonas, donde se teria
irradiado, de um lado, até as Guianas e Trindade e, de outro lado, até o sudeste
do Brasil, seguindo em sua migração o vasto lençol de florestas ou de martas
que occorrem nessa região.
De referencia ao genero, é possível tenha elle surgido primitivamente no
Alto Amazonas, onde ainda hoje se põem em contacto os representantes das duas
especies acceitas no presente trabalho.
Em sua extensa zona de distribuição, estas serpentes, embora relativamente
raras, recebem alguns nomes vulgares, naturalmente variaveis de accordo com os
países. Assim é que, no Brasil, a especie sulphureus é chamada de Papa pintos,
Caninana de papo amarello e Caninana de papo vermelho, os dois últimos nomes
sendo baseados no colorido dos exemplares e não no sexo, conforme havia pen-
sado o Principe de Wied. Na America Central, a especie poecilonotus é cha-
mada de Zopilota pelo povo, que mostra, assim, confundil-a com Sp. pullaius ; no
México, finalmente é chamada ás vezes Suchil, denominação também applicada
a Sp. pullatus mexicarws.
Trabalho da Secção de Ophiologia do Ins-
tituto Butantan, maio de 1930).
22
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Mem Inst. Butantan
A. do Amaral — Phrynonax
Vol. IV. 1929
Fig. 2 • Phrynonax poecilonotus poecilonotus (GÜNTHER)
(secundo Günther)
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A. do Amaral — Phrvnonax
Mcm. Inst. Bulantan
Vol. IV. 1929
Fig. 3 - Phrvnonax pocrilnnotus argus (BoCOURT)
(Miiundo GOnlbcr)
cm
A. DO Amaral — Pkrynonax
Mem. Inst. Butantan
Vol. IV. 1923
1’hrvnonax poecilnnntus shropshirei i Barbour et Amaral)
(Eípedme, M. C. Z. n. 18-820)
Fie
SciELO
ESTUDOS SOBRE OPHIDIOS NEOTROPICOS
XXI - REVISÃO DO GENERO DRYMARCHON FITZINGER, 1843
POR
AFRANIO do AMARAL
ESTUDOS SOBRE OPHIDIOS NEOTROPICOS
XXI - REVISÃO DO GENERO DRYMARCHON F1TZ1NGER
POR
AFRAMO do AMARAL
I - H1STORICO
Em outro artigo mostro como se tem feito o desdobramento do genero Co-
lubcr, na concepção de Boulenger, cabendo a iniciativa dessa analyse aos aucto-
res norte-americanos. Pelo que ali escrevi, se verifica que nesse genero não
deve permanecer nenhuma das especies assignaladas no Catalogo do Museu Bri-
tannico como oriundas do hemispherio Occidental, sendo que a especie corais de
Boie deve ficar ligada ao genero Drymarchon.
O genero Drymarchon foi crcado por Fitzinger ( in Syst. Rept.:26.1S43) jus-
tamente para conter a especie corais que lhe foi escolhida para typo. Esta espe-
cie, descripta primeiramente por Boie (in Isis:537. 1827), esteve originalmen-
te ligada ao genero Coluber, do qual foi successivamente transferida para os
generos Geórgia, por Baird e Girard em 1853, Spilotcs, por Duméril e Bibron
em 1854, Geoptyas, por Steindachner em 1867 e Coryphodon, por Jan em 1876,
havendo-a Boulenger em 1894 (in Cat. Sn. Brit. Mus. 11:31) restituído ao genero
Coluber, na sua concepção. Por esta enumeração se vê que todos esses especia-
listas deixaram de seguir a iniciativa de Fitzinger, a qual, no entanto, dqve ser
convenientemente observada em obediência ás regras de nomenclatura zoologi-
ca. Foi esta, na verdade, a orientação de Stejneger que, in N. Amer. Fauna N.° 14,
p.70. 1899, reintegrou definitivamente a especie corais no genero Drymarchon de
Fitzinger, acção que mais tarde confirmou em sua Check List of North Ameri-
can Amphibians and Reptiles, escripta em collaboraçáo com Barbour.
Revendo cuidadosamente a questão, verifiquei o acerto da opinião de Stejne-
ger, conforme se deduz pela presente nota, em que resumo as observações que
fiz a respeito.
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324
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
II - REVISÃO
Gen. Drymarchon Fitzinger
in Syst. Rept.:26. 1843.
Typo : corais (monotypico)
Dentes maxillares 17, solidos, de typo syncranteriano, subeguaes, mas o pri-
meiro ligeiramente mais curto; dentes mandibulares distinctamente maiores na
frente; dentes palatinos 14, subeguaes; dentes pterygoideos 19, também sube-
guaes; cabeça pouco distincta do pescoço; olho moderado, com pupilla arredon-
dada. Corpo longo, ligeiramente comprimido; escamas lisas, ou com carena curta
e baixa, providas de fossetas apicilares duplas e dispostas um tanto obliquamente
sobretudo no jovem, em 17 filas ao meio do corpo e 19 a 21 ao pescoço; ven-
traes obtusamente anguladas nos lados; anal inteira. Cauda moderada, subcaudaes
divididas. Membrana tracheal estreita, pescoço não expandivel.
Hemipenis: bilobado, sulco não bifurcado, cálices rasos e pequenos, de bor-
das fortemente franjadas ou espiniferas, occupando um quarto da extensão do
orgão; espinhos muito numerosos, diminutos, emergindo insensivelmente do ex-
tremo da zona calicular e occupando outro quarto da extensão do orgão; dois
quartos proximaes lisos (figs. 2-3).
Drymarchon corais (Boie, 1827)
Coluber corais Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus.II:31 . 1894.
Rostral mais larga do que alta, ligeiramente visivel de cima; internasaes
quasi tão largas quanto longas, mais curtas do que as prefrontaes; frontal tão
longa ou um pouco mais longa do que larga, tão longa quanto sua distancia da
extremidade do focinho e mais curta do que as parietaes; frenal ligeiramente
mais alta do que longa; uma preocular, separada da frontal e ás vezes sobre-
posta a uma subocular; duas postoculares; 2+2 temporaes, supero-anterior ás
vezes reduzida a uma pequena escama; 7 a 9 supralabiaes, a 4a. e a 5a. ou a
3a. e a 4a. contíguas á orbita; 4 infralabiaes contiguas ás mentaes anteriores
que são levemente mais longas do que as posteriores. Escamas em 17 filas, pas-
sando a 19 ou 21 na altura do pescoço. Ventraes 184-215; anal inteira; subcau-
daes 53 a 83.
Colorido; Jovens pardacentos com estreitas faixas transversaes negras, trans-
formando-se posteriormente em linhas transversaes e servindo de centro de dis-
tribuição e disseminação da melanina durante a evolução dos indivíduos, os quaes,
ao attingirem a maturidade, apresentam colorido variavel de accordo com as raç* s
a que pertencem.
Distribuição: De todas as serpentes neotropicas é esta, sem duvida, a 9 ue
apresenta distribuição mais extensa, pois occorre desde o norte da Argentina
1, | SciELO
4
A. do Amaral — Revisão do genero Drymarchon
325
através da Bolivia e dos Andes peruanos, por um lado, e, por outro lado, do Brasil
e das Guianas (inclusive Trindade e Tobago), por toda a America Central e
México, até o extremo sudeste dos Estados Unidos, invadindo, assim, grande
parte da região nearctica, embora se limite ali á zona subtropical. Em sua im-
mensa area de disseminação, esta especie se differencia em tres raças, uma das
quaes se limita á zona cis-andina sul-americana, a segunda se espalha desde a
zona trans-andina sul-americana até o sul do México e a terceira se extende
desde o centro do México até a Florida e as Carolinas, nos Estados Unidos. Essas
raças são as seguintes:
1 a. Drymarchon corais corais (Boie)
Coluber corais Boie - Isis:537. 1827.
Geoptyas flaviventris Steindachner - S'B. Akad. Wiss. Wien LV:269.tab.lV:4-7.1867.
Coluber corais, var. A, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:32. 1894.
Phrynonax angulifer Wemer - Ann. Naturhist. Mus. Wien XXX VI: 162. 1923.
Esta raça corresponde ao typo de Boie, procedente de "America” e portador
de V. 199 e C. 71, caracterizando-se do seguinte modo:
Supralabiaes 8 (excepcionalmente 9), a 4a. e a 5a. contíguas á orbita, a 6a.
contígua (excepcionalmente separada) á post-ocular inferior c i temporal infero-
anterior ou á escama pretemporal; temporal supero-anterior estreita ou cm forma
de escama; ventraes 190 a 215; subcaudaes 70 a 82. Colorido dos adultos pardo
escuro da cabeça até o meio do corpo tomando-se claro alaranjado até amarello
posteriormente, com o intervallo das escamas branco, bem visivcl na phase de
inspiração; labiaes immaculadas; face ventral uniformemente branco-amarellada.
Habitat: Norte da Argentina, Paraguay, Bolivia, Brasil tropical, Perú e
Equador orientaes, Guianas, Venezuela, Trindade e Tobago.
Nomes vulgares: Ratonera (Paraguay e Bolivia), Papa-pinto, Araboia e
Caninana (Brasil), Cribo (Trindade e Venezuela).
Comprimento máximo: 2260 mm. (I. B. 693).
Material examinado
(Vide Quadro I)
1 b. Drymarchon corais melanurus (Dm. et Bibr.)
Spilotes melanurus Dm. et Bibr. - Erp. Gén. Vll:224. 1854.
Geoptyas collaris Steindachner - S’B. Akad. Wiss. Wien LV:271 .tab.III:4-7. 1867.
Coluber corais, var. B, Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. 11:32.1894.
Drymarchon corais melanurus Stejneger et Barbour - Check List N. A. Amph.
Rept.:94. 1923.
Esta raça que corresponde ao typo de Duméril e Bibron, procedente do Mé-
xico, caracteriza-se do seguinte modo:
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Lista de exemplares examinados de I). corais mclamirus
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
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A. do Amaral — Revisão do genero Drymarchon
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Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Supralabiaes 8 (excepcionalmente 7 ou 9), a 4a. e a 5a. (excepcionalmente
a 3a. e a 4a.) contíguas á orbita, a 6a. (excepcionalmente a 5a. ou a 7a.) con-
tígua (excepcionalmente separada) á temporal infero-anterior ou á escama pre-
temporal; temporal antero-superior estreita; ventraes 189 a 214; subcaudaes 63
a 88 pares. Colorido dos adultos pardo escuro em todo o dorso, com uma faixa
negra, em forma de > sobre o pescoço e com tarjas pretas nas labiaes posterio-
res; face ventral amarellada anteriormente, tomando-se gradativamente manchada
de negro até inteiramente negra sob a cauda.
Habitat: Zona trans-andina do Perú e Equador, Colombia, America Contrai,
até Vera Cruz, no México.
Nomes vulgares: Ratonera e Savanera.
Nota: Stejneger e Barbour (in Check List:94. 1923) acharam que esta subes-
pecie fosse provavelmente invalida, mas acredito que essa opinião se baseie no
facto de esses dois collegas haverem talvez examinado exemplares hybridos de
melanurus e couperi, que me parecem communs nas zonas oriental e septentrional
do México.
Comprimento máximo: 2410 mm. (M.C.Z. 6584).
Material examinado
(Vide Quadro II)
1 c. Drymarchon corais couperi (Holbrook)
Colubcr couperi Holbrook - N. Amer. Herp. 111:75. tab.XVI. 1842.
Drymarchon corais couperi Stejneger et Barbour - Check List N. A. Amph. Rept.:
93.1923.
Esta raça. cujo typo procede de "Dry pine hills South of Alatamaha" (sic).
Geórgia, caracteriza-se do seguinte modo:
Supralabiaes 8, a 4a. e a 5a. contíguas ao olho, a 6a. separada da escama
pretemporai (excepcionalmente contígua) ; temporal supero-anterior bem desen-
volvida; ventraes 188 a 198; subcaudaes 65-73 pares. Colorido dos adultos intei-
ramente negro com reflexo azulado no dorso; face ventral cinzento-anegrada. As
vezes com manchas amarellas anteriormente.
Habitat: Desde o nordeste do México até o sudeste dos Estados Unidos.
Nomes vulgares: Savanera (México), Gopher-snake e Indigo-snake (Estados
Unidos).
Material examinado
(Vide Quadro III e IV )
(Trabalho da Secção de Ophiologia do Ins-
tituto Butantan, maio de 1930).
10
cm
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Mem. Inst. Ilutantan
Vol. IV. 1929
do Amaral — Drymarchon
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Hemipcnis ex-vivo,
cnturgcscido com parafina
Fig. 2
Hemipcnis disseccado
SciELO
Fig. 1 - Drymarchon corais corais (Boie)
ESTUDOS SOBRE OPHIDIOS NEOTROPICOS
XXII - SOBRE A ESPECIE COLUBER DICHROUS (PETERS)
BOULENGER, 1894
PO 8
AFRAN10 DO AMARAL
I - HISTORICO
A especie que Peters descreveu como Herpctodryas dichroa in Monatsch.
Aknd. Wiss. Berlin p.2S4.1S63, tem mudado consecutivamente de gcncro c, apezar
disto, não me parece ainda estar convcnicntcmentc collocada em systematica.
Günther a conservou no gcncro Herpctodryas, ao descrever a especie occi-
pitalis que lhe é idêntica, in Ann. & Mag. Nat. Hist. (s.4) Vol. I, p.420. 1868,
enquanto Cope a transferiu para o genero Spilotcs, ao definir a especie piccus
que lhe i synonyma. in Proc. Acad. Nat. Sc. Philadelphia p.105.1868.
De seu lado, Boulcnger, em sua monumental revisão geral dos ophidios (Cat.
Sn. Brit. Mus. 11:30.1894), collocou a especie de Peters no genero Colubcr, que
definiu do seguinte modo:
“MuiUftry teeth 12 to 22, subequal in size; anterior mandibular
teeth longest. Head distinct from ncck, clongate; cye moderate or
rather large, with round pupil; lorcal sometimes absent. Body clon-
gate. cylindrical or feebly compressed; scales smooth or kceled, with
apical pits, in 15 to 35 rows; vcntrals rounded or angulatc laterally.
Tail moderate or long; subcaudals in two rows".
Consultando-se o Catalogo de Boulenger, verifica-se que, entre os generos
nclle incluidos e de que a especie dichrous se approxima. os denominados Zamenis
(Vol. 1, p.379) e Colubcr (Vol. II, p.24) são compostos, tanto que, já ha alguns
annos, os auctores norte-americanos os vèm desmembrando em suas partes inte-
grantes. Aliás, Boulenger poderia ter disso suspeitado se tivesse tido tempo dc
cm
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334
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
os examinar mais detidamente. De sua complexidade, todavia, este auctor clara-
mente se apercebeu, pois lhes addicionou ás respectivas descripções as duas notas
seguintes:
( Zamcnis ) - “As observed by Dr. Günther in 1864 (Rept. lnd. p.
252), the species of this genus afford a complete transition from the
"Coryphodont" dentition as exemplified by Z. korros or Z. constrictor
to the somewhat ill-defincd “Diacranterian" type as shown by Z. g c-
moncnsis, the skull of which is hcre figured”.
( Colubcr ) - “The species comprised under this genus form a series
nearly parallel to that obtained in Zamcnis, the extreme forms of
both these genera showing much the same amount of differentiation”.
Para não alongar citações, basta dizer que Stejneger e Barbour, em sua
Check-List of North American Amphibians and Reptiles, 1923, retiraram do ge-
nero Zamcnis de Boulenger e collocaram no gcnero Colubcr de Linneu as especics
aurigulus, constrictor, flagcllum, latcralis, schotti, scmilincatus c taeniatus, sendo
que Ortenburgcr (in O. P. Mus. Zool. Univ. Michigan N.° 139, 1923) fora mais
longe, pois das espccies citadas mantivera apenas constrictor no genero Colubcr
de Linneu, passando as demais para o genero Masticophis de Baird e Girard.
De referencia ás cspecies ligadas ao genero Colubcr no Catalogo do Museu
Britannico, seu desmembramento ainda foi mais profundo, conforme se vê pela
seguinte lista:
1. As espccies nearcticas bairdi, chlorosoma, guttata, lacta, obsoleta, quadri-
vittata, rosacea c vulpina foram transferidas para o genero Elaphc de Fitzingcr,
por Stejneger c Barbour (Check-List, pp.90 e 93) ;
2. As especies catenifcr, mclanolcucus, sctyi e vertebralis foram por elles
collocadas no genero Pituophis de Holbrook;
3. A cspecie arizonac foi por elles ligada, sob a denominação original de
elegans, ao genero Arizona de Kennicott; a cspecie corais, ao genero Drymarchon
de Fitzinger, opinião que abraço em outro trabalho publicado nestas Memórias;
4. Colubcr? mclanotropis foi recentemente por mim transferida para o gê-
nero Drymobius de Fitzinger, por ser synonyma da cspecie dendrophis de Schlegel;
5. Colubcr novac-hispaniac eu mostrei, cm minha revisão do genero Spi-
lotcs, representar uma raça da especie pullatus de Linneu (S. pullatus mexicanas ) ;
6. Das cspecies neotropicas restantes, triaspis e flavirufus devem entrar para
o genero Elaphc; lincaticollis e plcurostictus (= deppei ) devem passar para o
genero Pituophis, restando apenas, entre as especies assignaladas naquelle Ca-
talogo para o hcmispherio Occidental, dichrous que constitue o objecto do pre-
sente trabalho.
cm
SciELO
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A. do Amaral — Sobre a especie Colukcr dichroas
335
II - REVISÃO
Observando cuidadosamente a physionomia e estudando a dentição e os ca-
racteres penianos da especie Hcrpctodryas dichroa Petcrs, verifiquei que a mesma
não pode ser conservada no genero Colubcr de Boulcnger, por lhe não corres-
ponder a definição, mesmo na concepção original deste auctor, porquanto, embora
apresente os dentes mandibulares anteriores mais longos, não possue “12 a 22
dentes maxillares, subeguaes em tamanho”.
Por seus caracteres dentários e penianos, dichrous parece próxima e inter-
mediaria aos representantes do genero Drymobius e Colubcr, dos quacs, todavia,
é facilmente scparavel, pelo que me vejo forçado a
propor para cila uma nova designação genérica, ca-
paz de distinguil-a e ao mesmo tempo mostrar-lhe
a affinidadc com esses dois gêneros.
Drymoluber g. n.
Dentes maxillares 18 a 24, gcralmcntc 22 a 23,
solidos, de typo syncranteriano, augmentando ligci-
ramente de tamanho para trás (os posteriores um
pouco mais grossos) ; dentes mandibulares 24 a 26,
gcralmente 25, subeguaes, com os tres posteriores
ligeiramente mais grossos e mais curtos; dentes pa-
latinos 15, subeguaes; dentes ptcrygoidcos 27, su-
beguaes.
Hemu-enis: não capitado, com cálices limitados
ao terço superior, largos e rasos, margeados de fran-
jas espinhosas ou denteadas; espinhos occupando
dois quartos do comprimento c estendendo-se até as
margens dos cálices, com as quaes se confundem su-
periormente, em cerca de 10 filas obliquas cm rela-
ção ao sulco que não é bifurcado. (Fig.).
Cabeça alongada c distincta do pescoço; olho
grande, com pupilla arredondada. Corpo delgado,
cylindrico; escamas lisas, com fossetas apicilares du-
plas. cm 15 filas; ventraes obtusamente anguladas
dos lados; anal inteira. Cauda longa; subcaudaes
em duas filas.
Habitat: America meridional, desde o nordeste
do Brasil, através da região amazônica até as Guianas
c a zona cis-andina da Colombia, Equador c Pcrü.
rAÁ
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Hcmipenis de
Drytnoluber dichrous
cm
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336
Memórias do Instituto Butantan — Tomo IV
Lista de exemplares examinados de D. dichrous
Colleeçlo
H.*
PROCEDÊNCIA
Seio
LABIAES
Á “i
I
c.
M C- Z.
8077
Chanchomayo, Peni
9
8 (4a. 5aí
172
90p.
21077
Villavicencio, Colombia ....
*
8 33,43,53
160
34 p. -r n.
21090
Sonsón, Colombia
9
ju*.
p 3a, 4a.
3a, 4a, 5a
170
97 p.
21993
Sonsón, Colombia
9
j«r.
8 (3a, 4a, 5a)
171
97 p.
M. Z. U. M.
55874
Dunoon, Guiana Britannica . . .
d
7»(4a,5a,
8 4a, 5a i
160
93p.
55875
Dunoon, Guiana Britannica . . .
9
8 4a, 5a
8 (3a, 4a. 5a
163
16p. + n.
55876
Dunoon. Guiana Britannica . . .
d
8 (3a, 4a, 5a)
171
98p.
63062
Kaiteur Falis, Guiana Britannica .
d
8 3a, 4a, 5a
174
94 p.
U. S. 1. M
64634
Mocngo, Guiana Hollandesa . . .
9
í«v.
8 (3a, 4a. 5a
172
42p. + n.
65475
M. P.
Macas, Prov. El Oriente, Equador .
ÍUT.
8 (3a, 4a. 5a
166
88p.
1254
Santarém, Pará
d
8 3a, 4a, 5a)
169
101 p.
1266
Tapajóz (Monte Christo , Pará. .
ç
jtnr.
8 (4a, 5a
175
102p.
I- B
2198
Rio Negro (Arajutuba , Amazonas .
6
8 (3a, 4a. 5a
166
23p. + n.
3035
Bclem, Pará
d
JUT.
8 '3a, 4a, 5a
167*/,
102 p.
5089
Rclem, Pará
d
8 3a. 4a, 5a
168
38p. -r n.
(•> 7«. e 8a. InndiJas
cm
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A. do Amaral — Sobre a espccie Colubcr dichrous
337
Drymoluber dichrous (Peters, 1863)
Herpetodryas dichroa Peters - Monatsch. Akad. Wiss. Berlin p.284.1863.
Coluber dichrous Boulenger - Cat. Sn. Brit. Mus. II.p.30. 1894.
Rostral mais larga do que alta, bem visivel de cima; intemasaes mais largas
do que longas e mais curtas do que as prefrontaes; frontal uma vez e meia a
uma vez e dois terços tão longa quanto larga, um pouco mais longa do que sua
distancia da extremidade do focinho e mais curta do que as parietaes; frenal
rhombica, ligeiramente mais alta do que longa; uma preocular ligeiramente sepa-
rada da frontal; duas postoculares; 2-J-2 temporaes, a supero-anterior ás vezes
reduzida a uma pequena escama; 8 supralabiaes, a 4a. e a 5a. c ás vezes o apice
da 3a. em contacto com a orbita; 4 a 5 infralabiacs contíguas ás mentaes ante-
riores que tèm pouco mais da metade do comprimento das posteriores, estas só
se tocando anteriormente e divergindo posteriormente, onde estão separadas por
escamas. Escamas dorsaes em 15 filas. Vcntracs 160-176; anal inteira; subcau-
daes 87-102 pares.
Coloração: Jovem cinzento-anegrado em cima, com faixas estreitas trans-
versaes amarcllas; cabeça amarcllo-alaranjada, com pintas negras no focinho,
uma pinta preta abaixo do olho, uma faixa transversal negra sobre o occipitc,
ligada a duas manchas alongadas negras cobrindo as parietaes; ventre claro.
Estas manchas dcsapparcccm gradualmente com a idade, ficando os adultos par-
do-anegrados (cinzento-escuros cm álcool) desde o dorso até o lado das vcntracs,
ventre claro immaculado.
Comprimento máximo: 1310 mm. (segundo Boulenger).
(Trabalho da Secção de Ophiologia do Ins-
tituto Butantan, maio de 1930).
cm
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